Sorteio número:
6 ( 20 - 1 - 2012 )

Sorteio número:

452 a nível Europeu

Prémio previsto:

48.000.000,00 Euros

Chave:

2, 10, 22, 27, 28

Estrelas
6 e 8

publicado por sattotal às 20:57 | link do post

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6 ( 20 - 1 - 2012 )

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452 a nível Europeu

Prémio previsto:

48.000.000,00 Euros

Chave:

2, 10, 22, 27, 28

Estrelas
6 e 8

publicado por sattotal às 20:57 | link do post
Pelo menos oito membros do Congresso dos EUA deixaram de apoiar a polémica lei SOPA, destinada a combater a pirataria na Internet, que levou ontem diversos sites a promover um apagão na Rede.

Os oito membros do Congresso norte-americano, onde está a ser debatido o diploma que os seus opositores defendem que irá resultar na censura da Internet, resolveram deixar de apoiar a lei, no mesmo dia em que vários sites e empresas, entre os quais a Wikipedia, o Google ou a WordPress, resolveram protestar contra a lei através de um apagão de conteúdos.

Deste grupo, dois dos congressistas (Marco Rubio, da Florida, e Roy Blunt, do Missouri) eram dos principais apoiantes da lei, avança a BBC.

Reagindo ao protesto, a Motion Picture Association of America considerou a iniciativa como «irresponsável».


No centro da polémica está a lei SOPA, que, entre outros aspectos, obrigará as operadoras e empresas com serviços na Internet a bloquear sites que sejam acusados de disponibilizar conteúdos protegidos com direitos de autor de forma ilegal.

Sobre o abandono de dois dos principais apoiantes da lei, um analista citado pela BBC considera que este é um forte revés para a lei, que poderá agora ter mais dificuldades em ser aprovada.
De acordo com o site noticioso Politico, cerca de 7 mil sites aderiram ao apagão durante o dia de ontem.
publicado por sattotal às 07:51 | link do post
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Pelo menos oito membros do Congresso dos EUA deixaram de apoiar a polémica lei SOPA, destinada a combater a pirataria na Internet, que levou ontem diversos sites a promover um apagão na Rede.

Os oito membros do Congresso norte-americano, onde está a ser debatido o diploma que os seus opositores defendem que irá resultar na censura da Internet, resolveram deixar de apoiar a lei, no mesmo dia em que vários sites e empresas, entre os quais a Wikipedia, o Google ou a WordPress, resolveram protestar contra a lei através de um apagão de conteúdos.

Deste grupo, dois dos congressistas (Marco Rubio, da Florida, e Roy Blunt, do Missouri) eram dos principais apoiantes da lei, avança a BBC.

Reagindo ao protesto, a Motion Picture Association of America considerou a iniciativa como «irresponsável».


No centro da polémica está a lei SOPA, que, entre outros aspectos, obrigará as operadoras e empresas com serviços na Internet a bloquear sites que sejam acusados de disponibilizar conteúdos protegidos com direitos de autor de forma ilegal.

Sobre o abandono de dois dos principais apoiantes da lei, um analista citado pela BBC considera que este é um forte revés para a lei, que poderá agora ter mais dificuldades em ser aprovada.
De acordo com o site noticioso Politico, cerca de 7 mil sites aderiram ao apagão durante o dia de ontem.
publicado por sattotal às 07:51 | link do post
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A Symantec voltou atrás no caso do roubo do código fonte de várias versões do antivírus Norton e admitiu que este terá sido acedido por hackers num ataque aos seus sistemas.

A informação é avançada pela Reuters, que refere que a empresa de segurança admitiu a violação dos seus sistemas, contrariamente ao que disse na semana passada, quando um grupo de hackers indianos divulgou parte do código fonte de vários produtos da Symantec.

Na altura a fabricante do Norton afirmou que o acesso aos códigos em causa resultou de um ataque informático contra instituições governamentais da Índia, mas agora, depois de uma investigação interna, voltou atrás.

De acordo com a agência noticiosa, que cita um porta-voz da fabricante do Norton, a Symantec revela agora que hackers não identificados acederam aos sistemas da empresa em 2006, o que terá resultado no roubo do código fonte de cinco versões de antivírus da empresa, datadas daquele ano: Norton Antivirus Corporate Edition, Norton Internet Security, Norton Utilities, Norton GoBack e pcAnywhere.

Contudo, segundo Cris Paden, o ataque não coloca em risco a segurança dos utilizadores das versões mais recentes dos produtos da empresa.

Tal não é a opinião de uma analista citada pela Reuters, Laura DiDio, que considera que partes do código fonte roubadas poderão ainda estar presentes nas versões actuais dos produtos da empresa.
Segundo o porta-voz da Symantec, o antivírus que poderá ter estar mais exposto à divulgação do código é o pcAnywhere, mas realça que todos os utilizadores deste software já estão a ser notificados pela fabricante do Norton, que está a disponibilizar ajuda para que os utilizadores evitem problemas
publicado por sattotal às 07:46 | link do post
A Symantec voltou atrás no caso do roubo do código fonte de várias versões do antivírus Norton e admitiu que este terá sido acedido por hackers num ataque aos seus sistemas.

A informação é avançada pela Reuters, que refere que a empresa de segurança admitiu a violação dos seus sistemas, contrariamente ao que disse na semana passada, quando um grupo de hackers indianos divulgou parte do código fonte de vários produtos da Symantec.

Na altura a fabricante do Norton afirmou que o acesso aos códigos em causa resultou de um ataque informático contra instituições governamentais da Índia, mas agora, depois de uma investigação interna, voltou atrás.

De acordo com a agência noticiosa, que cita um porta-voz da fabricante do Norton, a Symantec revela agora que hackers não identificados acederam aos sistemas da empresa em 2006, o que terá resultado no roubo do código fonte de cinco versões de antivírus da empresa, datadas daquele ano: Norton Antivirus Corporate Edition, Norton Internet Security, Norton Utilities, Norton GoBack e pcAnywhere.

Contudo, segundo Cris Paden, o ataque não coloca em risco a segurança dos utilizadores das versões mais recentes dos produtos da empresa.

Tal não é a opinião de uma analista citada pela Reuters, Laura DiDio, que considera que partes do código fonte roubadas poderão ainda estar presentes nas versões actuais dos produtos da empresa.
Segundo o porta-voz da Symantec, o antivírus que poderá ter estar mais exposto à divulgação do código é o pcAnywhere, mas realça que todos os utilizadores deste software já estão a ser notificados pela fabricante do Norton, que está a disponibilizar ajuda para que os utilizadores evitem problemas
publicado por sattotal às 07:46 | link do post

A empresa McAfee, responsável pelo desenvolvimento de vários anti-vírus, alertou para a existência de um bug no software de um dos seus produtos que permite transformar os PC’s em servidores de spam.

Segundo Ian Bain, porta-voz da empresa, o problema foi detectado no serviço McAfee SaaS for Total Protection, que tem como objectivo proteger os computadores de vírus tanto enviados por e-mail como através da navegação na Internet.

Esta vulnerabilidade permite que os hackers de «apropriem» dos computadores dos clientes da McAfee para através dos mesmos enviar mensagens de spam em larga escala.
O mesmo responsável adianta que apesar deste problema, os computadores alvo desta falha não estão vulneráveis ao roubo de dados ou a outro tipo de problemas.
publicado por sattotal às 07:42 | link do post

A empresa McAfee, responsável pelo desenvolvimento de vários anti-vírus, alertou para a existência de um bug no software de um dos seus produtos que permite transformar os PC’s em servidores de spam.

Segundo Ian Bain, porta-voz da empresa, o problema foi detectado no serviço McAfee SaaS for Total Protection, que tem como objectivo proteger os computadores de vírus tanto enviados por e-mail como através da navegação na Internet.

Esta vulnerabilidade permite que os hackers de «apropriem» dos computadores dos clientes da McAfee para através dos mesmos enviar mensagens de spam em larga escala.
O mesmo responsável adianta que apesar deste problema, os computadores alvo desta falha não estão vulneráveis ao roubo de dados ou a outro tipo de problemas.
publicado por sattotal às 07:42 | link do post
O site Megaupload foi encerrado pelas autoridades norte-americanas e o seu fundador foi detido após uma queixa da companhia discográfica Universal. O colectivo hacker Anonymous retaliou com o maior ataque de sempre.

Segundo a justiça norte-americana, o serviço de partilha de ficheiros Megaupload, um dos mais populares da internet, é responsável por prejuízos de quase 500 milhões de euros de autores e empresas da indústria discográfica e cinematográfica. Sete pessoas - quatro das quais detidas na Nova Zelândia, incluindo o fundador do Megaupload Kim Dotcom - são acusadas de associação criminosa e violação de direitos de autor.

Para além do encerramento do site, legalmente sediado em Hong Kong, foram apreendidos diversos servidores, material informático e outros bens no valor de 50 milhões de dólares.

A operação internacional surge após várias acções legais movidas por gigantes como a Universal, que recentemente contestara a participação de conhecidas estrelas da música pop num vídeo de promoção do Megaupload. Will.i.am, Kanye West e Alicia Keys são alguns músicos que defendem aquele site partilha de ficheiros, apesar da companhia discográfica não ter autorizado os artistas a participar no anúncio.
Polémica antipirataria

A acção contra o Megaupload, que em si não é um site de partilha de conteúdos protegidos, mas que pode ser utilizado para esse fim de forma anónima, acontece um dia após o protesto da Wikipédia e de outros importantes sites contra dois projectos-lei que neste momento são discutidos nos Estados Unidos.

Os diplomas PIPA e SOPA prevêem o encerramento de sites que contenham conteúdos protegidos, ainda que tenham sido utilizadores e não os administradores desses sites a difundir ilegalmente músicas, filmes ou fotografias. A título de exemplo, o YouTube poderia ser encerrado e enfrentar acção legal pelo facto de um utilizador divulgar naquele site um conteúdo protegido por direitos de autor, ainda que sem a autorização daquele serviço de vídeo.

Contra-ataque hacker


Entretanto, o caso Megaupload motivou aquele que será já o maior ataque de sempre protagonizado pela rede hacker Anonymous. Às 23h de quinta-feira (hora de Lisboa), 5,635 indivíduos participavam numa acção que tinha tornado indisponíveis os sites de várias organizações governamentais e empresas audiovisuais. FBI, Departamento de Justiça, Universal, MPAA e RIAA estavam offline.
Às 23h55, a CNN citava uma fonte do colectivo hacker para indicar que pelo menos 27.000 computadores estariam a ser utilizados no ataque.
Às primeiras horas de sexta-feira, o Megaupload voltava a estar disponível de forma clandestina através do endereço
http://megaupload.bz

Fonte:- SOL
publicado por sattotal às 07:30 | link do post
O site Megaupload foi encerrado pelas autoridades norte-americanas e o seu fundador foi detido após uma queixa da companhia discográfica Universal. O colectivo hacker Anonymous retaliou com o maior ataque de sempre.

Segundo a justiça norte-americana, o serviço de partilha de ficheiros Megaupload, um dos mais populares da internet, é responsável por prejuízos de quase 500 milhões de euros de autores e empresas da indústria discográfica e cinematográfica. Sete pessoas - quatro das quais detidas na Nova Zelândia, incluindo o fundador do Megaupload Kim Dotcom - são acusadas de associação criminosa e violação de direitos de autor.

Para além do encerramento do site, legalmente sediado em Hong Kong, foram apreendidos diversos servidores, material informático e outros bens no valor de 50 milhões de dólares.

A operação internacional surge após várias acções legais movidas por gigantes como a Universal, que recentemente contestara a participação de conhecidas estrelas da música pop num vídeo de promoção do Megaupload. Will.i.am, Kanye West e Alicia Keys são alguns músicos que defendem aquele site partilha de ficheiros, apesar da companhia discográfica não ter autorizado os artistas a participar no anúncio.
Polémica antipirataria

A acção contra o Megaupload, que em si não é um site de partilha de conteúdos protegidos, mas que pode ser utilizado para esse fim de forma anónima, acontece um dia após o protesto da Wikipédia e de outros importantes sites contra dois projectos-lei que neste momento são discutidos nos Estados Unidos.

Os diplomas PIPA e SOPA prevêem o encerramento de sites que contenham conteúdos protegidos, ainda que tenham sido utilizadores e não os administradores desses sites a difundir ilegalmente músicas, filmes ou fotografias. A título de exemplo, o YouTube poderia ser encerrado e enfrentar acção legal pelo facto de um utilizador divulgar naquele site um conteúdo protegido por direitos de autor, ainda que sem a autorização daquele serviço de vídeo.

Contra-ataque hacker


Entretanto, o caso Megaupload motivou aquele que será já o maior ataque de sempre protagonizado pela rede hacker Anonymous. Às 23h de quinta-feira (hora de Lisboa), 5,635 indivíduos participavam numa acção que tinha tornado indisponíveis os sites de várias organizações governamentais e empresas audiovisuais. FBI, Departamento de Justiça, Universal, MPAA e RIAA estavam offline.
Às 23h55, a CNN citava uma fonte do colectivo hacker para indicar que pelo menos 27.000 computadores estariam a ser utilizados no ataque.
Às primeiras horas de sexta-feira, o Megaupload voltava a estar disponível de forma clandestina através do endereço
http://megaupload.bz

Fonte:- SOL
publicado por sattotal às 07:30 | link do post
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