Investigadores das Universidades de Manchester, no Reino Unido, e Ohio, nos EUA, fizeram um estudo sobre a Via Láctea e descobriram que existem planetas maiores do que a Terra que podem ser compostos por 50 por cento de diamantes.

Em Agosto, uma outra equipa descobriu um destes astros diamantes a 4 500 anos luz da Terra, com apenas 60 mil quilómetros de diâmetro, noticia o «El Mundo».

«É difícil saber quantos são, mas pensamos que representam uma percentagem de todos os planetas terrestres que existem», diz Wendy Panero da Universidade de Ohio.

Os investigadores chegaram a esta conclusão através de uma experiência realizada num laboratório da Universidade de Ohio, onde fizeram uma reconstituição das temperaturas e pressões que estão debaixo da crosta da Terra, para determinar a formação das pedras preciosas e entender o que acontece com o carbono nos outros planetas do Sistema Solar.
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Astrónomos de um instituto de investigação de Grenoble, em França, e do Observatório Europeu Austral obtiveram as primeiras imagens de uma estrela «canibalizada» pela sua companheira estelar, anunciou esta quinta-feira o Centro Nacional da Investigação Científica (CNRS).

Graças a um telescópio virtual de 130 metros de diâmetro que alia dois instrumentos de medida instalados no Chile, os cientistas puderam observar com uma precisão «inédita» a SS Leporis, um sistema de estrelas binário «atípico», precisa o CNRS em comunicado citado pela agência France-Presse.

Os astrónomos suspeitam que a estrela menos evoluída «canibalizou» a sua companheira mais velha, uma gigante vermelha e fria, paradoxalmente menos maciça. De acordo com os cientistas do CNRS, a estrela gigante terá «cedido perto de metade da sua massa inicial (¿) sob a forma de um vento estelar (¿) capturado pelo astro mais quente».

Situadas na constelação de Lièvre, as duas estrelas da SS Leporis têm uma distância ligeiramente superior à distância entre o Sol e a Terra.

As observações permitiram igualmente aos cientistas provar que a estrela gigante vermelha é mais pequena do que se previa, sendo o seu tamanho comparável à órbita de Mercúrio


This zoom sequence starts with a broad view of the spectacular Milky Way. We close in on the small constellation of Lepus (The Hare), next to the familiar figure of Orion (The Hunter) and focus on the star, SS Leporis, which is faintly visible to the unaided eye. The final stage takes an extraordinarily close look at this unusual double star using the VLT Interferometer at ESO's Paranal Observatory. These remarkably sharp images — 50 times sharper than those from the NASA/ESA Hubble Space Telescope — not only allow astronomers to watch the two stars in orbit around each other, but also show the larger of the two as a clear disc.

Credit: ESO/Digitized Sky Survey 2/Nick Risinger (skysurvey.org)/PIONIER/IPAG. Music: John Dyson (from the album Moonwind)
publicado por sattotal às 13:16 | link do post
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Astrónomos de um instituto de investigação de Grenoble, em França, e do Observatório Europeu Austral obtiveram as primeiras imagens de uma estrela «canibalizada» pela sua companheira estelar, anunciou esta quinta-feira o Centro Nacional da Investigação Científica (CNRS).

Graças a um telescópio virtual de 130 metros de diâmetro que alia dois instrumentos de medida instalados no Chile, os cientistas puderam observar com uma precisão «inédita» a SS Leporis, um sistema de estrelas binário «atípico», precisa o CNRS em comunicado citado pela agência France-Presse.

Os astrónomos suspeitam que a estrela menos evoluída «canibalizou» a sua companheira mais velha, uma gigante vermelha e fria, paradoxalmente menos maciça. De acordo com os cientistas do CNRS, a estrela gigante terá «cedido perto de metade da sua massa inicial (¿) sob a forma de um vento estelar (¿) capturado pelo astro mais quente».

Situadas na constelação de Lièvre, as duas estrelas da SS Leporis têm uma distância ligeiramente superior à distância entre o Sol e a Terra.

As observações permitiram igualmente aos cientistas provar que a estrela gigante vermelha é mais pequena do que se previa, sendo o seu tamanho comparável à órbita de Mercúrio


This zoom sequence starts with a broad view of the spectacular Milky Way. We close in on the small constellation of Lepus (The Hare), next to the familiar figure of Orion (The Hunter) and focus on the star, SS Leporis, which is faintly visible to the unaided eye. The final stage takes an extraordinarily close look at this unusual double star using the VLT Interferometer at ESO's Paranal Observatory. These remarkably sharp images — 50 times sharper than those from the NASA/ESA Hubble Space Telescope — not only allow astronomers to watch the two stars in orbit around each other, but also show the larger of the two as a clear disc.

Credit: ESO/Digitized Sky Survey 2/Nick Risinger (skysurvey.org)/PIONIER/IPAG. Music: John Dyson (from the album Moonwind)
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NASA confirmou hoje a existência de um planeta na zona orbital habitável do sistema planetário Kepler 22, a 600 anos-luz da Terra, no qual poderá haver condições para a formação de água em estado líquido.


Com esta descoberta, sobe para três o número de planetas fora do Sistema Solar em zona orbital habitável.


Segundo as agências internacionais de notícias, é a primeira vez que a agência espacial norte-americana confirma a existência de um planeta numa zona orbital habitável fora do Sistema Solar.

A zona orbital habitável é a região perto de uma estrela que tem as temperaturas adequadas para que exista água líquida, principal componente da vida no 'planeta azul'.

O novo planeta, Kepler 22-b, detetado pela sonda com o mesmo nome, é maior do que a Terra, mas desconhece-se ainda a sua composição.

Para os cientistas, no entanto, está cada vez mais próxima a descoberta de um planeta parecido com a Terra. O Kepler 22-b orbita em 290 dias uma estrela semelhante ao Sol, ainda que mais pequena e fria. Lançada em março de 2009, a sonda Kepler tem por missão procurar planetas-irmãos da Terra suscetíveis de ter vida, observando mais de cem mil estrelas parecidas com o Sol.

Durante dois anos foram identificados 2.326 candidatos a planetas, dos quais 207 com um tamanho aproximado da Terra e 680 com dimensões maiores.

Em maio, o Centro francês de Investigação Científica anunciou que um dos planetas que orbita a estrela-anã Gliese 581 poderá revelar-se 'habitável', com um clima propício à presença de água líquida e de vida.

Já em agosto, astrónomos suíços confirmaram a existência de um outro exoplaneta (planeta fora do Sistema Solar) em zona orbital habitável, o HD 85512b.
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NASA confirmou hoje a existência de um planeta na zona orbital habitável do sistema planetário Kepler 22, a 600 anos-luz da Terra, no qual poderá haver condições para a formação de água em estado líquido.


Com esta descoberta, sobe para três o número de planetas fora do Sistema Solar em zona orbital habitável.


Segundo as agências internacionais de notícias, é a primeira vez que a agência espacial norte-americana confirma a existência de um planeta numa zona orbital habitável fora do Sistema Solar.

A zona orbital habitável é a região perto de uma estrela que tem as temperaturas adequadas para que exista água líquida, principal componente da vida no 'planeta azul'.

O novo planeta, Kepler 22-b, detetado pela sonda com o mesmo nome, é maior do que a Terra, mas desconhece-se ainda a sua composição.

Para os cientistas, no entanto, está cada vez mais próxima a descoberta de um planeta parecido com a Terra. O Kepler 22-b orbita em 290 dias uma estrela semelhante ao Sol, ainda que mais pequena e fria. Lançada em março de 2009, a sonda Kepler tem por missão procurar planetas-irmãos da Terra suscetíveis de ter vida, observando mais de cem mil estrelas parecidas com o Sol.

Durante dois anos foram identificados 2.326 candidatos a planetas, dos quais 207 com um tamanho aproximado da Terra e 680 com dimensões maiores.

Em maio, o Centro francês de Investigação Científica anunciou que um dos planetas que orbita a estrela-anã Gliese 581 poderá revelar-se 'habitável', com um clima propício à presença de água líquida e de vida.

Já em agosto, astrónomos suíços confirmaram a existência de um outro exoplaneta (planeta fora do Sistema Solar) em zona orbital habitável, o HD 85512b.
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Craig Attebery/ JPL
Esta imagem artística imagina a superfície de Titã, com o “crepúsculo” de Saturno ao fundo e as sondas Huygens e Cassini, da Nasa, na sua atmosfera, composta principalmente de nitrogênio e metano

Os mais 'habitáveis'


A lua de Saturno Titã e o exoplaneta Gliese 581g estão entre os planetas e luas mais propensos à existência de vida extraterrestre, segundo um artigo científico publicado por pesquisadores americanos.


O estudo da Universidade de Washington criou um ranking que ordena os planetas segundo a sua semelhança com a Terra e de acordo com condições para abrigar outras formas de vida.


Segundo os resultados publicados na revista acadêmica 'Astrobiology', a maior semelhança com a Terra foi demonstrada por Gliese 581g, um exoplaneta - ou seja, localizado fora do Sistema Solar - de cuja existência muitos astrônomos duvidam.

Em seguida, no mesmo critério, veio Gliese 581d, que é parte do mesmo sistema. O sistema Gliese 581 é formado por quatro - e possivelmente cinco - planetas orbitando a mesma estrela anã a mais de 20 anos-luz da Terra, na constelação de Libra.

Condições favoráveis Um dos autores do estudo, Dirk Schulze-Makuch, explicou que os rankings foram elaborados com base em dois indicadores.

O Índice de Similaridade com a Terra (ESI, na sigla em inglês) ordenou os planetas e luas de acordo com a sua similaridade com o nosso planeta, levando em conta fatores como o tamanho, a densidade e a distância de sua estrela-mãe.

Já o Índice de 'Habitabilidade' Planetária (PHI, sigla também em inglês) analisou fatores como a existência de uma superfície rochosa ou congelada, ou de uma atmosfera ou um campo magnético.

Também foi avaliada a energia à disposição de organismos, seja através da luz de uma estrela-mãe ou de um processo chamado de aceleração de maré, no qual um planeta ou lua é aquecido internamente ao interagir gravitacionalmente com um satélite.
Por fim, o PHI leva em consideração a química dos planetas, como a presença ou ausência de elementos orgânicos, e se solventes líquidos estão disponíveis para reações químicas.


'Habitáveis' No critério da 'habitabilidade', a lua Titã, que orbita ao redor de Saturno, ficou em primeiro lugar, seguida da lua Europa, que orbita Marte e Júpiter.

Os cientistas acreditam que Europa contenha um oceano aquático subterrâneo aquecido por aceleração de maré.


O estudo contribuirá para iniciativas que, nos últimos tempos, têm reforçado a busca por vida extraterrestre.


Desde que foi lançado em órbita em 2009, o telescópio espacial Kepler, da Nasa, a agência espacial americana, já encontrou mais de mil planetas com potencial para abrigar formas de vida.


No futuro, os cientistas creem que os telescópios sejam capazes de identificar os chamados 'bioindicadores' - indicadores da vida, como presença de clorofila, pigmento presente nas plantas - na luz emitida por planetas distantes.
publicado por sattotal às 22:26 | link do post
Craig Attebery/ JPL
Esta imagem artística imagina a superfície de Titã, com o “crepúsculo” de Saturno ao fundo e as sondas Huygens e Cassini, da Nasa, na sua atmosfera, composta principalmente de nitrogênio e metano

Os mais 'habitáveis'


A lua de Saturno Titã e o exoplaneta Gliese 581g estão entre os planetas e luas mais propensos à existência de vida extraterrestre, segundo um artigo científico publicado por pesquisadores americanos.


O estudo da Universidade de Washington criou um ranking que ordena os planetas segundo a sua semelhança com a Terra e de acordo com condições para abrigar outras formas de vida.


Segundo os resultados publicados na revista acadêmica 'Astrobiology', a maior semelhança com a Terra foi demonstrada por Gliese 581g, um exoplaneta - ou seja, localizado fora do Sistema Solar - de cuja existência muitos astrônomos duvidam.

Em seguida, no mesmo critério, veio Gliese 581d, que é parte do mesmo sistema. O sistema Gliese 581 é formado por quatro - e possivelmente cinco - planetas orbitando a mesma estrela anã a mais de 20 anos-luz da Terra, na constelação de Libra.

Condições favoráveis Um dos autores do estudo, Dirk Schulze-Makuch, explicou que os rankings foram elaborados com base em dois indicadores.

O Índice de Similaridade com a Terra (ESI, na sigla em inglês) ordenou os planetas e luas de acordo com a sua similaridade com o nosso planeta, levando em conta fatores como o tamanho, a densidade e a distância de sua estrela-mãe.

Já o Índice de 'Habitabilidade' Planetária (PHI, sigla também em inglês) analisou fatores como a existência de uma superfície rochosa ou congelada, ou de uma atmosfera ou um campo magnético.

Também foi avaliada a energia à disposição de organismos, seja através da luz de uma estrela-mãe ou de um processo chamado de aceleração de maré, no qual um planeta ou lua é aquecido internamente ao interagir gravitacionalmente com um satélite.
Por fim, o PHI leva em consideração a química dos planetas, como a presença ou ausência de elementos orgânicos, e se solventes líquidos estão disponíveis para reações químicas.


'Habitáveis' No critério da 'habitabilidade', a lua Titã, que orbita ao redor de Saturno, ficou em primeiro lugar, seguida da lua Europa, que orbita Marte e Júpiter.

Os cientistas acreditam que Europa contenha um oceano aquático subterrâneo aquecido por aceleração de maré.


O estudo contribuirá para iniciativas que, nos últimos tempos, têm reforçado a busca por vida extraterrestre.


Desde que foi lançado em órbita em 2009, o telescópio espacial Kepler, da Nasa, a agência espacial americana, já encontrou mais de mil planetas com potencial para abrigar formas de vida.


No futuro, os cientistas creem que os telescópios sejam capazes de identificar os chamados 'bioindicadores' - indicadores da vida, como presença de clorofila, pigmento presente nas plantas - na luz emitida por planetas distantes.
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A Roscosmos, agência espacial russa, anunciou nesta terça-feira(22) que a sonda Fobos-Grunt, que deveria seguir para Marte, está perdida na órbita terrestre e pode mesmo cair na Terra.

«Não recebemos informações da estação. Simplesmente não entendemos o que aconteceu», admitiu Vitaly Davydov, subdirector da agência, que ressalvou que a falta de dados não permite aos especialistas estabelecer as causas da conduta anómala da estação, noticia a agência EFE.

Davydov explicou que a sonda Fobos-Grunt poderá entrar nas camadas densas da atmosfera e cair na Terra entre o fim de Dezembro e Fevereiro de 2012.

«É interessante como se comportará (a estação), porque tem combustível a bordo. Se o combustível explodir, será de uma forma, e se não houver explosão, de outra», disse.

Por esse motivo, detalhou que não é possível dizer de antemão que tipo de fragmentos da Fobos-Grunt alcançarão a superfície terrestre.

Segundo o subdirector da Roscomos, o que chegará até ao solo, sem dúvida nenhuma, é a cápsula da Fobos-Grunt, que devia trazer 200 gramas de amostras do solo da lua marciana.

Acrescentou que, de qualquer maneira, a Roscosmos poderá informar as coordenadas da região onde cairão os fragmentos da estação, somente com 24 horas de antecedência.

 
publicado por sattotal às 12:12 | link do post
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A Roscosmos, agência espacial russa, anunciou nesta terça-feira(22) que a sonda Fobos-Grunt, que deveria seguir para Marte, está perdida na órbita terrestre e pode mesmo cair na Terra.

«Não recebemos informações da estação. Simplesmente não entendemos o que aconteceu», admitiu Vitaly Davydov, subdirector da agência, que ressalvou que a falta de dados não permite aos especialistas estabelecer as causas da conduta anómala da estação, noticia a agência EFE.

Davydov explicou que a sonda Fobos-Grunt poderá entrar nas camadas densas da atmosfera e cair na Terra entre o fim de Dezembro e Fevereiro de 2012.

«É interessante como se comportará (a estação), porque tem combustível a bordo. Se o combustível explodir, será de uma forma, e se não houver explosão, de outra», disse.

Por esse motivo, detalhou que não é possível dizer de antemão que tipo de fragmentos da Fobos-Grunt alcançarão a superfície terrestre.

Segundo o subdirector da Roscomos, o que chegará até ao solo, sem dúvida nenhuma, é a cápsula da Fobos-Grunt, que devia trazer 200 gramas de amostras do solo da lua marciana.

Acrescentou que, de qualquer maneira, a Roscosmos poderá informar as coordenadas da região onde cairão os fragmentos da estação, somente com 24 horas de antecedência.

 
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Think Science, Technology, Engineering, and Math (STEM) is just for boys? We think differently; visit http://women.nasa.gov/a2i/ to find your inspiration!

STEM fields have long been perceived as being male dominated areas. However, in this film we take a look at how women have had important and significant impacts in STEM fields. Where will you take us tomorrow?

 
publicado por sattotal às 12:01 | link do post

Think Science, Technology, Engineering, and Math (STEM) is just for boys? We think differently; visit http://women.nasa.gov/a2i/ to find your inspiration!

STEM fields have long been perceived as being male dominated areas. However, in this film we take a look at how women have had important and significant impacts in STEM fields. Where will you take us tomorrow?

 
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http://women.nasa.gov/a2i/

A NASA quer mais mulheres dedicadas à ciência e quer incentivar jovens estudantes a seguir as áreas de engenharia, matemática e tecnologia, pelo que nesta terça-feira criou um novo site.

O site http://women.nasa.gov/a2i/  contém vídeos onde se pode ver e saber mais sobre as mulheres da NASA, as suas carreiras, formação e como começaram a trabalhar para a agência espacial dos EUA, noticia o site espanhol «20minutos».

«Temos a oportunidade de alcançar a próxima geração e inspirar a juventude de hoje para prosseguir uma carreira em ciência e tecnologia», disse Rebecca Keiser, representante da NASA.

O site inclui quatro contas de Twitter, uma para cada um dos temas, onde os alunos podem interagir e enviar as suas perguntas aos cientistas.

Segundo a NASA, dos 18.544 empregados que a NASA tem em todos os seus centros, 6.539 são mulheres.
publicado por sattotal às 11:56 | link do post
http://women.nasa.gov/a2i/

A NASA quer mais mulheres dedicadas à ciência e quer incentivar jovens estudantes a seguir as áreas de engenharia, matemática e tecnologia, pelo que nesta terça-feira criou um novo site.

O site http://women.nasa.gov/a2i/  contém vídeos onde se pode ver e saber mais sobre as mulheres da NASA, as suas carreiras, formação e como começaram a trabalhar para a agência espacial dos EUA, noticia o site espanhol «20minutos».

«Temos a oportunidade de alcançar a próxima geração e inspirar a juventude de hoje para prosseguir uma carreira em ciência e tecnologia», disse Rebecca Keiser, representante da NASA.

O site inclui quatro contas de Twitter, uma para cada um dos temas, onde os alunos podem interagir e enviar as suas perguntas aos cientistas.

Segundo a NASA, dos 18.544 empregados que a NASA tem em todos os seus centros, 6.539 são mulheres.
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Objectivo é continuar a procurar sinais de vida no planeta


A NASA lança este sábado uma missão a Marte que tem como objectivo responder à antiga questão sobre se há vida fora da Terra.

O lançamento do foguetão Atlas V está previsto para as 15 horas de Lisboa.


Deve chegar ao planeta vermelho em Agosto de 2012, com o mais avançado veículo espacial até agora construído a bordo, que tem o nome de Curiosity.

 
publicado por sattotal às 11:48 | link do post
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Objectivo é continuar a procurar sinais de vida no planeta


A NASA lança este sábado uma missão a Marte que tem como objectivo responder à antiga questão sobre se há vida fora da Terra.

O lançamento do foguetão Atlas V está previsto para as 15 horas de Lisboa.


Deve chegar ao planeta vermelho em Agosto de 2012, com o mais avançado veículo espacial até agora construído a bordo, que tem o nome de Curiosity.

 
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Os astronautas da Estação Espacial Internacional fotografaram a aurora desde Agosto até Outubro e agora há um vídeo que mostra toda a sequência.

Nas imagens pode ver-se uma luz verde a formar-se à volta da Terra.

As auroras são provocadas pela interferência de tempestades solares com a atmosfera e têm sido mais comuns do que o habitual nos últimos meses.



Sequências de fotos em time-lapse tiradas pela pela tripulação da «Expedição 28 e 29» a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS) entre Agosto e outubro de 2011.

As imagens foram tiradas com uma «Special low-light 4K-camera».

Image Courtesy of the Image Science & Analysis Laboratory,
NASA Johnson Space Center, The Gateway to Astronaut Photography of Earth
eol.jsc.nasa.gov

Editing: Michael König | www.koenigm.com

Lugares fotografos por ordem de aparição:

1. Aurora Borealis sobre os EUA à noite
2. Aurora Borealis e a Costa Leste dos EUA à noite
3. Aurora Australis de Madagáscar até a região Sudoeste da Austrália
4. Aurora Australis a Sul da Austrália
5. Costa Noroeste dos EUA até à região Centro da América do Sul à noite
6. Aurora Australis do Oceano Pacífico Sul para o Oceano Pacífico Norte
7. Meia volta ao mundo
8. Passagem à noite sobre a África Central e o Médio Oriente
9. Passagem à noite sobre o deserto do Saara e o Médio Oriente
10. Passagem sobre o Canadá e o Centro dos EUA à noite
11. Passagem sobre o Sul da Califórnia até Hudson Bay
12. Ilhas no Mar das Filipinas à noite
13. Passagem sobre a Ásia Oriental, o Mar das Filipinas e Guam
14. Avistamento do Médio Oriente à noite
15. Passgem à noite sobre o Mar Mediterrâneo
16. Aurora Borealis e os EUA à noite
17. Aurora Australis ao longo do Oceano Índico
18. Europa de Leste até o Sudeste Asiático à noite
publicado por sattotal às 21:28 | link do post
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Os astronautas da Estação Espacial Internacional fotografaram a aurora desde Agosto até Outubro e agora há um vídeo que mostra toda a sequência.

Nas imagens pode ver-se uma luz verde a formar-se à volta da Terra.

As auroras são provocadas pela interferência de tempestades solares com a atmosfera e têm sido mais comuns do que o habitual nos últimos meses.



Sequências de fotos em time-lapse tiradas pela pela tripulação da «Expedição 28 e 29» a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS) entre Agosto e outubro de 2011.

As imagens foram tiradas com uma «Special low-light 4K-camera».

Image Courtesy of the Image Science & Analysis Laboratory,
NASA Johnson Space Center, The Gateway to Astronaut Photography of Earth
eol.jsc.nasa.gov

Editing: Michael König | www.koenigm.com

Lugares fotografos por ordem de aparição:

1. Aurora Borealis sobre os EUA à noite
2. Aurora Borealis e a Costa Leste dos EUA à noite
3. Aurora Australis de Madagáscar até a região Sudoeste da Austrália
4. Aurora Australis a Sul da Austrália
5. Costa Noroeste dos EUA até à região Centro da América do Sul à noite
6. Aurora Australis do Oceano Pacífico Sul para o Oceano Pacífico Norte
7. Meia volta ao mundo
8. Passagem à noite sobre a África Central e o Médio Oriente
9. Passagem à noite sobre o deserto do Saara e o Médio Oriente
10. Passagem sobre o Canadá e o Centro dos EUA à noite
11. Passagem sobre o Sul da Califórnia até Hudson Bay
12. Ilhas no Mar das Filipinas à noite
13. Passagem sobre a Ásia Oriental, o Mar das Filipinas e Guam
14. Avistamento do Médio Oriente à noite
15. Passgem à noite sobre o Mar Mediterrâneo
16. Aurora Borealis e os EUA à noite
17. Aurora Australis ao longo do Oceano Índico
18. Europa de Leste até o Sudeste Asiático à noite
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NASA capta aurora sobre o Pacífico (NASA)

Os astronautas da Estação Espacial Internacional captaram uma imagem extraordinária e rara de uma Aurora Australis, que se formou sobre o Oceano Pacífico. A fotografia foi tirada a 18 de Setembro, mas só foi divulgada esta terça-feira pela Agência Reuters.

As auroras são provocadas pela interferência de tempestades solares com a atmosfera e têm sido mais comuns do que o habitual nos últimos meses. Mais comuns, mas, mesmo assim, extraordinariamente bela.
publicado por sattotal às 21:20 | link do post
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NASA capta aurora sobre o Pacífico (NASA)

Os astronautas da Estação Espacial Internacional captaram uma imagem extraordinária e rara de uma Aurora Australis, que se formou sobre o Oceano Pacífico. A fotografia foi tirada a 18 de Setembro, mas só foi divulgada esta terça-feira pela Agência Reuters.

As auroras são provocadas pela interferência de tempestades solares com a atmosfera e têm sido mais comuns do que o habitual nos últimos meses. Mais comuns, mas, mesmo assim, extraordinariamente bela.
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A sonda «Cassini» registou em Dezembro de 2010 uma pequena nuvem branca na superfície de Saturno, ainda pouco visível para os cientistas.

A pequena nuvem branca marcou o início de uma das maiores e mais longas tempestades registadas em Saturno, que durou 200 dias e se estendeu a uma área de 15 mil quilómetros no Norte do planeta, noticia a NASA.

Durante quase um ano a sonda «Cassini» filmou a tempestade que terminou em Junho deste ano, embora as nuvens de turbulência geradas ainda se mantenham na superfície de Saturno.

A atmosfera de Saturno e os seus anéis são mostrados na imagem numa composição colorida falsa feita a partir de 12 imagens tiradas com luz infravermelha através de filtros que são sensíveis a diferentes graus de absorção de metano.

As cores vermelha e laranja, nesta imagem, indicam nuvens que estão profundas na atmosfera. A cor verde e amarelo, a mais visível no topo da imagem, indicam a existência de nuvens intermediárias. O branco e o azul indicam nuvens altas e neblina.

Andrew Ingersoll, membro da equipa da sonda «Cassini», disse que «a tempestade de Saturno parece-se mais com um vulcão do que com uma ocorrência climática terrestre», noticia a agência EFE.

Ingersoll disse ainda que «a pressão acumula-se durante vários anos antes que a tempestade se instale» e que «o grande mistério é que não há rochas para resistir à pressão e atrasar a erupção durante tantos anos».

No ano passado a NASA decidiu prolongar a sua missão até 2017, o que permitirá aos cientistas estudar as mudanças climáticas no planeta e nas suas luas.
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