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Jogo põe Cavaco a apanhar notas

Fevereiro 05, 2012

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"Missão Cavaco Silva": jogue online e ajude o Presidente a ter dinheiro

Depois das polémicas declarações de Cavaco Silva sobre as dificuldades em conseguir pagar as suas despesas, um jogo online já permite ajudar o Presidente da República a juntar mais uns trocos.


Um jogo online para ajudar o Presidente da República a reunir dinheiro. Esta é a mais recente paródia resultante das polémicas declarações de Cavaco Silva sobre as alegadas dificuldades que confessou ter para fazer face à despesas.

No jogo, intitulado "Missão Cavaco Silva", o objetivo é fazer o Presidente da República apanhar o máximo de dinheiro que vai caindo do céu. Isto no espaço de um minuto. No entanto, se em vez de notas (ou objetos valiosos) forem recolhidas moedas, o jogador é penalizado: Cavaco Silva fica imobilizado durante alguns segundos, de rosto vermelho, furioso

Ler mais: Expresso.pt 

Acesse a Página do Game
News Grounds


Jogo põe Cavaco a apanhar notas

Fevereiro 05, 2012

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"Missão Cavaco Silva": jogue online e ajude o Presidente a ter dinheiro

Depois das polémicas declarações de Cavaco Silva sobre as dificuldades em conseguir pagar as suas despesas, um jogo online já permite ajudar o Presidente da República a juntar mais uns trocos.


Um jogo online para ajudar o Presidente da República a reunir dinheiro. Esta é a mais recente paródia resultante das polémicas declarações de Cavaco Silva sobre as alegadas dificuldades que confessou ter para fazer face à despesas.

No jogo, intitulado "Missão Cavaco Silva", o objetivo é fazer o Presidente da República apanhar o máximo de dinheiro que vai caindo do céu. Isto no espaço de um minuto. No entanto, se em vez de notas (ou objetos valiosos) forem recolhidas moedas, o jogador é penalizado: Cavaco Silva fica imobilizado durante alguns segundos, de rosto vermelho, furioso

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Site de jornal alentejano atacado por piratas

Janeiro 22, 2012

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O site de internet do «Diário do Alentejo», de Beja, está a ser atacado por piratas informáticos, alegadamente do grupo «Anonymous», o que provoca «grandes constrangimentos» na edição «online», disse esta quarta-feira à agência Lusa o director do jornal.

«Começámos a ser repetidamente atacados na terça-feira de manhã», quando os piratas começaram a publicar no site do jornal várias mensagens, como «Sim, vocês foram hackeados», explicou Paulo Barriga.

O ataque «está a causar grandes constrangimentos» na edição «online», que o jornal não consegue actualizar e o site está parado, frisou, referindo que o «Diário do Alentejo» está à espera que os piratas se desliguem para que o sítio «possa voltar ao normal».

Durante o dia de terça-feira, o jornal tentou eliminar a conta de utilizador e a palavra-chave usada pelos piratas para aceder ao site, o que «não resultou» porque o computador usado «estava ligado em permanência».

O jornal retirou as mensagens dos piratas, que depois voltavam a publicá-las, e também tentou actualizar o site, o que não conseguiu, e, por isso, ao final do dia, desactivou-o.

Entretanto, o site foi activado e, ao início da madrugada desta quarta-feira, os piratas voltaram a atacar, substituindo fotografias da página inicial por imagens do logótipo do «Anonymous», constituído pela máscara usada no filme «V de Vingança» e a frase «We are Anonymous».

Os piratas também substituíram notícias da página inicial pela mensagem «A notícia que solicitou não se encontra na base de dados!!!» e quem acedia ao site era direccionado para uma página de um canal no Youtube para ver um vídeo de um jogo de computador.

O ataque «é uma parvoíce, não faz sentido nenhum e parece coisa de moços pequenos», disse, admitindo a hipótese de o ataque poder estar relacionado com uma notícia que o jornal publicou, na edição de 23 de Dezembro de 2011, sobre os «Anonymous» alentejanos.

Pelas imagens do logótipo dos «Anonymous» publicadas no site, são piratas do grupo, responsável por outros ataques informáticos, «mas há índicos que levam a crer que não são e que é alguém que está usar a imagem do Anonymous», disse.

Os piratas não deixaram nenhuma mensagem relacionada com as causas do grupo e, numa das mensagens, usaram o termo «hackeados», mas os membros do «Anonymous» não gostam de ser chamados de «hackers», explicou.

«Duvido muito que seja um ataque do Anonymous», porque, considerando as causas do grupo, «não faz sentido atacar o "Diário do Alentejo", a não ser que não tenham gostado da notícia» publicada pelo jornal, disse Paulo Barriga.

A notícia «não era negativa em relação ao movimento» e «acho que se trata de um hacker isolado, que utiliza as ferramentas do Anonymous para atacar o "Diário do Alentejo" e por outros motivos que não a retaliação», disse, admitindo a hipótese de o jornal apresentar queixa ao Ministério Público contra desconhecidos.

Site de jornal alentejano atacado por piratas

Janeiro 22, 2012

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O site de internet do «Diário do Alentejo», de Beja, está a ser atacado por piratas informáticos, alegadamente do grupo «Anonymous», o que provoca «grandes constrangimentos» na edição «online», disse esta quarta-feira à agência Lusa o director do jornal.

«Começámos a ser repetidamente atacados na terça-feira de manhã», quando os piratas começaram a publicar no site do jornal várias mensagens, como «Sim, vocês foram hackeados», explicou Paulo Barriga.

O ataque «está a causar grandes constrangimentos» na edição «online», que o jornal não consegue actualizar e o site está parado, frisou, referindo que o «Diário do Alentejo» está à espera que os piratas se desliguem para que o sítio «possa voltar ao normal».

Durante o dia de terça-feira, o jornal tentou eliminar a conta de utilizador e a palavra-chave usada pelos piratas para aceder ao site, o que «não resultou» porque o computador usado «estava ligado em permanência».

O jornal retirou as mensagens dos piratas, que depois voltavam a publicá-las, e também tentou actualizar o site, o que não conseguiu, e, por isso, ao final do dia, desactivou-o.

Entretanto, o site foi activado e, ao início da madrugada desta quarta-feira, os piratas voltaram a atacar, substituindo fotografias da página inicial por imagens do logótipo do «Anonymous», constituído pela máscara usada no filme «V de Vingança» e a frase «We are Anonymous».

Os piratas também substituíram notícias da página inicial pela mensagem «A notícia que solicitou não se encontra na base de dados!!!» e quem acedia ao site era direccionado para uma página de um canal no Youtube para ver um vídeo de um jogo de computador.

O ataque «é uma parvoíce, não faz sentido nenhum e parece coisa de moços pequenos», disse, admitindo a hipótese de o ataque poder estar relacionado com uma notícia que o jornal publicou, na edição de 23 de Dezembro de 2011, sobre os «Anonymous» alentejanos.

Pelas imagens do logótipo dos «Anonymous» publicadas no site, são piratas do grupo, responsável por outros ataques informáticos, «mas há índicos que levam a crer que não são e que é alguém que está usar a imagem do Anonymous», disse.

Os piratas não deixaram nenhuma mensagem relacionada com as causas do grupo e, numa das mensagens, usaram o termo «hackeados», mas os membros do «Anonymous» não gostam de ser chamados de «hackers», explicou.

«Duvido muito que seja um ataque do Anonymous», porque, considerando as causas do grupo, «não faz sentido atacar o "Diário do Alentejo", a não ser que não tenham gostado da notícia» publicada pelo jornal, disse Paulo Barriga.

A notícia «não era negativa em relação ao movimento» e «acho que se trata de um hacker isolado, que utiliza as ferramentas do Anonymous para atacar o "Diário do Alentejo" e por outros motivos que não a retaliação», disse, admitindo a hipótese de o jornal apresentar queixa ao Ministério Público contra desconhecidos.

Campanha EDP-Continente implica mudança de fornecedor

Janeiro 22, 2012

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Empresas vão reformular a comunicação desta campanha, uma vez que a adesão implica que os consumidores prescindam das tarifas bi-horária ou tri-horária, o que não consta dos anúncios.
A EDP vai rectificar a campanha que oferece descontos nos supermercados Continente depois de a DECO ter acusado as empresas de omitir aos consumidores que a adesão implica pagar pela electricidade preços fixados por um novo fornecedor.
A adesão à campanha EDP-Continente implica que os consumidores passem para o mercado liberalizado, onde os preços já não são fixados pela entidade reguladora do sector, deixando assim o mercado regulado do serviço EDP Universal.
Depois de uma reunião com a DECO, a EDP e o Continente comprometeram-se a reformular a comunicação desta campanha, uma vez que a adesão implica que os consumidores prescindam das tarifas bi-horária ou tri-horária, o que não consta dos anúncios.

Campanha EDP-Continente implica mudança de fornecedor

Janeiro 22, 2012

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Empresas vão reformular a comunicação desta campanha, uma vez que a adesão implica que os consumidores prescindam das tarifas bi-horária ou tri-horária, o que não consta dos anúncios.
A EDP vai rectificar a campanha que oferece descontos nos supermercados Continente depois de a DECO ter acusado as empresas de omitir aos consumidores que a adesão implica pagar pela electricidade preços fixados por um novo fornecedor.
A adesão à campanha EDP-Continente implica que os consumidores passem para o mercado liberalizado, onde os preços já não são fixados pela entidade reguladora do sector, deixando assim o mercado regulado do serviço EDP Universal.
Depois de uma reunião com a DECO, a EDP e o Continente comprometeram-se a reformular a comunicação desta campanha, uma vez que a adesão implica que os consumidores prescindam das tarifas bi-horária ou tri-horária, o que não consta dos anúncios.

Portugal - Direitos de Autor - PL118

Janeiro 17, 2012

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Projeto lei sobre a Cópia Privada é “abusivo”, “penalizador” e “utiliza os artistas”

Projeto lei utiliza artistas, diz Zé Pedro
Zé Pedro, dos Xutos & Pontapés, sublinha que a proposta que o PS pôs em cima da mesa é “ridícula, abusiva e penalizadora”. O músico considera que a lei atual carece de revisão, mas avança que o governo deverá seguir outras formas de cobrança que não penalizem ainda mais os autores.
O artista com mais de 30 anos de carreira realça que ao comprar música nas plataformas de venda digital já paga os Direitos de Autor e que se está a seguir a via da dupla taxação. “Eu compro música na Internet e portanto tenho de levá-la numa Pen, CD ou disco externo, não tenho de pagar outra vez por isso.”

“Nenhum autor se revê num Projeto Lei destes. Estão a servir-se dos artistas para cobranças indevidas e a justificação é o «coitadinho do artista»", remata.

A proposta de Lei em causa foi apresentada pela mão da antiga ministra da Cultura e agora deputada Gabriela Canavilhas e prevê a cobrança de um imposto sobre os direitos de autor na aquisição de suportes de armazenamento e o agravamento dessa taxa conforme a capacidade dos aparelhos.

Um disco externo com capacidade de 1 Terabyte (TB) vai sofrer um aumento de 0,025 € por cada Gigabyte (GB), podendo passar dos atuais 100 euros para 125 euros. No caso dos telemóveis, cada GB vai custar mais 0,50 €.
Um disco rígido de 500GB podia custar 150 euros há dois anos, mas hoje 1TB custa 90€ e estima-se que em 2020 14TB possam custar cerca de 30€. À luz do projeto lei, esse mesmo dispositivo terá uma taxa de 280 euros, à qual ainda acresce o IVA.

Proposta do PS não reduzirá pirataria, só vem impor mais taxas, defendem artistas
Proposta prejudica autores

José Couto Nogueira, autor de obras como "Pesquisa Sentimental" e "Táxi", comenta que a proposta em discussão na Assembleia está ultrapassada. “A memória passará a estar na nuvem, portanto não faz sentido criar uma lei para uma situação que se está a desfazer".

O escritor e jornalista defende que as associações de defesa dos direitos dos autores não funcionam da melhor forma, já que a distruibuição de dividendos não é clara, e indica que serão estas as entidades a lucrar com a aprovação da nova legislação. “Dar dinheiro a essas sociedades é meter dinheiro num saco sem fundo”.

José Chan, fotógrafo freelancer, considera que a proposta em discussão na especialidade é “descabida, irreal e sem aplicação possível”. “Eu percebo o fundamento da lei, mas desta forma não faz sentido nenhum. Quem adquire material de armazenamento em grandes quantidades são os profissionais e quem faz cópias pirata continuará a fazê-lo, por causa da nuvem digital e dos serviços de armazenamento online”.

"Mas somos nós, que precisamos de guardar os nossos conteúdos, que vamos ser penalizados pela lei", destaca.

Solução passa por preços mais baixos

“As pessoas preferem ter o original se for acessível do que ter uma cópia de má qualidade. A indústria tem vindo a aproveitar-se dos artistas”, salienta o fotógrafo e autor, que defende “preços mais baixos para contornar a pirataria”.

Da mesma opinião é João Leitão. O realizador e produtor avança que o modelo de combate à pirataria não deve passar pela taxação, mas sim por um método semelhante ao que acontece no mercado dos videojogos e da distribuição digital de conteúdos nos Estados Unidos.

"O utilizador paga uma mensalidade, como acontece no Netflix, e tem-se streaming para a TV, Xbox ou Wii”, exemplifica, destacando a comodidade do serviço como meio de combate à pirataria. "Tornar a experiência de compra de conteúdos mais cómoda, torna a pirataria uma seca”, comenta o realizador de séries como "Um Mundo Catita", "O Fatalista" e “Capitão Falcão”.

Lei dificultará a formação de novos projetos

João Leitão, 29 anos, sublinha ainda que a eventual aprovação do Projeto Lei em discussão terá repercussão negativa, sobretudo, junto dos pequenos produtores e realizadores, que “têm pouco ou nenhum financiamento.”

“Seja em cinema, televisão ou teatro, o armazenamento é o primeiro investimento que se faz. E normalmente faz-se a triplicar”, recorda.

João Leitão conta que nunca recebeu dividendos por parte da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) e que a sua única preocupação atual é a de registar os filmes na Inspeção Geral das Atividades Culturais (IGAC).

Contactada pelo SAPO Notícias, a Secretaria de Estado da Cultura escusou-se a comentar o assunto para “não perturbar os trabalhos" na Comissão parlamentar.

Fonte:- SAPO PORTUGAL

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