Intelsat 805 (55.5W) - ESPORTE INTERACTIVO está em aberto (3675.50MHz, pol.H SR:2960 FEC:3/4 - DVB-S) Brasil

Eutelsat 7A (7E) - 2STV está em aberto (11221.00MHz, pol.H SR:27500 FEC:3/4 SID:5708 PID:2504/2505 Francês). (2012-03-12 10h08)

Intelsat 805 (55.5W) - ATV+ HD está em aberto (3777.00MHz, pol.H SR:8000 FEC:3/4 SID:613 PID:5664[MPEG-4] /5665 Castelhano). (2012-03-10 23h10)

Intelsat 805 (55.5W) - ATV+ está em aberto (3777.00MHz, pol.H SR:8000 FEC:3/4 SID:611 PID:5152[MPEG-4]/5153 Castelhano). (2012-03-10 23h10)

Intelsat 805 (55.5W) - Andina TV HD está em aberto (3777.00MHz, pol.H SR:8000 FEC:3/4 SID:603 PID:4640[MPEG-4] /4641 Castelhano,4642,4643,4644). (2012-03-10 23h06)

Intelsat 805 (55.5W) - LaTele (Peru) está em aberto (3777.00MHz, pol.H SR:8000 FEC:3/4 SID:503 PID:130[MPEG-4]/131 Castelhano,132 aac Castelhano). (2012-03-10 23h05)

Intelsat 805 (55.5W) - Canal 3 El Super Canal está em aberto (4084.00MHz, pol.H SR:10560 FEC:3/5 SID:1 PID:111[MPEG-4]/112 Castelhano). (2012-03-10 22h49)

Intelsat 805 (55.5W) - Trecevision está em aberto (4084.00MHz, pol.H SR:10560 FEC:3/5 SID:4 PID:141[MPEG-4]/142 Castelhano). (2012-03-10 22h48)

Intelsat 805 (55.5W) - TeleOnce está em aberto (4084.00MHz, pol.H SR:10560 FEC:3/5 SID:3 PID:131[MPEG-4]/132 Castelhano). (2012-03-10 22h48)

Intelsat 805 (55.5W) - Televisiete está em aberto (4084.00MHz, pol.H SR:10560 FEC:3/5 SID:2 PID:121[MPEG-4]/122 Castelhano). (2012-03-10 22h47)

Intelsat 805 (55.5W) - Global TV Peru está em aberto (3777.00MHz, pol.H SR:8000 FEC:3/4 SID:502 PID:120[MPEG-4]/121 Castelhano,122 Castelhano). (2012-03-10 22h35)
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Eutelsat 7A (7E) - 2STV está em aberto (11221.00MHz, pol.H SR:27500 FEC:3/4 SID:5708 PID:2504/2505 Francês). (2012-03-12 10h08)

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Intelsat 805 (55.5W) - Televisiete está em aberto (4084.00MHz, pol.H SR:10560 FEC:3/5 SID:2 PID:121[MPEG-4]/122 Castelhano). (2012-03-10 22h47)

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Sorteio número:
21 (13-03-2012 )
Sorteio número:
467 a nível Europeu
Prémio previsto:
33.000.000,00
CHAVE
1 - 10 - 25 - 43 - 47
Estrelas
8 - 9

JACKPOT - € 45.000.000,00
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CHAVE
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O operador público irlandês RTÉ escolheu o satélite KA-SAT da Eutelsat para garantir a difusão via satélite do seu serviço nacional de televisão e rádios digitais Saorsat, beneficiando assim de uma cobertura optimizada para uma difusão limitada ao território irlandês.

Lançado este mês, este serviço visa completar a cobertura da rede terrestre de TDT Saorview e servir assim por satélite os 1% a 2% de lares situados fora do alcance dos emissores terrestres. Este “bouquet” Saorsat é composto por 5 canais de televisão do RTÉ (RTÉ One, RTÉ Two HD, RTÉ News Now, RTÉ junior e RTÉ One+1) e ainda por dez estações de rádio mas, graças aos recursos disponíveis, será possível no futuro acrescentar mais programas da RTÉ ou de outro operador.

O material de recepção do serviço Saorsat inclui uma parabólica equipada com um LNB em banda ka e um receptor DVB-S2, vendidos nas grandes superfícies e lojas especializadas em todo o território irlandês por cerca de 200 euros.
publicado por sattotal às 19:19 | link do post
O operador público irlandês RTÉ escolheu o satélite KA-SAT da Eutelsat para garantir a difusão via satélite do seu serviço nacional de televisão e rádios digitais Saorsat, beneficiando assim de uma cobertura optimizada para uma difusão limitada ao território irlandês.

Lançado este mês, este serviço visa completar a cobertura da rede terrestre de TDT Saorview e servir assim por satélite os 1% a 2% de lares situados fora do alcance dos emissores terrestres. Este “bouquet” Saorsat é composto por 5 canais de televisão do RTÉ (RTÉ One, RTÉ Two HD, RTÉ News Now, RTÉ junior e RTÉ One+1) e ainda por dez estações de rádio mas, graças aos recursos disponíveis, será possível no futuro acrescentar mais programas da RTÉ ou de outro operador.

O material de recepção do serviço Saorsat inclui uma parabólica equipada com um LNB em banda ka e um receptor DVB-S2, vendidos nas grandes superfícies e lojas especializadas em todo o território irlandês por cerca de 200 euros.
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A Eutelsat Communications e o operador de satélites do Qatar Es’hailSat escolheram a Arianespace para efectuar o lançamento do satélite Eutelsat 25B1/Es’hailSat 1, previsto para o segundo trimestre 2013 através de um foguetão Ariane 5.

Uma vez colocado em órbita nos 25,5º Este, uma posição ao serviço dos mercados particularmente dinâmicos do Médio Oriente, Norte de África e Ásia Central, irá reforçar a cobertura e a potencia do satélite Eutelsat 25A2.

Além de dar continuidade aos serviços oferecidos pela Eutelsat em banda Ku e aos recursos adicionais em banda Ku para a Es’hailSat, este satélite irá oferecer igualmente os primeiros recursos em banda Ka para estas regiões, os quais deverão abrir novas oportunidades de desenvolvimento para os dois parceiros.
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A Eutelsat Communications e o operador de satélites do Qatar Es’hailSat escolheram a Arianespace para efectuar o lançamento do satélite Eutelsat 25B1/Es’hailSat 1, previsto para o segundo trimestre 2013 através de um foguetão Ariane 5.

Uma vez colocado em órbita nos 25,5º Este, uma posição ao serviço dos mercados particularmente dinâmicos do Médio Oriente, Norte de África e Ásia Central, irá reforçar a cobertura e a potencia do satélite Eutelsat 25A2.

Além de dar continuidade aos serviços oferecidos pela Eutelsat em banda Ku e aos recursos adicionais em banda Ku para a Es’hailSat, este satélite irá oferecer igualmente os primeiros recursos em banda Ka para estas regiões, os quais deverão abrir novas oportunidades de desenvolvimento para os dois parceiros.
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Imagem: STUART PRICE

Muitos se têm insurgido contra o vídeo da organização humanitária Invisible Children, que tem como objetivo denunciar o genocídio infantil no Uganda e apanhar o principal responsável pelos crimes, Joseph Kony. O que é certo é que a campanha está a gerar polémica e os responsáveis já preparam um novo filme para responder às críticas.

Jacob Acaye e Joseph Kony têm andado nas bocas do mundo. O primeiro pertence aos bons, o segundo aos maus. Jacob, protagonista do vídeo Kony 2012 da organização humanitária Invisible Children, hoje com 21 anos, tem pedido justiça para as milhares crianças que foram raptadas por Kony e feitas soldados por mais de duas décadas.

Jacob foi raptado pelo exército de Kony, Lord's Resistance Army - LRA, e foi uma das poucas crianças que conseguiu fugir às atrocidades, não sem antes ter de assistir à morte do seu irmão. A história tem tocado milhões de pessoas, o vídeo já foi visto mais de 100 milhões de vezes (soma de todas as versões) e as doações para ajudar a capturar Kony não param de aumentar.

O militar é procurado pelo Tribunal Internacional por crimes contra a humanidade. Mas apesar dos inegáveis factos e da brutalidade do vídeo viral, um conjunto de pessoas tem-se insurgido contra a campaha da ONG por considerar que o filme é demasiado hollywoodesco, impreciso, simplista e pouco fala sobre o trabalho de caridade que está a ser feito há alguns anos no país.

Apesar de toda a atenção negativa, é consensual que o filme desempenha um papel importante na consciencialização da sociedade para estes problemas, e na forma como se pode pressionar os governos a tomarem decisões.

Mas, apesar do povo do Uganda agradecer a atenção dada a Kony, um oficial do exército ugandês contou à CNN que o grupo não representa uma ameaça real para o país há vários anos. "Boa mensagem... mas está 15 anos atrasada", contou a fonte.

Invisible Children acusada de manipulação dos factos

Várias pessoas argumentam que o filme manipula os factos e ignora os abusos cometidos pelo exército ugandês na guerra com o LRA. Em 2011, um trabalho da revista americana Foreign Affairs acusava a ONG de exagerar a escala de raptos e assassínios das milícias de Kony e de enfatizar demasiado o uso de crianças inocentes como soldados.

Num blogue de politica externa da revista um jornalista chegou mesmo a escrever: "Vamos direto a duas coisas: 1) Joseph Kony não está no Uganda e não se encontra lá há pelo menos seis anos, 2) os números dos combatentes do LRA estão, atualmente, no máximo na casa das centenas".

Imagem: CNN

Christiane Amanpour, da CNN, afirmou que a procura constante de Kony, o homem mais procurado pelo Tribunal Penal Internacional, significa que ele se tornou numa "força gasta" no Uganda.

"Os crimes contra as crianças foram cometidos em grande parte na década de 1990 e início de 2000, e porque as pessoas já o procuram há vários anos ele é realmente considerado mais uma grande ameaça agora na República Democrática do Congo", completou.

Ao mesmo tempo, algumas dúvidas têm sido levantadas sobre as intenções e a transparência da organização Invisible Children, que já ripostou dizendo que vai lançar brevemente um novo vídeo para responder às críticas. Há mesmo uma foto, datada de 2008, onde os fundadores da ONG americana seguram armas ao mesmo tempo que posam com membros do Exército de Libertação do Sudão, grupo armado que chegou a ser também acusado de violações dos direitos humanos durante o conflito de décadas com o governo do Sudão. (ver foto acima)

ONG acusada de gastar indevidamente dinheiro proveniente das doações

Outra questão controversa prende-se com as doações feitas à Invisible Children. Muitos têm acusado a organização de doar apenas uma pequena parte do dinheiro às reais causas ugandesas, mas a organização já veio explicar que se trata de um mal entendido.

Apenas 32% dos fundos foram gastos, em 2011, em serviços diretos, de acordo com o relatório do grupo. O resto foi gasto na produção do filme, salários, e despesas de viagem e de pessoal.

Jason Russell, co-fundador da Invisible Children e narrador do filme, disse à CNN que o grupo não é uma organização tradicional de caridade. "Nós não somos uma organização que faz um trabalho incrível no terreno se quiser financiar uma vaca ou ajudar alguém numa aldeia ... isso é apenas um terço daquilo que fazemos", disse Russell.

"Trabalhamos fora da caixa tradicional do que pensamos que é a caridade", disse à CNN. "Temos três filmes: o que é viral, o movimento, que é de voluntários reais em todo o mundo, e a missão - para parar Kony e reabilitar as crianças afectadas pela guerra através da reintegração, educação e construção empregos para a comunidade", explicou.

No barómetro que avalia a independência das organizações de caridade, Charity Navigator, a Insivisible Children teve uma avaliação global de três em quatro estrelas, mas apenas duas para "prestação de contas e transparência".

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Imagem: STUART PRICE

Muitos se têm insurgido contra o vídeo da organização humanitária Invisible Children, que tem como objetivo denunciar o genocídio infantil no Uganda e apanhar o principal responsável pelos crimes, Joseph Kony. O que é certo é que a campanha está a gerar polémica e os responsáveis já preparam um novo filme para responder às críticas.

Jacob Acaye e Joseph Kony têm andado nas bocas do mundo. O primeiro pertence aos bons, o segundo aos maus. Jacob, protagonista do vídeo Kony 2012 da organização humanitária Invisible Children, hoje com 21 anos, tem pedido justiça para as milhares crianças que foram raptadas por Kony e feitas soldados por mais de duas décadas.

Jacob foi raptado pelo exército de Kony, Lord's Resistance Army - LRA, e foi uma das poucas crianças que conseguiu fugir às atrocidades, não sem antes ter de assistir à morte do seu irmão. A história tem tocado milhões de pessoas, o vídeo já foi visto mais de 100 milhões de vezes (soma de todas as versões) e as doações para ajudar a capturar Kony não param de aumentar.

O militar é procurado pelo Tribunal Internacional por crimes contra a humanidade. Mas apesar dos inegáveis factos e da brutalidade do vídeo viral, um conjunto de pessoas tem-se insurgido contra a campaha da ONG por considerar que o filme é demasiado hollywoodesco, impreciso, simplista e pouco fala sobre o trabalho de caridade que está a ser feito há alguns anos no país.

Apesar de toda a atenção negativa, é consensual que o filme desempenha um papel importante na consciencialização da sociedade para estes problemas, e na forma como se pode pressionar os governos a tomarem decisões.

Mas, apesar do povo do Uganda agradecer a atenção dada a Kony, um oficial do exército ugandês contou à CNN que o grupo não representa uma ameaça real para o país há vários anos. "Boa mensagem... mas está 15 anos atrasada", contou a fonte.

Invisible Children acusada de manipulação dos factos

Várias pessoas argumentam que o filme manipula os factos e ignora os abusos cometidos pelo exército ugandês na guerra com o LRA. Em 2011, um trabalho da revista americana Foreign Affairs acusava a ONG de exagerar a escala de raptos e assassínios das milícias de Kony e de enfatizar demasiado o uso de crianças inocentes como soldados.

Num blogue de politica externa da revista um jornalista chegou mesmo a escrever: "Vamos direto a duas coisas: 1) Joseph Kony não está no Uganda e não se encontra lá há pelo menos seis anos, 2) os números dos combatentes do LRA estão, atualmente, no máximo na casa das centenas".

Imagem: CNN

Christiane Amanpour, da CNN, afirmou que a procura constante de Kony, o homem mais procurado pelo Tribunal Penal Internacional, significa que ele se tornou numa "força gasta" no Uganda.

"Os crimes contra as crianças foram cometidos em grande parte na década de 1990 e início de 2000, e porque as pessoas já o procuram há vários anos ele é realmente considerado mais uma grande ameaça agora na República Democrática do Congo", completou.

Ao mesmo tempo, algumas dúvidas têm sido levantadas sobre as intenções e a transparência da organização Invisible Children, que já ripostou dizendo que vai lançar brevemente um novo vídeo para responder às críticas. Há mesmo uma foto, datada de 2008, onde os fundadores da ONG americana seguram armas ao mesmo tempo que posam com membros do Exército de Libertação do Sudão, grupo armado que chegou a ser também acusado de violações dos direitos humanos durante o conflito de décadas com o governo do Sudão. (ver foto acima)

ONG acusada de gastar indevidamente dinheiro proveniente das doações

Outra questão controversa prende-se com as doações feitas à Invisible Children. Muitos têm acusado a organização de doar apenas uma pequena parte do dinheiro às reais causas ugandesas, mas a organização já veio explicar que se trata de um mal entendido.

Apenas 32% dos fundos foram gastos, em 2011, em serviços diretos, de acordo com o relatório do grupo. O resto foi gasto na produção do filme, salários, e despesas de viagem e de pessoal.

Jason Russell, co-fundador da Invisible Children e narrador do filme, disse à CNN que o grupo não é uma organização tradicional de caridade. "Nós não somos uma organização que faz um trabalho incrível no terreno se quiser financiar uma vaca ou ajudar alguém numa aldeia ... isso é apenas um terço daquilo que fazemos", disse Russell.

"Trabalhamos fora da caixa tradicional do que pensamos que é a caridade", disse à CNN. "Temos três filmes: o que é viral, o movimento, que é de voluntários reais em todo o mundo, e a missão - para parar Kony e reabilitar as crianças afectadas pela guerra através da reintegração, educação e construção empregos para a comunidade", explicou.

No barómetro que avalia a independência das organizações de caridade, Charity Navigator, a Insivisible Children teve uma avaliação global de três em quatro estrelas, mas apenas duas para "prestação de contas e transparência".

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Kony e outros três líderes do LRA são acusados pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) de crimes contra a humanidade e de crimes de guerra, incluindo homicídio, recrutamento forçado de crianças com menos de 15 anos, escravatura sexual e violação.

Joseph Kony devia ser capturado através de esforços da União Africana com apoio das Nações Unidas, e não com a ajuda militar dos EUA, como é pedido no vídeo viral da organização Invisible Children. O apelo é lançado pela Amnistia Internacional (AI), no dia em que o documentário já superou as 100 milhões de visualizações.


"Há mais de 20 anos que a Amnistia tem debatido e documentado a violação dos direitos humanos no Uganda por parte das forças do LRA" (Exército da Resistência do Senhor, ERS, em português), conta a diretora-executiva da AI - Portugal, Teresa Pina, ao SAPO Notícias.

Independentemente da grande mobilização civil que o vídeo da Invisible Children está a gerar, a diretora da AI em Portugal diz que a organização não pretende pronunciar-se a respeito de outras campanhas.

Contrariamente ao que é referido no vídeo Kony 2012, a AI defende que a captura do líder do LRA deveria ser feita pelos países da região com o apoio da Organização das Nações Unidas e da União Africana. "Ao contrário do que se diz nesse vídeo, a nossa posição é que a captura seja feita pelos países da região e obviamente com o apoio da ONU e da União Africana", refere Teresa Pina.

"A Amnistia Internacional acredita que os esforços para deter Joseph Kony devem ser levados a cabo pelos governos dos países na região onde o ERS opera, e não pelas forças armadas dos EUA. As Nações Unidas e a União Africana, ambas envolvidas nos esforços para deter os suspeitos do ERS, têm igualmente um papel central no apoio à detenção dos líderes do ERS, na proteção das comunidades afetadas e na monitorização e atualização do estado da proteção dos direitos humanos", pode ler-se no site da AI.

O vídeo da Invisible Children refere ainda o envolvimento das forças armadas norte-americanas na captura de Kony, e, neste ponto, a AI também discorda. O organização entende que "o fim destas violações dos direitos humanos não podem constituir ele próprio uma violação dos direitos humanos".


"Para nós, a prioridade é que essas pessoas sejam detidas no quadro legal dos direitos humanos, e que sejam entregues ao Tribunal Penal Internacional (TPI). Até porque a sua morte seria injusta para as próprias vítimas, pensamos que é fundamental a detenção e o julgamento dos suspeitos", alerta Teresa Pina.


Joseph Kony é procurado desde 2005 pelo TPI por crimes contra a humanidade e crimes de guerra, mas só agora o seu nome tem ganho mais projeção com o vídeo da organização humanitária Invisible Children. O trabalho, publicado há dias na internet, tem como objetivo denunciar o genocídio infantil no Uganda e mobilizar a opinião pública para a necessidade da captura urgente dos principais responsáveis pelos crimes cometidos durante décadas.

Kony 2012 tornou-se em poucos dias o vídeo viral mais visto, com mais de 100 milhões de visualizações, que representam a soma de todas as versões do documentário que circula em vários sites e nas redes sociais.
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Kony e outros três líderes do LRA são acusados pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) de crimes contra a humanidade e de crimes de guerra, incluindo homicídio, recrutamento forçado de crianças com menos de 15 anos, escravatura sexual e violação.

Joseph Kony devia ser capturado através de esforços da União Africana com apoio das Nações Unidas, e não com a ajuda militar dos EUA, como é pedido no vídeo viral da organização Invisible Children. O apelo é lançado pela Amnistia Internacional (AI), no dia em que o documentário já superou as 100 milhões de visualizações.


"Há mais de 20 anos que a Amnistia tem debatido e documentado a violação dos direitos humanos no Uganda por parte das forças do LRA" (Exército da Resistência do Senhor, ERS, em português), conta a diretora-executiva da AI - Portugal, Teresa Pina, ao SAPO Notícias.

Independentemente da grande mobilização civil que o vídeo da Invisible Children está a gerar, a diretora da AI em Portugal diz que a organização não pretende pronunciar-se a respeito de outras campanhas.

Contrariamente ao que é referido no vídeo Kony 2012, a AI defende que a captura do líder do LRA deveria ser feita pelos países da região com o apoio da Organização das Nações Unidas e da União Africana. "Ao contrário do que se diz nesse vídeo, a nossa posição é que a captura seja feita pelos países da região e obviamente com o apoio da ONU e da União Africana", refere Teresa Pina.

"A Amnistia Internacional acredita que os esforços para deter Joseph Kony devem ser levados a cabo pelos governos dos países na região onde o ERS opera, e não pelas forças armadas dos EUA. As Nações Unidas e a União Africana, ambas envolvidas nos esforços para deter os suspeitos do ERS, têm igualmente um papel central no apoio à detenção dos líderes do ERS, na proteção das comunidades afetadas e na monitorização e atualização do estado da proteção dos direitos humanos", pode ler-se no site da AI.

O vídeo da Invisible Children refere ainda o envolvimento das forças armadas norte-americanas na captura de Kony, e, neste ponto, a AI também discorda. O organização entende que "o fim destas violações dos direitos humanos não podem constituir ele próprio uma violação dos direitos humanos".


"Para nós, a prioridade é que essas pessoas sejam detidas no quadro legal dos direitos humanos, e que sejam entregues ao Tribunal Penal Internacional (TPI). Até porque a sua morte seria injusta para as próprias vítimas, pensamos que é fundamental a detenção e o julgamento dos suspeitos", alerta Teresa Pina.


Joseph Kony é procurado desde 2005 pelo TPI por crimes contra a humanidade e crimes de guerra, mas só agora o seu nome tem ganho mais projeção com o vídeo da organização humanitária Invisible Children. O trabalho, publicado há dias na internet, tem como objetivo denunciar o genocídio infantil no Uganda e mobilizar a opinião pública para a necessidade da captura urgente dos principais responsáveis pelos crimes cometidos durante décadas.

Kony 2012 tornou-se em poucos dias o vídeo viral mais visto, com mais de 100 milhões de visualizações, que representam a soma de todas as versões do documentário que circula em vários sites e nas redes sociais.
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EUROPA:UEFA Champions League :


 16h45 - Bayern Munique-ALE x Basel 1893-SUI (0x1)
(ESPN-i) (ESPN HD) (Fox Sports+ Arg)

16h45 - Internazionale-ITA x Marseille-FRA (0x1)
(Esporte Interativo * C2, C1 e IS-805) (ESPN Brasil) (Fox Sports Arg)

INGLATERRA:

17h - Liverpool x Everton (as 20h15 na ESPN Brasil)

 
................................

AMERICA do NORTE :

CONCACAF Champions League - 4as de final :
23h - Monterrey-MEX x Monarcas Morelia-MEX
(ESPN Venezuela)


...............................

AMERICA do SUL :

Copa LIBERTADORES :

19h45 - Nacional Asuncion-PAR x Deportivo Tachira-VEN
(Fox Sports+ Arg)

19h45 - Lanus-ARG x Emelec Guayaquil-EQU
(Fox Sports Brasil) (Fox Sports Arg)

22h - Internacional Pto Alegre-BRA x The Strongest La Paz-BOL
(Fox Sports Brasil) (>Fox Sports+ Arg)

22h - Alianza Lima-PER x Nacional Montevideo-URU
(Fox Sports Arg)

0h15 - Chivas de Guadalajara-MEX x Defensor Sporting-URU
(Fox Sports Brasil) (Fox Sports+ Arg)



...............................

ASIA :

KUWAIT - Emir Cup - Final :
12h25 - Kazma x Al Qadsia (Kuwait Sport * Hispasat)
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EUROPA:UEFA Champions League :


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(Esporte Interativo * C2, C1 e IS-805) (ESPN Brasil) (Fox Sports Arg)

INGLATERRA:

17h - Liverpool x Everton (as 20h15 na ESPN Brasil)

 
................................

AMERICA do NORTE :

CONCACAF Champions League - 4as de final :
23h - Monterrey-MEX x Monarcas Morelia-MEX
(ESPN Venezuela)


...............................

AMERICA do SUL :

Copa LIBERTADORES :

19h45 - Nacional Asuncion-PAR x Deportivo Tachira-VEN
(Fox Sports+ Arg)

19h45 - Lanus-ARG x Emelec Guayaquil-EQU
(Fox Sports Brasil) (Fox Sports Arg)

22h - Internacional Pto Alegre-BRA x The Strongest La Paz-BOL
(Fox Sports Brasil) (>Fox Sports+ Arg)

22h - Alianza Lima-PER x Nacional Montevideo-URU
(Fox Sports Arg)

0h15 - Chivas de Guadalajara-MEX x Defensor Sporting-URU
(Fox Sports Brasil) (Fox Sports+ Arg)



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ASIA :

KUWAIT - Emir Cup - Final :
12h25 - Kazma x Al Qadsia (Kuwait Sport * Hispasat)
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