O horário brasileiro de verão, que teve sua maior temporada desde 1985, termina nesta noite. Em dez Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além da Bahia e do Distrito Federal, os relógios devem ser atrasados em 1 hora à 0h de domingo, quando voltarão a marcar 23h do sábado.

O período, iniciado em 15 outubro do ano passado, teve 133 dias, por conta da coincidência entre o dia previsto para o término do horário de verão e o domingo de carnaval, quando o encerramento deve ser no fim de semana seguinte. No caso, dia 26 de fevereiro de 2012. O objetivo é evitar que, no meio da folia, a população se esqueça de ajustar os relógios.

Em outubro: Horário de verão começa no País

A economia nesta edição foi de aproximadamento R$ 160 milhões, segundo o Operador Nacional do Sistema (ONS). Dados reunidos pela ONS apontam para uma redução da demanda no horário da ordem de 2.555 MW - 1.840 MW no Sudeste e Centro-Oeste, 610 MW no Sul e 105 MW no Nordeste - apenas a Bahia adotou o horário alternativo. A redução representa 4,6% da demanda máxima dos três subsistemas.

Ainda conforme o órgão regulador, a redução de energia foi de 0,5% em todos os subsistemas envolvidos, o que equivale a 8% do consumo mensal da cidade do Rio de Janeiro ou 10% do consumo mensal de Curitiba e 0,5% do consumo mensal de Feira de Santana (BA). No caso de São Paulo, houve redução de demanda de 4,5% no horário de pico - resultando em economia de 985 MW, a maior do País.

No Brasil, o horário de verão foi instituído pela primeira vez no verão de 1931/1932, pelo então presidente Getúlio Vargas. Sua versão de estreia durou quase meio ano, vigorando de 3 de outubro de 1931 até 31 de março de 1932. No verão seguinte, foi reeditada a medida com a mesma duração da primeira versão.

Posteriormente, a adoção da medida foi retomada em períodos não consecutivos, nos anos de 1949 até 1953, de 1963 até 1968, e nos tempos atuais a partir de 1985. O período de vigência é bastante variado, mas a média nos últimos 20 anos está em torno de 120 dias de duração, no Brasil.
publicado por sattotal às 12:54 | link do post
O horário brasileiro de verão, que teve sua maior temporada desde 1985, termina nesta noite. Em dez Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além da Bahia e do Distrito Federal, os relógios devem ser atrasados em 1 hora à 0h de domingo, quando voltarão a marcar 23h do sábado.

O período, iniciado em 15 outubro do ano passado, teve 133 dias, por conta da coincidência entre o dia previsto para o término do horário de verão e o domingo de carnaval, quando o encerramento deve ser no fim de semana seguinte. No caso, dia 26 de fevereiro de 2012. O objetivo é evitar que, no meio da folia, a população se esqueça de ajustar os relógios.

Em outubro: Horário de verão começa no País

A economia nesta edição foi de aproximadamento R$ 160 milhões, segundo o Operador Nacional do Sistema (ONS). Dados reunidos pela ONS apontam para uma redução da demanda no horário da ordem de 2.555 MW - 1.840 MW no Sudeste e Centro-Oeste, 610 MW no Sul e 105 MW no Nordeste - apenas a Bahia adotou o horário alternativo. A redução representa 4,6% da demanda máxima dos três subsistemas.

Ainda conforme o órgão regulador, a redução de energia foi de 0,5% em todos os subsistemas envolvidos, o que equivale a 8% do consumo mensal da cidade do Rio de Janeiro ou 10% do consumo mensal de Curitiba e 0,5% do consumo mensal de Feira de Santana (BA). No caso de São Paulo, houve redução de demanda de 4,5% no horário de pico - resultando em economia de 985 MW, a maior do País.

No Brasil, o horário de verão foi instituído pela primeira vez no verão de 1931/1932, pelo então presidente Getúlio Vargas. Sua versão de estreia durou quase meio ano, vigorando de 3 de outubro de 1931 até 31 de março de 1932. No verão seguinte, foi reeditada a medida com a mesma duração da primeira versão.

Posteriormente, a adoção da medida foi retomada em períodos não consecutivos, nos anos de 1949 até 1953, de 1963 até 1968, e nos tempos atuais a partir de 1985. O período de vigência é bastante variado, mas a média nos últimos 20 anos está em torno de 120 dias de duração, no Brasil.
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O Arabsat 5A é o substituto nesta posição geogáfica do Arabsat 2A. É um satélite de recepção difícil.

Em Portugal, os feixes que se podem receber são os "Magreb" e o "Pan-Arab", embora só com antenas de diâmetro igual ou superior a 90 centímetros.

Tem alguns canais televisivos interessantes pela novidade, tais como o M Lebanon, um outro denominado pelo tipo de de codificador como Tandberg Service e o IMN.

O seu idioma é o árabe, o que poderá novamente ser um obstáculo para a maioria dos potenciais interessados.

Lista de transponders deste satélite
clique no nome do satélite para fazer o download:- ARABSAT 5A

PAN-ARAB

Magreb


Informação Técnica

Satellite Name: Arabsat 5A
Status: active
Position: 31° E (30.5° E)
Norad: 36745
Cospar number: 2010-032B
Operator: Arabsat
Launch date: 26-Jun-2010
Launch site: Guiana Space Center
Launch vehicle: Ariane 5
Launch mass (kg): 4940
Dry mass (kg):
Manufacturer: EADS Astrium
Model (bus): Eurostar-3000
Orbit: GEO
Expected lifetime: 15 yrs.
Call sign:
Beacon(s): 3705.1L, 4191R, 10706, 12749
Details:
16 active C-band transponders, 24 active Ku-band transponders to provide the large range of satellite communications services such as television backhauling and broadcasting, telephony, business communications, Internet trunking and the provision of VSAT and other interactive services, over sub-Saharan Africa, North-Africa and the Middle East. Planned to be launched in pair with COMS 1.
Beams:
C-band Appendix 30B beam (active)
C-band Middle East and Africa beam (active)
Ku-band Central Middle East and North Africa beam (active)
Ku-band MAGHREB beam (active)
Ku-band MASHREQ beam (active)
Ku-band Pan-Arabic beam (active)
publicado por sattotal às 22:23 | link do post
O Arabsat 5A é o substituto nesta posição geogáfica do Arabsat 2A. É um satélite de recepção difícil.

Em Portugal, os feixes que se podem receber são os "Magreb" e o "Pan-Arab", embora só com antenas de diâmetro igual ou superior a 90 centímetros.

Tem alguns canais televisivos interessantes pela novidade, tais como o M Lebanon, um outro denominado pelo tipo de de codificador como Tandberg Service e o IMN.

O seu idioma é o árabe, o que poderá novamente ser um obstáculo para a maioria dos potenciais interessados.

Lista de transponders deste satélite
clique no nome do satélite para fazer o download:- ARABSAT 5A

PAN-ARAB

Magreb


Informação Técnica

Satellite Name: Arabsat 5A
Status: active
Position: 31° E (30.5° E)
Norad: 36745
Cospar number: 2010-032B
Operator: Arabsat
Launch date: 26-Jun-2010
Launch site: Guiana Space Center
Launch vehicle: Ariane 5
Launch mass (kg): 4940
Dry mass (kg):
Manufacturer: EADS Astrium
Model (bus): Eurostar-3000
Orbit: GEO
Expected lifetime: 15 yrs.
Call sign:
Beacon(s): 3705.1L, 4191R, 10706, 12749
Details:
16 active C-band transponders, 24 active Ku-band transponders to provide the large range of satellite communications services such as television backhauling and broadcasting, telephony, business communications, Internet trunking and the provision of VSAT and other interactive services, over sub-Saharan Africa, North-Africa and the Middle East. Planned to be launched in pair with COMS 1.
Beams:
C-band Appendix 30B beam (active)
C-band Middle East and Africa beam (active)
Ku-band Central Middle East and North Africa beam (active)
Ku-band MAGHREB beam (active)
Ku-band MASHREQ beam (active)
Ku-band Pan-Arabic beam (active)
publicado por sattotal às 22:23 | link do post
Satélite sem qualquer interesse para nós, devido ao "Spot A", o qual está direcionado para a área Oeste da Europa, não emitir qualquer canal de televisão, conseguindo somente a sintonia de uma portadora do serviço de internet por satélite.

Lista de transponders deste satélite
Clique no nome do Satélite para fazer o download:- EUROBIRD 3

 

Informação Técnica

Satellite Name: Eurobird 3 (eBird 1)
Status: active
Position: 33° E (33° E)
Norad: 27948
Cospar number: 2003-043A
Operator: Eutelsat Communications S.A.
Launch date: 27-Sep-2003
Launch site: Guiana Space Center
Launch vehicle: Ariane 5 G
Launch mass (kg): 1525
Dry mass (kg): 1300
Manufacturer: Boeing (Hughes)
Model (bus): HS-376HP
Orbit: GEO
Expected lifetime: 10 yrs.
Call sign:
Beacon(s): 11199H, 11701H
Details:
20 Ku-band transponders; video and data transmission to Europe and Turkey.
Beams:
Ku-band Spot A Beam (active)
Ku-band Spot B Beam (active)
Ku-band Spot C Beam (active)
Ku-band Spot D Beam (active)
publicado por sattotal às 21:44 | link do post
Satélite sem qualquer interesse para nós, devido ao "Spot A", o qual está direcionado para a área Oeste da Europa, não emitir qualquer canal de televisão, conseguindo somente a sintonia de uma portadora do serviço de internet por satélite.

Lista de transponders deste satélite
Clique no nome do Satélite para fazer o download:- EUROBIRD 3

 

Informação Técnica

Satellite Name: Eurobird 3 (eBird 1)
Status: active
Position: 33° E (33° E)
Norad: 27948
Cospar number: 2003-043A
Operator: Eutelsat Communications S.A.
Launch date: 27-Sep-2003
Launch site: Guiana Space Center
Launch vehicle: Ariane 5 G
Launch mass (kg): 1525
Dry mass (kg): 1300
Manufacturer: Boeing (Hughes)
Model (bus): HS-376HP
Orbit: GEO
Expected lifetime: 10 yrs.
Call sign:
Beacon(s): 11199H, 11701H
Details:
20 Ku-band transponders; video and data transmission to Europe and Turkey.
Beams:
Ku-band Spot A Beam (active)
Ku-band Spot B Beam (active)
Ku-band Spot C Beam (active)
Ku-band Spot D Beam (active)
publicado por sattotal às 21:44 | link do post
Neste satélite são difundidos - dentro da área de cobertura que nos abrange - canais russos e alguns árabes.

Os feixes que se poderão receber são o "Europe", com 48 dBW; o "Wide Europe", com cerca de 47 dBW; e o "S2", este com cerca de 45 dBW.

A antena a utilizar poderá compreender diâmetros entre 80 centímetros e 1 metro. É um satélite com algum interesse, dada a qualidade da maioria dos programas aqui transmitidos, mas o seu idioma dominante é o russo.

Nos Açores e na Madeira não é possível a sua recepção.


Lista de transponders deste Satélite
Clique no nome do satélite para fazer o download EXPRESS AM22

 
Informação Técnica

Satellite Name: Express AM22 (Sesat 2, Ekspress AM22)
Status: active
Position: 53° E (53° E)
Norad: 28134
Cospar number: 2003-060A
Operator: Russian Satellite Communications Company (Intersputnik)/EUTELSAT
Launch date: 28-Dec-2003
Launch site: Baikonur Cosmodrome
Launch vehicle: Proton K
Launch mass (kg): 2600
Dry mass (kg): 590
Manufacturer: ISS Reshetnev (ex NPO PM)(Bus)
Model (bus): MSS-2500-GSO
Orbit: GEO
Expected lifetime: 12 yrs
Call sign:
Beacon(s): 11200R
Details:
24 (+8) Ku-band transponders to provide a package of communications services (digital TV, telephony, videoconferencing, data transmission, the Internet access) and to deploy satellite networks by applying VSAT technology.
Beams:
Ku-band Europe Beam (active)
Ku-band Steerable 1 Beam (active)
Ku-band Steerable 2 Beam (active)
Ku-band Wide Europe Beam (active)
publicado por sattotal às 18:26 | link do post
Neste satélite são difundidos - dentro da área de cobertura que nos abrange - canais russos e alguns árabes.

Os feixes que se poderão receber são o "Europe", com 48 dBW; o "Wide Europe", com cerca de 47 dBW; e o "S2", este com cerca de 45 dBW.

A antena a utilizar poderá compreender diâmetros entre 80 centímetros e 1 metro. É um satélite com algum interesse, dada a qualidade da maioria dos programas aqui transmitidos, mas o seu idioma dominante é o russo.

Nos Açores e na Madeira não é possível a sua recepção.


Lista de transponders deste Satélite
Clique no nome do satélite para fazer o download EXPRESS AM22

 
Informação Técnica

Satellite Name: Express AM22 (Sesat 2, Ekspress AM22)
Status: active
Position: 53° E (53° E)
Norad: 28134
Cospar number: 2003-060A
Operator: Russian Satellite Communications Company (Intersputnik)/EUTELSAT
Launch date: 28-Dec-2003
Launch site: Baikonur Cosmodrome
Launch vehicle: Proton K
Launch mass (kg): 2600
Dry mass (kg): 590
Manufacturer: ISS Reshetnev (ex NPO PM)(Bus)
Model (bus): MSS-2500-GSO
Orbit: GEO
Expected lifetime: 12 yrs
Call sign:
Beacon(s): 11200R
Details:
24 (+8) Ku-band transponders to provide a package of communications services (digital TV, telephony, videoconferencing, data transmission, the Internet access) and to deploy satellite networks by applying VSAT technology.
Beams:
Ku-band Europe Beam (active)
Ku-band Steerable 1 Beam (active)
Ku-band Steerable 2 Beam (active)
Ku-band Wide Europe Beam (active)
publicado por sattotal às 18:26 | link do post
O terremoto é um abalo violento do solo que dura de 1 a 2 minutos. O chão começa a tremer e provoca o desmoronamento de casas, os móveis caem e os vidros das janelas quebram. Em casos mais violentos os prédios desmoronam e pontes são destruídas.

Como ocorre o terremoto?

A terra é formada por camadas: a hidrosfera (de água), a atmosfera (de gases) e a litosfera (de rochas). A litosfera é a camada mais rígida da terra e divide-se em partes menores chamadas placas tectônicas. Essas placas tectônicas se movimentam lentamente, gerando um processo contínuo de esforço e deformação nas grandes massas da rocha. Quando esse esforço supera o limite de resistência da rocha, faz com que ela se rompa liberando parte da energia acumulada que é liberada sob forma de ondas elásticas, chamadas de ondas sísmicas. Essas ondas podem se espalhar em todas as direções, fazendo a terra vibrar intensamente, ocasionando os terremotos

Escala Richter  

A escala Richter é um sistema criado por dois americanos, a cerca de 70 anos para medir os movimentos sísmicos (ondas sísmicas) na Califórnia. Charles Richter, juntamente com seu colega Bueno Gutemberg desenvolveu o sistema que mede a potência de um tremor em um determinado lugar. A escala Richter é pontuada de um a nove. Cada grau corresponde a ondas dez vezes mais “fortes”, a uma potência 30 vezes superior. Assim, por exemplo, um terremoto de grau nove na escala Richter é 900 vezes mais potente que um tremor de grau sete.

Um terremoto de menos de 3,5 graus é apenas registrado pelos sismógrafos. Um entre 3,5 e 5,4 já pode produzir danos. Um entre 5,5 e 6 provoca danos menores em edifícios bem construídos, mas pode causar maiores danos em outros.

Já um terremoto entre 6,1 e 6,9 na escala Richter pode ser devastador numa zona de 100 km. Um entre sete e 7,9 pode causar sérios danos numa grande superfície. Os terremotos acima de oito podem provocar grandes danos em regiões localizadas a várias centenas de quilômetros do epicentro.

Veja os players em Tela cheia . Duplo clique ou use o mouse (rato)

ENTENDA O QUE É UM TERREMOTO


</p>

//exemplo: mms://xpzone-radio:1234/



OS MAIORES TERREMOTOS

//exemplo: mms://xpzone-radio:1234/



SISMO NO JAPÃO – ANTES E DEPOIS

//exemplo: mms://xpzone-radio:1234/



Uma semana depois do sismo, Japão fez 1 minuto de silêncio em homenagem às vítimas







publicado por sattotal às 12:04 | link do post
O terremoto é um abalo violento do solo que dura de 1 a 2 minutos. O chão começa a tremer e provoca o desmoronamento de casas, os móveis caem e os vidros das janelas quebram. Em casos mais violentos os prédios desmoronam e pontes são destruídas.

Como ocorre o terremoto?

A terra é formada por camadas: a hidrosfera (de água), a atmosfera (de gases) e a litosfera (de rochas). A litosfera é a camada mais rígida da terra e divide-se em partes menores chamadas placas tectônicas. Essas placas tectônicas se movimentam lentamente, gerando um processo contínuo de esforço e deformação nas grandes massas da rocha. Quando esse esforço supera o limite de resistência da rocha, faz com que ela se rompa liberando parte da energia acumulada que é liberada sob forma de ondas elásticas, chamadas de ondas sísmicas. Essas ondas podem se espalhar em todas as direções, fazendo a terra vibrar intensamente, ocasionando os terremotos

Escala Richter  

A escala Richter é um sistema criado por dois americanos, a cerca de 70 anos para medir os movimentos sísmicos (ondas sísmicas) na Califórnia. Charles Richter, juntamente com seu colega Bueno Gutemberg desenvolveu o sistema que mede a potência de um tremor em um determinado lugar. A escala Richter é pontuada de um a nove. Cada grau corresponde a ondas dez vezes mais “fortes”, a uma potência 30 vezes superior. Assim, por exemplo, um terremoto de grau nove na escala Richter é 900 vezes mais potente que um tremor de grau sete.

Um terremoto de menos de 3,5 graus é apenas registrado pelos sismógrafos. Um entre 3,5 e 5,4 já pode produzir danos. Um entre 5,5 e 6 provoca danos menores em edifícios bem construídos, mas pode causar maiores danos em outros.

Já um terremoto entre 6,1 e 6,9 na escala Richter pode ser devastador numa zona de 100 km. Um entre sete e 7,9 pode causar sérios danos numa grande superfície. Os terremotos acima de oito podem provocar grandes danos em regiões localizadas a várias centenas de quilômetros do epicentro.

Veja os players em Tela cheia . Duplo clique ou use o mouse (rato)

ENTENDA O QUE É UM TERREMOTO


</p>

//exemplo: mms://xpzone-radio:1234/



OS MAIORES TERREMOTOS

//exemplo: mms://xpzone-radio:1234/



SISMO NO JAPÃO – ANTES E DEPOIS

//exemplo: mms://xpzone-radio:1234/



Uma semana depois do sismo, Japão fez 1 minuto de silêncio em homenagem às vítimas







publicado por sattotal às 12:04 | link do post

PRóXIMO à COSTA LESTE DE HONSHU, JAPãO - 6.1 graus Richter

Classificação: FORTE



Prof = Profundidade em km


Tons de TNT = Quantidade de energia liberada equivalente em toneladas de TNT


BA = Quantidade de bombas atômicas equivalentes à de Hiroshima, de 20 Ktons de TNT

publicado por sattotal às 11:37 | link do post

PRóXIMO à COSTA LESTE DE HONSHU, JAPãO - 6.1 graus Richter

Classificação: FORTE



Prof = Profundidade em km


Tons de TNT = Quantidade de energia liberada equivalente em toneladas de TNT


BA = Quantidade de bombas atômicas equivalentes à de Hiroshima, de 20 Ktons de TNT

publicado por sattotal às 11:37 | link do post
PERGUNTAS E RESPOSTAS

fonte: Direcção-Geral da Saúde

1. O acidente nuclear vai ter repercussões fora do Japão?

A extensão das repercussões irá depender da radioactividade libertada para o ambiente e das condições meteorológicas locais, sendo especialmente importantes a direcção e velocidade dos ventos e a possibilidade de ocorrência de chuva.

De acordo com a informação disponível até ao momento, é pouco provável que os países vizinhos sejam afectados de forma significativa. De acordo com a informação mais recente, a área afectada é a zona num raio de 30 quilómetros da Central Nuclear de Fukushima-Daiichi, tendo as autoridades japonesas recomendado a tomada de medidas específicas.

2. Existe risco para Portugal?

O acidente nuclear ocorrido no Japão não representa riscos para o país. Por outro lado, em Portugal não há produção de energia a partir de reactores nucleares.

3. Se precisar de me deslocar à área afectada, que devo fazer?

O Ministério dos Negócios Estrangeiros, através da Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, emitiu, a 16 de março, o seguinte alerta:

"Dada a situação no Japão, aconselham-se todos os cidadãos nacionais que, não tendo razões essenciais para permanecer no país, a considerar a possibilidade de saírem temporariamente do Japão ou a deslocarem-se para o sul do país, nomeadamente famílias com crianças e grávidas. Desaconselham-se todas as viagens não essenciais àquele país." (http://www.secomunidades.pt/web/guest/listapaises/JA)

Se não lhe for possível seguir este conselho, siga as instruções das autoridades locais na rádio ou televisão. Fique dentro de casa se ocorrer a passagem de uma pluma radioactiva.

4. Estive recentemente no Japão. Que devo fazer?

Para quem esteve no Japão após o início do acidente nuclear, não há até ao momento indícios de qualquer risco acrescido para a saúde. Mesmo nas zonas afectadas, não foram registados níveis de radiação que apresentem risco para a saúde.

No entanto, se tiver algumas dúvidas, pode contactar a Linha Saúde 24: 808242424.

5. Qual o papel dos organismos internacionais e nacionais?

No âmbito das Nações Unidas, a Agência Internacional de Energia Atómica é o organismo que coordena a resposta internacional a emergências nucleares.

A Organização Mundial da Saúde é responsável pela avaliação do risco para a saúde, fornecendo assistência e intervenções de Saúde Pública durante uma emergência nuclear.

Em Portugal, a resposta a uma emergência nuclear ou radiológica é coordenada pela Autoridade Nacional de Proteção Civil.

A Agência Portuguesa do Ambiente é a organização nacional que actua como ponto de contacto nacional para emergências radiológicas e nucleares ocorridas no estrangeiro, mantendo também em funcionamento uma rede de alerta (RADNET) com 13 estações de medição em território nacional.

A Direção-Geral da Saúde, além das suas competências como autoridade de saúde nacional, é também parte do sistema regulador nacional no âmbito da proteção radiológica.

6. O que é a radiação ionizante?

A radiação ionizante é aquela que transporta energia suficiente para provocar alterações ao nível dos tecidos biológicos (por ionização). Pode ser produzida por formas artificiais (geradores de raios-X) ou naturalmente com a desintegração do núcleo de determinados átomos radioactivos (que se desintegram, emitindo radiação), designados “radioisótopos”.

À medida que os átomos radioactivos se vão desintegrando, vão-se transformando sucessivamente noutros elementos químicos, até chegarem a um elemento estável. Desta forma, a quantidade de material radioactivo presente vai decrescendo ao longo do tempo. Ao tempo necessário para que a quantidade de um radioisótopo decresça para metade dá-se o nome de “semivida”. Esta semivida é característica de cada radioisótopo, podendo ir de algumas frações de segundo até milhões de anos.

A unidade de medida da dose recebida pelos indivíduos é o Sievert (Sv), que tem em conta o tipo de radiação e os efeitos produzidos em cada órgão do corpo.

Numa situação de emergência, e no que diz respeito à população, existem níveis de referência a partir dos quais se torna necessário tomar medidas específicas, de acordo com as orientações internacionais. A título de exemplo, se a população puder estar exposta a uma dose superior a 10 mSv (miliSievert), recomenda-se o abrigo. Se a dose for superior a 50 mSv, deverá haver evacuação da zona afetada.

7. Qual o grau de perigosidade do acidente para a saúde pública? A que radiação pode a população estar exposta num acidente deste tipo?

Os reatores nucleares deste tipo são construídos de raiz, com múltiplos sistemas de segurança intrínsecos. Um dos principais sistemas de segurança é a existência de um edifício de contenção que, sendo estanque, está desenhado para impedir fugas radioactivas significativas para o exterior.

No entanto, no caso deste sistema de contenção falhar, pode ocorrer a libertação de materiais radioactivos provenientes do núcleo do reator para o exterior, que incluem vários isótopos diferentes.

Os principais radioisótopos com risco para a saúde, em caso de acidente, são as variantes radioactivas do Césio (Cs-137) e do Iodo (I-131), que poderão ser expelidas para a atmosfera em nuvem (designada também por "pluma") radioactiva. Esta nuvem pode ser arrastada pelo vento e depositar-se no solo, podendo contaminá-lo.

A semivida do Iodo radioactivo (I-131) é de 8.3 dias, o que significa que, após esse período, a quantidade presente terá sido reduzida para metade, passando a valores residuais cerca de três meses após a libertação.

A semivida do Césio radioactivo (Cs-137) é de cerca de 30 anos, o que poderá justificar a adoção de medidas de limpeza e descontaminação das zonas afetadas, dependendo da quantidade libertada.

As vias de exposição da população a estes radioisótopos são três:

- Contacto directo com as partículas presentes na pluma radioactiva (ex: exposição externa da pele);

- Inalação de partículas radioactivas (ex: por respiração);

- Ingestão de partículas radioactivas (ex: a deposição no solo, que pode contaminar a cadeia alimentar).

No caso do acidente de Chernobyl, a dose recebida pela população evacuada (cerca de 115.000 indivíduos) foi da ordem de 30 mSv; saliente-se que um exame de tomografia axial computorizada (TAC) envolve, para o paciente, uma dose da ordem de 9 mSv.

8. Quais os efeitos a longo prazo da exposição à radiação?

A exposição a radiação ionizante tem efeitos específicos e, de uma forma geral, bem conhecidos, consoante a sua magnitude. A exposição a doses da ordem dos 1.000 mSv resulta em efeitos específicos na saúde, como a Síndrome de Radiação Aguda, danos na medula óssea (leucemia), danos no sistema nervoso central, queimaduras e cataratas. Estes efeitos são chamados "determinísticos" - sabe-se que irão ocorrer após exposição a determinada dose, aumentando a sua severidade quando esta aumentar.

Em relação à exposição a doses abaixo de 100 mSv, os estudos epidemiológicos demonstraram a ausência dos efeitos determinísticos referidos, mas revelaram um aumento do risco de cancro (risco é a probabilidade de ocorrência de um efeito). Este risco aumenta, de forma linear, quando a dose aumenta. No entanto, a sua severidade não aumenta com a dose recebida, aumentando apenas a probabilidade da sua ocorrência (efeito estocástico).

De acordo com dados recolhidos no passado numa emergência nuclear, foram registados aumentos de casos de leucemia alguns anos após a exposição. O risco de cancros sólidos apenas aumentou cerca de 10 anos após a exposição. A acumulação de Iodo radioactivo na tiróide fez aumentar o número de casos de cancro na tiróide na população, especialmente em crianças.

O impacto psicológico de uma emergência nuclear foi outro factor a ter em conta, sendo especialmente marcante no caso de Chernobyl.

9. Quais as medidas de saúde pública que devem ser tomadas para reduzir a exposição da população?

As medidas mais eficazes na redução da exposição externa à pluma radioactiva são:

- Evacuação da área directamente afectada;

- Recomendação à população das áreas mais afastadas para que fique dentro de casa durante a passagem da pluma.

No que diz respeito à exposição interna (por ingestão e inalação), as principais medidas a tomar envolvem:

- Proibição do consumo de vegetais, leite e derivados produzidos em zonas onde tenha ocorrido deposição. Estes devem ser substituídos por produtos importados de locais não contaminados.

- Administração de iodo estável (não radioactivo) sob a forma de comprimidos de iodeto de potássio, imediatamente antes da passagem da pluma radioactiva, de forma a impedir a absorção de iodo pela glândula tiróide. Esta medida é especialmente eficaz no grupo etário dos 0-18 anos e deve ser tomada de acordo com os critérios de emergência nacionais - a Agência Internacional de Energia Atómica e Organização Mundial de Saúde recomendam a distribuição de comprimidos de iodeto de potássio apenas no caso de a dose prevista para a tiróide atingir um nível de intervenção que o justifique.

10. O iodo estável (não radioactivo) protege da radiação? Como? Como deve ser administrado?

O corpo humano utiliza iodo nas suas funções fisiológicas. Este elemento é absorvido principalmente pela tiróide, que o utiliza para produzir hormonas. O objetivo da administração de comprimidos de iodeto de potássio é saturar a tiróide antes da exposição à pluma radioactiva, de forma a que esta deixe temporariamente de absorver Iodo (durante cerca de 24 horas). Desta forma, impede-se a acumulação do Iodo radioactivo (I-131) naquela glândula, evitando-se a sua irradiação. A existência prévia de comprimidos de iodeto de potássio faz parte do planeamento de emergência de uma central nuclear.

Dados recolhidos durante o acidente de Chernobyl demonstram que o Iodo radioactivo (I-131) representou o maior impacto na população, tendo sido diagnosticados mais de 5.000 casos de cancro da tiróide em crianças (0-18 anos de idade) devido à exposição àquele isótopo. As principais prioridades na administração de iodeto de potássio serão, portanto, crianças e mulheres grávidas. No caso das mulheres grávidas, a quantidade a administrar deverá ter também em conta a protecção da tiróide do feto.

Note-se, contudo, que os comprimidos de iodeto de potássio não protegem contra radiação externa ou contra radiação emitida por outros isótopos radioactivos que estejam presentes e que possam ser absorvidos pelo corpo humano. Por este motivo, há sempre necessidade de combinar esta medida com as mencionadas na questão anterior.

Dado que esta medida apenas é eficaz quando tomada imediatamente antes da exposição e também para evitar eventual contraindicação, a administração de iodeto de potássio apenas deve ocorrer no momento e nos locais indicados pelas autoridades.
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PERGUNTAS E RESPOSTAS

fonte: Direcção-Geral da Saúde

1. O acidente nuclear vai ter repercussões fora do Japão?

A extensão das repercussões irá depender da radioactividade libertada para o ambiente e das condições meteorológicas locais, sendo especialmente importantes a direcção e velocidade dos ventos e a possibilidade de ocorrência de chuva.

De acordo com a informação disponível até ao momento, é pouco provável que os países vizinhos sejam afectados de forma significativa. De acordo com a informação mais recente, a área afectada é a zona num raio de 30 quilómetros da Central Nuclear de Fukushima-Daiichi, tendo as autoridades japonesas recomendado a tomada de medidas específicas.

2. Existe risco para Portugal?

O acidente nuclear ocorrido no Japão não representa riscos para o país. Por outro lado, em Portugal não há produção de energia a partir de reactores nucleares.

3. Se precisar de me deslocar à área afectada, que devo fazer?

O Ministério dos Negócios Estrangeiros, através da Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, emitiu, a 16 de março, o seguinte alerta:

"Dada a situação no Japão, aconselham-se todos os cidadãos nacionais que, não tendo razões essenciais para permanecer no país, a considerar a possibilidade de saírem temporariamente do Japão ou a deslocarem-se para o sul do país, nomeadamente famílias com crianças e grávidas. Desaconselham-se todas as viagens não essenciais àquele país." (http://www.secomunidades.pt/web/guest/listapaises/JA)

Se não lhe for possível seguir este conselho, siga as instruções das autoridades locais na rádio ou televisão. Fique dentro de casa se ocorrer a passagem de uma pluma radioactiva.

4. Estive recentemente no Japão. Que devo fazer?

Para quem esteve no Japão após o início do acidente nuclear, não há até ao momento indícios de qualquer risco acrescido para a saúde. Mesmo nas zonas afectadas, não foram registados níveis de radiação que apresentem risco para a saúde.

No entanto, se tiver algumas dúvidas, pode contactar a Linha Saúde 24: 808242424.

5. Qual o papel dos organismos internacionais e nacionais?

No âmbito das Nações Unidas, a Agência Internacional de Energia Atómica é o organismo que coordena a resposta internacional a emergências nucleares.

A Organização Mundial da Saúde é responsável pela avaliação do risco para a saúde, fornecendo assistência e intervenções de Saúde Pública durante uma emergência nuclear.

Em Portugal, a resposta a uma emergência nuclear ou radiológica é coordenada pela Autoridade Nacional de Proteção Civil.

A Agência Portuguesa do Ambiente é a organização nacional que actua como ponto de contacto nacional para emergências radiológicas e nucleares ocorridas no estrangeiro, mantendo também em funcionamento uma rede de alerta (RADNET) com 13 estações de medição em território nacional.

A Direção-Geral da Saúde, além das suas competências como autoridade de saúde nacional, é também parte do sistema regulador nacional no âmbito da proteção radiológica.

6. O que é a radiação ionizante?

A radiação ionizante é aquela que transporta energia suficiente para provocar alterações ao nível dos tecidos biológicos (por ionização). Pode ser produzida por formas artificiais (geradores de raios-X) ou naturalmente com a desintegração do núcleo de determinados átomos radioactivos (que se desintegram, emitindo radiação), designados “radioisótopos”.

À medida que os átomos radioactivos se vão desintegrando, vão-se transformando sucessivamente noutros elementos químicos, até chegarem a um elemento estável. Desta forma, a quantidade de material radioactivo presente vai decrescendo ao longo do tempo. Ao tempo necessário para que a quantidade de um radioisótopo decresça para metade dá-se o nome de “semivida”. Esta semivida é característica de cada radioisótopo, podendo ir de algumas frações de segundo até milhões de anos.

A unidade de medida da dose recebida pelos indivíduos é o Sievert (Sv), que tem em conta o tipo de radiação e os efeitos produzidos em cada órgão do corpo.

Numa situação de emergência, e no que diz respeito à população, existem níveis de referência a partir dos quais se torna necessário tomar medidas específicas, de acordo com as orientações internacionais. A título de exemplo, se a população puder estar exposta a uma dose superior a 10 mSv (miliSievert), recomenda-se o abrigo. Se a dose for superior a 50 mSv, deverá haver evacuação da zona afetada.

7. Qual o grau de perigosidade do acidente para a saúde pública? A que radiação pode a população estar exposta num acidente deste tipo?

Os reatores nucleares deste tipo são construídos de raiz, com múltiplos sistemas de segurança intrínsecos. Um dos principais sistemas de segurança é a existência de um edifício de contenção que, sendo estanque, está desenhado para impedir fugas radioactivas significativas para o exterior.

No entanto, no caso deste sistema de contenção falhar, pode ocorrer a libertação de materiais radioactivos provenientes do núcleo do reator para o exterior, que incluem vários isótopos diferentes.

Os principais radioisótopos com risco para a saúde, em caso de acidente, são as variantes radioactivas do Césio (Cs-137) e do Iodo (I-131), que poderão ser expelidas para a atmosfera em nuvem (designada também por "pluma") radioactiva. Esta nuvem pode ser arrastada pelo vento e depositar-se no solo, podendo contaminá-lo.

A semivida do Iodo radioactivo (I-131) é de 8.3 dias, o que significa que, após esse período, a quantidade presente terá sido reduzida para metade, passando a valores residuais cerca de três meses após a libertação.

A semivida do Césio radioactivo (Cs-137) é de cerca de 30 anos, o que poderá justificar a adoção de medidas de limpeza e descontaminação das zonas afetadas, dependendo da quantidade libertada.

As vias de exposição da população a estes radioisótopos são três:

- Contacto directo com as partículas presentes na pluma radioactiva (ex: exposição externa da pele);

- Inalação de partículas radioactivas (ex: por respiração);

- Ingestão de partículas radioactivas (ex: a deposição no solo, que pode contaminar a cadeia alimentar).

No caso do acidente de Chernobyl, a dose recebida pela população evacuada (cerca de 115.000 indivíduos) foi da ordem de 30 mSv; saliente-se que um exame de tomografia axial computorizada (TAC) envolve, para o paciente, uma dose da ordem de 9 mSv.

8. Quais os efeitos a longo prazo da exposição à radiação?

A exposição a radiação ionizante tem efeitos específicos e, de uma forma geral, bem conhecidos, consoante a sua magnitude. A exposição a doses da ordem dos 1.000 mSv resulta em efeitos específicos na saúde, como a Síndrome de Radiação Aguda, danos na medula óssea (leucemia), danos no sistema nervoso central, queimaduras e cataratas. Estes efeitos são chamados "determinísticos" - sabe-se que irão ocorrer após exposição a determinada dose, aumentando a sua severidade quando esta aumentar.

Em relação à exposição a doses abaixo de 100 mSv, os estudos epidemiológicos demonstraram a ausência dos efeitos determinísticos referidos, mas revelaram um aumento do risco de cancro (risco é a probabilidade de ocorrência de um efeito). Este risco aumenta, de forma linear, quando a dose aumenta. No entanto, a sua severidade não aumenta com a dose recebida, aumentando apenas a probabilidade da sua ocorrência (efeito estocástico).

De acordo com dados recolhidos no passado numa emergência nuclear, foram registados aumentos de casos de leucemia alguns anos após a exposição. O risco de cancros sólidos apenas aumentou cerca de 10 anos após a exposição. A acumulação de Iodo radioactivo na tiróide fez aumentar o número de casos de cancro na tiróide na população, especialmente em crianças.

O impacto psicológico de uma emergência nuclear foi outro factor a ter em conta, sendo especialmente marcante no caso de Chernobyl.

9. Quais as medidas de saúde pública que devem ser tomadas para reduzir a exposição da população?

As medidas mais eficazes na redução da exposição externa à pluma radioactiva são:

- Evacuação da área directamente afectada;

- Recomendação à população das áreas mais afastadas para que fique dentro de casa durante a passagem da pluma.

No que diz respeito à exposição interna (por ingestão e inalação), as principais medidas a tomar envolvem:

- Proibição do consumo de vegetais, leite e derivados produzidos em zonas onde tenha ocorrido deposição. Estes devem ser substituídos por produtos importados de locais não contaminados.

- Administração de iodo estável (não radioactivo) sob a forma de comprimidos de iodeto de potássio, imediatamente antes da passagem da pluma radioactiva, de forma a impedir a absorção de iodo pela glândula tiróide. Esta medida é especialmente eficaz no grupo etário dos 0-18 anos e deve ser tomada de acordo com os critérios de emergência nacionais - a Agência Internacional de Energia Atómica e Organização Mundial de Saúde recomendam a distribuição de comprimidos de iodeto de potássio apenas no caso de a dose prevista para a tiróide atingir um nível de intervenção que o justifique.

10. O iodo estável (não radioactivo) protege da radiação? Como? Como deve ser administrado?

O corpo humano utiliza iodo nas suas funções fisiológicas. Este elemento é absorvido principalmente pela tiróide, que o utiliza para produzir hormonas. O objetivo da administração de comprimidos de iodeto de potássio é saturar a tiróide antes da exposição à pluma radioactiva, de forma a que esta deixe temporariamente de absorver Iodo (durante cerca de 24 horas). Desta forma, impede-se a acumulação do Iodo radioactivo (I-131) naquela glândula, evitando-se a sua irradiação. A existência prévia de comprimidos de iodeto de potássio faz parte do planeamento de emergência de uma central nuclear.

Dados recolhidos durante o acidente de Chernobyl demonstram que o Iodo radioactivo (I-131) representou o maior impacto na população, tendo sido diagnosticados mais de 5.000 casos de cancro da tiróide em crianças (0-18 anos de idade) devido à exposição àquele isótopo. As principais prioridades na administração de iodeto de potássio serão, portanto, crianças e mulheres grávidas. No caso das mulheres grávidas, a quantidade a administrar deverá ter também em conta a protecção da tiróide do feto.

Note-se, contudo, que os comprimidos de iodeto de potássio não protegem contra radiação externa ou contra radiação emitida por outros isótopos radioactivos que estejam presentes e que possam ser absorvidos pelo corpo humano. Por este motivo, há sempre necessidade de combinar esta medida com as mencionadas na questão anterior.

Dado que esta medida apenas é eficaz quando tomada imediatamente antes da exposição e também para evitar eventual contraindicação, a administração de iodeto de potássio apenas deve ocorrer no momento e nos locais indicados pelas autoridades.
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Em uma ação sem precedentes, o governo do Egito derrubou todas as comunicações via internet com o exterior


Os protestos contra o governo do ditador egípcio Hosni Mubarak, há 30 anos no poder do país, atingiram uma escala sem precedentes na história quando a autoridade máxima do Egito decidiu puxar o plugue da internet e dos serviços de comunicação.

Pela primeira vez na história um governo nacional cortou absolutamente todas as comunicações via internet de um país, o que era impensável para muitos especialistas em tecnologia.

Os serviços dos quatro grandes provedores de internet egípcios – Link Egypt, Vodafone/Raya, Telecom Egypt e Etisalat Misr foram cortados na madrugada desta sexta-feira, segundo informam agências de notícias de todo o mundo.

O blog da empresa britânica especializada em segurança de rede, Renesys, registrou uma queda em virtualmente todas as rotas que levam a rede ao Egito, bloqueando qualquer caminho pelo qual o resto do mundo poderia entrar em sites do país – todos os endereços de internet estão inacessíveis.
Um único provedor de serviço foi mantido ativo pelo governo. O Noor Group tem a totalidade de suas 83 rotas ativas para seus consumidores. O motivo, segundo a Renesys, pode ser o fato de que sob o grupo está hospedada a Bolsa de Valores local. O governo poderia estar tentando evitar um possível colapso econômico, plausível no caso de o mercado financeiro sofrer um apagão de comunicações.

O site lembra outras situações onde houve bloqueio governamental: a Tunísia, por exemplo, bloqueou algumas rotas para sites específicos. Já no Irã, a banda de acesso à rede é mantida a níveis mínimos. Nada, porém, se compara ao que aconteceu no Egito.

Especialistas já se mostram preocupados com o precedente aberto pelo Egito. Em países onde o acesso à internet está nas mãos de poucos provedores o golpe seria possível, mas pouco provável onde o acesso é descentralizado, como aponta Jim Cowie, executivo de comunicações da Renesys, em entrevista para a Reuters: “Quantas pessoas seriam necessárias para tirar a internet do ar em um país como os EUA? Centenas? Milhares? Nós temos tanto acesso aqui que é possível criar uma pequena internet particular”, aponta.

Mas é importante lembrar que mesmo nos EUA existem legisladores interessados em criar um botão de “desligar” para a internet em caso de grandes ameaças. Só não ficam claras quais seriam essas ameaças.
publicado por sattotal às 20:28 | link do post
Em uma ação sem precedentes, o governo do Egito derrubou todas as comunicações via internet com o exterior


Os protestos contra o governo do ditador egípcio Hosni Mubarak, há 30 anos no poder do país, atingiram uma escala sem precedentes na história quando a autoridade máxima do Egito decidiu puxar o plugue da internet e dos serviços de comunicação.

Pela primeira vez na história um governo nacional cortou absolutamente todas as comunicações via internet de um país, o que era impensável para muitos especialistas em tecnologia.

Os serviços dos quatro grandes provedores de internet egípcios – Link Egypt, Vodafone/Raya, Telecom Egypt e Etisalat Misr foram cortados na madrugada desta sexta-feira, segundo informam agências de notícias de todo o mundo.

O blog da empresa britânica especializada em segurança de rede, Renesys, registrou uma queda em virtualmente todas as rotas que levam a rede ao Egito, bloqueando qualquer caminho pelo qual o resto do mundo poderia entrar em sites do país – todos os endereços de internet estão inacessíveis.
Um único provedor de serviço foi mantido ativo pelo governo. O Noor Group tem a totalidade de suas 83 rotas ativas para seus consumidores. O motivo, segundo a Renesys, pode ser o fato de que sob o grupo está hospedada a Bolsa de Valores local. O governo poderia estar tentando evitar um possível colapso econômico, plausível no caso de o mercado financeiro sofrer um apagão de comunicações.

O site lembra outras situações onde houve bloqueio governamental: a Tunísia, por exemplo, bloqueou algumas rotas para sites específicos. Já no Irã, a banda de acesso à rede é mantida a níveis mínimos. Nada, porém, se compara ao que aconteceu no Egito.

Especialistas já se mostram preocupados com o precedente aberto pelo Egito. Em países onde o acesso à internet está nas mãos de poucos provedores o golpe seria possível, mas pouco provável onde o acesso é descentralizado, como aponta Jim Cowie, executivo de comunicações da Renesys, em entrevista para a Reuters: “Quantas pessoas seriam necessárias para tirar a internet do ar em um país como os EUA? Centenas? Milhares? Nós temos tanto acesso aqui que é possível criar uma pequena internet particular”, aponta.

Mas é importante lembrar que mesmo nos EUA existem legisladores interessados em criar um botão de “desligar” para a internet em caso de grandes ameaças. Só não ficam claras quais seriam essas ameaças.
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Primeiro Português a alojar mirror da Wikileaks

Em poucos dias meio milhar de servidores juntaram-se para uma causa justa: não deixar morrer o site que deu ao mundo informações que não devia dar. O medo preserva. A preserverança preserva também.

Todos ajudam. Por tudo o mundo existem pessoas, tal como eu, o primeiro a alojar o Wikileaks no meu domínio .pt.

Fi-lo porque acredito na força da expressão na Internet. Fi-lo porque acho que a Internet é livre. Fi-lo porque sou convicto do que me rodeia e acredito que a Wikileaks é uma fonte que deve ser preservada livre a todo o custo, pelo bem do jornalismo, da liberdade de imprensa, e dos new media.

Há quem argumente que a Wikileaks divulgou informação confidencial. Muito bem. Sendo essa informação parte dela contra a constituição dos USA e dos países envolvidos, eu argumento que deixa de ser confidencial e se coloca em mais alto nível as possíveis ilegalidades cometidas pelas partes intervenientes.

Há quem diga que o dono do Wikileaks devia ser “caçado” como o Bin Laden. Ainda bem, temo que tenhamos pelo menos mais 10 anos de verdades duras e cruas.

A situação não se fica por aqui. Em Portugal, o wikileaks.org.pt foi removido indevidamente pela FCCN por uma “desculpa esfarrapada” como podem ler no blog do mvalente.

Será o ruicruz.pt removido por também ter um sub domínio que “induz em erro ou confusão sobre a sua titularidade”?

Dei hoje uma entrevista a TSF, que pode ser ouvida logo aqui: wikileaks_entrevista.mp3

Download


Nota: em alguns browsers/players é cortada a última frase em 5segs, também não digo muito mais. faz download caso queiras ouvir o resto. No BlackBerry funciona a 100%.

Vamos em força. Vamos com coragem. Pela liberdade de imprensa.

FONTES desta matéria

http://www.ruicruz.pt/


TSF

RUI CRUZ

BLOG MVALENTE

Partido Pirata
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Primeiro Português a alojar mirror da Wikileaks

Em poucos dias meio milhar de servidores juntaram-se para uma causa justa: não deixar morrer o site que deu ao mundo informações que não devia dar. O medo preserva. A preserverança preserva também.

Todos ajudam. Por tudo o mundo existem pessoas, tal como eu, o primeiro a alojar o Wikileaks no meu domínio .pt.

Fi-lo porque acredito na força da expressão na Internet. Fi-lo porque acho que a Internet é livre. Fi-lo porque sou convicto do que me rodeia e acredito que a Wikileaks é uma fonte que deve ser preservada livre a todo o custo, pelo bem do jornalismo, da liberdade de imprensa, e dos new media.

Há quem argumente que a Wikileaks divulgou informação confidencial. Muito bem. Sendo essa informação parte dela contra a constituição dos USA e dos países envolvidos, eu argumento que deixa de ser confidencial e se coloca em mais alto nível as possíveis ilegalidades cometidas pelas partes intervenientes.

Há quem diga que o dono do Wikileaks devia ser “caçado” como o Bin Laden. Ainda bem, temo que tenhamos pelo menos mais 10 anos de verdades duras e cruas.

A situação não se fica por aqui. Em Portugal, o wikileaks.org.pt foi removido indevidamente pela FCCN por uma “desculpa esfarrapada” como podem ler no blog do mvalente.

Será o ruicruz.pt removido por também ter um sub domínio que “induz em erro ou confusão sobre a sua titularidade”?

Dei hoje uma entrevista a TSF, que pode ser ouvida logo aqui: wikileaks_entrevista.mp3

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Nota: em alguns browsers/players é cortada a última frase em 5segs, também não digo muito mais. faz download caso queiras ouvir o resto. No BlackBerry funciona a 100%.

Vamos em força. Vamos com coragem. Pela liberdade de imprensa.

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