Na primeira corrida do ano, o inglês Jenson Button, da Mclaren, venceu. Os brasileiros Bruno Senna e Felipe Massa se envolveram em um acidente e largaram a corrida. Assista ao vídeo e veja imagens do acidente.

publicado por sattotal às 12:45 | link do post

Confira os tempos do grid de largada do GP da Austrália:

1. Lewis Hamilton (GBR/McLaren Mercedes): 1min24s922
2. Jenson Button (GBR/McLaren Mercedes): 1min25s074
3. Romain Grosjean (FRA/Lotus Renault): 1min25s302
4. Michael Schumacher (ALE/Mercedes): 1min25s336
5. Mark Webber (AUS/Red Bull Renault): 1min25s651
6. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull Renault): 1min25s668
7. Nico Rosberg (ALE/Mercedes): 1min25s686
8. Pastor Maldonado (VEN/Williams Renault): 1min25s908
9. Nico Hulkenberg (ALE/Force India Mercedes): 1min26s451
10. Daniel Ricciardo (AUS/Toro Rosso Ferrari): sem tempo


11. Jean-Eric Vergne (FRA/Toro Rosso Ferrari): 1min26s429
12. Fernando Alonso (ESP/Ferrari): 1min26s494
13. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber Ferrari): 1min26s590
14. Bruno Senna (BRA/Williams Renault): 1min26s663
15. Paul di Resta (GBR/Force India Mercedes): 1min27s086
16. Felipe Massa (BRA/Ferrari): 1min27s497
17. Sergio Perez (MEX/Sauber Ferrari): 1min26s596


18. Kimi Raikkonen (FIN/Lotus Renault): 1min27s758
19. Heikki Kovalainen (FIN/Caterham Renault): 1min28s679
20. Vitaly Petrov (RUS/Caterham Renault): 1min29s018
21. Timo Glock (ALE/Marussia Cosworth): 1min30s923
22. Charles Pic (FRA/Marussia Cosworth): 1min31s670


23. Pedro de la Rosa (ESP/HRT Cosworth): 1min33s4954*
24. Narain Karthikeyan (IND/HRT Cosworth): 1min33s643*


* Estouraram o limite de 107% do tempo e ficaram fora do grid

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Confira os tempos do grid de largada do GP da Austrália:

1. Lewis Hamilton (GBR/McLaren Mercedes): 1min24s922
2. Jenson Button (GBR/McLaren Mercedes): 1min25s074
3. Romain Grosjean (FRA/Lotus Renault): 1min25s302
4. Michael Schumacher (ALE/Mercedes): 1min25s336
5. Mark Webber (AUS/Red Bull Renault): 1min25s651
6. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull Renault): 1min25s668
7. Nico Rosberg (ALE/Mercedes): 1min25s686
8. Pastor Maldonado (VEN/Williams Renault): 1min25s908
9. Nico Hulkenberg (ALE/Force India Mercedes): 1min26s451
10. Daniel Ricciardo (AUS/Toro Rosso Ferrari): sem tempo


11. Jean-Eric Vergne (FRA/Toro Rosso Ferrari): 1min26s429
12. Fernando Alonso (ESP/Ferrari): 1min26s494
13. Kamui Kobayashi (JAP/Sauber Ferrari): 1min26s590
14. Bruno Senna (BRA/Williams Renault): 1min26s663
15. Paul di Resta (GBR/Force India Mercedes): 1min27s086
16. Felipe Massa (BRA/Ferrari): 1min27s497
17. Sergio Perez (MEX/Sauber Ferrari): 1min26s596


18. Kimi Raikkonen (FIN/Lotus Renault): 1min27s758
19. Heikki Kovalainen (FIN/Caterham Renault): 1min28s679
20. Vitaly Petrov (RUS/Caterham Renault): 1min29s018
21. Timo Glock (ALE/Marussia Cosworth): 1min30s923
22. Charles Pic (FRA/Marussia Cosworth): 1min31s670


23. Pedro de la Rosa (ESP/HRT Cosworth): 1min33s4954*
24. Narain Karthikeyan (IND/HRT Cosworth): 1min33s643*


* Estouraram o limite de 107% do tempo e ficaram fora do grid

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Tradicional prova de abertura do Mundial, o GP da Austrália vai dar-nos uma primeira idéia acerca do equilíbrio de forças nesta temporada 2012.
A pista desenhada no interior de Albert Park tem o condão de nos proporcionar corridas movimentadas, com alguns pontos de ultrapassagem a ajudarem ao espetáculo, mas a quase assegurada entrada em ação do Safety Car também costuma ajudar a manter o nível de emoção em alta.
Se os dois principais pontos de ultrapassgaem são as Curvas 1 e 3 , o melhor ponto para ver os 'artistas' em ação é a chicane rápida por trás do lago (curva 11 e 12), pois a velocidade de passagem é elevada ao mesmo tempo que a margem de erro é quase inexistente.
E a travagem para a Curva 6 também é complicada, até porque está sempre na sombra, normalmente coberta de folhas de árvores, no que é o ponto mais escorregadio de toda a pista.
 
58 voltas - 307,574 KM - Perímetro: 5303 m
Recorde da Pista:- Michael Schumacher, 1m24,125s (2004)

HORÁRIO
03:00 Horas - Brasil
06:00 Horas - Portugal


Links na Internet
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Tradicional prova de abertura do Mundial, o GP da Austrália vai dar-nos uma primeira idéia acerca do equilíbrio de forças nesta temporada 2012.
A pista desenhada no interior de Albert Park tem o condão de nos proporcionar corridas movimentadas, com alguns pontos de ultrapassagem a ajudarem ao espetáculo, mas a quase assegurada entrada em ação do Safety Car também costuma ajudar a manter o nível de emoção em alta.
Se os dois principais pontos de ultrapassgaem são as Curvas 1 e 3 , o melhor ponto para ver os 'artistas' em ação é a chicane rápida por trás do lago (curva 11 e 12), pois a velocidade de passagem é elevada ao mesmo tempo que a margem de erro é quase inexistente.
E a travagem para a Curva 6 também é complicada, até porque está sempre na sombra, normalmente coberta de folhas de árvores, no que é o ponto mais escorregadio de toda a pista.
 
58 voltas - 307,574 KM - Perímetro: 5303 m
Recorde da Pista:- Michael Schumacher, 1m24,125s (2004)

HORÁRIO
03:00 Horas - Brasil
06:00 Horas - Portugal


Links na Internet
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Vetttel durante a disputa do GP Brasil no ano passado
O Conselho Mundial de Esportes Automobilísticos, instância decisória da FIA, decidiu que o calendário de 2011 da Fórmula 1 voltará ao normal, sem o GP de Bahrein.

"Após votação unânime por fax do Conselho Mundial, o calendário da F1 acontecerá de acordo com o previsto originalmente. O GP da Índia será disputado no dia 30 de outubro e a temporada será encerrada no Brasil, no dia 27 de novembro", informou a FIA numa nota à imprensa.

Os organizadores do GP de Bahrein, que deveria ter aberto a temporada no dia 13 de março, anunciaram na quinta-feira que desistiram de realizar a prova este ano.

A corrida, que foi cancelada em fevereiro em razão dos protestos políticos que ocorrem no país, chegou a ser reintroduzida no calendário para o mês de dezembro, mas a decisão foi criticada por grande parte dos pilotos e das equipes.

Corridas que ainda vão ser disputadas na temporada 2011:

 
26 de junho: Europa (Valência)

10 de julho: Grã-Bretanha (Silverstone)

24 de julho: Alemanha (Nürbürgring)

31 de julho: Hungria (Budapeste)

28 de agosto: Bélgica (Spa-Francorchamps)

11 de setembro: Itália (Monza)

25 de setembro: Cingapura

9 de outubro: Japão (Suzuka)

16 de outubro: Coreia do Sul (Yeongam)

30 de outubro: Índia (Nova Déhli)

13 de novembro: Abu Dhabi

27 de novembro: Brasil (Interlagos)
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Vetttel durante a disputa do GP Brasil no ano passado
O Conselho Mundial de Esportes Automobilísticos, instância decisória da FIA, decidiu que o calendário de 2011 da Fórmula 1 voltará ao normal, sem o GP de Bahrein.

"Após votação unânime por fax do Conselho Mundial, o calendário da F1 acontecerá de acordo com o previsto originalmente. O GP da Índia será disputado no dia 30 de outubro e a temporada será encerrada no Brasil, no dia 27 de novembro", informou a FIA numa nota à imprensa.

Os organizadores do GP de Bahrein, que deveria ter aberto a temporada no dia 13 de março, anunciaram na quinta-feira que desistiram de realizar a prova este ano.

A corrida, que foi cancelada em fevereiro em razão dos protestos políticos que ocorrem no país, chegou a ser reintroduzida no calendário para o mês de dezembro, mas a decisão foi criticada por grande parte dos pilotos e das equipes.

Corridas que ainda vão ser disputadas na temporada 2011:

 
26 de junho: Europa (Valência)

10 de julho: Grã-Bretanha (Silverstone)

24 de julho: Alemanha (Nürbürgring)

31 de julho: Hungria (Budapeste)

28 de agosto: Bélgica (Spa-Francorchamps)

11 de setembro: Itália (Monza)

25 de setembro: Cingapura

9 de outubro: Japão (Suzuka)

16 de outubro: Coreia do Sul (Yeongam)

30 de outubro: Índia (Nova Déhli)

13 de novembro: Abu Dhabi

27 de novembro: Brasil (Interlagos)
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publicado por sattotal às 11:35 | link do post
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Getty Images
Jessica Michibata e Vivian Sibold são noivas de Jenson Button e Nico Rosberg. E reproduzem na foto a ordem que seus companheiros costumam seguir nas pistas...

Getty Images
Com o dinheiro que ela gastou nessa bolsa, eu trocaria de carro, mudaria de casa, pagaria a faculdade... mas não é esse o tema da galeria. O que importa dizer é que a filha do chefão da Fórmula 1 Tamara Ecclestone, definitivamente, não puxou a "beleza" do pai. E se nessa foto ela não está no auge, na seguinte...

Getty Images
Sem palavras. Por muito menos, fiz juras de amor, ouvi Djavan, emagreci e até prometi parar de ver futebol

Getty Images
Além de Tamara, Bernie tem outra filha espetacular: Petra Ecclestone. Na foto, ela e a irmã deixam mecânicos e pilotos babando antes do GP de Mônaco

Getty Images
Petra é seguida de perto por um fã que tenta disfarçar. Se não falou, ele pensou: "Ô lá em casa!", ou qualquer coisa do tipo, em sua língua natal

Getty Images
A seguir, uma denúncia. O príncipe Albert precisa abrir bem os olhos antes de aceitar a mão da candidata Charlene Wittstock, em julho. Durante a cerimônia de premiação do GP, ela pareceu animada demais com o alemão Vettel. Reparem no olhar que deu para o piloto... e, acreditem, não adiantou Albertão (desculpe a intimidade) fazer cara feia, porque o "romance" não parou por aí...

Getty Images
Precisa mesmo de legenda? Podem dizer que foi um clique certeiro do fotógrafo, que deu a entender o que não aconteceu, mas quem me explica a vontade com que ela se jogou para cima do piloto: precisava abraçá-lo assim? Se cuida, Albertão!
Continue acompanhando essa galeria, porque essa história do líder da temporada de Fórmula 1 com a princesa ainda não acabou...

Getty Images

A mais bonita do reino é Charlote Casiraghi, sobrinha do príncipe Albert e filha da princesa Caroline de Mônaco. Milionária e linda, a princesa ainda faz charminho quando percebe que está sendo fotografada

Getty Images
Se alguém acha que a beleza do reino corre risco no futuro, Alexandra, descendente da família real, mostra que não há esse perigo

Reuters
Jean Paul Belmondo é um artista inquestionável e pode se orgulhar dos vários prêmios que ganhou na carreira. Mas orgulho mesmo o ator tem que ter da companhia que arranjou: Barbara Gandolfi. Quero ser igual ele quando envelhecer

Reuters
Elas estavam bem à vontade em um hotel ao lado do circuito. E preciso explicar por que cortei a cabeça do homem no canto da piscina? Por inveja, claro.

Getty Images
Geri Helliwell, ex-Spice Girls, foi pega em posição quase comprometedora - mas eu aposto que o fotógrafo guardou fotos melhores e mais reveladoras desse momento. Se as mulheres estão achando machista a afirmação, explico que estou me referindo somente ao belo sapato da moça, que nesse clique aparece encoberto pela grade,

Getty Images
Geri gosta de viver cercada por marmanjos. Só que, tirando um gaiato do canto direito, que não tira o olho dela, o resto só quer saber de alguma coisa que acontece lá na frente: bem lembrado, estavam todos lá para ver a corrida

AFP
Já imaginou ver a Fórmula 1 por um ângulo assim? Lá embaixo, Petrov, que pouco depois bateria e abandonaria a prova; lá em cima, ela: sem nome, mas com talento indiscutível

AFP
Nessa foto, Timo Glock passa lá embaixo, mas se nem elas estão ligando para o que acontece na sexta etapa da F-1, por que a gente tem que prestar atenção?

Getty Images
Veio a noite após a corrida e, então, com vestidos longos e mais maquiadas, as mulheres continuaram fazendo bonito. Aos 40 anos, a modelo eslovaca Adriana Karembeu era uma das mais lindas na festa de gala em Mônaco
publicado por sattotal às 21:04 | link do post
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Jessica Michibata e Vivian Sibold são noivas de Jenson Button e Nico Rosberg. E reproduzem na foto a ordem que seus companheiros costumam seguir nas pistas...

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Com o dinheiro que ela gastou nessa bolsa, eu trocaria de carro, mudaria de casa, pagaria a faculdade... mas não é esse o tema da galeria. O que importa dizer é que a filha do chefão da Fórmula 1 Tamara Ecclestone, definitivamente, não puxou a "beleza" do pai. E se nessa foto ela não está no auge, na seguinte...

Getty Images
Sem palavras. Por muito menos, fiz juras de amor, ouvi Djavan, emagreci e até prometi parar de ver futebol

Getty Images
Além de Tamara, Bernie tem outra filha espetacular: Petra Ecclestone. Na foto, ela e a irmã deixam mecânicos e pilotos babando antes do GP de Mônaco

Getty Images
Petra é seguida de perto por um fã que tenta disfarçar. Se não falou, ele pensou: "Ô lá em casa!", ou qualquer coisa do tipo, em sua língua natal

Getty Images
A seguir, uma denúncia. O príncipe Albert precisa abrir bem os olhos antes de aceitar a mão da candidata Charlene Wittstock, em julho. Durante a cerimônia de premiação do GP, ela pareceu animada demais com o alemão Vettel. Reparem no olhar que deu para o piloto... e, acreditem, não adiantou Albertão (desculpe a intimidade) fazer cara feia, porque o "romance" não parou por aí...

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Precisa mesmo de legenda? Podem dizer que foi um clique certeiro do fotógrafo, que deu a entender o que não aconteceu, mas quem me explica a vontade com que ela se jogou para cima do piloto: precisava abraçá-lo assim? Se cuida, Albertão!
Continue acompanhando essa galeria, porque essa história do líder da temporada de Fórmula 1 com a princesa ainda não acabou...

Getty Images

A mais bonita do reino é Charlote Casiraghi, sobrinha do príncipe Albert e filha da princesa Caroline de Mônaco. Milionária e linda, a princesa ainda faz charminho quando percebe que está sendo fotografada

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Se alguém acha que a beleza do reino corre risco no futuro, Alexandra, descendente da família real, mostra que não há esse perigo

Reuters
Jean Paul Belmondo é um artista inquestionável e pode se orgulhar dos vários prêmios que ganhou na carreira. Mas orgulho mesmo o ator tem que ter da companhia que arranjou: Barbara Gandolfi. Quero ser igual ele quando envelhecer

Reuters
Elas estavam bem à vontade em um hotel ao lado do circuito. E preciso explicar por que cortei a cabeça do homem no canto da piscina? Por inveja, claro.

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Geri Helliwell, ex-Spice Girls, foi pega em posição quase comprometedora - mas eu aposto que o fotógrafo guardou fotos melhores e mais reveladoras desse momento. Se as mulheres estão achando machista a afirmação, explico que estou me referindo somente ao belo sapato da moça, que nesse clique aparece encoberto pela grade,

Getty Images
Geri gosta de viver cercada por marmanjos. Só que, tirando um gaiato do canto direito, que não tira o olho dela, o resto só quer saber de alguma coisa que acontece lá na frente: bem lembrado, estavam todos lá para ver a corrida

AFP
Já imaginou ver a Fórmula 1 por um ângulo assim? Lá embaixo, Petrov, que pouco depois bateria e abandonaria a prova; lá em cima, ela: sem nome, mas com talento indiscutível

AFP
Nessa foto, Timo Glock passa lá embaixo, mas se nem elas estão ligando para o que acontece na sexta etapa da F-1, por que a gente tem que prestar atenção?

Getty Images
Veio a noite após a corrida e, então, com vestidos longos e mais maquiadas, as mulheres continuaram fazendo bonito. Aos 40 anos, a modelo eslovaca Adriana Karembeu era uma das mais lindas na festa de gala em Mônaco
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O canal privado alemão RTL vai continuar a deter os direitos de difusão televisivos do mundial de Fórmula 1 para o território alemão até o final da temporada 2015, no seguimento de um acordo assinado com a Formula One World Championship Limited (FOWC). Este acordo inclui os treinos livres, a sessão de qualificação, o warm-up, a corrida e a entrega dos prémios.


RTL Television
Astra 1L (19.2°E)12187.50 H27500 3/4Em aberto
 
RTL Schweiz
Hotbird 6 (13.0°E)11054.00 H27500 5/6Em aberto
 
RTL Tele Letzebuerg
Astra 3B (23.5°E)12168.00 V27500 3/4Em aberto
 
RTL Österreich
Astra 1L (19.2°E)12226.50 H27500 3/4Em aberto
publicado por sattotal às 23:56 | link do post
O canal privado alemão RTL vai continuar a deter os direitos de difusão televisivos do mundial de Fórmula 1 para o território alemão até o final da temporada 2015, no seguimento de um acordo assinado com a Formula One World Championship Limited (FOWC). Este acordo inclui os treinos livres, a sessão de qualificação, o warm-up, a corrida e a entrega dos prémios.


RTL Television
Astra 1L (19.2°E)12187.50 H27500 3/4Em aberto
 
RTL Schweiz
Hotbird 6 (13.0°E)11054.00 H27500 5/6Em aberto
 
RTL Tele Letzebuerg
Astra 3B (23.5°E)12168.00 V27500 3/4Em aberto
 
RTL Österreich
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publicado por sattotal às 10:19 | link do post
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Faz, hoje, 17 anos que Ayrton Senna morreu em Imola. Apesar da F-Indy ser concorrente, os pilotos - todos fãs declarados do tricampeão mundial de Fórmula 1 - fazem questão de lembrar do exemplo positivo que ele deixou e, claro, de boas histórias.

A mais direta de todas é a de Tony Kanaan. Não é nada nova: em 1991 ele entrou de última hora na festa que o piloto promovia em Tatuí, na fazenda que comprou e construiu uma pista de kart. Levou o capacete porque "vai que aparece a chance" e surpreendeu com a pole position. O grid foi invertido por ordem de Senna, "para dar chance".

"De repente, depois de umas três voltas preparando a largada, aparece o Senna do meu lado. Foi sensacional. Fui passando todo mundo e ele atrás. No fim, eu ganhei e ele foi terceiro. O troféu é a grande lembrança dele, com o único autógrafo que tenho."

Senna ainda ajudou Kanaan na Europa. Uma visita ao caminhão da equipe na F-Opel, apenas para cumprimentá-lo com um elogio ("Esse é melhor que eu, mantenham aqui"), garantiu o contrato para todo o ano. Dos outros pilotos, Vitor Meira pôs uma foto dele em seu capacete e Scott Dixon foi visitar o túmulo no cemitério do Morumbi.

Senna chegou a andar com um Penske, em dezembro de 1992, num teste quando cogitava deixar a F-1 por problemas políticos e falta de perspectiva na McLaren. Só isso.

Fonte - Estadão
publicado por sattotal às 10:16 | link do post
Faz, hoje, 17 anos que Ayrton Senna morreu em Imola. Apesar da F-Indy ser concorrente, os pilotos - todos fãs declarados do tricampeão mundial de Fórmula 1 - fazem questão de lembrar do exemplo positivo que ele deixou e, claro, de boas histórias.

A mais direta de todas é a de Tony Kanaan. Não é nada nova: em 1991 ele entrou de última hora na festa que o piloto promovia em Tatuí, na fazenda que comprou e construiu uma pista de kart. Levou o capacete porque "vai que aparece a chance" e surpreendeu com a pole position. O grid foi invertido por ordem de Senna, "para dar chance".

"De repente, depois de umas três voltas preparando a largada, aparece o Senna do meu lado. Foi sensacional. Fui passando todo mundo e ele atrás. No fim, eu ganhei e ele foi terceiro. O troféu é a grande lembrança dele, com o único autógrafo que tenho."

Senna ainda ajudou Kanaan na Europa. Uma visita ao caminhão da equipe na F-Opel, apenas para cumprimentá-lo com um elogio ("Esse é melhor que eu, mantenham aqui"), garantiu o contrato para todo o ano. Dos outros pilotos, Vitor Meira pôs uma foto dele em seu capacete e Scott Dixon foi visitar o túmulo no cemitério do Morumbi.

Senna chegou a andar com um Penske, em dezembro de 1992, num teste quando cogitava deixar a F-1 por problemas políticos e falta de perspectiva na McLaren. Só isso.

Fonte - Estadão
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Cumprem-se hoje 17 anos depois da morte de Ayrton Senna da Silva, em Imola. Desde aí para cá, esta data foi sempre lembrada, e ao longo do tempo, muito se escreveu sobre o tricampeão do Mundo de Fórmula 1. Hoje vamos aqui recordar um texto de Eric Silbermann, um jornalista que foi muito próximo de Ayrton Senna, e que nos mostra por palavras que Ayrton Senna foi muito mais que um dos melhores pilotos de F1 de sempre:

"Ao longo dos tempos, após a sua morte, todos lemos um "mundo" de palavras ocas sobre Ayrton Senna, muitos sentimentos falsos e outras tantas afirmações da mais profunda amargura. No décimo aniversário da morte de Ayrton Senna, perguntei a Rubens Barrichello como iria lidar com tudo isto e o piloto brasileiro respondeu: "Ayrton morreu há 10 anos e chegou a altura de colocar um ponto final na tristeza. Agora chegou a altura de nos sentirmos felizes com o que Ayrton representou para todos nós e devíamos estar a celebrar a sua vida e não a sofrer com a sua morte." Um sentimento adequado que vou reproduzir nesta crónica.

Encontrei Ayrton pela primeira vez em 1988, quando ele começou a correr pela McLaren e eu fui contratado como "press officer" da Honda para a Fórmula 1. Nas pistas pouco tive a ver, profissionalmente, com ele, já que era a McLaren que organizava a maior parte do trabalho com os media, mas tinha de o questionar diariamente, logo que saía do carro e no final de cada sessão de treinos para escrever o meu "press release". Senna odiava este momento! Tudo o que queria era falar com os engenheiros e olhava para o meu trabalho como uma inutilidade que interrompia a sua concentração. De facto, quando a Honda abandonou a F1 no final de 1992, enviou-me um cartão de Boas Festas com a seguinte mensagem: "Finalmente estou livre do teu maldito gravador!". Mas Ayrton estava enganado porque optei por uma carreira de jornalista e continuei atrás dele e das suas declarações. E já que as prestações da McLaren em 93 caíram a pique, um dos anos em que Ayrton melhor guiou como, por exemplo, no chuvoso GP da Europa em Donington, ainda tentei convencer o "grande homem" que os sucessos prévios da McLaren de 88 a 92 deviam-se mais a mim do que a ele, mas não sei porquê Ayrton nunca concordou com este ponto de vista.

 
As pessoas na Honda tratavam-no como um Deus, mas ele era, tão só e apenas, um homem. Claro que era um piloto extraordinário, mas tal como dizemos em Inglaterra, ele "vestia as pernas das calças uma de cada vez", tal como qualquer outra pessoa. Por vezes parecia que tinha pena de mim, logo que se apercebeu que os meus patrões na Honda pouco entendiam sobre o trabalho de relações públicas: "Deves ser louco para teres este emprego," disse-me uma vez.

Mas, por vezes, era bastante difícil trabalhar com ele. Como, por exemplo, quando desistiu no GP de Phoenix e se escondeu dentro da "motorhome", recusando-se a sair para prestar declarações para o meu comunicado de imprensa. Fiquei sentado cá fora a ver a televisão que transmitia imagens do exército chinês a atacar os manifestantes na Praça Tianamen em Pequim.

Então percebi que a F1 não era a coisa mais importante do mundo e fui-me embora sem as declarações. Ayrton questionou-me sobre esta situação na corrida seguinte e, depois do sucedido nunca mais tivemos qualquer problema. Contudo, era bem capaz de passar 15 minutos a explicar-me porque é que estava muito ocupado para conceder uma entrevista de 5 minutos!

Era extraordinariamente meticuloso em tudo o que fazia. Confrontado com centenas de posters para autografar, Prost ou Berger tentariam fazê-lo o mais depressa possível, mas Ayrton teria o maior cuidado com cada um deles, assegurando-se que a tinta tinha secado antes de autografar o próximo. Uma situação típica da sua atitude perfeccionista.

Apesar de, por vezes, se irritar com eles, Ayrton gostava de trabalhar com a Honda já que o construtor o prezava tanto. Uma vez esteve na Disneyworld de Tóquio e, no final, acompanhei-o ao aeroporto de Narita, onde apanharia um avião para o GP da Austrália. À medida que nos encaminhávamos para o balcão e que o ajudava a fazer o "check in" disse-me: "Sinto-me como um rapazinho sem a companhia dos pais. Afinal o que é que eu sei?" Ayrton pretendia dizer-me que, cada vez que estava no Japão ou comparecia em acções da Honda, tudo, mas mesmo tudo, era feito para ele e em função dele e tinha esquecido o simples acto de pensar por si próprio.

O pior tempo que passei com Ayrton foi quando ele e Prost deixaram de se falar. Lembro-me de estar sentado nas instalações da equipa em Suzuka, onde os aposentos eram bem pequenos e os dois homens não conseguiam, sequer, olhar um para o outro. Uma atmosfera verdadeiramente irrespirável. Quando conseguiu ter um ascendente sobre a equipa descontraiu-se bastante e tornou-se ainda mais confiante e satisfeito da vida quando Gerhard Berger se juntou à equipa. Na realidade, um dos meus trabalhos "extra-oficiais" era ir aos aposentos da equipa durante a hora de almoço de domingo e quando estavam a preparar-se para a corrida, contar-lhes algumas das piadas e dos mexericos que circulavam no "paddock".

Tal como para a generalidade dos brasileiros a vida familiar era muito importante e Ayrton perguntava-me sempre como estavam os meus filhos. Lembro-me de me ter encontrado com ele num aeroporto perto de Oxford, antes do GP da Grã-Bretanha. Tinha como missão apresentá-lo a um jornalista de automóveis que tinha chegado num Honda NSX para Ayrton fazer um teste de estrada. Tinha o meu filho de sete anos comigo e o jornalista e o fotógrafo tiveram de esperar enquanto ele conversava com o meu filho, que estava demasiado envergonhado para falar. Ayrton perguntou se ele se portava bem e ofereceu-lhe um "pin" com o seu capacete e uma foto autografada. No dia 1 de Maio de 1994 o meu filho foi-se deitar segurando essa foto contra o peito.

Ayrton foi o melhor piloto de sempre? Quem quer saber e a quem é que isso interessa? Recordar-me-ei sempre dele como um ser humano complexo mas com um coração de ouro e isso é bem mais importante do que tudo o que conseguiu na sua carreira ao volante de um automóvel de competição.

Eric Silbermann

Fonte - AutoSport
publicado por sattotal às 10:13 | link do post
Cumprem-se hoje 17 anos depois da morte de Ayrton Senna da Silva, em Imola. Desde aí para cá, esta data foi sempre lembrada, e ao longo do tempo, muito se escreveu sobre o tricampeão do Mundo de Fórmula 1. Hoje vamos aqui recordar um texto de Eric Silbermann, um jornalista que foi muito próximo de Ayrton Senna, e que nos mostra por palavras que Ayrton Senna foi muito mais que um dos melhores pilotos de F1 de sempre:

"Ao longo dos tempos, após a sua morte, todos lemos um "mundo" de palavras ocas sobre Ayrton Senna, muitos sentimentos falsos e outras tantas afirmações da mais profunda amargura. No décimo aniversário da morte de Ayrton Senna, perguntei a Rubens Barrichello como iria lidar com tudo isto e o piloto brasileiro respondeu: "Ayrton morreu há 10 anos e chegou a altura de colocar um ponto final na tristeza. Agora chegou a altura de nos sentirmos felizes com o que Ayrton representou para todos nós e devíamos estar a celebrar a sua vida e não a sofrer com a sua morte." Um sentimento adequado que vou reproduzir nesta crónica.

Encontrei Ayrton pela primeira vez em 1988, quando ele começou a correr pela McLaren e eu fui contratado como "press officer" da Honda para a Fórmula 1. Nas pistas pouco tive a ver, profissionalmente, com ele, já que era a McLaren que organizava a maior parte do trabalho com os media, mas tinha de o questionar diariamente, logo que saía do carro e no final de cada sessão de treinos para escrever o meu "press release". Senna odiava este momento! Tudo o que queria era falar com os engenheiros e olhava para o meu trabalho como uma inutilidade que interrompia a sua concentração. De facto, quando a Honda abandonou a F1 no final de 1992, enviou-me um cartão de Boas Festas com a seguinte mensagem: "Finalmente estou livre do teu maldito gravador!". Mas Ayrton estava enganado porque optei por uma carreira de jornalista e continuei atrás dele e das suas declarações. E já que as prestações da McLaren em 93 caíram a pique, um dos anos em que Ayrton melhor guiou como, por exemplo, no chuvoso GP da Europa em Donington, ainda tentei convencer o "grande homem" que os sucessos prévios da McLaren de 88 a 92 deviam-se mais a mim do que a ele, mas não sei porquê Ayrton nunca concordou com este ponto de vista.

 
As pessoas na Honda tratavam-no como um Deus, mas ele era, tão só e apenas, um homem. Claro que era um piloto extraordinário, mas tal como dizemos em Inglaterra, ele "vestia as pernas das calças uma de cada vez", tal como qualquer outra pessoa. Por vezes parecia que tinha pena de mim, logo que se apercebeu que os meus patrões na Honda pouco entendiam sobre o trabalho de relações públicas: "Deves ser louco para teres este emprego," disse-me uma vez.

Mas, por vezes, era bastante difícil trabalhar com ele. Como, por exemplo, quando desistiu no GP de Phoenix e se escondeu dentro da "motorhome", recusando-se a sair para prestar declarações para o meu comunicado de imprensa. Fiquei sentado cá fora a ver a televisão que transmitia imagens do exército chinês a atacar os manifestantes na Praça Tianamen em Pequim.

Então percebi que a F1 não era a coisa mais importante do mundo e fui-me embora sem as declarações. Ayrton questionou-me sobre esta situação na corrida seguinte e, depois do sucedido nunca mais tivemos qualquer problema. Contudo, era bem capaz de passar 15 minutos a explicar-me porque é que estava muito ocupado para conceder uma entrevista de 5 minutos!

Era extraordinariamente meticuloso em tudo o que fazia. Confrontado com centenas de posters para autografar, Prost ou Berger tentariam fazê-lo o mais depressa possível, mas Ayrton teria o maior cuidado com cada um deles, assegurando-se que a tinta tinha secado antes de autografar o próximo. Uma situação típica da sua atitude perfeccionista.

Apesar de, por vezes, se irritar com eles, Ayrton gostava de trabalhar com a Honda já que o construtor o prezava tanto. Uma vez esteve na Disneyworld de Tóquio e, no final, acompanhei-o ao aeroporto de Narita, onde apanharia um avião para o GP da Austrália. À medida que nos encaminhávamos para o balcão e que o ajudava a fazer o "check in" disse-me: "Sinto-me como um rapazinho sem a companhia dos pais. Afinal o que é que eu sei?" Ayrton pretendia dizer-me que, cada vez que estava no Japão ou comparecia em acções da Honda, tudo, mas mesmo tudo, era feito para ele e em função dele e tinha esquecido o simples acto de pensar por si próprio.

O pior tempo que passei com Ayrton foi quando ele e Prost deixaram de se falar. Lembro-me de estar sentado nas instalações da equipa em Suzuka, onde os aposentos eram bem pequenos e os dois homens não conseguiam, sequer, olhar um para o outro. Uma atmosfera verdadeiramente irrespirável. Quando conseguiu ter um ascendente sobre a equipa descontraiu-se bastante e tornou-se ainda mais confiante e satisfeito da vida quando Gerhard Berger se juntou à equipa. Na realidade, um dos meus trabalhos "extra-oficiais" era ir aos aposentos da equipa durante a hora de almoço de domingo e quando estavam a preparar-se para a corrida, contar-lhes algumas das piadas e dos mexericos que circulavam no "paddock".

Tal como para a generalidade dos brasileiros a vida familiar era muito importante e Ayrton perguntava-me sempre como estavam os meus filhos. Lembro-me de me ter encontrado com ele num aeroporto perto de Oxford, antes do GP da Grã-Bretanha. Tinha como missão apresentá-lo a um jornalista de automóveis que tinha chegado num Honda NSX para Ayrton fazer um teste de estrada. Tinha o meu filho de sete anos comigo e o jornalista e o fotógrafo tiveram de esperar enquanto ele conversava com o meu filho, que estava demasiado envergonhado para falar. Ayrton perguntou se ele se portava bem e ofereceu-lhe um "pin" com o seu capacete e uma foto autografada. No dia 1 de Maio de 1994 o meu filho foi-se deitar segurando essa foto contra o peito.

Ayrton foi o melhor piloto de sempre? Quem quer saber e a quem é que isso interessa? Recordar-me-ei sempre dele como um ser humano complexo mas com um coração de ouro e isso é bem mais importante do que tudo o que conseguiu na sua carreira ao volante de um automóvel de competição.

Eric Silbermann

Fonte - AutoSport
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