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Haiti: grupos de ajuda no Facebook e Twitter

Janeiro 13, 2010

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Vários grupos foram criados, durante a madrugada desta quarta-feira, na rede de socialização Facebook para ajudar as vítimas do violento sismo que abalou o Haiti. O grupo «Haiti needs us. And we need Haiti» , para apoio moral e partilha de informação, contava com mais de 1800 membros algumas horas após o tremor de terra de magnitude 7.0 na escala de Richter.




«Quero partir para o Haiti, para ajudar, tornar-me voluntária», escreveu na página do grupo Maloone Lyn's, uma utilizadora do Facebook.



A estrela do hip-hop Wyclef Jean , um haitiano-americano, lançou um apelo a doações no Twitter.




Há cerca de uma dúzia de portugueses no Haiti, revelou, esta quarta-feira de manhã, o embaixador de Portugal em Havana, que faz a representação no Haiti, em contacto com a Agência Lusa. O mesmo resposável adiantou que nada se sabe destes portugueses, porque «tem sido impossível contactar» Port-au-Prince.



Veja aqui os detalhes do sismo
http://earthquake.usgs.gov/earthquakes/recenteqsww/Quakes/us2010rja6.php




«O número de portugueses no Haiti não chega a uma dúzia. Não tenho o número de cor, mas os cidadãos registados devem rondar esse número», afirmou Luís José Moreira da Silva Barreiros.



O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) disponibilizou, entretanto, dois números de atendimento permanente aos portugueses que pretendam obter informações sobre familiares ou amigos que se encontrem no Haiti, onde ocorreu um sismo de elevada magnitude, ou nos países vizinhos. A informação foi divulgada pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), que aconselha as pessoas a entrar em contacto com o Gabinete de Emergência Consular do Ministério dos Negócios Estrangeiros através dos números 707 20 20 00 ou 96 170 64 72, para «obter informações sobre familiares e amigos».


Sede da ONU no Haiti destruída



O sismo que abalou o Haiti, esta terça-feira à noite, destruiu «em grande parte» a sede da missão da estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah). A informação é avançada pela Agende France Press, que cita um funcionário da ONU. Vários funcionários das Nações Unidas no país estão dados como desaparecidos e o próprio secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, já se mostrou preocupado com a situação.




Os capacetes azuis do Brasil que integram a missão das Nações Unidas no Haiti procuram sobreviventes nos escombros da sede do organismo, em Port-au-Prince. A capital do país ficou arrasada pelo sismo de magnitude 7.0 na escala de Richter.



Centenas de mortos



O sismo foi um dos mais fortes já registados no Haiti e na República Dominicana, de acordo com especialistas locais. Os primeiros testemunhos avançados dão conta de centenas de mortos.



O director do Instituto Sismológico Universitário da República Dominicana, Eugenio Polanco, citado pela Lusa, disse que o sismo e as réplicas (pelo menos três) sentidas terça-feira nas Caraíbas devem ser classificadas como «grandes» abalos. «Desde o terramoto de 04 de Agosto de 1946, que foi de 8,1 graus, que não se registava um fenómeno tão forte como este, pelo menos na República Dominicana», disse.



Primeiras ajudas



O Governo norte-americano anunciou, ainda na terça-feira à noite, o envio de uma primeira equipa de socorro para o Haiti, que vai ajudar a revistar os escombros à procura de sobreviventes do tremor de terra. A equipa destacada conta com 72 pessoas, seis cães treinados e cerca de 48 toneladas de equipamento de salvamento, indicou num comunicado a agência de ajuda ao desenvolvimento USAID. Peritos em catástrofes naturais acompanham a equipa de socorro para a ajudar a avaliar a situação, indicou a mesma fonte.



Obama acompanha sismo



O Banco interamericano de desenvolvimento (BID) anunciou terça-feira que desbloqueou uma ajuda de urgência de 200 mil dólares. Os fundos devem permitir fornecer água, alimentos, medicamentos e abrigos às vítimas, precisou o BID através de um comunicado.



Sismo sentido em Portugal



O abalo foi registado pelos sismógrafos do Instituto de Meteorologia português, disse hoje à Lusa a sismóloga Patrícia Silva. «Apesar da distância a que estamos do epicentro, os nosso sismógrafos registaram a chegada das várias fases das ondas», referiu Patrícia Silva.



«O sismo principal foi registado nas estações sísmicas do Continente, da Madeira e dos Açores e as réplicas nas estações do Continente», acrescentou.



O forte sismo de magnitude 7,3 na escala de Richter, que abalou terça-feira o Haiti, foi sentido «fortemente» pelos habitantes do Este de Cuba.

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