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Descoberta a galáxia mais antiga do universo

Janeiro 28, 2011

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13,7 mil milhões de anos será a idade da última e mais velha galáxia descoberta pelo Hubble

A Galáxia mais longínqua e antiga que alguma vez se possa ter pensado que existisse foi descoberta pelo Telescópio Espacial Hubble, da Agência espacial norte-americana (NASA).
A luz emitida pela Galáxia foi visionada através de infravermelhos do Hubble. O estudo divulgado na quarta-feira pela revista «Nature» refere que o conjunto de estrelas recentemente descobertas é cem vezes menor do que a Via Láctea.
Os mentores do projecto, astrónomos da Universidade da Califórnia, ainda falam da descoberta com algumas reticências já que o resultado é o limite das capacidades atingidas do Hubble. Antes do resultado ser divulgado, os astrónomos passaram alguns meses a realizar testes para que se confirmasse a existência da Galáxia que se terá formado quando o Universo tinha 480 milhões de anos.
Para que o estudo seja levado ao pormenor os astrónomos necessitam de um novo telescópio espacial, o James Webb, que será lançado a 2014.
Charles Bolden, administrador da NASA, frisa que a descoberta do Hubble será uma peça fundamental no conhecimento do Universo visto que os primeiros 500 mil anos ainda são uma incógnita.

AFINAL O QUE UMA GALÁXIA
Uma galáxia é um grande aglomerado de bilhões de estrelas e outros objetos astronômicos (nebulosas de vários tipos, aglomerados estelares, etc.), unidos por forças gravitacionais e girando em torno de um centro de massa comum.


A olho nu só podem ser vistas até 3 galáxias diferentes, uma delas a nossa vizinha Andrômeda que tem o dobro de tamanho. Quando se diz que a nossa galáxia tem de tamanho 100 mil anos luz, isto significa que um raio de luz a viajar à velocidade de 300 mil km/s, demoraria cerca de 100 mil anos para cruzá-la. Mas apesar de a Via Láctea ter um grande tamanho, comparada com determinadas galáxias do universo ela é relativamente uma anã, tome em consideração por exemplo a colossal Markarian 348 que tem uma impressionante dimensão de 13 vezes superior à Via Láctea o que significa que um raio de luz precisaria de 1 milhão e trezentos mil anos para percorrer toda essa galáxia. Mas esta não é a recordista das dimensões das galáxias, pois pode-se mencionar que astrónomos descobriram num aglomerado de galáxias chamado Abell 2029, uma que tem cerca de 60 a 80 vezes o tamanho da nossa galáxia, o que novamente em termos científicos tem cerca de 6 a 8 milhões de anos-luz, e possuirá não bilhões, mas sim trilhões de estrelas.


Atualmente, uma galáxia é denominada como um sistema astral composto de numerosos e variados corpos celestes, sobretudo estrelas e planetas, com matéria gasosa dispersa, animado por um movimento harmonioso. No Universo conhecido as Galáxias são os conjuntos mais complexos do Cosmo, cujo comportamento e interação gravitacional abrange a grupos considerados locais (Não confundir com a designação Grupo Local) e grupos distantes.

Por exemplo, a galáxia onde o Sistema Solar se encontra, faz parte de um desses agrupamentos, batizado como Grupo Local, que inclui a Via Láctea aglomerada com cerca de 18 outras galáxias, entre as quais encontra-se a de Andrômeda e várias outras galáxias-satélites de ambas e outras menores.

NGC 224


NGC 224, Messier 31 ou M31, popularmente conhecida como Galáxia de Andrômeda é uma galáxia espiral localizada a cerca de 2,900,000 anos-luz (0,889 megaparsecs) de distância na direção da constelação de Andrômeda.


Possui entre 180 e 220 mil anos-luz de diâmetro, uma magnitude aparente de 3,5, uma magnitude absoluta de -21,4, uma declinação de +41º 16' 06" e uma ascensão reta de 00 horas, 42 minutos e 44,3 segundos. É a maior galáxia do Grupo Local de galáxias, ao qual pertence a Via Láctea, onde se localiza o planeta Terra, superada apenas pelas Nuvens de Magalhães em extensão e brilho aparente.


Estudiosos e cientistas conseguiram prever, através de uma série de cálculos, a possibilidade de ocorrer uma colisão entre a Via Láctea e Andrômeda, que é a galaxia mais próxima da nossa. Teoricamente, o impacto aconteceria em cerca de 5 bilhões de anos, e nessa data talvez a vida na terra nem exista mais da forma como a conhecemos. Embora exista a possibilidade, os danos que tal colisão causaria são mínimos, e isso se deve ao fato de os espaços entre os planetas ser muito grande, reduzindo drasticamente a chance de colisões, o que também explica o fato de o sistema solar raramente entrar em contato com algum outro corpo celeste ao passar pelas nuvens mais densas da Via Láctea.










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