O empresário brasileiro que mora no Egito e que estava presente no jogo que mais de 70 pessoas morreram fala sobre a tragédia no estádio em Port Said.


O Egipto encontra-se em estado de choque depois do banho de sangue no estádio de Port Said. Adeptos do Al-Ahli, regressados do desafio, foram recebidos por outros na estação principal do Cairo. Setenta e quatro mortos e mil feridos, alguns deles hospitalizados em estado grave, segundo o último balanço do governo. É o pior desastre da história do futebol egípcio.

Treze mil torcedores do Al-Masry, equipa que jogava em casa, invadiram o estádio após a vitória por 3-1 sobre o poderoso adversário, actual campeão nacional de futebol do Egipto. Muitos deles partiram para agressão, atacando os jogadores do Al-Ahly, o que provocou uma briga generalizada dentro do relvado.

A polícia tentou travar a violência, mas não teve como controlar a multidão. A maior parte das mortes foi causada pela correria dos adeptos, uma confusão que deixou muita gente pisoteada e sufocada.

O governo egípcio lançou uma campanha de doação de sangue para ajudar no tratamento dos feridos, decretou três dias de luto nacional e suspendeu todos os jogos do campeonato nacional de futebol.

A tragédia coloca a nu o vazio político deixado pela revolução de há um ano. As autoridades são acusadas de nada fazerem para restaurar a ordem, num país em que o período pós-revolução deixa a marca da violência.
publicado por sattotal às 19:03 | link do post

O empresário brasileiro que mora no Egito e que estava presente no jogo que mais de 70 pessoas morreram fala sobre a tragédia no estádio em Port Said.


O Egipto encontra-se em estado de choque depois do banho de sangue no estádio de Port Said. Adeptos do Al-Ahli, regressados do desafio, foram recebidos por outros na estação principal do Cairo. Setenta e quatro mortos e mil feridos, alguns deles hospitalizados em estado grave, segundo o último balanço do governo. É o pior desastre da história do futebol egípcio.

Treze mil torcedores do Al-Masry, equipa que jogava em casa, invadiram o estádio após a vitória por 3-1 sobre o poderoso adversário, actual campeão nacional de futebol do Egipto. Muitos deles partiram para agressão, atacando os jogadores do Al-Ahly, o que provocou uma briga generalizada dentro do relvado.

A polícia tentou travar a violência, mas não teve como controlar a multidão. A maior parte das mortes foi causada pela correria dos adeptos, uma confusão que deixou muita gente pisoteada e sufocada.

O governo egípcio lançou uma campanha de doação de sangue para ajudar no tratamento dos feridos, decretou três dias de luto nacional e suspendeu todos os jogos do campeonato nacional de futebol.

A tragédia coloca a nu o vazio político deixado pela revolução de há um ano. As autoridades são acusadas de nada fazerem para restaurar a ordem, num país em que o período pós-revolução deixa a marca da violência.
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Na Europa, a onda de frio já matou pelo menos 170 pessoas em onze países. As autoridades estão em alerta. A maior preocupação são os idosos. Mais de 70% das vítimas têm mais de 75 anos. As mortes, na maioria dos casos, acontecem em acidentes quando eles escorregam nas ruas ou se arriscam, escalando os telhados das casas para limpar a neve.

publicado por sattotal às 16:51 | link do post
Na Europa, a onda de frio já matou pelo menos 170 pessoas em onze países. As autoridades estão em alerta. A maior preocupação são os idosos. Mais de 70% das vítimas têm mais de 75 anos. As mortes, na maioria dos casos, acontecem em acidentes quando eles escorregam nas ruas ou se arriscam, escalando os telhados das casas para limpar a neve.

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Poliana deixou a cidade de Natal (RN) há oito anos e chegou ao país do sol nascente sem falar nada de japonês. Com o tempo, a brasileira aprendeu a língua e acabou contratada pela prefeitura da cidade de Kobe, no centro de turismo da cidade.

publicado por sattotal às 15:56 | link do post

Poliana deixou a cidade de Natal (RN) há oito anos e chegou ao país do sol nascente sem falar nada de japonês. Com o tempo, a brasileira aprendeu a língua e acabou contratada pela prefeitura da cidade de Kobe, no centro de turismo da cidade.

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Em um festival religioso no Butão, Susanna Queiroz é abordada por dois simpáticos mascarados que abraçam e beijam a apresentadora.

publicado por sattotal às 21:53 | link do post
Em um festival religioso no Butão, Susanna Queiroz é abordada por dois simpáticos mascarados que abraçam e beijam a apresentadora.

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Lá eles acreditam que o desenho do pênis afasta demônios e protege aqueles que vivem dentro de casa, ajudando a manter a harmonia da família.

publicado por sattotal às 21:18 | link do post
Lá eles acreditam que o desenho do pênis afasta demônios e protege aqueles que vivem dentro de casa, ajudando a manter a harmonia da família.

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De quebra, ela ainda participa das etapas de preparação dos incensos e adora.

publicado por sattotal às 21:14 | link do post
De quebra, ela ainda participa das etapas de preparação dos incensos e adora.

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publicado por sattotal às 21:00 | link do post
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Susanna começa o Caminho de Santiago a partir do Porto, em Portugal, e percebe que o percurso não vai ser tão fácil e bonito como ela pensava. No caminho, pega carona com um enólogo e visita uma fábrica de vinhos.
publicado por sattotal às 11:26 | link do post
Susanna começa o Caminho de Santiago a partir do Porto, em Portugal, e percebe que o percurso não vai ser tão fácil e bonito como ela pensava. No caminho, pega carona com um enólogo e visita uma fábrica de vinhos.
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Em seu segundo programa, “O mundo segundo os brasileiros” desvenda o cotidiano e as excentricidades de Tóquio, capital do Japão, mostrando o dia-a-dia de brasileiros que vivem na cidade e mostram pontos turísticos e peculiaridades da capital japonesa, como sua comida, vestimentas e seus produtos de alta tecnologia.

Parte 1


Parte 2


Parte 3


Parte 4

publicado por sattotal às 20:54 | link do post
Em seu segundo programa, “O mundo segundo os brasileiros” desvenda o cotidiano e as excentricidades de Tóquio, capital do Japão, mostrando o dia-a-dia de brasileiros que vivem na cidade e mostram pontos turísticos e peculiaridades da capital japonesa, como sua comida, vestimentas e seus produtos de alta tecnologia.

Parte 1


Parte 2


Parte 3


Parte 4

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Os brasileiros que moram em Pequim exploram a capital da China em seu íntimo. Com uma história milenar e um grande número de patrimônios culturais, a cidade olímpica é agraciada pelos seus grandes parques e templos que são verdadeiras obras de arte a céu aberto.

Parte 1



Parte 2



Parte 3



Parte 4



Parte 5

publicado por sattotal às 22:09 | link do post
Os brasileiros que moram em Pequim exploram a capital da China em seu íntimo. Com uma história milenar e um grande número de patrimônios culturais, a cidade olímpica é agraciada pelos seus grandes parques e templos que são verdadeiras obras de arte a céu aberto.

Parte 1



Parte 2



Parte 3



Parte 4



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