Este link e para quem gosta de poesia,
prosa,
bons amigos e
um divertimento sadio.


Eu também estou por lá, faça uma visita se és usuário do Orkut.



publicado por sattotal às 20:43 | link do post
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A Google Brasil vai ter de pagar uma indemnização a um adolescente por danos morais, no valor de cinco mil euros. Segundo escreve o site brasileiro «O Dia», o menor foi ofendido e difamado através da rede social Orkut, pertença da Google.

Segundo a mesma notícia, que cita a mãe do menor, os factos começaram em 2008, quando foi criado um grupo que tinha como único objectivo fazer comentários depreciativos e ofensivos contra o adolescente, na altura com 13 anos. No ano seguinte, alguém se apropriou da sua palavra passe e usou-a para continuar a ofender o jovem e os seus amigos.

Quando se apercebeu da situação, a mãe enviou vários pedidos à Google para que a página fosse retirada. No entanto, isso não aconteceu. O adolescente ficou «afectado» e precisou de aconselhamento psicológico.

Apesar da empresa ter alegado que «não podia ser responsabilizada pelos danos sofridos», já que rapaz, menor de idade, «nos termos da política do site», não podia utilizar a referida rede social.

No entanto, os magistrados, da 19ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, responsáveis pelo caso discordaram do argumento. Os juízes reconheceram que a Google não «criou» o grupo que ofendeu o jovem, mas apesar das denúncias da mãe do menor nada fizeram em relação à visibilidade da página, o que colocou o rapaz numa situação de humilhante.
publicado por sattotal às 20:17 | link do post
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A Google Brasil vai ter de pagar uma indemnização a um adolescente por danos morais, no valor de cinco mil euros. Segundo escreve o site brasileiro «O Dia», o menor foi ofendido e difamado através da rede social Orkut, pertença da Google.

Segundo a mesma notícia, que cita a mãe do menor, os factos começaram em 2008, quando foi criado um grupo que tinha como único objectivo fazer comentários depreciativos e ofensivos contra o adolescente, na altura com 13 anos. No ano seguinte, alguém se apropriou da sua palavra passe e usou-a para continuar a ofender o jovem e os seus amigos.

Quando se apercebeu da situação, a mãe enviou vários pedidos à Google para que a página fosse retirada. No entanto, isso não aconteceu. O adolescente ficou «afectado» e precisou de aconselhamento psicológico.

Apesar da empresa ter alegado que «não podia ser responsabilizada pelos danos sofridos», já que rapaz, menor de idade, «nos termos da política do site», não podia utilizar a referida rede social.

No entanto, os magistrados, da 19ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, responsáveis pelo caso discordaram do argumento. Os juízes reconheceram que a Google não «criou» o grupo que ofendeu o jovem, mas apesar das denúncias da mãe do menor nada fizeram em relação à visibilidade da página, o que colocou o rapaz numa situação de humilhante.
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O Google anunciou uma atualização no publicador de fotos do Orkut. A partir de agora, a ferramenta passa a contar com uma numeração que funciona como "medidor de popularidade".
De acordo com a empresa, "cada foto terá um contador, que manterá estatísticas precisas de visualização e do nível de popularidade de suas fotos". E "o número é atualizado a cada poucos minutos, de forma que você sempre saberá quantas pessoas viram as fotos que você coloca no Orkut", explica.
publicado por sattotal às 22:00 | link do post
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O Google anunciou uma atualização no publicador de fotos do Orkut. A partir de agora, a ferramenta passa a contar com uma numeração que funciona como "medidor de popularidade".
De acordo com a empresa, "cada foto terá um contador, que manterá estatísticas precisas de visualização e do nível de popularidade de suas fotos". E "o número é atualizado a cada poucos minutos, de forma que você sempre saberá quantas pessoas viram as fotos que você coloca no Orkut", explica.
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O Facebook ultrapassou pela primeira vez o Orkut como a rede social mais acessada por brasileiros nesta terça-feira (26/4). Os dados foram indicados pelo site Alexa.com, que mede e estabelece um ranking de páginas na web por região e números de acesso.

De acordo com o site, o Facebook está em quarto lugar na lista dos sites mais acessados no país, deixando o Orkut em sexto lugar. Entre os três mais acessados estão o Google Brasil, Google e o YouTube. Na lista de 500 sites, a rede social de Mark Zuckerberg representou 6,2% dos acessos de brasileiros, contra 2,1% do Orkut.

Ainda assim, em número de usuários, o Orkut permanece como a rede social mais popular do Brasil, com 32 milhões de usuários cadastrados contra 18 milhões do Facebook.

publicado por sattotal às 11:13 | link do post
O Facebook ultrapassou pela primeira vez o Orkut como a rede social mais acessada por brasileiros nesta terça-feira (26/4). Os dados foram indicados pelo site Alexa.com, que mede e estabelece um ranking de páginas na web por região e números de acesso.

De acordo com o site, o Facebook está em quarto lugar na lista dos sites mais acessados no país, deixando o Orkut em sexto lugar. Entre os três mais acessados estão o Google Brasil, Google e o YouTube. Na lista de 500 sites, a rede social de Mark Zuckerberg representou 6,2% dos acessos de brasileiros, contra 2,1% do Orkut.

Ainda assim, em número de usuários, o Orkut permanece como a rede social mais popular do Brasil, com 32 milhões de usuários cadastrados contra 18 milhões do Facebook.

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As prisões de "traficantes virtuais" nos últimos anos não foram suficientes para coibir a venda de drogas por meio da internet. Foi constatado que, em várias comunidades do site de relacionamentos Orkut, sobretudo nos fóruns relativos a festas raves, internautas oferecem, a qualquer interessado, drogas como LSD, lança-perfume ou ecstasy.



Nas mensagens, os autores publicam tabelas de preços e informam e-mails (normalmente um MSN) para contatos de possíveis clientes. Alguns, por exemplo, prometem mostrar as drogas que vendem por meio de webcam. Na condição de anonimato, o R7 entrou em contato com alguns deles, que confirmaram que vendem mesmo os entorpecentes. Na internet, LSD é chamado de "doce", ecstasy, de "bala" e lança-perfume, de "aerosol".



Em uma das páginas localizadas pela reportagem, com o título de "Rave, lugar de gente feliz", um internauta postou um tópico oferecendo as drogas.

- Venho aqui através deste e-mail oferecer meus produtos. Trabalho com venda de aerosol mais conhecido como lança-perfume. Agora também estou no ramo do LSD e do ecstasy (doces e balas). Trabalho com aerosol universitário.

O R7 conversou com o suspeito que confirmou ser mesmo vendedor das drogas. Ele disse que entrega por meio de sedex e que o pagamento é feito por meio de depósito bancário.
Dez unidades de ecstasy custam R$ 130. Já uma cartela com 25 unidades de LSD sai por R$ 350 e, com dez, por R$ 160.

Em outra comunidade, chamada "Eletronic music", o internauta anuncia a venda de lança-perfume, ecstasy e LSD e até sugere que a pessoa que comprar torne-se um revendedor. Ele oferece LSDs do tipo "Olho de Shiva", "Bike", "Alex Gray", "Ursinho" e balas "Orbital Roxa", "Sharada Verde", "Alien Verde", "Love Rosa" e "Cupido Azul". O suspeito disse ao R7 que trabalha há dois anos no negócio e que nunca teve problemas. O "traficante virtual" afirmou que também fornece drogas para revenda a um "preço bacana".

Doce papel [LSD] vai de boa, se fizer o esquema direito, bem discreto. Nunca deu erro.

O pagamento, segundo ele, é por boleto bancário. Ele cobra de R$ 350 a R$ 400 por cada 25 unidades de ecstasy.

Na página do Orkut, intitulada de "Raves de Curitiba", outro internauta diz que a entrega de lança-perfume, balas e LSDs é "garantida". Ao R7, ele afirmou que vende dez unidades de ecstasy a R$ 160. Já o LSD, ele cobra R$ 350 por cartela com 25 unidades. Ele disse aceitar pagamento por transferência online ou depósito bancário.

Até hoje não deu erro. Trabalho com isso há três anos. Eu já tenho a minha caminhada.

O R7 localizou também outro tópico no Orkut onde há o anúncio de drogas. Na comunidade "Raves Rio", um internauta diz que vende produtos sintéticos há cinco anos e que as mercadorias vêm diretamente do país produtor. O autor do anúncio também oferece uma lista com tipos de ecstasy, LSD e lança-perfumes.

Google diz que mensagens são removidas

Muitos anúncios sobre vendas de drogas foram retirados do Orkut. Algumas chamadas para tópicos deste tipo ainda estão no site, mas quando se clica no link aparece a mensagem: "Todas as respostas nestas páginas foram excluídas ou estão sob revisão".

Ofertas de drogas pelo Orkut já terminaram em prisão no Brasil. Em 2005, dez pessoas foram detidas suspeitas de vender ecstasy por meio do site de relacionamentos no Rio de Janeiro, a maioria na cidade de Niterói. Quatro delas acabaram condenadas a um período entre dois e sete anos de prisão. Em julho de 2008, 21 suspeitos de anunciar drogas no Orkut também foram presos em Sabará, na região metropolitana de Belo Horizonte..

Procurado pelo R7, o Google, que é responsável pelo Orkut, informou que os termos do site estão expressos claramente na página de cada serviço e que o usuário precisa aceitá-los para se registrar..

De acordo com o Google, quando há irregularidades, os próprios internautas costumam denunciar por meio de um botão disponível no menu do perfil. O Google então analisa os casos e, quando as mensagens ferem claramente esses termos de uso ou de legislação, como parece ser o caso dessas denúncias feitas pelo R7, os links são removidos..

A Polícia Federal informou que investiga a prática de tráfico de drogas pela internet e que as denúncias feitas pelo R7 foram processadas e estão sendo analisadas.

Obs - O Google eliminou meu ORKUT, até hoje não sei porque.
publicado por sattotal às 20:29 | link do post
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As prisões de "traficantes virtuais" nos últimos anos não foram suficientes para coibir a venda de drogas por meio da internet. Foi constatado que, em várias comunidades do site de relacionamentos Orkut, sobretudo nos fóruns relativos a festas raves, internautas oferecem, a qualquer interessado, drogas como LSD, lança-perfume ou ecstasy.



Nas mensagens, os autores publicam tabelas de preços e informam e-mails (normalmente um MSN) para contatos de possíveis clientes. Alguns, por exemplo, prometem mostrar as drogas que vendem por meio de webcam. Na condição de anonimato, o R7 entrou em contato com alguns deles, que confirmaram que vendem mesmo os entorpecentes. Na internet, LSD é chamado de "doce", ecstasy, de "bala" e lança-perfume, de "aerosol".



Em uma das páginas localizadas pela reportagem, com o título de "Rave, lugar de gente feliz", um internauta postou um tópico oferecendo as drogas.

- Venho aqui através deste e-mail oferecer meus produtos. Trabalho com venda de aerosol mais conhecido como lança-perfume. Agora também estou no ramo do LSD e do ecstasy (doces e balas). Trabalho com aerosol universitário.

O R7 conversou com o suspeito que confirmou ser mesmo vendedor das drogas. Ele disse que entrega por meio de sedex e que o pagamento é feito por meio de depósito bancário.
Dez unidades de ecstasy custam R$ 130. Já uma cartela com 25 unidades de LSD sai por R$ 350 e, com dez, por R$ 160.

Em outra comunidade, chamada "Eletronic music", o internauta anuncia a venda de lança-perfume, ecstasy e LSD e até sugere que a pessoa que comprar torne-se um revendedor. Ele oferece LSDs do tipo "Olho de Shiva", "Bike", "Alex Gray", "Ursinho" e balas "Orbital Roxa", "Sharada Verde", "Alien Verde", "Love Rosa" e "Cupido Azul". O suspeito disse ao R7 que trabalha há dois anos no negócio e que nunca teve problemas. O "traficante virtual" afirmou que também fornece drogas para revenda a um "preço bacana".

Doce papel [LSD] vai de boa, se fizer o esquema direito, bem discreto. Nunca deu erro.

O pagamento, segundo ele, é por boleto bancário. Ele cobra de R$ 350 a R$ 400 por cada 25 unidades de ecstasy.

Na página do Orkut, intitulada de "Raves de Curitiba", outro internauta diz que a entrega de lança-perfume, balas e LSDs é "garantida". Ao R7, ele afirmou que vende dez unidades de ecstasy a R$ 160. Já o LSD, ele cobra R$ 350 por cartela com 25 unidades. Ele disse aceitar pagamento por transferência online ou depósito bancário.

Até hoje não deu erro. Trabalho com isso há três anos. Eu já tenho a minha caminhada.

O R7 localizou também outro tópico no Orkut onde há o anúncio de drogas. Na comunidade "Raves Rio", um internauta diz que vende produtos sintéticos há cinco anos e que as mercadorias vêm diretamente do país produtor. O autor do anúncio também oferece uma lista com tipos de ecstasy, LSD e lança-perfumes.

Google diz que mensagens são removidas

Muitos anúncios sobre vendas de drogas foram retirados do Orkut. Algumas chamadas para tópicos deste tipo ainda estão no site, mas quando se clica no link aparece a mensagem: "Todas as respostas nestas páginas foram excluídas ou estão sob revisão".

Ofertas de drogas pelo Orkut já terminaram em prisão no Brasil. Em 2005, dez pessoas foram detidas suspeitas de vender ecstasy por meio do site de relacionamentos no Rio de Janeiro, a maioria na cidade de Niterói. Quatro delas acabaram condenadas a um período entre dois e sete anos de prisão. Em julho de 2008, 21 suspeitos de anunciar drogas no Orkut também foram presos em Sabará, na região metropolitana de Belo Horizonte..

Procurado pelo R7, o Google, que é responsável pelo Orkut, informou que os termos do site estão expressos claramente na página de cada serviço e que o usuário precisa aceitá-los para se registrar..

De acordo com o Google, quando há irregularidades, os próprios internautas costumam denunciar por meio de um botão disponível no menu do perfil. O Google então analisa os casos e, quando as mensagens ferem claramente esses termos de uso ou de legislação, como parece ser o caso dessas denúncias feitas pelo R7, os links são removidos..

A Polícia Federal informou que investiga a prática de tráfico de drogas pela internet e que as denúncias feitas pelo R7 foram processadas e estão sendo analisadas.

Obs - O Google eliminou meu ORKUT, até hoje não sei porque.
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Aplicativo permite que usuário vire potinhos de água para eliminar criadouros



O governo de Minas Gerais criou um "programinha" para o Orkut para que os internautas brinquem de acabar com o Aedes aegypti, mosquito que transmite a Dengue. O jogo, chamado Dengue Ville, é inspirado no FarmVille, popular aplicativo do Facebook em que os usuários têm de administrar uma fazenda.


No game, a missão é exterminar os criadouros do mosquito, como caixas d'água abertas, pratinhos de vasos de planta, lajes com água parada, garrafas e pneus. A brincadeira é vasculhar uma espécie de bairro virtual e clicar nos possíveis focos do inseto, com o objetivo de esvaziar a água parada nesses recipientes. É possível também distribuir soro caseiro para vítimas da doença em um posto de saúde.


À medida que o jogador se sai bem na tarefa ele sobe de categoria na comunidade, passando de recruta, a caçador de focos, herói do bairro e "extermina dengue", o status mais elevado. Se o usuário fica muito tempo sem aparecer na rede social, seu avatar ganha cor amarelada porque "contraiu a doença".


A versão preliminar de Dengue Ville foi lançada nesta quarta-feira (17), mas ainda não tem todos os recursos. O jogo final deve ficar disponível na próxima quarta-feira (24). Antonio Jorge de Souza Marques, secretário de Saúde do Estado de Minas Gerais, disse ao R7 que a ideia é sair do "mais do mesmo" nas campanhas de combate à doença.


– Uma pesquisa da Fiocruz (Fundação Osvaldo Cruz) mostrou que mais de 90% das pessoas sabem como evitar o mosquito, mas uma porcentagem muito pequena tinha o hábito de colocar essas medidas em prática. O que se conclui é que as campanhas educativas não têm funcionado.


Marques diz que o jogo custou R$ 70 mil, valor pequeno se comparado ao que é gasto em campanhas de mídia de massa como TV, jornal e revista. Ele afirma que o objetivo de usar o Orkut é alcançar a população jovem, que costuma "levar a informação para dentro de casa".


– O governo pode gastar milhões e milhões no tratamento para o tratamento dos pacientes de dengue, mas não consegue resolver sozinho a questão do mosquito, já que 80% dos focos estão dentro da casa das pessoas. Precisamos de uma profunda mudança cultural para melhorar isso.


Dados do instituto Ibope Nielsen Online indicam que o Orkut tem 27 milhões de usuários no Brasil, o que faz com que o site seja a rede social mais usada no país. A criação de aplicativos é bastante responsável pela manutenção no nível de acessos ao portal.
publicado por sattotal às 11:41 | link do post
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Aplicativo permite que usuário vire potinhos de água para eliminar criadouros



O governo de Minas Gerais criou um "programinha" para o Orkut para que os internautas brinquem de acabar com o Aedes aegypti, mosquito que transmite a Dengue. O jogo, chamado Dengue Ville, é inspirado no FarmVille, popular aplicativo do Facebook em que os usuários têm de administrar uma fazenda.


No game, a missão é exterminar os criadouros do mosquito, como caixas d'água abertas, pratinhos de vasos de planta, lajes com água parada, garrafas e pneus. A brincadeira é vasculhar uma espécie de bairro virtual e clicar nos possíveis focos do inseto, com o objetivo de esvaziar a água parada nesses recipientes. É possível também distribuir soro caseiro para vítimas da doença em um posto de saúde.


À medida que o jogador se sai bem na tarefa ele sobe de categoria na comunidade, passando de recruta, a caçador de focos, herói do bairro e "extermina dengue", o status mais elevado. Se o usuário fica muito tempo sem aparecer na rede social, seu avatar ganha cor amarelada porque "contraiu a doença".


A versão preliminar de Dengue Ville foi lançada nesta quarta-feira (17), mas ainda não tem todos os recursos. O jogo final deve ficar disponível na próxima quarta-feira (24). Antonio Jorge de Souza Marques, secretário de Saúde do Estado de Minas Gerais, disse ao R7 que a ideia é sair do "mais do mesmo" nas campanhas de combate à doença.


– Uma pesquisa da Fiocruz (Fundação Osvaldo Cruz) mostrou que mais de 90% das pessoas sabem como evitar o mosquito, mas uma porcentagem muito pequena tinha o hábito de colocar essas medidas em prática. O que se conclui é que as campanhas educativas não têm funcionado.


Marques diz que o jogo custou R$ 70 mil, valor pequeno se comparado ao que é gasto em campanhas de mídia de massa como TV, jornal e revista. Ele afirma que o objetivo de usar o Orkut é alcançar a população jovem, que costuma "levar a informação para dentro de casa".


– O governo pode gastar milhões e milhões no tratamento para o tratamento dos pacientes de dengue, mas não consegue resolver sozinho a questão do mosquito, já que 80% dos focos estão dentro da casa das pessoas. Precisamos de uma profunda mudança cultural para melhorar isso.


Dados do instituto Ibope Nielsen Online indicam que o Orkut tem 27 milhões de usuários no Brasil, o que faz com que o site seja a rede social mais usada no país. A criação de aplicativos é bastante responsável pela manutenção no nível de acessos ao portal.
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Psicólogo recomenda moderação para usuários de jogos como o Farmville


Plantar e colher são atividades básicas para a existência do homem, mas que estão fora da vida da maior parte das pessoas que vivem nas grandes cidades. Sem poder cultivar frutas e vegetais de verdade, 30 milhões de internautas em todo o mundo têm, desde o ano passado, o "gostinho virtual" de cuidar de uma fazenda usando o game FarmVille, o mais acessado no Facebook.

O aplicativo, exemplo de uma categoria classificada como jogos sociais, deve ser usado com moderação, já que "reúne tudo o que se precisa para viciar", segundo Cristiano Nabuco, coordenador do Grupo de Dependentes de Internet do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP.

O programa simula a rotina de administração de uma fazenda. O jogador recebe uma quantia inicial em dinheiro fictício para iniciar sua produção de alimentos e criação de animais. Caso o usuário queira incrementar sua propriedade, pode usar um cartão de crédito e comprar notas de dinheiro.

Nabuco diz que após dez minutos de uso desse tipo de jogo o cérebro começa a liberar bastante dopamina, neurotransmissor que é o principal mensageiro da interação entre as células nervosas. Isso reforça e renova a atenção do usuário no game. O psicólogo também diz que o cérebro do jogador faz inclusive com que ele "pense que é um fazendeiro".

– Aquilo que é apenas uma interpretação assume um caráter de realidade. O jogador até sabe que é um jogo, mas durante alguns momentos ele negligencia isso.

O especialista compara o quadro a um garoto que "pensa em sexo o dia inteiro e acessa um site pornográfico".

– Para o cérebro é como se ele tivesse vida sexual ativa. A sensação da realização concreta do ato é mínima.
Para o pesquisador, os jogos sociais são positivos porque estimulam os internautas a compartilhar e serem mais sociáveis – no caso da "fazendinha do Facebook", é possível trocar alimentos e animais e presentear os amigos. Mas, assim como qualquer game, o perigoso é o excesso.

– O perigoso é quando você começa a trocar a vida real pela virtual. É preciso analisar a intensidade. A mãe de uma amiga da minha filha acorda de madrugada para colher os morangos do Farmville.

Esses jogos são uma categoria dos aplicativos das redes sociais, que são responsáveis por uma parcela importante do tempo que os internautas passam na rede. De acordo com José Calazans, analista do Ibope Nielsen Online, 30% dos 8 milhões de usuários do Facebook no Brasil acessaram esses "programinhas". Ele diz que isso é uma tendência mundial.

– Antes dos jogos sociais, os aplicativos já atraíam muitos usuários no mundo todo. Mas eram programas para calcular, para ver o clima, não para jogar. Com esses games, o tempo de navegação no Facebook disparou. Nos Estados Unidos, por exemplo, 50% dos usuários entram nesses aplicativos.
publicado por sattotal às 11:31 | link do post
Psicólogo recomenda moderação para usuários de jogos como o Farmville


Plantar e colher são atividades básicas para a existência do homem, mas que estão fora da vida da maior parte das pessoas que vivem nas grandes cidades. Sem poder cultivar frutas e vegetais de verdade, 30 milhões de internautas em todo o mundo têm, desde o ano passado, o "gostinho virtual" de cuidar de uma fazenda usando o game FarmVille, o mais acessado no Facebook.

O aplicativo, exemplo de uma categoria classificada como jogos sociais, deve ser usado com moderação, já que "reúne tudo o que se precisa para viciar", segundo Cristiano Nabuco, coordenador do Grupo de Dependentes de Internet do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP.

O programa simula a rotina de administração de uma fazenda. O jogador recebe uma quantia inicial em dinheiro fictício para iniciar sua produção de alimentos e criação de animais. Caso o usuário queira incrementar sua propriedade, pode usar um cartão de crédito e comprar notas de dinheiro.

Nabuco diz que após dez minutos de uso desse tipo de jogo o cérebro começa a liberar bastante dopamina, neurotransmissor que é o principal mensageiro da interação entre as células nervosas. Isso reforça e renova a atenção do usuário no game. O psicólogo também diz que o cérebro do jogador faz inclusive com que ele "pense que é um fazendeiro".

– Aquilo que é apenas uma interpretação assume um caráter de realidade. O jogador até sabe que é um jogo, mas durante alguns momentos ele negligencia isso.

O especialista compara o quadro a um garoto que "pensa em sexo o dia inteiro e acessa um site pornográfico".

– Para o cérebro é como se ele tivesse vida sexual ativa. A sensação da realização concreta do ato é mínima.
Para o pesquisador, os jogos sociais são positivos porque estimulam os internautas a compartilhar e serem mais sociáveis – no caso da "fazendinha do Facebook", é possível trocar alimentos e animais e presentear os amigos. Mas, assim como qualquer game, o perigoso é o excesso.

– O perigoso é quando você começa a trocar a vida real pela virtual. É preciso analisar a intensidade. A mãe de uma amiga da minha filha acorda de madrugada para colher os morangos do Farmville.

Esses jogos são uma categoria dos aplicativos das redes sociais, que são responsáveis por uma parcela importante do tempo que os internautas passam na rede. De acordo com José Calazans, analista do Ibope Nielsen Online, 30% dos 8 milhões de usuários do Facebook no Brasil acessaram esses "programinhas". Ele diz que isso é uma tendência mundial.

– Antes dos jogos sociais, os aplicativos já atraíam muitos usuários no mundo todo. Mas eram programas para calcular, para ver o clima, não para jogar. Com esses games, o tempo de navegação no Facebook disparou. Nos Estados Unidos, por exemplo, 50% dos usuários entram nesses aplicativos.
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Um estudante gaúcho causou um baita alvoroço numa rede social durante a tarde desta quinta-feira (11). Pedro Vanzella, 19 anos, resolveu fazer uma brincadeira: criou uma imagem no paintbrush de algo chamado "Orkut Ouro" - uma linha "premium" que lhe daria o direito de ver fotos bloqueadas de qualquer usuário da rede. Para ter acesso, a pessoa teria de mandar login e senha de suas contas no Orkut para Pedro por e-mail.

Em questão de horas, a caixa de entrada do adolescente estava lotada. "Era obviamente uma brincadeira, uma piada interna, que fugiu ao meu controle", disse Pedro. "Isso deixa claro que as pessoas não têm preocupação nenhuma com a segurança na internet. É coisa de gente burra."

Pedro garante que apagou todos os e-mails sem ler. Ele usou seu blog para explicar que tudo não passa de uma brincadeira. "E nem é das mais originais, porque já tinham feito isso no Facebook", disse Pedro, por telefone, ao Yahoo! Brasil.

Ele explicou que, em conversa com amigos, teve a ideia e criou a imagem no paintbrush em menos de cinco minutos - prova de que nem é preciso muito empenho para enganar gente ingênua na internet. "Postei a imagem no meu Twitter http://twitter.com/pedrovanzella e começaram a encaminhá-la. Eu tinha 400 seguidores e passei para mais de 800 em poucas horas."

Vanzella está assustado com a repercussão. "Não imaginei que fosse tomar essa proporção toda. Era uma brincadeira", repetiu. Mas há também uma pontinha de irreverência. Dois minutos depois de falar com a reportagem, ele postou no twitter: "Acabo de dar entrevista pro Yahoo!"

O Google Brasil esclareceu em nota oficial: "O material recebido por alguns internautas não é de sua autoria, iniciativa ou propriedade. Estamos apurando as circunstâncias da disseminação do mau uso da marca Orkut e iremos tomar as medidas cabíveis contra seus autores".

Vanzella disse que ainda não foi procurado pela empresa e que, se isso acontecer, vai explicar que tudo era uma brincadeira e que não tirou benefício algum dela.

publicado por sattotal às 11:16 | link do post

Um estudante gaúcho causou um baita alvoroço numa rede social durante a tarde desta quinta-feira (11). Pedro Vanzella, 19 anos, resolveu fazer uma brincadeira: criou uma imagem no paintbrush de algo chamado "Orkut Ouro" - uma linha "premium" que lhe daria o direito de ver fotos bloqueadas de qualquer usuário da rede. Para ter acesso, a pessoa teria de mandar login e senha de suas contas no Orkut para Pedro por e-mail.

Em questão de horas, a caixa de entrada do adolescente estava lotada. "Era obviamente uma brincadeira, uma piada interna, que fugiu ao meu controle", disse Pedro. "Isso deixa claro que as pessoas não têm preocupação nenhuma com a segurança na internet. É coisa de gente burra."

Pedro garante que apagou todos os e-mails sem ler. Ele usou seu blog para explicar que tudo não passa de uma brincadeira. "E nem é das mais originais, porque já tinham feito isso no Facebook", disse Pedro, por telefone, ao Yahoo! Brasil.

Ele explicou que, em conversa com amigos, teve a ideia e criou a imagem no paintbrush em menos de cinco minutos - prova de que nem é preciso muito empenho para enganar gente ingênua na internet. "Postei a imagem no meu Twitter http://twitter.com/pedrovanzella e começaram a encaminhá-la. Eu tinha 400 seguidores e passei para mais de 800 em poucas horas."

Vanzella está assustado com a repercussão. "Não imaginei que fosse tomar essa proporção toda. Era uma brincadeira", repetiu. Mas há também uma pontinha de irreverência. Dois minutos depois de falar com a reportagem, ele postou no twitter: "Acabo de dar entrevista pro Yahoo!"

O Google Brasil esclareceu em nota oficial: "O material recebido por alguns internautas não é de sua autoria, iniciativa ou propriedade. Estamos apurando as circunstâncias da disseminação do mau uso da marca Orkut e iremos tomar as medidas cabíveis contra seus autores".

Vanzella disse que ainda não foi procurado pela empresa e que, se isso acontecer, vai explicar que tudo era uma brincadeira e que não tirou benefício algum dela.

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