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Computadores portugueses são os sextos mais infectados

Abril 28, 2010

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Portugal tem a sexta maior taxa de infecção nos computadores pessoais em todo o mundo, de acordo com o Relatório de Segurança da Microsoft, publicado esta quarta-feira e adiantado pela Lusa, que revela que os criminosos informáticos estão cada vez «mais profissionais e organizados».

De acordo com este relatório, «13,6 computadores pessoais em cada mil estão infectados com software malicioso» em Portugal.

O Microsoft Security Intelligence Report concluiu ainda que «os criminosos estão cada vez mais profissionais e organizados e que as redes empresariais continuam a ser mais susceptíveis a ataques, enquanto os utilizadores domésticos estão mais expostos a software malicioso e ameaças nas redes sociais».

Na última metade de 2009, período a que se refere o estudo, «foram registadas 2500 vulnerabilidades pela indústria de software».

«Os vírus da classe worm são os mais preocupantes para as redes corporativas, pois são os mais utilizados pelos criminosos para tirar proveito das vulnerabilidades. O adware e os vírus da classe cavalo de tróia são as maiores ameaças para os consumidores», lê-se no documento.

Também «os falsos programas de segurança são um problema que afecta todos os segmentos, mas especialmente os utilizadores domésticos», acrescenta o relatório.

«Indústria de criminosos»

Os criminosos informáticos estão cada vez «mais associados à gravata» e «já não às tatuagens», afirmou o responsável pela Segurança da Microsoft Portugal, Sérgio Martinho, defendendo que existe «uma verdadeira indústria» organizada e profissional.

«Nós associamos os criminosos informáticos não mais às tatuagens mas à gravata. Há uma verdadeira indústria que está por trás do crime informático», sustentou.

Essa «indústria» serve-se de «múltiplos estratagemas para conseguir atingir os seus fins», como «as ameaças no e-mail, o spam, o phishing (captação de dados confidenciais através do e-mail)».

O responsável pela área da Segurança da Microsoft Portugal explicou que «o facto de cada vez a sociedade estar mais interligada significa que o software malicioso cada vez está a ser divulgado de uma forma mais assertiva», uma situação que pode ser minorada com comportamento «simples», tanto das empresas como dos consumidores domésticos.

Sérgio Martinho defendeu a necessidade de «olhar a questão da segurança a 360 graus» para se alcançar «uma defesa em profundidade», o que significa que, do lado das empresas, «a segurança deve ser analisada em múltiplos pontos», além de terem atenção à actualização do software, uma vez que o «software antigo é sempre mais permeável» a vírus.

Não navegar por sites que são suspeitos e não descarregar programas de forma ilegal, que «na esmagadora maioria» estão a ser «utilizados pelos criminosos para fazer a propagação dos seus próprios ataques», são outras formas de prevenção

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