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Ministério Público e Polícia Civil de São Paulo fecham Central Clandestina de TV por Assinatura

Maio 28, 2011

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O Ministério Público de Santos e a Polícia Civil de São Paulo, realizaram uma operação  e efetuaram a prisão de Luis Henrique Patrício Lourenço, responsável pelo site “www.azboxbrasil.tv.br” destinado a comercialização de receptores de televisão por assinatura na modalidade de recepção por satélite (D.T.H.).


A empresa de Luis Henrique, localizada na Avenida Pedro Lessa em Santos, foi alvo de busca e apreensão pelo Ministério Público e Polícia Civil, oportunidade em que foram apreendidos centenas de receptores da marca “Azbox”, “Dongles” destinados a recepção de chaves para decriptografar o sinal recebido pelo satélite dos programadores de televisão por assinatura, além de diversos outros tipos de equipamentos.

Também foi apreendido um servidor destinado a transmissão das chaves criptografadas para a abertura da programação de televisão por assinatura, vulgarmente conhecido como “Cardsharing”, com cartões de programadoras de televisão por satélite tais como “Via Embratel” e “Telefônica”.

O “Cardsharing” é conhecido por muitos usuários de receptores de televisão por satélite como uma solução para se ter acesso a certos tipos de canais. Há alguns poucos anos, o “Cardsharing” começou a ser conhecido e utilizado pelos italianos, ingleses e nórdicos, com o objetivo de compartilhar chaves criptografadas de alguns sistemas de proteção de sinais de televisão por assinatura, como por exemplo a exemplo o “Videoguard” da empresa “NDS” utilizado no Brasil pela operadora “SKY”.

Desta forma, utilizando o acesso a uma central de “Cardsharing”, um usuário brasileiro pode receber virtualmente informações de um cartão de acesso a televisão por assinatura de outro usuário, como por exemplo um usuário inglês, e assim ter acesso as chaves para decriptografar a programação que recebe em seu receptor, ficando o inglês com acesso aos canais compartilhados e podendo, ainda, recompartilhá-los com os seus amigos e acessar inúmeros outros canais.
Recentemente, os piratas de sinal de televisão paga na modalidade de satélite desenvolveram uma técnica na qual não é necessário o uso da internet para a transmissão e recepção das chaves criptografadas, técnica esta denominada “Satélite Key Sharing” (SKS), utilizado para isto equipamentos denominados “Dongles”.


O “Dongle” é na realidade um mini receptor de sinais de televisão por satélite que também recebe as chaves que serão utilizadas para abrir a programação de televisão por assinatura, porém, é necessário apenas o apontamento de uma segunda antena para um outro satélite com a finalidade exclusiva de receber as chaves criptografadas que são compartilhadas.

Os equipamentos que eram comercializados pelo responsável pelo site “www.azboxbrasil.tv.br”, já vinham totalmente configurados para acessar sistemas de “Cardsharing”.

Importante destacar que os equipamentos da marca “Azbox” não são homologados pela ANATEL para utilização no Brasil, o que está em contrariedade ao que dispõe o artigo 4º do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, nos termos da Resolução 242, de 30 de novembro de 2000, da agência reguladora nominada,implicando assim na prática do crime de fraude no comércio, estelionato, dentre outros pelos quais os responsáveis serão processados.



Link desta Máteria
http://mariano.delegadodepolicia.com/ministerio-publico-e-policia-civil-de-sao-paulo-fecham-central-clandestina-de-tv-por-assinatura/

Ministério Público e Polícia Civil de São Paulo fecham Central Clandestina de TV por Assinatura

Maio 28, 2011

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O Ministério Público de Santos e a Polícia Civil de São Paulo, realizaram uma operação  e efetuaram a prisão de Luis Henrique Patrício Lourenço, responsável pelo site “www.azboxbrasil.tv.br” destinado a comercialização de receptores de televisão por assinatura na modalidade de recepção por satélite (D.T.H.).


A empresa de Luis Henrique, localizada na Avenida Pedro Lessa em Santos, foi alvo de busca e apreensão pelo Ministério Público e Polícia Civil, oportunidade em que foram apreendidos centenas de receptores da marca “Azbox”, “Dongles” destinados a recepção de chaves para decriptografar o sinal recebido pelo satélite dos programadores de televisão por assinatura, além de diversos outros tipos de equipamentos.

Também foi apreendido um servidor destinado a transmissão das chaves criptografadas para a abertura da programação de televisão por assinatura, vulgarmente conhecido como “Cardsharing”, com cartões de programadoras de televisão por satélite tais como “Via Embratel” e “Telefônica”.

O “Cardsharing” é conhecido por muitos usuários de receptores de televisão por satélite como uma solução para se ter acesso a certos tipos de canais. Há alguns poucos anos, o “Cardsharing” começou a ser conhecido e utilizado pelos italianos, ingleses e nórdicos, com o objetivo de compartilhar chaves criptografadas de alguns sistemas de proteção de sinais de televisão por assinatura, como por exemplo a exemplo o “Videoguard” da empresa “NDS” utilizado no Brasil pela operadora “SKY”.

Desta forma, utilizando o acesso a uma central de “Cardsharing”, um usuário brasileiro pode receber virtualmente informações de um cartão de acesso a televisão por assinatura de outro usuário, como por exemplo um usuário inglês, e assim ter acesso as chaves para decriptografar a programação que recebe em seu receptor, ficando o inglês com acesso aos canais compartilhados e podendo, ainda, recompartilhá-los com os seus amigos e acessar inúmeros outros canais.
Recentemente, os piratas de sinal de televisão paga na modalidade de satélite desenvolveram uma técnica na qual não é necessário o uso da internet para a transmissão e recepção das chaves criptografadas, técnica esta denominada “Satélite Key Sharing” (SKS), utilizado para isto equipamentos denominados “Dongles”.


O “Dongle” é na realidade um mini receptor de sinais de televisão por satélite que também recebe as chaves que serão utilizadas para abrir a programação de televisão por assinatura, porém, é necessário apenas o apontamento de uma segunda antena para um outro satélite com a finalidade exclusiva de receber as chaves criptografadas que são compartilhadas.

Os equipamentos que eram comercializados pelo responsável pelo site “www.azboxbrasil.tv.br”, já vinham totalmente configurados para acessar sistemas de “Cardsharing”.

Importante destacar que os equipamentos da marca “Azbox” não são homologados pela ANATEL para utilização no Brasil, o que está em contrariedade ao que dispõe o artigo 4º do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, nos termos da Resolução 242, de 30 de novembro de 2000, da agência reguladora nominada,implicando assim na prática do crime de fraude no comércio, estelionato, dentre outros pelos quais os responsáveis serão processados.



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Como é feito o "destravamento" dos videogames?

Abril 28, 2011

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Dá para destravar os videogames mudando a programação com um novo software no console. Todo game moderno tem um programa embutido para ler e rodar os jogos. "Ele busca uma informação codificada no jogo para verificar se é um disco original ou não. Se não for, ele trava.

Então colocamos chips com programas que fazem o game pular essa checagem", diz Leandro Fabres, técnico em eletrônica especializado em videogames. Além de evitarem a leitura do código de segurança, esses chips ajustam o sistema de cores, o tamanho de tela e a área do disco.

Na maioria das vezes, os chips são desenvolvidos por funcionários ou ex-funcionários dos próprios fabricantes, que usam informações privilegiadas para ganhar uma grana. Destravar games é um procedimento legal. Você pode encomendar o serviço para usar um disco de segurança, caso o seu original tenha quebrado, por exemplo. Mas os chips são desenvolvidos a partir de um crime - espionagem industrial -, e copiar jogos para vender ou distribuir, sem a nota fiscal do produto original, é outro tipo de crime: pirataria. :-

Tudo sob controle

Chip cria um "atalho" no funcionamento do programa e tapeia segurança

1. Cada DVD sai de fábrica com um número próprio, e o fabricante dá um jeito de colocar essa seqüência repetida no programa do jogo. Quando você coloca o disco no console, o leitor óptico busca essas duas informações e envia para o software do videogame, que fica numa peça chamada bios

2. O programa do videogame compara as duas informações que o leitor mandou e faz uma checagem. Se os números forem iguais, ele começa a rodar o jogo. Se não, ele trava. Para evitar o destravamento, os fabricantes mudam os códigos de segurança a cada novo modelo ou versão do game

3. Para fazer o destravamento, o técnico cola um chip na parte de baixo da placa-mãe. Ele usa uma tecnologia de soldas empregada em circuitos muito pequenos, como os de celulares, para conectar o chip a dois lugares na placa-mãe do videogame: a bios, onde roda o programa principal, e a unidade de processamento de imagem

4. Dentro do chip existe um programa que "domina" o do videogame - quando você liga o console destravado, o nome do chip aparece antes da marca do fabricante. A partir daí, o chip cancela o procedimento original do videogame, e ele não checa o código de segurança. Daí, a entrada dos DVDs está liberada

Drible no Xbox

Processo para destravar game da Microsoft é diferente

1. Neste game, é o próprio leitor de DVD que faz a checagem e diz para o programa do game se o jogo é original ou não. Para destravá-lo, o leitor da placa-mãe é desconectado e depois ligado a um computador, com um cabo do tipo Sata

2. O computador então reconhece o leitor de DVD do game como uma nova unidade de disco. Aí é só baixar um programa que realize a mesma função dos que existem nos chips, e instalá-lo direto no drive do leitor, sem usar nenhum novo hardware

Como é feito o "destravamento" dos videogames?

Abril 28, 2011

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Dá para destravar os videogames mudando a programação com um novo software no console. Todo game moderno tem um programa embutido para ler e rodar os jogos. "Ele busca uma informação codificada no jogo para verificar se é um disco original ou não. Se não for, ele trava.

Então colocamos chips com programas que fazem o game pular essa checagem", diz Leandro Fabres, técnico em eletrônica especializado em videogames. Além de evitarem a leitura do código de segurança, esses chips ajustam o sistema de cores, o tamanho de tela e a área do disco.

Na maioria das vezes, os chips são desenvolvidos por funcionários ou ex-funcionários dos próprios fabricantes, que usam informações privilegiadas para ganhar uma grana. Destravar games é um procedimento legal. Você pode encomendar o serviço para usar um disco de segurança, caso o seu original tenha quebrado, por exemplo. Mas os chips são desenvolvidos a partir de um crime - espionagem industrial -, e copiar jogos para vender ou distribuir, sem a nota fiscal do produto original, é outro tipo de crime: pirataria. :-

Tudo sob controle

Chip cria um "atalho" no funcionamento do programa e tapeia segurança

1. Cada DVD sai de fábrica com um número próprio, e o fabricante dá um jeito de colocar essa seqüência repetida no programa do jogo. Quando você coloca o disco no console, o leitor óptico busca essas duas informações e envia para o software do videogame, que fica numa peça chamada bios

2. O programa do videogame compara as duas informações que o leitor mandou e faz uma checagem. Se os números forem iguais, ele começa a rodar o jogo. Se não, ele trava. Para evitar o destravamento, os fabricantes mudam os códigos de segurança a cada novo modelo ou versão do game

3. Para fazer o destravamento, o técnico cola um chip na parte de baixo da placa-mãe. Ele usa uma tecnologia de soldas empregada em circuitos muito pequenos, como os de celulares, para conectar o chip a dois lugares na placa-mãe do videogame: a bios, onde roda o programa principal, e a unidade de processamento de imagem

4. Dentro do chip existe um programa que "domina" o do videogame - quando você liga o console destravado, o nome do chip aparece antes da marca do fabricante. A partir daí, o chip cancela o procedimento original do videogame, e ele não checa o código de segurança. Daí, a entrada dos DVDs está liberada

Drible no Xbox

Processo para destravar game da Microsoft é diferente

1. Neste game, é o próprio leitor de DVD que faz a checagem e diz para o programa do game se o jogo é original ou não. Para destravá-lo, o leitor da placa-mãe é desconectado e depois ligado a um computador, com um cabo do tipo Sata

2. O computador então reconhece o leitor de DVD do game como uma nova unidade de disco. Aí é só baixar um programa que realize a mesma função dos que existem nos chips, e instalá-lo direto no drive do leitor, sem usar nenhum novo hardware

Hotfile suspende contas dos "piratas"

Abril 07, 2011

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Parece que as várias pressões sobre o Hotfile, como o processo em tribunal levantado pela MPAA  já estão a conseguir resultados. Segundo o TorrentFreak, o Hotfile começou recentemente a suspender as contas dos utilizadores que colocam repetidamente no site ficheiros em violação de direitos de autor. Vários uploaders confessaram que usavam o Hotfile para colocar filmes e séries de TV, alguns há já 2 anos, recebendo semanalmente os pagamentos respectivos aos muitos downloads que esses ficheiros tinham. Agora viram as suas contas canceladas, todos os seus ficheiros removidos, e os montantes em dívida ficaram retidos (num caso eram mil dólares). Isto para além do Hotfile já ser, dentro dos sites do género, o mais rápido a apagar os ficheiros que lhe são reportados como violadores direitos de autor.

Nada impede porém a criação de novas contas. Resta saber se o Hotfile vai continuar a cancelar agressivamente as contas dos uploaders ou se isto é apenas uma manobra para mostrar em tribunal que até fazem alguma coisa para combater a “pirataria”. Uma coisa é certa: não faltam outros sites de alojamento de ficheiros para onde estes uploaders poderão migrar e continuar as suas actividades (UserShare, FileSonic, FileServe, 4shared, etc, etc).

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HOTFILE

TORRENT FREAK

Hotfile suspende contas dos "piratas"

Abril 07, 2011

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Parece que as várias pressões sobre o Hotfile, como o processo em tribunal levantado pela MPAA  já estão a conseguir resultados. Segundo o TorrentFreak, o Hotfile começou recentemente a suspender as contas dos utilizadores que colocam repetidamente no site ficheiros em violação de direitos de autor. Vários uploaders confessaram que usavam o Hotfile para colocar filmes e séries de TV, alguns há já 2 anos, recebendo semanalmente os pagamentos respectivos aos muitos downloads que esses ficheiros tinham. Agora viram as suas contas canceladas, todos os seus ficheiros removidos, e os montantes em dívida ficaram retidos (num caso eram mil dólares). Isto para além do Hotfile já ser, dentro dos sites do género, o mais rápido a apagar os ficheiros que lhe são reportados como violadores direitos de autor.

Nada impede porém a criação de novas contas. Resta saber se o Hotfile vai continuar a cancelar agressivamente as contas dos uploaders ou se isto é apenas uma manobra para mostrar em tribunal que até fazem alguma coisa para combater a “pirataria”. Uma coisa é certa: não faltam outros sites de alojamento de ficheiros para onde estes uploaders poderão migrar e continuar as suas actividades (UserShare, FileSonic, FileServe, 4shared, etc, etc).

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ACAPOR entrega DVD com mais de mil IP nacionais na Procuradoria-Geral da República

Abril 07, 2011

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) recebeu esta quinta-feira mais de mil denúncias de pirataria na Internet. As denúncias, entregues pela Associação do Comércio Audiovisual, Obras Culturais e de Entretenimento de Portugal (ACAPOR), identificam mais de mil IP nacionais.

«Este DVD contém mais mil denúncias de mais mil IP nacionais que continuam a fazer partilha ilegal de obras culturais, nomeadamente filmes», disse à Lusa o presidente da ACAPOR, Nuno Pereira, à porta da PGR, em Lisboa. O responsável deixou a garantia que a associação vai «continuar com esta operação».

Esta não é a primeira vez que a ACAPOR entrega denúncias na PGR. Em Janeiro deste ano já tinham sido entregues as primeiras mil. Até ao momento a associação não teve «qualquer tipo de resposta». Uma situação que Nuno Pereira considera «normal», uma vez que apenas passaram três meses.

A ACAPOR espera que o Ministério Público «cumpra a lei, abra inquérito e promova as investigações necessárias para descobrir as provas dos ilícitos praticados».

A apresentação de queixas por partilha ilegal de ficheiros na procuradoria não é inédita. Em 2006 a AFP já tinha também feito denúncias. Das 20 queixas apresentadas, apenas um utilizador foi condenado.

Em 2009 foi introduzida uma alteração no Código do Processo Penal, que permite às entidades judiciárias pedirem aos operadores de Internet a identificação dos utentes pelo crime de usurpação de direitos.

ACAPOR

ACAPOR entrega DVD com mais de mil IP nacionais na Procuradoria-Geral da República

Abril 07, 2011

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) recebeu esta quinta-feira mais de mil denúncias de pirataria na Internet. As denúncias, entregues pela Associação do Comércio Audiovisual, Obras Culturais e de Entretenimento de Portugal (ACAPOR), identificam mais de mil IP nacionais.

«Este DVD contém mais mil denúncias de mais mil IP nacionais que continuam a fazer partilha ilegal de obras culturais, nomeadamente filmes», disse à Lusa o presidente da ACAPOR, Nuno Pereira, à porta da PGR, em Lisboa. O responsável deixou a garantia que a associação vai «continuar com esta operação».

Esta não é a primeira vez que a ACAPOR entrega denúncias na PGR. Em Janeiro deste ano já tinham sido entregues as primeiras mil. Até ao momento a associação não teve «qualquer tipo de resposta». Uma situação que Nuno Pereira considera «normal», uma vez que apenas passaram três meses.

A ACAPOR espera que o Ministério Público «cumpra a lei, abra inquérito e promova as investigações necessárias para descobrir as provas dos ilícitos praticados».

A apresentação de queixas por partilha ilegal de ficheiros na procuradoria não é inédita. Em 2006 a AFP já tinha também feito denúncias. Das 20 queixas apresentadas, apenas um utilizador foi condenado.

Em 2009 foi introduzida uma alteração no Código do Processo Penal, que permite às entidades judiciárias pedirem aos operadores de Internet a identificação dos utentes pelo crime de usurpação de direitos.

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