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Redes lusitanas

Dezembro 28, 2008

sattotal

Há vários projectos portugueses a aproveitar uma das maiores tendências da Web 2.0: as redes sociais. E fazem-no bem…
Web 2.0 é um termo em voga na Internet e, como seria de esperar, os cibernautas portugueses estão atentos a esta nova forma de interagir na Internet. Os três projectos que fomos conhecer (existem muitos mais) baseiam-se em redes colaborativas onde os conteúdos são criados pelos próprios utilizadores. Todos os projectos estão online desde o início de Abril e desejam ir um pouco mais além do que o já vulgar Hi5 ou MySpace.




Dos desportos radicais…
Stream19 é o nome da rede social destinada a amantes de desportos radicais de todo o mundo. O nicho de mercado está a ser explorado por Sérgio Veiga, Francisco Torrão e Sérgio Santos, que trabalham a partir da incubadora de empresas da Universidade de Aveiro. «É uma rede social que não é horizontal, como a generalidade, onde as pessoas adicionam apenas os amigos», conta Sérgio Veiga, de 24 anos. A inovação está presente, por exemplo, nos Spots: os sítios onde os desportos são praticados e em torno dos quais a comunidade vai sendo construída. O Stream19 utiliza o Google Maps para uma georreferenciação dos utilizadores, localização dos spots nos mapas e saber quem está perto de quem.

A rede é aberta a todos os que queiram registar-se e serve também para os iniciados nos desportos radicais publicarem as suas actuações, quer em fotografias, quer em vídeos. Os desempenhos entram no concurso King of the Spot, onde são avaliados pela comunidade e podem encontrar mais facilmente um patrocinador.

O sistema esteve em versão alfa durante três meses, obteve a localização de 2200 spots em todo o mundo. Ao fim de alguns dias de abertura ao público, o Stream19 contava com 500 utilizadores registados e perto de 1000 visitantes únicos diários.

… passando pela cultura…
Ambicionando divulgar a cultura portuguesa, Sérgio Dinis Lopes criou o portal Digacultura, onde os utilizadores podem publicar notícias, eventos, vídeos ou imagens interessantes recolhidas da Web. «No fundo, tudo é cultura», explica-nos o mentor do projecto, com 28 anos, residente de Guimarães, «os utilizadores recolhem as notícias e publicam-nas. O portal funciona também como uma rede social, onde os utilizadores adicionam amigos e podem ver o que uns e outros publicam, podendo comentar». A ideia não é nova. Existe um portal semelhante americano, o Digg e outras iniciativas portuguesas, «mas os que havia em Portugal pareciam ter parado no tempo. Foi construída a plataforma, colocada online, mas não se actualizava».
Qualquer pessoa pode registar-se no portal e facilmente coloca artigos à avaliação da comunidade. Para votar nos que considera interessantes, o utilizador nem precisa de se registar. Lançado em início de Abril, o projecto conta com perto de 40 utilizadores, dos quais dez são visitantes regulares.

… atÉ ao Liceu FrancÊs
O Liceu Francês Charles Lepierre vai ter um equivalente digital ao yearbook (livro de curso) popular nos Estados Unidos. Todos os ex-alunos, desde 1954 (cerca de 18 mil), vão poder integrar uma rede exclusiva, a WebAnel, para poderem retomar o contacto com ex-colegas e obter informações sobre colegas de quem se tenham afastado. O projecto foi encomendado pelo Conseillers du Commerce Extérieur de la France à OceanLab. Ricardo Nascimento, da empresa, explica que «o projecto não parte apenas da participação das pessoas, utiliza também uma base de dados do próprio liceu». Através destes registos, as pessoas podem incluir-se nos anos em que passaram pelo liceu ou nas turmas em que estiveram. Cada pessoa pode inserir comentários, aceder a fotografias e receber alertas de aniversários dos colegas no dia em que estejam a visitar o site. «Cada um vai ter o seu perfil, com os dados básicos que o liceu forneceu e pode complementar a informação pessoal, definir áreas de interesse, habilitações literárias e definir a privacidade dos seus dados.» Desde Junho de 2007, que o portal aceitava pré-registos. A 9 de Abril começou a ser feita uma comparação dos dados que o liceu tinha e que os utilizadores tinham disponibilizado para se activar as contas. Neste momento, o portal tem perto de 500 pré-registos e já alguns utilizadores com comentários e fotografias colocadas, em constante crescimento.

Tecnologia e custos À lupa


O Stream19 utiliza um servidor nos Estados Unidos (de onde vem a maioria dos utilizadores) que custa cerca de 189 dólares mensais aos criadores. A tecnologia é «100% open source», conta Sérgio Veiga, «utilizamos JavaScript, PHP, porque achamos que é o mais simples. No servidor usamos Linux e a base de dados é PostgreSQL». A inserção de vídeos é feita neste momento através do YouTube e as fotografias são colocadas com base no Flickr. Os dados são desagregados do design, ou seja, toda a informação que circula entre o utilizador e o servidor é só informação.
«O design e a construção da plataforma, recorrendo a JavaScript, são feitos do lado do cliente.

Construímos um sistema de publicidade orientado ao utilizador o que vai permitir às marcas que queiram anunciar no site a hipótese de escolher o seu target, mostrando os anúncios apenas aos utilizadores com determinado perfil», revela um dos mentores do projecto.
De início, foi aplicado capital próprio no portal, mas neste momento está investido capital de risco, da Seed Capital. Os montantes não foram revelados.

Na WebAnel, da parte da OceanLab estão envolvidas sete pessoas, incluindo a área do design. O projecto foi desenvolvido de raiz, com plataformas à medida, que foram sendo construídas de acordo com os requisitos pedidos. Assenta em tecnologia da Microsoft, uma base de dados MySQL e o desenvolvimento progressivo vai sendo feito em ASP. O acesso é pago pelos utilizadores. Até aos 25 anos é gratuito e depois disso são pagos
15 euros ano ou 25 euros por dois anos. O sistema aceita pagamentos por Multibanco e já está em testes o pagamento via cartão de crédito.

O projecto conta com um financiamento de 40 mil euros para a inserção inicial de dados e para a concepção e desenvolvimento do portal. Neste momento ainda não foi avançada a pesquisa de anunciantes.

O Digacultura é desenvolvido em exclusivo por Sérgio Dinis Lopes, que de momento pretende permanecer independente. Está alojado num VPS (Virtual Personal Server) que custa 25 euros por mês. Utiliza plataformas Linux Apache para manter o sistema e uma base de dados MySQL. O portal tem ferramentas para facilitar a publicação de artigos por parte dos utilizadores ou por parte dos administradores de blogues e jornais online. Um exemplo disso é o botão para a Publicação e Votação Remota, que permite criar automaticamente um link para a publicação ou votação de um artigo. No total, o criador admite ter desembolsado já perto de 250 euros. O facto de ter alguns conhecimentos de programação e ser webdesigner ajuda
a ter um custo relativamente reduzido. No entanto, o «investimento em tempo, foi muito… mesmo».



http://www.stream19.com/

http://www.digacultura.net/
http://www.webanel.com/

Redes lusitanas

Dezembro 28, 2008

sattotal

Há vários projectos portugueses a aproveitar uma das maiores tendências da Web 2.0: as redes sociais. E fazem-no bem…
Web 2.0 é um termo em voga na Internet e, como seria de esperar, os cibernautas portugueses estão atentos a esta nova forma de interagir na Internet. Os três projectos que fomos conhecer (existem muitos mais) baseiam-se em redes colaborativas onde os conteúdos são criados pelos próprios utilizadores. Todos os projectos estão online desde o início de Abril e desejam ir um pouco mais além do que o já vulgar Hi5 ou MySpace.




Dos desportos radicais…
Stream19 é o nome da rede social destinada a amantes de desportos radicais de todo o mundo. O nicho de mercado está a ser explorado por Sérgio Veiga, Francisco Torrão e Sérgio Santos, que trabalham a partir da incubadora de empresas da Universidade de Aveiro. «É uma rede social que não é horizontal, como a generalidade, onde as pessoas adicionam apenas os amigos», conta Sérgio Veiga, de 24 anos. A inovação está presente, por exemplo, nos Spots: os sítios onde os desportos são praticados e em torno dos quais a comunidade vai sendo construída. O Stream19 utiliza o Google Maps para uma georreferenciação dos utilizadores, localização dos spots nos mapas e saber quem está perto de quem.

A rede é aberta a todos os que queiram registar-se e serve também para os iniciados nos desportos radicais publicarem as suas actuações, quer em fotografias, quer em vídeos. Os desempenhos entram no concurso King of the Spot, onde são avaliados pela comunidade e podem encontrar mais facilmente um patrocinador.

O sistema esteve em versão alfa durante três meses, obteve a localização de 2200 spots em todo o mundo. Ao fim de alguns dias de abertura ao público, o Stream19 contava com 500 utilizadores registados e perto de 1000 visitantes únicos diários.

… passando pela cultura…
Ambicionando divulgar a cultura portuguesa, Sérgio Dinis Lopes criou o portal Digacultura, onde os utilizadores podem publicar notícias, eventos, vídeos ou imagens interessantes recolhidas da Web. «No fundo, tudo é cultura», explica-nos o mentor do projecto, com 28 anos, residente de Guimarães, «os utilizadores recolhem as notícias e publicam-nas. O portal funciona também como uma rede social, onde os utilizadores adicionam amigos e podem ver o que uns e outros publicam, podendo comentar». A ideia não é nova. Existe um portal semelhante americano, o Digg e outras iniciativas portuguesas, «mas os que havia em Portugal pareciam ter parado no tempo. Foi construída a plataforma, colocada online, mas não se actualizava».
Qualquer pessoa pode registar-se no portal e facilmente coloca artigos à avaliação da comunidade. Para votar nos que considera interessantes, o utilizador nem precisa de se registar. Lançado em início de Abril, o projecto conta com perto de 40 utilizadores, dos quais dez são visitantes regulares.

… atÉ ao Liceu FrancÊs
O Liceu Francês Charles Lepierre vai ter um equivalente digital ao yearbook (livro de curso) popular nos Estados Unidos. Todos os ex-alunos, desde 1954 (cerca de 18 mil), vão poder integrar uma rede exclusiva, a WebAnel, para poderem retomar o contacto com ex-colegas e obter informações sobre colegas de quem se tenham afastado. O projecto foi encomendado pelo Conseillers du Commerce Extérieur de la France à OceanLab. Ricardo Nascimento, da empresa, explica que «o projecto não parte apenas da participação das pessoas, utiliza também uma base de dados do próprio liceu». Através destes registos, as pessoas podem incluir-se nos anos em que passaram pelo liceu ou nas turmas em que estiveram. Cada pessoa pode inserir comentários, aceder a fotografias e receber alertas de aniversários dos colegas no dia em que estejam a visitar o site. «Cada um vai ter o seu perfil, com os dados básicos que o liceu forneceu e pode complementar a informação pessoal, definir áreas de interesse, habilitações literárias e definir a privacidade dos seus dados.» Desde Junho de 2007, que o portal aceitava pré-registos. A 9 de Abril começou a ser feita uma comparação dos dados que o liceu tinha e que os utilizadores tinham disponibilizado para se activar as contas. Neste momento, o portal tem perto de 500 pré-registos e já alguns utilizadores com comentários e fotografias colocadas, em constante crescimento.

Tecnologia e custos À lupa


O Stream19 utiliza um servidor nos Estados Unidos (de onde vem a maioria dos utilizadores) que custa cerca de 189 dólares mensais aos criadores. A tecnologia é «100% open source», conta Sérgio Veiga, «utilizamos JavaScript, PHP, porque achamos que é o mais simples. No servidor usamos Linux e a base de dados é PostgreSQL». A inserção de vídeos é feita neste momento através do YouTube e as fotografias são colocadas com base no Flickr. Os dados são desagregados do design, ou seja, toda a informação que circula entre o utilizador e o servidor é só informação.
«O design e a construção da plataforma, recorrendo a JavaScript, são feitos do lado do cliente.

Construímos um sistema de publicidade orientado ao utilizador o que vai permitir às marcas que queiram anunciar no site a hipótese de escolher o seu target, mostrando os anúncios apenas aos utilizadores com determinado perfil», revela um dos mentores do projecto.
De início, foi aplicado capital próprio no portal, mas neste momento está investido capital de risco, da Seed Capital. Os montantes não foram revelados.

Na WebAnel, da parte da OceanLab estão envolvidas sete pessoas, incluindo a área do design. O projecto foi desenvolvido de raiz, com plataformas à medida, que foram sendo construídas de acordo com os requisitos pedidos. Assenta em tecnologia da Microsoft, uma base de dados MySQL e o desenvolvimento progressivo vai sendo feito em ASP. O acesso é pago pelos utilizadores. Até aos 25 anos é gratuito e depois disso são pagos
15 euros ano ou 25 euros por dois anos. O sistema aceita pagamentos por Multibanco e já está em testes o pagamento via cartão de crédito.

O projecto conta com um financiamento de 40 mil euros para a inserção inicial de dados e para a concepção e desenvolvimento do portal. Neste momento ainda não foi avançada a pesquisa de anunciantes.

O Digacultura é desenvolvido em exclusivo por Sérgio Dinis Lopes, que de momento pretende permanecer independente. Está alojado num VPS (Virtual Personal Server) que custa 25 euros por mês. Utiliza plataformas Linux Apache para manter o sistema e uma base de dados MySQL. O portal tem ferramentas para facilitar a publicação de artigos por parte dos utilizadores ou por parte dos administradores de blogues e jornais online. Um exemplo disso é o botão para a Publicação e Votação Remota, que permite criar automaticamente um link para a publicação ou votação de um artigo. No total, o criador admite ter desembolsado já perto de 250 euros. O facto de ter alguns conhecimentos de programação e ser webdesigner ajuda
a ter um custo relativamente reduzido. No entanto, o «investimento em tempo, foi muito… mesmo».



http://www.stream19.com/

http://www.digacultura.net/
http://www.webanel.com/

PORTUGAL FAZ BEM

Dezembro 28, 2008

sattotal



Uma equipa de alunos da Universidade do Porto lançou mãos à obra para criar o segundo satélite português. VorSat é o nome escolhido


Esqueça o PoSaT – em breve, VorSat vai passar a sigla que melhor representa Portugal no Espaço. O que é que o PoSat e o VorSat têm em comum? Ambos são satélites portugueses. O que é que têm de diferente? O PoSat pesa 50 quilos e estreou-se a 1993; o VorSat pesa um quilo e pode fazer a estreia “cósmica” em Dezembro, apesar de os estudantes que lideram o projecto na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) preverem que só deva estar pronto para apanhar boleia da Agência Espacial Europeia (ESA) numa missão posterior.

«Antes de ir para o Espaço, o VorSat vai ter de passar por vários testes. Se passar, deixamos de ser, provavelmente, o único país membro da ESA que não tem um satélite criado por alunos de universidade», adianta Eduardo Lourenço e Sá, finalista de Engenharia Electrotécnica, que integra a equipa alunos que vai desenvolver o VorSat.

O VorSat deve o nome à tecnologia VHF Omnidireccional Range. Este “solitário espacial” pertence à categoria dos CubeSat, pequenos satélites que têm sido desenvolvidos, na maioria dos casos, por universidades com propósitos científicos.

«Por enquanto, o projecto tem apenas uma missão, que visa a medição da atitude do satélite nas órbitas em torno da Terra. Gostávamos de juntar outros projectos de âmbito científico. Já recebemos ideias, mas nem sempre são exequíveis. O satélite é pequeno e a energia disponível é limitada», informa Sérgio Cunha, professor do Departamento de Engenharia Electrotécnica da FEUP, que supervisiona o desenvolvimento do VorSat.

Estudantes e investigadores
Na FEUP, o VorSat é descrito como um projecto criado por estudantes e para os estudantes. «É uma equipa dinâmica, que está aberta à entrada de ideias de outros interessados. Os novos membros retomam o conhecimento da equipa para poderem continuar o projecto quando os mais antigos se forem embora. Temos todas a engenharias representadas para dar resposta às necessidades e permitir que o projecto evolua além deste satélite», explica Mariana Sousa, estudante de engenharia civil e membro da equipa de desenvolvimento do VorSat.

A gestão do projecto e o desenvolvimento dos vários componentes e tecnologias vão ser assegurados pela vintena de estudantes que compõe a equipa. Apesar de não liderarem o projecto, os professores de vários departamentos podem ser chamados a supervisionar os trabalhos, no âmbito da validação científica.

Uma vez no espaço, os satélites deparam-se com condições adversas que aceleram a degradação dos materiais, como a inexistência de atmosfera e escassa condutividade térmica, que faz com que as faces expostas ao sol concentrem elevadas temperaturas, enquanto as que se encontram em penumbra registam temperaturas negativas.

A este requisito junta-se outro de âmbito tecnológico: «A ESA prefere tecnologias que já sabe que funcionam em órbita. A microelectrónica sofre muito no Espaço e é por isso que, geralmente, não são usados processadores de topo de gama mais recentes. Com os satélites amadores, a Agência pode testar tecnologias que, normalmente, não costuma usar e saber se funcionam no espaço», explica Sérgio Cunha.

Apesar das limitações conhecidas, os participantes no projecto VorSat prevêem comprar os vários dispositivos nas lojas especializadas na electrónica. A estes dispositivos mais “comerciais” junta-se o desenvolvimento das antenas, que vão permitir apurar posição e local do satélite através de comunicações por microondas UHF. As antenas deverão ser constituídas por circuitos impressos cuja viabilidade técnica vai ser testada na câmara anecóica da FEUP.
Actualmente, o grupo de estudantes da FEUP está trabalhar com vista à recolha de apoios e financiamento para um projecto que pode vir a custar mais de 100 mil euros. Mariana Sousa dá uma ideia do que ser o VorSat: «Não vai ter componentes complexos. Não queremos criar um satélite que exija a compra de peças caras e difíceis de encontrar. E não queremos gastar tempo e dinheiro com tecnologias que podem não funcionar no Espaço».

A anatomia de um satélite


O satélite – O VorSat pertence à classe dos pequenos satélites cúbicos (CubeSat). O satélite, que não deve ter um pesar mais de um quilo e medir mais de 10 centímetros de lado, deverá viajar num denominado “voo sem custos” organizado pela ESA. Estes voos costumam ser aproveitados por universidades de países membros da ESA para o lançamento de satélites amadores, que passam a ocupar o peso morto de que os foguetões precisam para subir aos céus. Daí que os foguetões da ESA já costumem reservar um espaço para estes pequenos satélites que viajam “à boleia” de uma ou mais missões principais.

Longevidade e Órbitas – Prevê-se que o satélite demore 1,5 horas a fazer uma órbita da Terra. Inicialmente, o satélite vai fixar-se numa órbita a 350 quilómetros de altitude. Esta órbita não é completamente estável, estimando-se que o pequeno satélite perca 15 metros de altitude a cada dia de missão. O que significa que, irremediavelmente, o VorSat está condenado a entrar de novo na atmosfera da Terra e a desfazer-se com o atrito. A FEUP estima que o “dia final” do VorSat chegue dois anos depois de iniciar a missão.
Comunicações – Cada uma das seis faces do VorSat vai ter incorporadas três antenas VOR, que enviam sinais de rádio acima de 2,45 GHz para estações de rastreio de satélites em Terra. A estas antenas junta-se um receptor GPS, que conjugado com as antenas VOR, permite apurar localização, movimentos e posições que o satélite assume em órbita. Em cada face do “cubo” vai ser colocado um emissor Beacon, que envia sinais de morse por rádio sem grandes consumos energéticos – este emissor será especialmente útil para a localização do satélite durante a primeira órbita, visto que é previsível que o VorSat chegue ao espaço com as baterias quase descarregadas. Todos os dispositivos são geridos por um microcontrolador.

Energia – A equipa da FEUP prevê instalar um painel solar em cada face do satélite. Os painéis recolhem luz do sol, que depois de convertida em energia eléctrica, fica armazenada em baterias recarregáveis. Metade de cada órbita é percorrida em escuridão (com a Terra de permeio entre satélite e Sol). Cada órbita permite acumular 2,5 W de potência energética. O satélite despende cerca de 2 W em cada comunicação com a Terra.

PORTUGAL FAZ BEM

Dezembro 28, 2008

sattotal



Uma equipa de alunos da Universidade do Porto lançou mãos à obra para criar o segundo satélite português. VorSat é o nome escolhido


Esqueça o PoSaT – em breve, VorSat vai passar a sigla que melhor representa Portugal no Espaço. O que é que o PoSat e o VorSat têm em comum? Ambos são satélites portugueses. O que é que têm de diferente? O PoSat pesa 50 quilos e estreou-se a 1993; o VorSat pesa um quilo e pode fazer a estreia “cósmica” em Dezembro, apesar de os estudantes que lideram o projecto na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) preverem que só deva estar pronto para apanhar boleia da Agência Espacial Europeia (ESA) numa missão posterior.

«Antes de ir para o Espaço, o VorSat vai ter de passar por vários testes. Se passar, deixamos de ser, provavelmente, o único país membro da ESA que não tem um satélite criado por alunos de universidade», adianta Eduardo Lourenço e Sá, finalista de Engenharia Electrotécnica, que integra a equipa alunos que vai desenvolver o VorSat.

O VorSat deve o nome à tecnologia VHF Omnidireccional Range. Este “solitário espacial” pertence à categoria dos CubeSat, pequenos satélites que têm sido desenvolvidos, na maioria dos casos, por universidades com propósitos científicos.

«Por enquanto, o projecto tem apenas uma missão, que visa a medição da atitude do satélite nas órbitas em torno da Terra. Gostávamos de juntar outros projectos de âmbito científico. Já recebemos ideias, mas nem sempre são exequíveis. O satélite é pequeno e a energia disponível é limitada», informa Sérgio Cunha, professor do Departamento de Engenharia Electrotécnica da FEUP, que supervisiona o desenvolvimento do VorSat.

Estudantes e investigadores
Na FEUP, o VorSat é descrito como um projecto criado por estudantes e para os estudantes. «É uma equipa dinâmica, que está aberta à entrada de ideias de outros interessados. Os novos membros retomam o conhecimento da equipa para poderem continuar o projecto quando os mais antigos se forem embora. Temos todas a engenharias representadas para dar resposta às necessidades e permitir que o projecto evolua além deste satélite», explica Mariana Sousa, estudante de engenharia civil e membro da equipa de desenvolvimento do VorSat.

A gestão do projecto e o desenvolvimento dos vários componentes e tecnologias vão ser assegurados pela vintena de estudantes que compõe a equipa. Apesar de não liderarem o projecto, os professores de vários departamentos podem ser chamados a supervisionar os trabalhos, no âmbito da validação científica.

Uma vez no espaço, os satélites deparam-se com condições adversas que aceleram a degradação dos materiais, como a inexistência de atmosfera e escassa condutividade térmica, que faz com que as faces expostas ao sol concentrem elevadas temperaturas, enquanto as que se encontram em penumbra registam temperaturas negativas.

A este requisito junta-se outro de âmbito tecnológico: «A ESA prefere tecnologias que já sabe que funcionam em órbita. A microelectrónica sofre muito no Espaço e é por isso que, geralmente, não são usados processadores de topo de gama mais recentes. Com os satélites amadores, a Agência pode testar tecnologias que, normalmente, não costuma usar e saber se funcionam no espaço», explica Sérgio Cunha.

Apesar das limitações conhecidas, os participantes no projecto VorSat prevêem comprar os vários dispositivos nas lojas especializadas na electrónica. A estes dispositivos mais “comerciais” junta-se o desenvolvimento das antenas, que vão permitir apurar posição e local do satélite através de comunicações por microondas UHF. As antenas deverão ser constituídas por circuitos impressos cuja viabilidade técnica vai ser testada na câmara anecóica da FEUP.
Actualmente, o grupo de estudantes da FEUP está trabalhar com vista à recolha de apoios e financiamento para um projecto que pode vir a custar mais de 100 mil euros. Mariana Sousa dá uma ideia do que ser o VorSat: «Não vai ter componentes complexos. Não queremos criar um satélite que exija a compra de peças caras e difíceis de encontrar. E não queremos gastar tempo e dinheiro com tecnologias que podem não funcionar no Espaço».

A anatomia de um satélite


O satélite – O VorSat pertence à classe dos pequenos satélites cúbicos (CubeSat). O satélite, que não deve ter um pesar mais de um quilo e medir mais de 10 centímetros de lado, deverá viajar num denominado “voo sem custos” organizado pela ESA. Estes voos costumam ser aproveitados por universidades de países membros da ESA para o lançamento de satélites amadores, que passam a ocupar o peso morto de que os foguetões precisam para subir aos céus. Daí que os foguetões da ESA já costumem reservar um espaço para estes pequenos satélites que viajam “à boleia” de uma ou mais missões principais.

Longevidade e Órbitas – Prevê-se que o satélite demore 1,5 horas a fazer uma órbita da Terra. Inicialmente, o satélite vai fixar-se numa órbita a 350 quilómetros de altitude. Esta órbita não é completamente estável, estimando-se que o pequeno satélite perca 15 metros de altitude a cada dia de missão. O que significa que, irremediavelmente, o VorSat está condenado a entrar de novo na atmosfera da Terra e a desfazer-se com o atrito. A FEUP estima que o “dia final” do VorSat chegue dois anos depois de iniciar a missão.
Comunicações – Cada uma das seis faces do VorSat vai ter incorporadas três antenas VOR, que enviam sinais de rádio acima de 2,45 GHz para estações de rastreio de satélites em Terra. A estas antenas junta-se um receptor GPS, que conjugado com as antenas VOR, permite apurar localização, movimentos e posições que o satélite assume em órbita. Em cada face do “cubo” vai ser colocado um emissor Beacon, que envia sinais de morse por rádio sem grandes consumos energéticos – este emissor será especialmente útil para a localização do satélite durante a primeira órbita, visto que é previsível que o VorSat chegue ao espaço com as baterias quase descarregadas. Todos os dispositivos são geridos por um microcontrolador.

Energia – A equipa da FEUP prevê instalar um painel solar em cada face do satélite. Os painéis recolhem luz do sol, que depois de convertida em energia eléctrica, fica armazenada em baterias recarregáveis. Metade de cada órbita é percorrida em escuridão (com a Terra de permeio entre satélite e Sol). Cada órbita permite acumular 2,5 W de potência energética. O satélite despende cerca de 2 W em cada comunicação com a Terra.

O caça minas

Dezembro 28, 2008

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Na Universidade de Coimbra foi desenvolvido um robô que detecta minas antipessoais. O projecto pode salvar vidas… se houver interessado.





Ladero teve uma vida discreta nos laboratórios da Universidade de Coimbra (UC), até merecer a atenção de uma comitiva do governo angolano, em Maio. Num ápice, o robô passou a figurar nas páginas de jornais. O caso não é para menos: Ladero é dos poucos robôs no mundo com capacidade para detectar minas enterradas no solo. Está concluído desde 2006 e passou em vários testes. Apesar do potencial do projecto, apenas uma visita inesperada permitiu reavivar a esperança de levar o Ladero para fora do laboratório, onde poderá salvar vidas humanas.«O Ministério da Defesa já demonstrou interesse em conhecer o Ladero. Este projecto precisa essencialmente de alguém que possa investir em recursos humanos e equipamentos que podem tornar o robô ainda mais eficaz. Pode tornar-se um produto, mas para isso tem de haver alguém interessado em comprá-lo. Sendo que a maioria dos países com minas é pobre», explica Lino Marques, professor do Departamento de Engenharia Electrotécnica e Computadores da UC.


O Ladero (de Landmine Detecting Robot) começou a ser “pensado”, em 1999, por Lino Marques e Aníbal Traça de Almeida, dois investigadores do Instituto Superior de Robótica da UC, que contaram com a ajuda de vários estudantes de doutoramento no desenvolvimento do robô. O autómato é semiautónomo. O que significa que um operador humano pode definir uma área de inspecção e esperar que o Ladero verifique se existem minas antipessoais enterradas, com base na informação que recolhe de vários sensores. A qualquer momento, o operador pode interromper a inspecção para introduzir novas coordenadas para uma missão ou assumir o controlo manual, através de um computador portátil que comunica com o robô por redes sem fios. No “modo automático”, o Ladero tem a capacidade para contornar obstáculos e, por princípio, só pisa terreno já “vistoriado”. Caso detecte uma mina, envia um alerta, para que os sapadores procedam ao desmantelamento. «Não estava nos planos criar um robô que faça a desminagem. Centrámo-nos na detecção de minas, sendo a desminagem feita por humanos, com outros instrumentos. É uma funcionalidade que não pensamos desenvolver, a menos que haja muito interesse», acrescenta Lino Marques.
Movido a arO Ladero é um cubo com cerca de 1 metro de aresta. A locomoção é assegurada por 12 cilindros pneumáticos, que funcionam como pernas com a pressão do ar exercida por controlo de electroválvulas. Por sua vez, estas electroválvulas “são geridas” por um microcontrolador, que permite converter sinais analógicos em sinais digitais de 10 bits de resolução (também permite a conversão de sinais digitais para analógicos).O robô dispõe de um segundo núcleo de “inteligência” constituído por um computador de placa única (single board computer), que opera em Linux. Este compu tador troca dados com o microcontrolador “responsável” pela locomoção e gere e monitoriza os dados que recebe do operador humano e dos sensores. «A principal inovação do robô é o processamento de sinais, que permite aumentar a taxa de certeza, porque combina vários tipos de informação», sublinha Lino Marques. Em Setembro de 2006, o Ladero confirmou as expectativas dos criadores em testes levados a cabo em vários tipos de solo num campo militar de Meerdaal, Bélgica. «Não detectou tudo o que foi enterrado, mas detectou todas as minas», recorda Lino Marques.A máquina está desenhada para proceder à inspecção de terrenos mais remotos, onde as tecnologias nem sempre abundam. «Além de se adaptarem a terrenos irregulares, os cilindros pneumáticos são facilmente substituídos em caso de avaria», informa o docente da UC.O Ladero contou com um orçamento de 10 mil euros. Lino Marques acredita que, com mais investimento, ainda é possível aumentar a eficácia do robô: «Com um radar de penetração no solo, o Ladero ficaria com maior capacidade para detectar minas em solos secos.»



O Ladero Peça e Peça



A utilização do Ladero pressupõe a existência de um posto de controlo (um computador portátil) e de um compressor nas imediações. Através do portátil, um operador humano pode controlar o robô e conhecer o estado do robô ou de cada missão. As comunicações entre robô e portátil são asseguradas pelo “banal” Wi-Fi. O compressor fornece, através de um tubo suspenso, o ar comprimido que serve de força motriz aos cilindros pneumáticos. A esta fonte de energia há que juntar a electricidade que também pode ser fornecida através de um cabo suspenso.
O Ladero é um robô semiautónomo. O que significa que um operador pode definir áreas de “varrimento” que o autómato deve inspeccionar em busca de minas. O operador humano pode interromper e alterar as coordenadas de cada missão a qualquer momento. É também possível controlar o robô manualmente. A navegação do robô é assegurada através de algoritmos em C++.
O robô executa as suas missões com base nos dados recolhidos por vários sensores. Dispõe de um detector de metais que permite “descobrir”, precisamente, minas feitas com metais. A detecção de minas que não são feitas de metal é levada a cabo por um emissor de infra-vermelhos que, através de micro-ondas na frequência de 2,45 GHz, provoca um ligeiro aquecimento do solo. O robô da UC conta ainda com um sonar com alcance de 13 metros.
O Ladero dispõe de um conjunto de vários microcontroladores dispersos por vários módulos e componentes. Por sua vez, este conjunto de microcontroladores é gerido por dois outros de maior capacidade – um que controla os dispositivos de locomoção; e outro que gere todos os sensores, estado da máquina, áreas de varrimento, navegação, comunicações com o operador humano.

O caça minas

Dezembro 28, 2008

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Na Universidade de Coimbra foi desenvolvido um robô que detecta minas antipessoais. O projecto pode salvar vidas… se houver interessado.





Ladero teve uma vida discreta nos laboratórios da Universidade de Coimbra (UC), até merecer a atenção de uma comitiva do governo angolano, em Maio. Num ápice, o robô passou a figurar nas páginas de jornais. O caso não é para menos: Ladero é dos poucos robôs no mundo com capacidade para detectar minas enterradas no solo. Está concluído desde 2006 e passou em vários testes. Apesar do potencial do projecto, apenas uma visita inesperada permitiu reavivar a esperança de levar o Ladero para fora do laboratório, onde poderá salvar vidas humanas.«O Ministério da Defesa já demonstrou interesse em conhecer o Ladero. Este projecto precisa essencialmente de alguém que possa investir em recursos humanos e equipamentos que podem tornar o robô ainda mais eficaz. Pode tornar-se um produto, mas para isso tem de haver alguém interessado em comprá-lo. Sendo que a maioria dos países com minas é pobre», explica Lino Marques, professor do Departamento de Engenharia Electrotécnica e Computadores da UC.


O Ladero (de Landmine Detecting Robot) começou a ser “pensado”, em 1999, por Lino Marques e Aníbal Traça de Almeida, dois investigadores do Instituto Superior de Robótica da UC, que contaram com a ajuda de vários estudantes de doutoramento no desenvolvimento do robô. O autómato é semiautónomo. O que significa que um operador humano pode definir uma área de inspecção e esperar que o Ladero verifique se existem minas antipessoais enterradas, com base na informação que recolhe de vários sensores. A qualquer momento, o operador pode interromper a inspecção para introduzir novas coordenadas para uma missão ou assumir o controlo manual, através de um computador portátil que comunica com o robô por redes sem fios. No “modo automático”, o Ladero tem a capacidade para contornar obstáculos e, por princípio, só pisa terreno já “vistoriado”. Caso detecte uma mina, envia um alerta, para que os sapadores procedam ao desmantelamento. «Não estava nos planos criar um robô que faça a desminagem. Centrámo-nos na detecção de minas, sendo a desminagem feita por humanos, com outros instrumentos. É uma funcionalidade que não pensamos desenvolver, a menos que haja muito interesse», acrescenta Lino Marques.
Movido a arO Ladero é um cubo com cerca de 1 metro de aresta. A locomoção é assegurada por 12 cilindros pneumáticos, que funcionam como pernas com a pressão do ar exercida por controlo de electroválvulas. Por sua vez, estas electroválvulas “são geridas” por um microcontrolador, que permite converter sinais analógicos em sinais digitais de 10 bits de resolução (também permite a conversão de sinais digitais para analógicos).O robô dispõe de um segundo núcleo de “inteligência” constituído por um computador de placa única (single board computer), que opera em Linux. Este compu tador troca dados com o microcontrolador “responsável” pela locomoção e gere e monitoriza os dados que recebe do operador humano e dos sensores. «A principal inovação do robô é o processamento de sinais, que permite aumentar a taxa de certeza, porque combina vários tipos de informação», sublinha Lino Marques. Em Setembro de 2006, o Ladero confirmou as expectativas dos criadores em testes levados a cabo em vários tipos de solo num campo militar de Meerdaal, Bélgica. «Não detectou tudo o que foi enterrado, mas detectou todas as minas», recorda Lino Marques.A máquina está desenhada para proceder à inspecção de terrenos mais remotos, onde as tecnologias nem sempre abundam. «Além de se adaptarem a terrenos irregulares, os cilindros pneumáticos são facilmente substituídos em caso de avaria», informa o docente da UC.O Ladero contou com um orçamento de 10 mil euros. Lino Marques acredita que, com mais investimento, ainda é possível aumentar a eficácia do robô: «Com um radar de penetração no solo, o Ladero ficaria com maior capacidade para detectar minas em solos secos.»



O Ladero Peça e Peça



A utilização do Ladero pressupõe a existência de um posto de controlo (um computador portátil) e de um compressor nas imediações. Através do portátil, um operador humano pode controlar o robô e conhecer o estado do robô ou de cada missão. As comunicações entre robô e portátil são asseguradas pelo “banal” Wi-Fi. O compressor fornece, através de um tubo suspenso, o ar comprimido que serve de força motriz aos cilindros pneumáticos. A esta fonte de energia há que juntar a electricidade que também pode ser fornecida através de um cabo suspenso.
O Ladero é um robô semiautónomo. O que significa que um operador pode definir áreas de “varrimento” que o autómato deve inspeccionar em busca de minas. O operador humano pode interromper e alterar as coordenadas de cada missão a qualquer momento. É também possível controlar o robô manualmente. A navegação do robô é assegurada através de algoritmos em C++.
O robô executa as suas missões com base nos dados recolhidos por vários sensores. Dispõe de um detector de metais que permite “descobrir”, precisamente, minas feitas com metais. A detecção de minas que não são feitas de metal é levada a cabo por um emissor de infra-vermelhos que, através de micro-ondas na frequência de 2,45 GHz, provoca um ligeiro aquecimento do solo. O robô da UC conta ainda com um sonar com alcance de 13 metros.
O Ladero dispõe de um conjunto de vários microcontroladores dispersos por vários módulos e componentes. Por sua vez, este conjunto de microcontroladores é gerido por dois outros de maior capacidade – um que controla os dispositivos de locomoção; e outro que gere todos os sensores, estado da máquina, áreas de varrimento, navegação, comunicações com o operador humano.

ATUALIZAÇÕES

Dezembro 28, 2008

sattotal


Adobe Acrobat Reader 7.0.8 Português do Brasil
A versão 7.0.8 do utilitário fundamental para abrir ficheiros de extenção (.pdf) Versão em Português do Brasil.
(21,9 MB)






Quicktime 6.5.1
Essencial para a reprodução de ficheiros de vídeo no formato .MOV
Fazer download (11,7MB)



Windows Media Player 11 (PT)

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(24,5 MB)



Windows Media Player 10 Português (completo)

O Windows Media Player está bem melhor com a chegada da versão10... Fazer download (12MB)
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Winamp 5.05 - Um dos players de áudio mais utilizados. O Winamp tem várias skins e permite-lhe opções avançadas de reprodução. Fazer download (4,3MB)






WinZIP 10 - O famoso programa de compressão/descompressão está agora mais poderoso. Experimente as vantagens da versão 10. Fazer Download (5,65 MB)



WinRAR 3.61 - A última versão do mais poderoso e completo programa de compressão/descompressão.
Além do formato RAR, suporta outros formatos populares, nomeadamente ZIP. Versão em português -
Fazer Download (1 MB)



Vista Codecs Package 4.5.4 Beta1
Todos os codecs necessários para correr áudio e vídeo no computador que tem Windows Vista.
Fazer Download
(12,5 MB)





Windows Removal Tool O Microsoft Windows Removal Tool analiza Windows XP, Windows 2000, e Windows Server 2003 procurando ficheiros infectados. Fazer download (2,07MB)





Microsoft .NET Framework - versão (22 de Março de 2006) desta ferramenta indispensável para executar aplicações .NET. É, por exemplo, o caso de algumas versões de drivers da ATI. Versão em Português Fazer download (13 MB)




Microsoft .NET3 - O Microsoft® .NET Framework 3.0 inclui tudos os requisitos necessários para o utilizador poder executar aplicações concebidas em .NET Framework, incluindo a Common Language Runtime, a “biblioteca” .NET Framework , e ASP.NET.Este pack de recursos mostrar-se-á imensamente importante pois muito software existente no mercado corre sobre a plataforma .NET Framework e sem este pack não poderá executar os ditos aplicativos. » Fazer download (50,3 MB)



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Mesa + Computador = Surface

Dezembro 28, 2008

sattotal

A Microsoft mostrou, pela primeira vez, em Portugal a Surface, uma mesa que tem um computador incorporado e que permite controlar e gerir várias aplicações com os dedos.
A famosa mesa concentrou as atenções de muitos dos visitantes da mostra Portugal Tecnológico – e o caso não era para menos: a Surface distingue-se por permitir “tocar” em várias ferramentas e aplicações com as mãos, quando a esmagadora maioria dos utilizadores ainda vive na era do rato e teclado.
Joice Fernandes, director da área de Sector Público da Microsoft Portugal, acredita que, em breve, a Surface faça a estreia no nosso país: «É um dispositivo mais familiar, que é mais cómodo, facilita uma conversa mais familiar e descontraída. É uma questão de ergonomia humana».
Lá fora, a Surface já está a ser usada pela cadeia de hotéis Sheraton e pela operadora de telecomunicações AT&T, como mostrador de serviços.
Banca, hotelaria, retalho e administração pública são as áreas onde a Microsoft quer começar a promover a Surface.
A comercialização do dispositivo (cujo custo é proibitivo para a maioria dos utilizadores domésticos) está a cargo da Infusion Development.
A Surface corre qualquer aplicação compatível com o Vista. Veja neste vídeo dois exemplos do que se pode fazer com esta mesa tecnológica.



Mesa + Computador = Surface

Dezembro 28, 2008

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A Microsoft mostrou, pela primeira vez, em Portugal a Surface, uma mesa que tem um computador incorporado e que permite controlar e gerir várias aplicações com os dedos.
A famosa mesa concentrou as atenções de muitos dos visitantes da mostra Portugal Tecnológico – e o caso não era para menos: a Surface distingue-se por permitir “tocar” em várias ferramentas e aplicações com as mãos, quando a esmagadora maioria dos utilizadores ainda vive na era do rato e teclado.
Joice Fernandes, director da área de Sector Público da Microsoft Portugal, acredita que, em breve, a Surface faça a estreia no nosso país: «É um dispositivo mais familiar, que é mais cómodo, facilita uma conversa mais familiar e descontraída. É uma questão de ergonomia humana».
Lá fora, a Surface já está a ser usada pela cadeia de hotéis Sheraton e pela operadora de telecomunicações AT&T, como mostrador de serviços.
Banca, hotelaria, retalho e administração pública são as áreas onde a Microsoft quer começar a promover a Surface.
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A Surface corre qualquer aplicação compatível com o Vista. Veja neste vídeo dois exemplos do que se pode fazer com esta mesa tecnológica.



E se o telemóvel detectar Malária, Sida ou Tuberculose?

Dezembro 28, 2008

sattotal

Um investigador da Universidade da Califórnia criou um sistema de análise do sangue que tem por base os componentes de um telemóvel.
Aydogan Ozcan pegou num vulgar telemóvel e aproveitou a fonte e sensor de luz para desenvolver uma nova ferramenta que permite analisar amostras de sangue.
O investigador da universidade norte-americana utilizou as fontes de luz da câmara fotográfica do telemóvel para “iluminar” as células sanguíneas.
A configuração e a qualidade das células são apuradas, imediatamente a seguir, por um software específico instalado no telemóvel, noticia a Wired.
Com este processo, o telemóvel poderá alertar para a detecção de doenças como a Sida, malária ou tuberculose. E tudo isto com a vantagem de ser uma ferramenta de análise que é bem mais portátil e rápida que as usadas nos actuais laboratórios.

E se o telemóvel detectar Malária, Sida ou Tuberculose?

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Aydogan Ozcan pegou num vulgar telemóvel e aproveitou a fonte e sensor de luz para desenvolver uma nova ferramenta que permite analisar amostras de sangue.
O investigador da universidade norte-americana utilizou as fontes de luz da câmara fotográfica do telemóvel para “iluminar” as células sanguíneas.
A configuração e a qualidade das células são apuradas, imediatamente a seguir, por um software específico instalado no telemóvel, noticia a Wired.
Com este processo, o telemóvel poderá alertar para a detecção de doenças como a Sida, malária ou tuberculose. E tudo isto com a vantagem de ser uma ferramenta de análise que é bem mais portátil e rápida que as usadas nos actuais laboratórios.

Bem-vindos à escola 2.0! (VÍDEO)

Dezembro 28, 2008

sattotal

Nas salas de aula do futuro, o quadro é interactivo, a Net tira dúvidas e as videoconferências são frequentes. Em Oeiras, a escola Sá de Miranda já “vive” no futuro.

No início do actual ano lectivo, a escola de Oeiras tornou-se a primeira a aderir a um projecto do município oeirense que visa ligar 35 estabelecimentos de ensino por fibra óptica.
O projecto, que contempla a instalação de quadros interactivos e sistemas de videoconferências em todas as salas de aula, só deverá estar concluído em 2010. A CIL é a empresa que tem levado a cabo a implementação das várias tecnologias em ambiente escolar.





Além de conteúdos didácticos e acessos à Net, o projecto tem ainda em vista a constituição de um portal educativo que permite a partilha de informação entre professores, pessoal administrativo, alunos e encarregados de educação.

Na escola Sá de Miranda todos concordam que as aulas mudaram. E tudo leva a crer que, em breve, a pequena “revolução” do ensino pode ainda ir mais longe, quando começarem a ser distribuídos os portáteis Magalhães.


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