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LIVE TV

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Osama Bin Laden também tem facebook

Abril 26, 2010

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É um fenómeno em todo o mundo. O facebook é capaz de atrair toda a gente, até Osama Bin Laden.O líder da al Qaeda, ou alguém no seu lugar, aderiu à rede social que usa para publicar vídeos e discursos para os militantes islâmicos.

Os vídeos mostram cenas de grupos de terroristas espalhados em todo o mundo, um deles mostra até um grupo de al-Qaeda no Afeganistão em formação.

De acordo com o «The Sun», no site aparecem mensagens escritas em árabe, contudo já começam a circular mensagens também em inglês. Segundo a mesma fonte, o perfil tornou-se activo a 25 de Março e já atraiu cerca de 1.000 extremistas.

Na quinta-feira passada, um perito de segurança pediu aos proprietários do Facebook para fechar a página de perfil, denominada «O líder dos Mujahidin, Osama bin Laden». No entanto, o facebook não tem explícita uma política anti-terrorista que lhe permite não aceitar Osama Bin Laden. Declaração de Direitos e Responsabilidades observa apenas que não é permito postar conteúdos ou realizar acções que infrinjam ou violem direitos alheios ou a lei.

Osama Bin Laden também tem facebook

Abril 26, 2010

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É um fenómeno em todo o mundo. O facebook é capaz de atrair toda a gente, até Osama Bin Laden.O líder da al Qaeda, ou alguém no seu lugar, aderiu à rede social que usa para publicar vídeos e discursos para os militantes islâmicos.

Os vídeos mostram cenas de grupos de terroristas espalhados em todo o mundo, um deles mostra até um grupo de al-Qaeda no Afeganistão em formação.

De acordo com o «The Sun», no site aparecem mensagens escritas em árabe, contudo já começam a circular mensagens também em inglês. Segundo a mesma fonte, o perfil tornou-se activo a 25 de Março e já atraiu cerca de 1.000 extremistas.

Na quinta-feira passada, um perito de segurança pediu aos proprietários do Facebook para fechar a página de perfil, denominada «O líder dos Mujahidin, Osama bin Laden». No entanto, o facebook não tem explícita uma política anti-terrorista que lhe permite não aceitar Osama Bin Laden. Declaração de Direitos e Responsabilidades observa apenas que não é permito postar conteúdos ou realizar acções que infrinjam ou violem direitos alheios ou a lei.

NASA revela imagens inéditas do Sol

Abril 26, 2010

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A NASA divulgou novas imagens do Sol, capturadas pelo Observatório da Dinâmica Solar (SDO), um telescópio espacial concebido para estudar a estrela.

A agência espacial refere que o dispositivo tem uma importância vital para a compreensão do Sol e quais os efeitos no nosso planeta, avança a CNN.

O que torna esta sonda única é o facto de conseguir capturar o Sol na totalidade e não apenas focar uma secção.

Veja aqui vídeos no site da NASA

Lançado em Fevereiro, o SDO vai estar em funcionamento durante cinco anos, ajudando os cientistas a perceber o impacto do Sol na Terra.

NASA revela imagens inéditas do Sol

Abril 26, 2010

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A NASA divulgou novas imagens do Sol, capturadas pelo Observatório da Dinâmica Solar (SDO), um telescópio espacial concebido para estudar a estrela.

A agência espacial refere que o dispositivo tem uma importância vital para a compreensão do Sol e quais os efeitos no nosso planeta, avança a CNN.

O que torna esta sonda única é o facto de conseguir capturar o Sol na totalidade e não apenas focar uma secção.

Veja aqui vídeos no site da NASA

Lançado em Fevereiro, o SDO vai estar em funcionamento durante cinco anos, ajudando os cientistas a perceber o impacto do Sol na Terra.

Cyberbullying está a crescer

Abril 26, 2010

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O cyberbullying, acto de violência intencional e repetido através da Internet ou telemóvel, é um fenómeno que vem crescendo usado por gozo ou para humilhar que afecta principalmente as raparigas em situações em que dificilmente os agressores são punidos.

As conclusões são do director do serviço de Pedopsiquiatria do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro (CHTMAD), Justino Gonçalves, que fez uma recolha de estudos sobre o cyberbullying, um dos temas em debate nas III Jornadas «Ensinar e Aprender com a Tecnologia Educativa», que decorrem este sábado, em Vila Real, numa organização da autarquia local.

«O cyberbullying é um problema de comportamento, não é uma doença. Este conceito nasce a partir de bullying. É uma situação que pode acontecer na escola, no trabalho, em que intencionalmente alguém quer prejudicar ou molestar outra pessoa, quer seja física ou psicologicamente», explicou o especialista em declarações à agência Lusa.

Justino Gonçalves referiu que encontrou «apenas sete artigos» sobre o tema numa base de dados internacional de artigos científicos e salientou que esta não é uma definição aceite por toda a comunidade científica.

Da análise dos estudos, o responsável concluiu que o cyberbullying envolve o uso de meios electrónicos para ameaçar ou molestar de forma a «humilhar, provocar medo e desamparo» na vítima (cybervictims), usando o correio electrónico, salas de conversação online ou telemóveis.

Em regra, os agressores (cyberbullie) «são anónimos e dificilmente punidos».

A violência pode ser praticada através do envio de mensagens cruéis e ameaçadoras, criação de páginas na Internet com conteúdos que ridicularizam a vítima, colocação de fotografias ou filmes online, invadir correio electrónico alheio e partilhar o seu conteúdo.

«Aqui os agressores estão escondidos atrás de um ecrã e por isso não há impacto emocional. Para além de as consequências poderem ser mais graves, podem também ser exponenciais em termos de vítimas, porque a mesma mensagem pode ser mandada para milhares de pessoas», salientou.

«Aqui não há consciência do mau estar que estão a provocar. Há um risco maior de suicídio devido às práticas de cyberbullying comparado com o próprio bullying», sublinhou.

No primeiro caso, a «premeditação» é maior e, de acordo com o especialista, o facto de muitas vezes ser praticado em casa, no computador doméstico e não na escola faz com que não haja supervisão.

«Os pais em regra são excluídos. Não fazem ideia do que os filhos estão no quarto a fazer», referiu

Justino Gonçalves referiu que as vítimas tendencialmente são raparigas e mais velhas do que o jovem que faz a agressão.

Um fenómeno «frequente» no cyberbullying é, segundo o médico, vítimas tornarem-se também agressoras por «retaliação».

Regras claras para o evitar

O especialista defendeu a definição de regras claras sobre o uso de telefones e computadores nas escolas para prevenir a ocorrência de cyberbullying.

Considera que é preciso envolver as instituições, professores, pais, estudantes, profissionais de saúde, polícia e a comunidade em geral.

Para Justino Gonçalves, é necessário ainda impor «regras claras sobre o uso de telefone e computadores e sobre as consequências do seu inadequado uso», ou seja, uma definição «clara de que o cyberbullying pode ser sancionado com perda de acesso a computadores, suspensão ou expulsão».

Cyberbullying está a crescer

Abril 26, 2010

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O cyberbullying, acto de violência intencional e repetido através da Internet ou telemóvel, é um fenómeno que vem crescendo usado por gozo ou para humilhar que afecta principalmente as raparigas em situações em que dificilmente os agressores são punidos.

As conclusões são do director do serviço de Pedopsiquiatria do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro (CHTMAD), Justino Gonçalves, que fez uma recolha de estudos sobre o cyberbullying, um dos temas em debate nas III Jornadas «Ensinar e Aprender com a Tecnologia Educativa», que decorrem este sábado, em Vila Real, numa organização da autarquia local.

«O cyberbullying é um problema de comportamento, não é uma doença. Este conceito nasce a partir de bullying. É uma situação que pode acontecer na escola, no trabalho, em que intencionalmente alguém quer prejudicar ou molestar outra pessoa, quer seja física ou psicologicamente», explicou o especialista em declarações à agência Lusa.

Justino Gonçalves referiu que encontrou «apenas sete artigos» sobre o tema numa base de dados internacional de artigos científicos e salientou que esta não é uma definição aceite por toda a comunidade científica.

Da análise dos estudos, o responsável concluiu que o cyberbullying envolve o uso de meios electrónicos para ameaçar ou molestar de forma a «humilhar, provocar medo e desamparo» na vítima (cybervictims), usando o correio electrónico, salas de conversação online ou telemóveis.

Em regra, os agressores (cyberbullie) «são anónimos e dificilmente punidos».

A violência pode ser praticada através do envio de mensagens cruéis e ameaçadoras, criação de páginas na Internet com conteúdos que ridicularizam a vítima, colocação de fotografias ou filmes online, invadir correio electrónico alheio e partilhar o seu conteúdo.

«Aqui os agressores estão escondidos atrás de um ecrã e por isso não há impacto emocional. Para além de as consequências poderem ser mais graves, podem também ser exponenciais em termos de vítimas, porque a mesma mensagem pode ser mandada para milhares de pessoas», salientou.

«Aqui não há consciência do mau estar que estão a provocar. Há um risco maior de suicídio devido às práticas de cyberbullying comparado com o próprio bullying», sublinhou.

No primeiro caso, a «premeditação» é maior e, de acordo com o especialista, o facto de muitas vezes ser praticado em casa, no computador doméstico e não na escola faz com que não haja supervisão.

«Os pais em regra são excluídos. Não fazem ideia do que os filhos estão no quarto a fazer», referiu

Justino Gonçalves referiu que as vítimas tendencialmente são raparigas e mais velhas do que o jovem que faz a agressão.

Um fenómeno «frequente» no cyberbullying é, segundo o médico, vítimas tornarem-se também agressoras por «retaliação».

Regras claras para o evitar

O especialista defendeu a definição de regras claras sobre o uso de telefones e computadores nas escolas para prevenir a ocorrência de cyberbullying.

Considera que é preciso envolver as instituições, professores, pais, estudantes, profissionais de saúde, polícia e a comunidade em geral.

Para Justino Gonçalves, é necessário ainda impor «regras claras sobre o uso de telefone e computadores e sobre as consequências do seu inadequado uso», ou seja, uma definição «clara de que o cyberbullying pode ser sancionado com perda de acesso a computadores, suspensão ou expulsão».

Papa encoraja fiéis a aderir à Internet

Abril 26, 2010

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Bento XVI convidou os crentes a aderir às novas tecnologias, mas alertou para os perigos existentes

O Papa Bento XVI convidou este sábado a Igreja Católica a aderir às novas tecnologias e à Internet, mas advertiu para os perigos existentes, como o controle das pessoas e o relativismo moral e intelectual.

«Sem medo, devemo-nos aventurar no mundo digital, de coração aberto e com a mesma paixão que há dois mil anos conduzimos o barco da Igreja», disse o Papa aos 8 mil participantes do Congresso «Testemunhas digitais. Rostos e linguagens da Era da crossmedia».

Bento XVI lembrou que «os meios modernos estão há muito tempo inseridos nas nossas vidas, através das comunidades eclesiásticas», citando como exemplos os meios de comunicação digital religiosos, como o jornal da Conferência Episcopal Itália, «Avvenire», e a televisão católica italiana, «TV2000», entre outros.

No entanto, o Papa também advertiu para os perigos da Internet, afirmando que a rede, que deveria ter uma vocação «igualitária e pluralista», também «divide».

O digital «separa os incluídos dos excluídos e soma-se às outras diferenças já existentes que afastam as nações», afirmou Bento XVI.

«Aumentam também os perigos do controle, do relativismo intelectual e moral, que se reconhece na flexão do espírito crítico, na verdade reduzida ao jogo de opiniões e nas múltiplas formas de degradação e humilhação da intimidade das pessoas», advertiu o responsável máximo da Igreja Católica.

Papa encoraja fiéis a aderir à Internet

Abril 26, 2010

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Bento XVI convidou os crentes a aderir às novas tecnologias, mas alertou para os perigos existentes

O Papa Bento XVI convidou este sábado a Igreja Católica a aderir às novas tecnologias e à Internet, mas advertiu para os perigos existentes, como o controle das pessoas e o relativismo moral e intelectual.

«Sem medo, devemo-nos aventurar no mundo digital, de coração aberto e com a mesma paixão que há dois mil anos conduzimos o barco da Igreja», disse o Papa aos 8 mil participantes do Congresso «Testemunhas digitais. Rostos e linguagens da Era da crossmedia».

Bento XVI lembrou que «os meios modernos estão há muito tempo inseridos nas nossas vidas, através das comunidades eclesiásticas», citando como exemplos os meios de comunicação digital religiosos, como o jornal da Conferência Episcopal Itália, «Avvenire», e a televisão católica italiana, «TV2000», entre outros.

No entanto, o Papa também advertiu para os perigos da Internet, afirmando que a rede, que deveria ter uma vocação «igualitária e pluralista», também «divide».

O digital «separa os incluídos dos excluídos e soma-se às outras diferenças já existentes que afastam as nações», afirmou Bento XVI.

«Aumentam também os perigos do controle, do relativismo intelectual e moral, que se reconhece na flexão do espírito crítico, na verdade reduzida ao jogo de opiniões e nas múltiplas formas de degradação e humilhação da intimidade das pessoas», advertiu o responsável máximo da Igreja Católica.

Uma cadeira de rodas conduzida com o olhar

Abril 26, 2010

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Um professor do Instituto Politécnico da Guarda desenvolveu um projecto que poderá tornar mais fácil a vida de pessoas com deficiência: uma cadeira de rodas que pode ser conduzida apenas com olhar.

Com uma câmara digital e um computador, para quem sofra de doenças incapacitantes basta escolher o caminho que pretende com os olhos.

Conheça a «Magic Wheelchair» aqui

Uma cadeira de rodas conduzida com o olhar

Abril 26, 2010

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Um professor do Instituto Politécnico da Guarda desenvolveu um projecto que poderá tornar mais fácil a vida de pessoas com deficiência: uma cadeira de rodas que pode ser conduzida apenas com olhar.

Com uma câmara digital e um computador, para quem sofra de doenças incapacitantes basta escolher o caminho que pretende com os olhos.

Conheça a «Magic Wheelchair» aqui

Portugal pode tornar-se líder mundial na produção de carros eléctricos

Abril 26, 2010

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O INESC-Porto (Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto) lidera um projecto de 2,6 milhões de euros que visa «criar condições para uma efectiva massificação de veículos eléctricos».

O projecto chama-se Reive (Redes eléctricas inteligentes com veículos eléctricos) e pode transformar Portugal num «líder tecnológico mundial em mobilidade eléctrica e redes eléctricas inteligentes», realça uma fonte do instituto.

«Mudar o paradigma de mobilidade actual e contribuir para a redução das emissões de C02 na atmosfera, ao criar condições para uma efectiva massificação de veículos eléctricos e microgeração são dois objectivos que o projecto Reive pretende atingir», acrescenta a fonte do INESC-Porto.

O Reive «vai arrancar agora e esperamos que daqui a dois anos possa começar a sua industrialização», disse à agência Lusa o seu coordenador, João Peças Lopes, director do INESC e professor catedrático da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

«Este projecto não se fica pelos conceitos. Queremos desenvolver hardware que pode passar rapidamente para a indústria, contribuindo assim para o 'take-off' da mobilidade eléctrica», acrescentou.

Para tornar a produção mais eficiente vai ser desenvolvido «um laboratório de mobilidade eléctrica, que é um dos primeiros do mundo do seu género. Apenas tenho conhecimento de um que está ser desenvolvido em Berlim, na Alemanha», destaca João Peças Lopes.

Portugal pode tornar-se líder mundial na produção de carros eléctricos

Abril 26, 2010

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O INESC-Porto (Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto) lidera um projecto de 2,6 milhões de euros que visa «criar condições para uma efectiva massificação de veículos eléctricos».

O projecto chama-se Reive (Redes eléctricas inteligentes com veículos eléctricos) e pode transformar Portugal num «líder tecnológico mundial em mobilidade eléctrica e redes eléctricas inteligentes», realça uma fonte do instituto.

«Mudar o paradigma de mobilidade actual e contribuir para a redução das emissões de C02 na atmosfera, ao criar condições para uma efectiva massificação de veículos eléctricos e microgeração são dois objectivos que o projecto Reive pretende atingir», acrescenta a fonte do INESC-Porto.

O Reive «vai arrancar agora e esperamos que daqui a dois anos possa começar a sua industrialização», disse à agência Lusa o seu coordenador, João Peças Lopes, director do INESC e professor catedrático da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

«Este projecto não se fica pelos conceitos. Queremos desenvolver hardware que pode passar rapidamente para a indústria, contribuindo assim para o 'take-off' da mobilidade eléctrica», acrescentou.

Para tornar a produção mais eficiente vai ser desenvolvido «um laboratório de mobilidade eléctrica, que é um dos primeiros do mundo do seu género. Apenas tenho conhecimento de um que está ser desenvolvido em Berlim, na Alemanha», destaca João Peças Lopes.

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