PARIS (AFP) - A gripe suína, provocada pelo vírus H1N1, que se converteu na primeira pandemia do século XXI após ter sido detectada, em março de 2009, no México e nos Estados Unidos, já deixou 10 mil mortos, um número inferior ao previsto, em meio a uma intensa mobilização mundial.


O H1N1 matou 10.582 pessoas, em 208 países, segundo os números divulgados em 18 de dezembro pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que em junho passado declarou o mundo em estado de pandemia.

A gripe suína, detectada no final de março no México, se alastrou rapidamente, afetando especialmente o continente americano, onde provocou 6.335 mortes até meados de dezembro.


"Na zona tropical da América Central, América do Sul e Caribe, a transmissão da gripe se manteve em todas as regiões, mas está em declínio", revelou a OMS há uma semana.


Segundo dados da Organização Pan-Americana de Saúde (OPS), no continente americano os Estados Unidos lideram a lista de óbitos por gripe suína, com 1.929 mortes, seguido por Brasil, 1.528, México, 687, Argentina, 613, Canadá, 357, Peru, 192, Colômbia, 163, e Chile, 140.


A gripe suína ataca duramente os que já sofrem de outras doenças e também provoca "uma taxa de mortalidade pouco comum entre os jovens, incluindo os que gozam de boa saúde", destaca o especialista francês Antoine Flahaut.


Segundo a doutora Isabelle Nutall, da OMS, "está claro que não estamos diante de um vírus tão mortífero como o da gripe aviária".


De acordo com a OMS, a gripe suína retrocede em "ao menos dez países de Europa ocidental e do norte", mas segue avançando na República Tcheca, Estônia, Hungria, Montenegro, Suíça e em algumas regiões da Rússia.


"É a primeira vez que enfrentamos um problema semelhante em nível mundial. Esta mobilização nos permitiu elaborar uma vacina em tempo recorde", disse a doutora Sylvie Briand, chefe do departamento gripe da OMS.


De fato, mais de 150 milhões de doses da vacina contra o vírus H1N1 foram distribuídas em cerca de 40 países, segundo o doutor Keiji Fukuda, número dois da OMS.


Os Estados Unidos lançaram sua campanha em outubro, com 40 milhões de doses, e a França contava com 94 milhões de doses da vacina em novembro.


A América Latina, que segundo a OPS necessita de 200 milhões de doses para atender à população mais vulnerável, poderá contar com estas vacinas no início do ano.


Obesos, grávidas e idosos com mais de 65 anos são os mais vulneráveis à gripe.


A OMS afirma que o Tamiflu ainda é a droga mais eficaz para "reduzir e prevenir formas graves da gripe" suína, cujo vírus já apresentou mutações no Brasil, Noruega, China, França, Itália, México, Japão, Ucrânia e Estados Unidos.


"Há que permanecer alerta e não baixar a guarda", advertiu Isabelle Nutall, lembrando que "o vírus da gripe é totalmente imprevisível".


No próximo ano poderá reaparecer com uma forma mais mortífera, disse John Oxford, professor de virologia no Royal London Hospital.
publicado por sattotal às 18:31 | link do post


PARIS (AFP) - A gripe suína, provocada pelo vírus H1N1, que se converteu na primeira pandemia do século XXI após ter sido detectada, em março de 2009, no México e nos Estados Unidos, já deixou 10 mil mortos, um número inferior ao previsto, em meio a uma intensa mobilização mundial.


O H1N1 matou 10.582 pessoas, em 208 países, segundo os números divulgados em 18 de dezembro pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que em junho passado declarou o mundo em estado de pandemia.

A gripe suína, detectada no final de março no México, se alastrou rapidamente, afetando especialmente o continente americano, onde provocou 6.335 mortes até meados de dezembro.


"Na zona tropical da América Central, América do Sul e Caribe, a transmissão da gripe se manteve em todas as regiões, mas está em declínio", revelou a OMS há uma semana.


Segundo dados da Organização Pan-Americana de Saúde (OPS), no continente americano os Estados Unidos lideram a lista de óbitos por gripe suína, com 1.929 mortes, seguido por Brasil, 1.528, México, 687, Argentina, 613, Canadá, 357, Peru, 192, Colômbia, 163, e Chile, 140.


A gripe suína ataca duramente os que já sofrem de outras doenças e também provoca "uma taxa de mortalidade pouco comum entre os jovens, incluindo os que gozam de boa saúde", destaca o especialista francês Antoine Flahaut.


Segundo a doutora Isabelle Nutall, da OMS, "está claro que não estamos diante de um vírus tão mortífero como o da gripe aviária".


De acordo com a OMS, a gripe suína retrocede em "ao menos dez países de Europa ocidental e do norte", mas segue avançando na República Tcheca, Estônia, Hungria, Montenegro, Suíça e em algumas regiões da Rússia.


"É a primeira vez que enfrentamos um problema semelhante em nível mundial. Esta mobilização nos permitiu elaborar uma vacina em tempo recorde", disse a doutora Sylvie Briand, chefe do departamento gripe da OMS.


De fato, mais de 150 milhões de doses da vacina contra o vírus H1N1 foram distribuídas em cerca de 40 países, segundo o doutor Keiji Fukuda, número dois da OMS.


Os Estados Unidos lançaram sua campanha em outubro, com 40 milhões de doses, e a França contava com 94 milhões de doses da vacina em novembro.


A América Latina, que segundo a OPS necessita de 200 milhões de doses para atender à população mais vulnerável, poderá contar com estas vacinas no início do ano.


Obesos, grávidas e idosos com mais de 65 anos são os mais vulneráveis à gripe.


A OMS afirma que o Tamiflu ainda é a droga mais eficaz para "reduzir e prevenir formas graves da gripe" suína, cujo vírus já apresentou mutações no Brasil, Noruega, China, França, Itália, México, Japão, Ucrânia e Estados Unidos.


"Há que permanecer alerta e não baixar a guarda", advertiu Isabelle Nutall, lembrando que "o vírus da gripe é totalmente imprevisível".


No próximo ano poderá reaparecer com uma forma mais mortífera, disse John Oxford, professor de virologia no Royal London Hospital.
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Todos os utilizadores de telemóvel em Portugal vão receber uma mensagem da Direcção-Geral da Saúde com conselhos sobre a gripe A, que já começou a ser enviada, avançou à Lusa o director-geral da Saúde.
«Com sintomas de gripe fique em casa e ligue 808 24 24 24 ou contacte o seu médico. Reforce as medidas de higiene. Evite contagiar os outros. Consulte www.dgs.pt » esta é a mensagem que está a ser enviada por SMS.
O director-geral da Saúde, Francisco George, adiantou que esta medida surgiu no âmbito de «um protocolo que foi acordado com todas as operadoras de telemóveis, sem despesa para a Direcção-Geral da Saúde, à luz da lei do mecenato no quadro da responsabilidade social das empresas».
«Depois da obtenção da autorização da Comissão Nacional de Protecção de Dados, as bases de dados dos clientes das operadoras foram utilizadas para esse fim», afirmou Francisco George.
publicado por sattotal às 19:47 | link do post
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Todos os utilizadores de telemóvel em Portugal vão receber uma mensagem da Direcção-Geral da Saúde com conselhos sobre a gripe A, que já começou a ser enviada, avançou à Lusa o director-geral da Saúde.
«Com sintomas de gripe fique em casa e ligue 808 24 24 24 ou contacte o seu médico. Reforce as medidas de higiene. Evite contagiar os outros. Consulte www.dgs.pt » esta é a mensagem que está a ser enviada por SMS.
O director-geral da Saúde, Francisco George, adiantou que esta medida surgiu no âmbito de «um protocolo que foi acordado com todas as operadoras de telemóveis, sem despesa para a Direcção-Geral da Saúde, à luz da lei do mecenato no quadro da responsabilidade social das empresas».
«Depois da obtenção da autorização da Comissão Nacional de Protecção de Dados, as bases de dados dos clientes das operadoras foram utilizadas para esse fim», afirmou Francisco George.
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Portugal já ultrapassou a barreira dos 800 casos. O Ministério da Saúde confirmou hoje 149 novos casos de gripe A, nas últimas 24 horas. Sobe assim para 884 o número de infectados pelo Vírus H1N1 em Portugal.

Dos casos confirmados, 79 são homens e 70 são mulheres. As idades variam entre 1 e 62 anos, com predominância da faixa etária dos 21 aos 30 anos. Verificaram-se ainda 77 casos de transmissão terciária e 59 de transmissão secundária. Os restantes 13 são importados.

Actualmente, encontram-se 11 pessoas hospitalizadas, cuja situação clínica é estável. A maioria deve ter alta hospitalar das unidades de referência nos próximos dias.

A mulher de 30 anos com quadro clínico de pneumonia permanece internada no Hospital de São João. O prognóstico mantém-se reservado.

Segundo a direcção de saúde, "a existência de casos de infecção pelo vírus H1N1 da Gripe A com uma situação clínica grave não é inesperada. A maioria das infecções registadas em todo o mundo, e também em Portugal, apresenta um quadro clínico benigno".

"Apesar disso, não há razão para alarme, mas sim para que se mantenha uma atenção redobrada", acrescenta a nota. No entanto, a ministra da Saúde, Ana Jorge, já alertou que há portugueses que não estão a respeitar os alertas das autoridades de saúde e chamou a atenção para o perigo que isso pode causar.
publicado por sattotal às 23:50 | link do post
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Portugal já ultrapassou a barreira dos 800 casos. O Ministério da Saúde confirmou hoje 149 novos casos de gripe A, nas últimas 24 horas. Sobe assim para 884 o número de infectados pelo Vírus H1N1 em Portugal.

Dos casos confirmados, 79 são homens e 70 são mulheres. As idades variam entre 1 e 62 anos, com predominância da faixa etária dos 21 aos 30 anos. Verificaram-se ainda 77 casos de transmissão terciária e 59 de transmissão secundária. Os restantes 13 são importados.

Actualmente, encontram-se 11 pessoas hospitalizadas, cuja situação clínica é estável. A maioria deve ter alta hospitalar das unidades de referência nos próximos dias.

A mulher de 30 anos com quadro clínico de pneumonia permanece internada no Hospital de São João. O prognóstico mantém-se reservado.

Segundo a direcção de saúde, "a existência de casos de infecção pelo vírus H1N1 da Gripe A com uma situação clínica grave não é inesperada. A maioria das infecções registadas em todo o mundo, e também em Portugal, apresenta um quadro clínico benigno".

"Apesar disso, não há razão para alarme, mas sim para que se mantenha uma atenção redobrada", acrescenta a nota. No entanto, a ministra da Saúde, Ana Jorge, já alertou que há portugueses que não estão a respeitar os alertas das autoridades de saúde e chamou a atenção para o perigo que isso pode causar.
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Lisboa, 08 Agosto (Lusa) - Portugal registou 28 casos de infecção pelo vírus da Gripe A (H1N1) nas últimas 24 horas, o que eleva para 505 o número total de casos no país, anunciou hoje o Ministério da Saúde.
Segundo uma nota do gabinete da ministra Ana Jorge, dos casos confirmados, 19 indivíduos são do sexo feminino e 9 do sexo masculino.
Em termos de idades, estas variam entre os 4 meses e os 59 anos, com predominância da faixa etária entre os 20 e os 30 anos
publicado por sattotal às 23:01 | link do post
Lisboa, 08 Agosto (Lusa) - Portugal registou 28 casos de infecção pelo vírus da Gripe A (H1N1) nas últimas 24 horas, o que eleva para 505 o número total de casos no país, anunciou hoje o Ministério da Saúde.
Segundo uma nota do gabinete da ministra Ana Jorge, dos casos confirmados, 19 indivíduos são do sexo feminino e 9 do sexo masculino.
Em termos de idades, estas variam entre os 4 meses e os 59 anos, com predominância da faixa etária entre os 20 e os 30 anos
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Lisboa, 29 Jul (Lusa) - O Ministério da Saúde (MS) anunciou hoje mais 17 casos confirmados de infecção pelo vírus da Gripe A (H1N1), o que eleva para 265 o número total de pessoas infectadas em Portugal.

Segundo uma nota do gabinete da ministra Ana Jorge, cinco das 17 pessoas infectadas estão hospitalizadas, mas deverão ter alta entre hoje e quinta-feira.

Nos Hospitais da Universidade de Coimbra foi assistida uma mulher de 42 anos e um homem de 21 anos, ambos vindos de Ibiza, um rapaz de 14 anos, regressado do Reino Unido, e uma mulher de 18 anos (transmissão secundária).
publicado por sattotal às 20:12 | link do post
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Lisboa, 29 Jul (Lusa) - O Ministério da Saúde (MS) anunciou hoje mais 17 casos confirmados de infecção pelo vírus da Gripe A (H1N1), o que eleva para 265 o número total de pessoas infectadas em Portugal.

Segundo uma nota do gabinete da ministra Ana Jorge, cinco das 17 pessoas infectadas estão hospitalizadas, mas deverão ter alta entre hoje e quinta-feira.

Nos Hospitais da Universidade de Coimbra foi assistida uma mulher de 42 anos e um homem de 21 anos, ambos vindos de Ibiza, um rapaz de 14 anos, regressado do Reino Unido, e uma mulher de 18 anos (transmissão secundária).
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A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que, em todo o Mundo, 816 pessoas morreram depois de terem contraído o vírus H1N1. A OMS refere ainda que a gripe A já está a chegar aos 200 mil casos e que a doença deverá atingir todos os países do planeta muito brevemente.

Na Europa, mais de 16 mil doentes foram confirmados com a doença, entre eles mais de 30 mortais. Em Espanha morreu o sexto paciente com gripe A, durante o passado fim-de-semana.


O último relatório da direcção-geral de saúde refere que em Portugal, os casos de infecção pelo vírus H1N1 ascende já aos 239 casos.
publicado por sattotal às 22:28 | link do post
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A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que, em todo o Mundo, 816 pessoas morreram depois de terem contraído o vírus H1N1. A OMS refere ainda que a gripe A já está a chegar aos 200 mil casos e que a doença deverá atingir todos os países do planeta muito brevemente.

Na Europa, mais de 16 mil doentes foram confirmados com a doença, entre eles mais de 30 mortais. Em Espanha morreu o sexto paciente com gripe A, durante o passado fim-de-semana.


O último relatório da direcção-geral de saúde refere que em Portugal, os casos de infecção pelo vírus H1N1 ascende já aos 239 casos.
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Lisboa, 25 Jul (Lusa) - O Ministério da Saúde (MS) anunciou hoje a existência de mais vinte casos confirmados de infecção pelo vírus da Gripe A (H1N1), subindo assim para 218 o número total de pessoas infectadas em Portugal.

Segundo uma nota do gabinete da ministra Ana Jorge, estão a ser seguidos no Centro Hospitalar do Funchal, Madeira, um homem de 23 anos, um menino de 11 anos e uma menina de 4 anos, provenientes da Venezuela, bem como uma rapariga e um rapaz de 14 anos procedentes de Espanha.

No Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, foram referenciados sete casos: um rapaz de 14 anos, um menino de 6 anos e uma menina de 11 anos, vindos do Reino Unido, uma menina de 5 anos, um menino de 8 anos e um rapaz de 15 anos, regressados de Espanha, e ainda uma menina de 6 anos, após passagem pelo Brasil.
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Lisboa, 25 Jul (Lusa) - O Ministério da Saúde (MS) anunciou hoje a existência de mais vinte casos confirmados de infecção pelo vírus da Gripe A (H1N1), subindo assim para 218 o número total de pessoas infectadas em Portugal.

Segundo uma nota do gabinete da ministra Ana Jorge, estão a ser seguidos no Centro Hospitalar do Funchal, Madeira, um homem de 23 anos, um menino de 11 anos e uma menina de 4 anos, provenientes da Venezuela, bem como uma rapariga e um rapaz de 14 anos procedentes de Espanha.

No Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, foram referenciados sete casos: um rapaz de 14 anos, um menino de 6 anos e uma menina de 11 anos, vindos do Reino Unido, uma menina de 5 anos, um menino de 8 anos e um rapaz de 15 anos, regressados de Espanha, e ainda uma menina de 6 anos, após passagem pelo Brasil.
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É cada vez mais difícil monitorizar os avanços da gripe A. Desde que o vírus foi identificado, há dois meses, já morreram 702 dos 130 mil casos confirmados em todo o mundo. O número não é assustador, mas o que está a preocupar os governos e a Organização Mundial de Saúde (OMS) é a rapidez com que o H1N1 se continua a espalhar.

Perante uma velocidade de disseminação sem precedentes, os representantes da OMS afirmavam ontem ter deixado de ser essencial contar o número de casos confirmados em laboratório. A recomendação surge pouco mais de um mês depois de ter reconhecido oficialmente a primeira pandemia de gripe do século 21, numa altura em que havia 77 mil infectados e 332 mortes.

Actualmente, o país com mais casos e mortes registadas são os Estados Unidos, com mais de 37 mil incidências confirmadas em laboratório e quase 211 mortes. Estes números podem ser apenas a ponta do icebergue - alguns especialistas adiantam que podem já ter sido contaminados mais de um milhão de norte-americanos. No México, onde começou a propagação da doença, são 13 600 os casos confirmados, que resultaram em 125 mortes. O terceiro país a compor o pódio dos mais afectados pelo vírus H1N1 é a Argentina, que, apesar ter quatro vezes menos infectados que o México, já regista mais 12 mortes.

Em Portugal, o número de casos chegou ontem aos 121, com as últimas 24 horas a contribuírem para mais 10 casos confirmados, todos eles importados. Quatro dos doentes, entre os 11 e os 16 anos, estão internados no Hospital de Dona Estefânia. O Ministério da Saúde afirmou ontem que o "surgimento de casos de transmissão secundária e o aumento de casos importados eram previsíveis", não havendo "razão para alarme".

Recorde-se que não haverá vacina antes do final do ano e que poderá não ser suficiente para as necessidades. Portugal fez uma pré-reserva de 3 milhões de vacinas, que custará 45 milhões de euros.
publicado por sattotal às 17:19 | link do post
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É cada vez mais difícil monitorizar os avanços da gripe A. Desde que o vírus foi identificado, há dois meses, já morreram 702 dos 130 mil casos confirmados em todo o mundo. O número não é assustador, mas o que está a preocupar os governos e a Organização Mundial de Saúde (OMS) é a rapidez com que o H1N1 se continua a espalhar.

Perante uma velocidade de disseminação sem precedentes, os representantes da OMS afirmavam ontem ter deixado de ser essencial contar o número de casos confirmados em laboratório. A recomendação surge pouco mais de um mês depois de ter reconhecido oficialmente a primeira pandemia de gripe do século 21, numa altura em que havia 77 mil infectados e 332 mortes.

Actualmente, o país com mais casos e mortes registadas são os Estados Unidos, com mais de 37 mil incidências confirmadas em laboratório e quase 211 mortes. Estes números podem ser apenas a ponta do icebergue - alguns especialistas adiantam que podem já ter sido contaminados mais de um milhão de norte-americanos. No México, onde começou a propagação da doença, são 13 600 os casos confirmados, que resultaram em 125 mortes. O terceiro país a compor o pódio dos mais afectados pelo vírus H1N1 é a Argentina, que, apesar ter quatro vezes menos infectados que o México, já regista mais 12 mortes.

Em Portugal, o número de casos chegou ontem aos 121, com as últimas 24 horas a contribuírem para mais 10 casos confirmados, todos eles importados. Quatro dos doentes, entre os 11 e os 16 anos, estão internados no Hospital de Dona Estefânia. O Ministério da Saúde afirmou ontem que o "surgimento de casos de transmissão secundária e o aumento de casos importados eram previsíveis", não havendo "razão para alarme".

Recorde-se que não haverá vacina antes do final do ano e que poderá não ser suficiente para as necessidades. Portugal fez uma pré-reserva de 3 milhões de vacinas, que custará 45 milhões de euros.
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TOSSE E ESPIRROS

Gripe A
A tosse seca é contínua e mais agressiva. Mas, ao contrário, os espirros são pouco comuns
Gripe Sazonal
O congestionamento nasal e os espirros são constantes. E, nesta gripe, a tosse é menos intensa

CORPO
Gripe A
Tudo é mais intenso. As dores no corpo são fortes e o cansaço provocado é extremo
Gripe Sazonal
As dores musculares são suaves e podem confundir-se até com o cansaço, que normalmente é moderado
DORES
Gripe A
Intensas dores de cabeça e dores de garganta mais suaves. Mas ao contrário da sazonal, os olhos ardem bastante
Gripe Sazonal
As dores de cabeça são ligeiras, enquanto que as de garganta são mais acentuadas. O ardor nos olhos é suave
FEBRE
Gripe A
Tem provocado febres mais altas. Além disso, estas começam de forma mais drástica e passam os 39 graus
Gripe Sazonal
A febre não costuma passar dos 39 graus na gripe que afecta milhares de pessoas todos os anos
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TOSSE E ESPIRROS

Gripe A
A tosse seca é contínua e mais agressiva. Mas, ao contrário, os espirros são pouco comuns
Gripe Sazonal
O congestionamento nasal e os espirros são constantes. E, nesta gripe, a tosse é menos intensa

CORPO
Gripe A
Tudo é mais intenso. As dores no corpo são fortes e o cansaço provocado é extremo
Gripe Sazonal
As dores musculares são suaves e podem confundir-se até com o cansaço, que normalmente é moderado
DORES
Gripe A
Intensas dores de cabeça e dores de garganta mais suaves. Mas ao contrário da sazonal, os olhos ardem bastante
Gripe Sazonal
As dores de cabeça são ligeiras, enquanto que as de garganta são mais acentuadas. O ardor nos olhos é suave
FEBRE
Gripe A
Tem provocado febres mais altas. Além disso, estas começam de forma mais drástica e passam os 39 graus
Gripe Sazonal
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A vacina contra o H1N1 não estará à venda nas farmácias. A garantia foi dado ao DN pela ministra da Saúde, Ana Jorge, lembrando que as vacinas pandémicas devem ser reservadas para combater a doença da forma mais eficaz possível.

"É uma vacina que é comprada pelo Estado e distribuída pelo Estado a quem mais precisa", explica o sub-director geral da Saúde, José Robalo. Por isso, a preocupação em definir os grupos de risco.

Aliás, é isso que está a acontecer em todo o mundo. São os governos que estão a contactar os laboratórios que produzem a vacina, cinco em todo o mundo (Baxter, GlaxoSmithKlein, Novartis, Sanofi Pasteur MSD e Solvey Farma), e a encomendar milhões de doses para imunizar a sua população.

Os Estados Unidos já pagaram 80 milhões de doses e estão a tentar assegurar um total de 600, ou seja, o suficiente para vacinar todos os norte-americanos. Também Austrália e Reino Unido encomendaram doses para toda a população. A Alemanha e a Espanha reservaram o suficiente para vacinar um terço da população, tal como Portugal. E Itália pediu cerca de 20 milhões para um população de 56.

Perante este cenário, têm sido levantadas dúvidas sobre se as farmacêuticas terão capacidade de resposta e de fornecer todos os países. A Baxter, por exemplo, já anunciou que não pode aceitar mais encomendas, por falta de capacidade de produção. E a secretária-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou para a necessidade de uma distribuição equitativa, com a garantia de que os países mais pobres não ficam para depois.

Por isso, e porque se trata de um questão de saúde pública, as vacinas não entrarão no "circuito comercial" das farmácias, explicam fontes ligadas à indústria. Até porque, num cenário de escassez, seria previsível uma corrida e escalada de preços pouco razoável.

Para José Robalo, o que vai atrasar a chegada da vacina é a necessidade de ensaios clínicos. "Há capacidade para produzir 95 milhões de doses por semana. Por isso não devemos ter problemas. Mas a vacinação é fundamental e não podemos correr riscos, criando mais problemas por usar vacinas do que por causa da doença", explica.

Assim, Portugal decidiu esperar pela autorização da Agência Europeia do Medicamento, recomendada pela OMS. Mas há países, em que a epidemia está fora de controlo, que ameaçam não o fazer. Um tema que vai continuar a ser discutido nas próximas semanas.
publicado por sattotal às 10:11 | link do post
A vacina contra o H1N1 não estará à venda nas farmácias. A garantia foi dado ao DN pela ministra da Saúde, Ana Jorge, lembrando que as vacinas pandémicas devem ser reservadas para combater a doença da forma mais eficaz possível.

"É uma vacina que é comprada pelo Estado e distribuída pelo Estado a quem mais precisa", explica o sub-director geral da Saúde, José Robalo. Por isso, a preocupação em definir os grupos de risco.

Aliás, é isso que está a acontecer em todo o mundo. São os governos que estão a contactar os laboratórios que produzem a vacina, cinco em todo o mundo (Baxter, GlaxoSmithKlein, Novartis, Sanofi Pasteur MSD e Solvey Farma), e a encomendar milhões de doses para imunizar a sua população.

Os Estados Unidos já pagaram 80 milhões de doses e estão a tentar assegurar um total de 600, ou seja, o suficiente para vacinar todos os norte-americanos. Também Austrália e Reino Unido encomendaram doses para toda a população. A Alemanha e a Espanha reservaram o suficiente para vacinar um terço da população, tal como Portugal. E Itália pediu cerca de 20 milhões para um população de 56.

Perante este cenário, têm sido levantadas dúvidas sobre se as farmacêuticas terão capacidade de resposta e de fornecer todos os países. A Baxter, por exemplo, já anunciou que não pode aceitar mais encomendas, por falta de capacidade de produção. E a secretária-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou para a necessidade de uma distribuição equitativa, com a garantia de que os países mais pobres não ficam para depois.

Por isso, e porque se trata de um questão de saúde pública, as vacinas não entrarão no "circuito comercial" das farmácias, explicam fontes ligadas à indústria. Até porque, num cenário de escassez, seria previsível uma corrida e escalada de preços pouco razoável.

Para José Robalo, o que vai atrasar a chegada da vacina é a necessidade de ensaios clínicos. "Há capacidade para produzir 95 milhões de doses por semana. Por isso não devemos ter problemas. Mas a vacinação é fundamental e não podemos correr riscos, criando mais problemas por usar vacinas do que por causa da doença", explica.

Assim, Portugal decidiu esperar pela autorização da Agência Europeia do Medicamento, recomendada pela OMS. Mas há países, em que a epidemia está fora de controlo, que ameaçam não o fazer. Um tema que vai continuar a ser discutido nas próximas semanas.
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