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LIVE TV

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Euronews nos 4,8º Este

Outubro 03, 2010

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O conhecido canal de notícias Euronews assinou um contrato com a Viasat Broadcasting para a inclusão do canal nas diferentes plataformas “free-to-air” e “pay TV” deste operador distribuídas através do satélite Astra 4A (posicionado nos 4,8º Este) em 7 países escandinavos e da região báltica.

A estação vai assim ser difundida em inglês e russo na Estónia, Letónia e Lituânia e em inglês na Dinamarca, Finlândia, Noruega e Suécia. Segundo o comunicado oficial, outros idiomas poderão ser acrescentados no futuro. Com este acordo, que se junta ao lançamento da estação no mercado ucraniano no passado mês de Agosto, o Euronews está hoje disponível em 890 mil lares de 8 países via as plataformas Viasat.

Euronews nos 4,8º Este

Outubro 03, 2010

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O conhecido canal de notícias Euronews assinou um contrato com a Viasat Broadcasting para a inclusão do canal nas diferentes plataformas “free-to-air” e “pay TV” deste operador distribuídas através do satélite Astra 4A (posicionado nos 4,8º Este) em 7 países escandinavos e da região báltica.

A estação vai assim ser difundida em inglês e russo na Estónia, Letónia e Lituânia e em inglês na Dinamarca, Finlândia, Noruega e Suécia. Segundo o comunicado oficial, outros idiomas poderão ser acrescentados no futuro. Com este acordo, que se junta ao lançamento da estação no mercado ucraniano no passado mês de Agosto, o Euronews está hoje disponível em 890 mil lares de 8 países via as plataformas Viasat.

Hylas a caminho de Kourou

Outubro 03, 2010

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Depois de uma série de extensos testes realizados em Bangalore (Índia), o satélite de telecomunicações Hylas-1 obteve “luz-verde” para rumar a Kourou (Guiana francesa) de onde será lançado em Novembro próximo através de um foguetão Ariane 5.

Recorde-se que a missão Hylas-1 é uma parceria público-privada entre a Agência Espacial Europeia (E.S.A.) e o operador britânico Avanti Communications, tendo como objectivo o fornecimento de serviços de banda larga a centenas de milhares de clientes europeus na posição orbital 33,5º Oeste.


Hylas a caminho de Kourou

Outubro 03, 2010

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Depois de uma série de extensos testes realizados em Bangalore (Índia), o satélite de telecomunicações Hylas-1 obteve “luz-verde” para rumar a Kourou (Guiana francesa) de onde será lançado em Novembro próximo através de um foguetão Ariane 5.

Recorde-se que a missão Hylas-1 é uma parceria público-privada entre a Agência Espacial Europeia (E.S.A.) e o operador britânico Avanti Communications, tendo como objectivo o fornecimento de serviços de banda larga a centenas de milhares de clientes europeus na posição orbital 33,5º Oeste.


Sonda lunar chinesa lançada com êxito

Outubro 03, 2010

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Como previsto, a sonda de observação lunar chinesa Chang’e-2 foi lançada esta sexta-feira dia 1 de Outubro através de um foguetão Longa Marcha. Após uma viagem de cinco dias, irá posicionar-se (numa primeira fase) a cerca de 100 km de Lua para se colocar posteriormente a 15 Km do satélite natural da Terra.

Sonda lunar chinesa lançada com êxito

Outubro 03, 2010

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Como previsto, a sonda de observação lunar chinesa Chang’e-2 foi lançada esta sexta-feira dia 1 de Outubro através de um foguetão Longa Marcha. Após uma viagem de cinco dias, irá posicionar-se (numa primeira fase) a cerca de 100 km de Lua para se colocar posteriormente a 15 Km do satélite natural da Terra.

Kideos – O Youtube Para os mais Pequenos

Outubro 03, 2010

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Todos nós, ou a maioria, gostamos de ir ao YouTube, ver uns vídeos engraçados, ouvir uma musiquinha, ou até ver o que está na moda. Mas muitos de nós se esquecem que quando se deixa uma criança a explorar um serviço como este, ela poderá encontrar de tudo e, muitas vezes, encontra aquilo que menos se deseja.

E por essas razões existem outras alternativas, e uma delas é o Kideos.



Kideos é uma página Web, exclusivamente direccionada às crianças, que alberga vídeos pré-seleccionados para este público-alvo, que vai desde os 0 aos 10 anos de idade.

Muitos dos vídeos à disposição são mesmos oferecidos com a licença das marcas Disney, Marvel, PBS entre outros estúdios de cinema infantis.

Outro ponto positivo para este site, é facto de também possuir material pedagógico que proporciona o desenvolvimento da aprendizagem e educação dos mais pequenos.


Embora a grande parte dos vídeos alojados façam parte do YouTube, este site funciona como um filtro de conteúdos, o que possibilita aos pais terem controlo do material que os filhos visualizam.

No Kideos podem-se encontrar conteúdos muito variados, destaques, os vídeos mais populares, bem como os mais comentados. Existem também separadores para aceder aos conteúdos recomendados para cada faixa etária.


Kideos – O Youtube Para os mais Pequenos

Outubro 03, 2010

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Todos nós, ou a maioria, gostamos de ir ao YouTube, ver uns vídeos engraçados, ouvir uma musiquinha, ou até ver o que está na moda. Mas muitos de nós se esquecem que quando se deixa uma criança a explorar um serviço como este, ela poderá encontrar de tudo e, muitas vezes, encontra aquilo que menos se deseja.

E por essas razões existem outras alternativas, e uma delas é o Kideos.



Kideos é uma página Web, exclusivamente direccionada às crianças, que alberga vídeos pré-seleccionados para este público-alvo, que vai desde os 0 aos 10 anos de idade.

Muitos dos vídeos à disposição são mesmos oferecidos com a licença das marcas Disney, Marvel, PBS entre outros estúdios de cinema infantis.

Outro ponto positivo para este site, é facto de também possuir material pedagógico que proporciona o desenvolvimento da aprendizagem e educação dos mais pequenos.


Embora a grande parte dos vídeos alojados façam parte do YouTube, este site funciona como um filtro de conteúdos, o que possibilita aos pais terem controlo do material que os filhos visualizam.

No Kideos podem-se encontrar conteúdos muito variados, destaques, os vídeos mais populares, bem como os mais comentados. Existem também separadores para aceder aos conteúdos recomendados para cada faixa etária.


A Microsoft abriu um banco…

Outubro 03, 2010

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Todos os que navegam na Internet devem estar alerta para as situações de fraudes e de esquemas de recolha de informação para posterior uso.

Não devem desde já ficar preocupados, mas depois de verem o vídeo devem ficar e muito. Vejam se se revêem em alguma das situações apresentadas ou se conhecem alguém que possa cair no “conto do vigário”. Caso conheçam não deixem de lhes mostrar o vídeo e aproveitem e relembrem os cuidados básicos a ter na navegação

A situação que o vídeo mostrou é, infelizmente, demasiado comum na Internet. Todos os dias milhares de pessoas são enganadas em esquemas que apenas pretendem recolher os seus dados relativos a contas bancárias ou a números de cartões de crédito. Essa informação será posteriormente utilizada com fins menos lícitos e os donos desses dados nem vão saber de onde eles foram recolhidos e muito menos como.

Se por um lado podemos culpar os mentores desses esquemas, não podemos deixar de culpabilizar também a insensatez e a ganância de quem coloca os dados sem pensar no que está a fazer, apenas para conseguir um falso prémio que nunca aparece.

Repararam com certeza que facilmente foram recolhidas as informações mais absurdas, bem como muita informação muito sensível e que pode posteriormente ser utilizada para os mais diversos fins ilícitos.

Apesar de ter sido uma situação montada no mundo real, conseguimos facilmente transpô-la para o mundo virtual da Internet. O que provaram fazer ali, frente a uma pessoa, fazem também frente a um ecrã de computador. A insensatez está lá, dentro das pessoas, apenas muda o cenário.

Todo o cuidado é pouco nos dias que correm. Protejam-se e protejam os vossos. Ensinem desde cedo os utilizadores da Internet que têm ao vosso cuidado a protegerem-se destes perigos.

E o leitor o que pensa? Certamente não ia cair numa história dessas, mas acha que é assim tão simples montar um esquema desses? E a reacção das pessoas será assim tão inocente? Passamos mesmo os dados para terceiros com aquela facilidade?

Outra questão levanto. Qual será o motivo que leva as pessoas a entregar de forma tão prestável informação confidencial a terceiros? Será apenas vontade de ganhar um prémio ou bonificação de forma rápida e simples ou é distracção pura e inconsciência?

A Microsoft abriu um banco…

Outubro 03, 2010

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Todos os que navegam na Internet devem estar alerta para as situações de fraudes e de esquemas de recolha de informação para posterior uso.

Não devem desde já ficar preocupados, mas depois de verem o vídeo devem ficar e muito. Vejam se se revêem em alguma das situações apresentadas ou se conhecem alguém que possa cair no “conto do vigário”. Caso conheçam não deixem de lhes mostrar o vídeo e aproveitem e relembrem os cuidados básicos a ter na navegação

A situação que o vídeo mostrou é, infelizmente, demasiado comum na Internet. Todos os dias milhares de pessoas são enganadas em esquemas que apenas pretendem recolher os seus dados relativos a contas bancárias ou a números de cartões de crédito. Essa informação será posteriormente utilizada com fins menos lícitos e os donos desses dados nem vão saber de onde eles foram recolhidos e muito menos como.

Se por um lado podemos culpar os mentores desses esquemas, não podemos deixar de culpabilizar também a insensatez e a ganância de quem coloca os dados sem pensar no que está a fazer, apenas para conseguir um falso prémio que nunca aparece.

Repararam com certeza que facilmente foram recolhidas as informações mais absurdas, bem como muita informação muito sensível e que pode posteriormente ser utilizada para os mais diversos fins ilícitos.

Apesar de ter sido uma situação montada no mundo real, conseguimos facilmente transpô-la para o mundo virtual da Internet. O que provaram fazer ali, frente a uma pessoa, fazem também frente a um ecrã de computador. A insensatez está lá, dentro das pessoas, apenas muda o cenário.

Todo o cuidado é pouco nos dias que correm. Protejam-se e protejam os vossos. Ensinem desde cedo os utilizadores da Internet que têm ao vosso cuidado a protegerem-se destes perigos.

E o leitor o que pensa? Certamente não ia cair numa história dessas, mas acha que é assim tão simples montar um esquema desses? E a reacção das pessoas será assim tão inocente? Passamos mesmo os dados para terceiros com aquela facilidade?

Outra questão levanto. Qual será o motivo que leva as pessoas a entregar de forma tão prestável informação confidencial a terceiros? Será apenas vontade de ganhar um prémio ou bonificação de forma rápida e simples ou é distracção pura e inconsciência?

Realidade virtual ou o futuro dos mapas?

Outubro 03, 2010

sattotal

Prontos para mais um vídeo? Desta vez trazemos algo de diferente. Abandonámos a publicidade explicita e apresentamos um projecto que está a ser desenvolvido por programadores da Microsoft Research.

O vídeo mostra uma forma que provavelmente irá ser utilizada num futuro próximo no Bing Maps. A forma como vamos poder navegar nos mapas irá certamente ser alterada.




Esta tecnologia de visualização de mapas poderá ser a resposta da Microsoft ao famoso Street View da Google. Consegue-se uma visualização mais real, completa e imersiva que a disponibilizada pelo Google Maps. Espera-se por tanto uma integração desta com o Bing Maps num futuro próximo, mas sem data definida.

A diferença maior, para além das óbvias, é que as imagens são coladas umas às outras, por forma a ser disponibilizado uma imagem mais real, ao contrário das “bolhas” que são agora disponibilizadas.

Passa também a ser possível a integração de informação adicional nos mapas, o que até agora era inexistente ou muito limitado.

Será este o futuro a ser seguido? Iremos nós conseguir fazer viagens virtuais a países e locais que dificilmente iríamos ter acesso? É para ai que a tecnologia está a caminhar?

Vamos num futuro próximo imergir nos locais de forma digital? Visitar monumentos e passear em ruas longínquas usando apenas o PC como nosso guia e o rato como meio de transporte?

Mas estas (realidades) alternativas não nos vão tornar ainda mais sedentários? Se por um lado facilitam porque evitamos todo o inconveniente da viagem e da ausência, por outro consegue evitar que vivenciemos toda a experiência que é estar fisicamente nesses locais. Mas o que queremos realmente? Ir fisicamente ou de forma virtual?

Vamos apenas olhar no mapa ou mergulhamos nele? O que acham? Irá mesmo a tecnologia levar-nos a locais diferentes e distante sem efectivamente sairmos do nosso conforto ou será apenas uma forma de nos mostrar os locais, ajudando-nos a ter uma orientação e referências?

Vamos apenas olhar no mapa ou mergulhamos nele?

Microsoft  Research Slide

Microsoft  Research

Realidade virtual ou o futuro dos mapas?

Outubro 03, 2010

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Prontos para mais um vídeo? Desta vez trazemos algo de diferente. Abandonámos a publicidade explicita e apresentamos um projecto que está a ser desenvolvido por programadores da Microsoft Research.

O vídeo mostra uma forma que provavelmente irá ser utilizada num futuro próximo no Bing Maps. A forma como vamos poder navegar nos mapas irá certamente ser alterada.




Esta tecnologia de visualização de mapas poderá ser a resposta da Microsoft ao famoso Street View da Google. Consegue-se uma visualização mais real, completa e imersiva que a disponibilizada pelo Google Maps. Espera-se por tanto uma integração desta com o Bing Maps num futuro próximo, mas sem data definida.

A diferença maior, para além das óbvias, é que as imagens são coladas umas às outras, por forma a ser disponibilizado uma imagem mais real, ao contrário das “bolhas” que são agora disponibilizadas.

Passa também a ser possível a integração de informação adicional nos mapas, o que até agora era inexistente ou muito limitado.

Será este o futuro a ser seguido? Iremos nós conseguir fazer viagens virtuais a países e locais que dificilmente iríamos ter acesso? É para ai que a tecnologia está a caminhar?

Vamos num futuro próximo imergir nos locais de forma digital? Visitar monumentos e passear em ruas longínquas usando apenas o PC como nosso guia e o rato como meio de transporte?

Mas estas (realidades) alternativas não nos vão tornar ainda mais sedentários? Se por um lado facilitam porque evitamos todo o inconveniente da viagem e da ausência, por outro consegue evitar que vivenciemos toda a experiência que é estar fisicamente nesses locais. Mas o que queremos realmente? Ir fisicamente ou de forma virtual?

Vamos apenas olhar no mapa ou mergulhamos nele? O que acham? Irá mesmo a tecnologia levar-nos a locais diferentes e distante sem efectivamente sairmos do nosso conforto ou será apenas uma forma de nos mostrar os locais, ajudando-nos a ter uma orientação e referências?

Vamos apenas olhar no mapa ou mergulhamos nele?

Microsoft  Research Slide

Microsoft  Research

Análise do vírus lançado em instalações nucleares iranianas pode revelar país de origem do ataque

Outubro 03, 2010

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Especialistas encontraram uma palavra que faz referência bíblica e pode fazer parte de guerra psicológica.


Apesar do ataque, nenhum dano grave foi causado às instalações

Engenheiros de Software passaram os últimos dias analisando o código por dentro do supervírus Stuxnet, que concentrou seus ataques em instalações industriais do Irã no último dia 26 de setembro. Encontraram uma palavra que pode revelar o país de origem dos ataques, segundo notícia do New York Times.

A fonte dos ataques, segundo os especialistas, pode ser Israel. Os engenheiros encontraram no código a palavra “Myrtus”, que pode ser uma alusão ao Livro de Ester.

Um pouco de história.

O livro, que faz parte do Velho Testamento da Bíblia, fala de uma mulher judia que se casa com o Rei da Pérsia, região onde hoje fica o Irã. O primeiro ministro persa não gostava de Ester, então planeja o assassinato de todos os judeus estabelecidos no Império. Um primo de Ester, Mordecai, acaba descobrindo o plano e o revela para o Rei, que manda matar o primeiro ministro e dá a permissão para que os judeus se defendam de qualquer ataque, o que eles acabam fazendo: matam 75 mil persas.

De volta à realidade.

O Stuxnet foi desenhado para atacar controladores Simatic S-7 da Siemens, usados em usinas nucleares, bases petrolíferas e usinas elétricas. Já havia sido encontrado na China, Índia e Indonésia, mas foi especialmente concentrado no Irã. Para especialistas consultados pelo jornal, o fato de o vírus conter a palavra que faz referência à Bíblia pode revelar não descuido ou uma referência vaga, mas uma ferramenta de guerra psicológica; uma maneira de dizer: “não cometam erros, estamos de olho em vocês”.

com informações do NYT

Análise do vírus lançado em instalações nucleares iranianas pode revelar país de origem do ataque

Outubro 03, 2010

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Especialistas encontraram uma palavra que faz referência bíblica e pode fazer parte de guerra psicológica.


Apesar do ataque, nenhum dano grave foi causado às instalações

Engenheiros de Software passaram os últimos dias analisando o código por dentro do supervírus Stuxnet, que concentrou seus ataques em instalações industriais do Irã no último dia 26 de setembro. Encontraram uma palavra que pode revelar o país de origem dos ataques, segundo notícia do New York Times.

A fonte dos ataques, segundo os especialistas, pode ser Israel. Os engenheiros encontraram no código a palavra “Myrtus”, que pode ser uma alusão ao Livro de Ester.

Um pouco de história.

O livro, que faz parte do Velho Testamento da Bíblia, fala de uma mulher judia que se casa com o Rei da Pérsia, região onde hoje fica o Irã. O primeiro ministro persa não gostava de Ester, então planeja o assassinato de todos os judeus estabelecidos no Império. Um primo de Ester, Mordecai, acaba descobrindo o plano e o revela para o Rei, que manda matar o primeiro ministro e dá a permissão para que os judeus se defendam de qualquer ataque, o que eles acabam fazendo: matam 75 mil persas.

De volta à realidade.

O Stuxnet foi desenhado para atacar controladores Simatic S-7 da Siemens, usados em usinas nucleares, bases petrolíferas e usinas elétricas. Já havia sido encontrado na China, Índia e Indonésia, mas foi especialmente concentrado no Irã. Para especialistas consultados pelo jornal, o fato de o vírus conter a palavra que faz referência à Bíblia pode revelar não descuido ou uma referência vaga, mas uma ferramenta de guerra psicológica; uma maneira de dizer: “não cometam erros, estamos de olho em vocês”.

com informações do NYT

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