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Garotos de Aluguel

Fevereiro 04, 2012

sattotal


Nas calçadas das grandes cidades, eles se exibem, exercem a profissão que escolheram seguir. Um estilo de vida polêmico. Enfrentam preconceito, discriminação. São os garotos de aluguel.

O Conexão Repórter desvendou os bastidores desta polêmica profissão. Durante dias, nos infiltramos no universo dos jovens que vivem do sexo. É na penumbra da cidade que não descansa, que personagens começam a surgir. O centro da cidade é o cenário escolhido por homens e mulheres que trabalham na noite.

Na chamada "etiqueta dos profissionais do sexo", os territórios são bem demarcados e há espaço para todos os gêneros: homens, mulheres  e travestis. As mulheres ficam próximas às boates onde acontecem shows de striptease e sexo ao vivo. Os homens migram para regiões rotuladas de "redutos gays", como o largo do arouche.

No passeio pela rua, adotada pelos garotos de programa, a primeira impressão: são manequins vivos em uma espécie de vitrine. Todos prontos para serem comprados. Mas quem são esses garotos? O que pensam? Por que vendem o corpo?




Nosso produtor se prepara para um desafio. Durante algumas semanas ele será Alexandre, um garoto que tenta fazer programa pela primeira vez em São Paulo. Para entrar na pele de um profissional do sexo é preciso usar as mesmas roupas, ter o mesmo corte de cabelo, usar os mesmos códigos. Transformação concluída, saímos às ruas.

Nossa equipe se aproxima do centro de São Paulo, na região do Largo do Arouche, tão disputada pelos garotos. Na calçada, jovens esperam os clientes que passam de carro. Estrategicamente, ficamos em um ponto da rua onde possamos registrar tudo, sem que ninguém perceba. Nosso produtor se posiciona e entra em ação. Alexandre vai ganhando a simpatia do grupo e consegue falar sobre outras questões que envolvem a rotina dos garotos de aluguel.

Madrugada adentro, surgem as revelações. O medo é sentimento constante no universo dos garotos de programa. Nas ruas, a vulnerabilidade é maior, tanto para os chamados michês, quanto para os clientes. Por isso, na era da tecnologia, as facilidades do mundo virtual vem bem a calhar.






A prostituição via internet ganha cada vez mais espaço, um mercado bastante lucrativo. Há 5 anos Harry trabalha como garoto de programa. Sua ferramenta de trabalho é o computador. No apartamento onde mora, no centro de São Paulo, ele se prepara para mais um encontro.

Harry deixa claro que existe uma diferença grande entre os garotos que trabalham na rua e profissionais, que como ele, que apostam na internet para vender o corpo. Para ele um dos segredos da profissão é investir pesado na aparência. Ele está feliz com a profissão que escolheu.

O status que tem hoje foi conquistado em terras estrangeiras.






Mais uma noite em São Paulo e desta vez, Alexandre vai até outro ponto de prostituição concorrido entre os garotos de programa. Estamos no parque do Ibirapuera, zona sul de São Paulo. Este lugar é chamado de Autorama, um conhecido ponto de encontro de homossexuais. À noite, o estacionamento se transforma em uma espécie de feira livre do sexo. Observando o movimento é fácil decifrar porque o local foi batizado de Autorama. Como em uma pista de corrida, carros trafegam e motoristas seguem em busca de sexo casual. O ponto é um dos preferidos entre os michês.

O Parque Trianon, região nobre de São Paulo é outro lugar muito disputado entre os michês em atividade. Nosso desafio é tentar registrar a rotina dos rapazes conhecidos como "garotos do trianon ". Na pele de Alexandre nosso produtor tenta a sorte e ocupa seu lugar na calçada. A primeira abordagem não demora. O dono do pedaço se apresenta e impõe as regras. Depois da conversa Alexandre é liberado para trabalhar, assim como os outros, que de uma maneira controversa, conquistaram seu espaço na calçada mais disputada de São Paulo.

De um lado garotos expostos como mercadorias, do outro clientes em busca de satisfação. Um universo obscuro contestado por muitos, mas que ao mesmo tempo aguça a curiosidade de pessoas disposta a pagar qualquer preço pelo prazer. Trata-se de um universo cercado de incertezas e riscos e preconceitos. Para alguns uma necessidade desesperada de sobrevivência. Para outros, um caminho nebuloso para um lucro fácil. Esta está longe de ser uma história de vencedores e vencidos. A conclusão cabe a cada um de nós.

Créditos - SBT
Programa:- CONEXÃO REPÓRTER

Garotos de Aluguel

Fevereiro 04, 2012

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Nas calçadas das grandes cidades, eles se exibem, exercem a profissão que escolheram seguir. Um estilo de vida polêmico. Enfrentam preconceito, discriminação. São os garotos de aluguel.

O Conexão Repórter desvendou os bastidores desta polêmica profissão. Durante dias, nos infiltramos no universo dos jovens que vivem do sexo. É na penumbra da cidade que não descansa, que personagens começam a surgir. O centro da cidade é o cenário escolhido por homens e mulheres que trabalham na noite.

Na chamada "etiqueta dos profissionais do sexo", os territórios são bem demarcados e há espaço para todos os gêneros: homens, mulheres  e travestis. As mulheres ficam próximas às boates onde acontecem shows de striptease e sexo ao vivo. Os homens migram para regiões rotuladas de "redutos gays", como o largo do arouche.

No passeio pela rua, adotada pelos garotos de programa, a primeira impressão: são manequins vivos em uma espécie de vitrine. Todos prontos para serem comprados. Mas quem são esses garotos? O que pensam? Por que vendem o corpo?




Nosso produtor se prepara para um desafio. Durante algumas semanas ele será Alexandre, um garoto que tenta fazer programa pela primeira vez em São Paulo. Para entrar na pele de um profissional do sexo é preciso usar as mesmas roupas, ter o mesmo corte de cabelo, usar os mesmos códigos. Transformação concluída, saímos às ruas.

Nossa equipe se aproxima do centro de São Paulo, na região do Largo do Arouche, tão disputada pelos garotos. Na calçada, jovens esperam os clientes que passam de carro. Estrategicamente, ficamos em um ponto da rua onde possamos registrar tudo, sem que ninguém perceba. Nosso produtor se posiciona e entra em ação. Alexandre vai ganhando a simpatia do grupo e consegue falar sobre outras questões que envolvem a rotina dos garotos de aluguel.

Madrugada adentro, surgem as revelações. O medo é sentimento constante no universo dos garotos de programa. Nas ruas, a vulnerabilidade é maior, tanto para os chamados michês, quanto para os clientes. Por isso, na era da tecnologia, as facilidades do mundo virtual vem bem a calhar.






A prostituição via internet ganha cada vez mais espaço, um mercado bastante lucrativo. Há 5 anos Harry trabalha como garoto de programa. Sua ferramenta de trabalho é o computador. No apartamento onde mora, no centro de São Paulo, ele se prepara para mais um encontro.

Harry deixa claro que existe uma diferença grande entre os garotos que trabalham na rua e profissionais, que como ele, que apostam na internet para vender o corpo. Para ele um dos segredos da profissão é investir pesado na aparência. Ele está feliz com a profissão que escolheu.

O status que tem hoje foi conquistado em terras estrangeiras.






Mais uma noite em São Paulo e desta vez, Alexandre vai até outro ponto de prostituição concorrido entre os garotos de programa. Estamos no parque do Ibirapuera, zona sul de São Paulo. Este lugar é chamado de Autorama, um conhecido ponto de encontro de homossexuais. À noite, o estacionamento se transforma em uma espécie de feira livre do sexo. Observando o movimento é fácil decifrar porque o local foi batizado de Autorama. Como em uma pista de corrida, carros trafegam e motoristas seguem em busca de sexo casual. O ponto é um dos preferidos entre os michês.

O Parque Trianon, região nobre de São Paulo é outro lugar muito disputado entre os michês em atividade. Nosso desafio é tentar registrar a rotina dos rapazes conhecidos como "garotos do trianon ". Na pele de Alexandre nosso produtor tenta a sorte e ocupa seu lugar na calçada. A primeira abordagem não demora. O dono do pedaço se apresenta e impõe as regras. Depois da conversa Alexandre é liberado para trabalhar, assim como os outros, que de uma maneira controversa, conquistaram seu espaço na calçada mais disputada de São Paulo.

De um lado garotos expostos como mercadorias, do outro clientes em busca de satisfação. Um universo obscuro contestado por muitos, mas que ao mesmo tempo aguça a curiosidade de pessoas disposta a pagar qualquer preço pelo prazer. Trata-se de um universo cercado de incertezas e riscos e preconceitos. Para alguns uma necessidade desesperada de sobrevivência. Para outros, um caminho nebuloso para um lucro fácil. Esta está longe de ser uma história de vencedores e vencidos. A conclusão cabe a cada um de nós.

Créditos - SBT
Programa:- CONEXÃO REPÓRTER

Kate e Pippa Middleton no Bio

Janeiro 07, 2012

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2011 foi o ano em que as irmãs Middleton se destacaram. Kate, duquesa de Cambridge e Pippa, continuam a ser as mais cobiçadas com as suas vidas analisadas ao pormenor. O canal Biography Channel revela as semelhanças e diferenças destas irmãs, destinadas a seguirem caminhos distintos, no “Especial: As Irmãs Middleton”. Para ver, este domingo dia 8 de Janeiro, às 22h25 e 23h15.

Kate e Pippa Middleton no Bio

Janeiro 07, 2012

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2011 foi o ano em que as irmãs Middleton se destacaram. Kate, duquesa de Cambridge e Pippa, continuam a ser as mais cobiçadas com as suas vidas analisadas ao pormenor. O canal Biography Channel revela as semelhanças e diferenças destas irmãs, destinadas a seguirem caminhos distintos, no “Especial: As Irmãs Middleton”. Para ver, este domingo dia 8 de Janeiro, às 22h25 e 23h15.

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