As autoridades da Nova Zelândia confiscaram, esta quinta-feira, uma mansão nos arredores de Auckland do fundador do portal Megaupload, Kim Schmitz, que está detido e poderá ser extraditado para os EUA por alegada pirataria informática e crime organizado.

O Ministério de Desenvolvimento Económico da Nova Zelândia explicou que esta medida, que responde a uma ordem emitida na semana passada do Alto Tribunal de Auckland, permitirá inspeccionar e avaliar a propriedade.

Umas semanas antes da sua detenção, Schmitz, conhecido como Kim «Dotcom», comprou esta mansão nos arredores de Auckland por cerca de 3,3 milhões de dólares (2,5 milhões de euros), de acordo com a Rádio Nova Zelândia.

Entretanto, o responsável de programação do portal Megaupload, o holandês Bram van der Kolk, foi colocado em liberdade condicional na Nova Zelândia enquanto aguarda a decisão sobre a sua eventual extradição para os EUA.

Van der Kolk, de 29 anos, acionista do Megaupload, é requerido pela justiça norte-americana por alegada pirataria informática, crime organizado e branqueamento de capitais, a par do fundador do portal, Kim Schmitz, e outros cinco executivos da empresa.

O holandês abandonou a sede do tribunal do distrito de North Shore, nos arredores de Auckland, acompanhado da mulher depois de lhe ter sido concedida a liberdade condicional com a condição de que não acederá à Internet nem contactará pessoas alegadamente envolvidas no caso que se encontrem fora da Nova Zelândia, informaram os órgãos de comunicação locais.
publicado por sattotal às 19:23 | link do post
As autoridades da Nova Zelândia confiscaram, esta quinta-feira, uma mansão nos arredores de Auckland do fundador do portal Megaupload, Kim Schmitz, que está detido e poderá ser extraditado para os EUA por alegada pirataria informática e crime organizado.

O Ministério de Desenvolvimento Económico da Nova Zelândia explicou que esta medida, que responde a uma ordem emitida na semana passada do Alto Tribunal de Auckland, permitirá inspeccionar e avaliar a propriedade.

Umas semanas antes da sua detenção, Schmitz, conhecido como Kim «Dotcom», comprou esta mansão nos arredores de Auckland por cerca de 3,3 milhões de dólares (2,5 milhões de euros), de acordo com a Rádio Nova Zelândia.

Entretanto, o responsável de programação do portal Megaupload, o holandês Bram van der Kolk, foi colocado em liberdade condicional na Nova Zelândia enquanto aguarda a decisão sobre a sua eventual extradição para os EUA.

Van der Kolk, de 29 anos, acionista do Megaupload, é requerido pela justiça norte-americana por alegada pirataria informática, crime organizado e branqueamento de capitais, a par do fundador do portal, Kim Schmitz, e outros cinco executivos da empresa.

O holandês abandonou a sede do tribunal do distrito de North Shore, nos arredores de Auckland, acompanhado da mulher depois de lhe ter sido concedida a liberdade condicional com a condição de que não acederá à Internet nem contactará pessoas alegadamente envolvidas no caso que se encontrem fora da Nova Zelândia, informaram os órgãos de comunicação locais.
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Kim Dotcom, o fundador da Megaupload, tinha uma vida de luxo. O homem acusado pelos Estados Unidos de dirigir o maior portal de pirataria na internet, é mesmo descrito como um milionário extravagante. Dotcom (aliás, Schmitz, o nome real), alemão de nascimento e que há um ano tem autorização de residência na Nova Zelândia, onde está preso, é ainda conhecido como Kimble ou Kim Jim Vestor.

A imprensa local incluiu-o no grupo de dez pessoas mais ricas da Nova Zelândia e é considerado um apaixonado por carros de luxo, mulheres e mansões. Vive numa mansão de 25 milhões de dólares e tem vários automóveis, desde um Rolls Royce descapotável a um Cadillac rosa de 1950.


Descobertos 29,8 milhões de euros

Cerca de 100 agentes de Hong Kong recolheram provas do caso do portal MegaUpload e descobriram cerca de 330 milhões de dólares de Hong Kong (29,8 milhões de euros) relacionados com os alegados procedimentos criminosos, informaram as autoridades aduaneiras.

«Os activos foram congelados em conformidade com as provas obtidas. A operação está em curso», disseram as autoridades em comunicado citado pela agência Lusa.

Os agentes de Hong Kong realizaram buscas em escritórios, residências e suites de hotel no âmbito da investigação mundial do FBI sobre a pirataria informática no portal de partilha de conteúdos Megaupload.com.

Fonte:- IOL
publicado por sattotal às 11:59 | link do post

Kim Dotcom, o fundador da Megaupload, tinha uma vida de luxo. O homem acusado pelos Estados Unidos de dirigir o maior portal de pirataria na internet, é mesmo descrito como um milionário extravagante. Dotcom (aliás, Schmitz, o nome real), alemão de nascimento e que há um ano tem autorização de residência na Nova Zelândia, onde está preso, é ainda conhecido como Kimble ou Kim Jim Vestor.

A imprensa local incluiu-o no grupo de dez pessoas mais ricas da Nova Zelândia e é considerado um apaixonado por carros de luxo, mulheres e mansões. Vive numa mansão de 25 milhões de dólares e tem vários automóveis, desde um Rolls Royce descapotável a um Cadillac rosa de 1950.


Descobertos 29,8 milhões de euros

Cerca de 100 agentes de Hong Kong recolheram provas do caso do portal MegaUpload e descobriram cerca de 330 milhões de dólares de Hong Kong (29,8 milhões de euros) relacionados com os alegados procedimentos criminosos, informaram as autoridades aduaneiras.

«Os activos foram congelados em conformidade com as provas obtidas. A operação está em curso», disseram as autoridades em comunicado citado pela agência Lusa.

Os agentes de Hong Kong realizaram buscas em escritórios, residências e suites de hotel no âmbito da investigação mundial do FBI sobre a pirataria informática no portal de partilha de conteúdos Megaupload.com.

Fonte:- IOL
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Brasão
Imagem:- Google
O grupo de hackers Anonymous atacou esta madrugada os sites do governo do Distrito Federal de Brasília e a página na internet de uma cantora brasileira. As ações do grupo são um protesto contra o fecho do Megaupload.com.

O grupo de piratas informáticos publicou mensagens no Twitter a contar que tinham atacado uma centena de sites de Brasília e que estas intervenções duraram duas horas, de 02h47 até 04h20 (hora local).

O ciberataque atingiu também o site da cantora brasileira Paula Fernandes, onde se podia ler: "Se o Megaupload está fora do ar, você também está!", assinada por "GhostOffThreads" e com a imagem de 'V', do filme "V de vingança", símbolo do grupo, a preto e branco.

Os Anonymous, um grupo de hackers disseminados pelo mundo inteiro que se faz representar por uma máscara a branco e preto com um sorriso sarcástico, desativou há uns dias, durante várias horas, os sites do FBI e do Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

Ontem, os Anonymous também atacaram o site do Eliseu, a sede da presidência francesa, depois do presidente francês, Nicolas Sarkozy, ter saudado a decisão do tribunal federal americano de fechar o site Megaupload.com, uma das mais importantes plataformas de troca de arquivos na internet.

O Megaupload.com contava com mais de 150 milhões de utilizadores e 50 milhões de visitantes por dia, ou seja, 4% do tráfego mundial na rede.

Segundo o FBI, o site "organiza a distribuição em massa" ilegal de conteúdo protegido por direitos de autores.

Fonte:-
Inês Alves c/ Lusa
Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico.
publicado por sattotal às 10:57 | link do post
Brasão
Imagem:- Google
O grupo de hackers Anonymous atacou esta madrugada os sites do governo do Distrito Federal de Brasília e a página na internet de uma cantora brasileira. As ações do grupo são um protesto contra o fecho do Megaupload.com.

O grupo de piratas informáticos publicou mensagens no Twitter a contar que tinham atacado uma centena de sites de Brasília e que estas intervenções duraram duas horas, de 02h47 até 04h20 (hora local).

O ciberataque atingiu também o site da cantora brasileira Paula Fernandes, onde se podia ler: "Se o Megaupload está fora do ar, você também está!", assinada por "GhostOffThreads" e com a imagem de 'V', do filme "V de vingança", símbolo do grupo, a preto e branco.

Os Anonymous, um grupo de hackers disseminados pelo mundo inteiro que se faz representar por uma máscara a branco e preto com um sorriso sarcástico, desativou há uns dias, durante várias horas, os sites do FBI e do Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

Ontem, os Anonymous também atacaram o site do Eliseu, a sede da presidência francesa, depois do presidente francês, Nicolas Sarkozy, ter saudado a decisão do tribunal federal americano de fechar o site Megaupload.com, uma das mais importantes plataformas de troca de arquivos na internet.

O Megaupload.com contava com mais de 150 milhões de utilizadores e 50 milhões de visitantes por dia, ou seja, 4% do tráfego mundial na rede.

Segundo o FBI, o site "organiza a distribuição em massa" ilegal de conteúdo protegido por direitos de autores.

Fonte:-
Inês Alves c/ Lusa
Este artigo foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico.
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O site Megaupload foi encerrado pelas autoridades norte-americanas e o seu fundador foi detido após uma queixa da companhia discográfica Universal. O colectivo hacker Anonymous retaliou com o maior ataque de sempre.

Segundo a justiça norte-americana, o serviço de partilha de ficheiros Megaupload, um dos mais populares da internet, é responsável por prejuízos de quase 500 milhões de euros de autores e empresas da indústria discográfica e cinematográfica. Sete pessoas - quatro das quais detidas na Nova Zelândia, incluindo o fundador do Megaupload Kim Dotcom - são acusadas de associação criminosa e violação de direitos de autor.

Para além do encerramento do site, legalmente sediado em Hong Kong, foram apreendidos diversos servidores, material informático e outros bens no valor de 50 milhões de dólares.

A operação internacional surge após várias acções legais movidas por gigantes como a Universal, que recentemente contestara a participação de conhecidas estrelas da música pop num vídeo de promoção do Megaupload. Will.i.am, Kanye West e Alicia Keys são alguns músicos que defendem aquele site partilha de ficheiros, apesar da companhia discográfica não ter autorizado os artistas a participar no anúncio.
Polémica antipirataria

A acção contra o Megaupload, que em si não é um site de partilha de conteúdos protegidos, mas que pode ser utilizado para esse fim de forma anónima, acontece um dia após o protesto da Wikipédia e de outros importantes sites contra dois projectos-lei que neste momento são discutidos nos Estados Unidos.

Os diplomas PIPA e SOPA prevêem o encerramento de sites que contenham conteúdos protegidos, ainda que tenham sido utilizadores e não os administradores desses sites a difundir ilegalmente músicas, filmes ou fotografias. A título de exemplo, o YouTube poderia ser encerrado e enfrentar acção legal pelo facto de um utilizador divulgar naquele site um conteúdo protegido por direitos de autor, ainda que sem a autorização daquele serviço de vídeo.

Contra-ataque hacker


Entretanto, o caso Megaupload motivou aquele que será já o maior ataque de sempre protagonizado pela rede hacker Anonymous. Às 23h de quinta-feira (hora de Lisboa), 5,635 indivíduos participavam numa acção que tinha tornado indisponíveis os sites de várias organizações governamentais e empresas audiovisuais. FBI, Departamento de Justiça, Universal, MPAA e RIAA estavam offline.
Às 23h55, a CNN citava uma fonte do colectivo hacker para indicar que pelo menos 27.000 computadores estariam a ser utilizados no ataque.
Às primeiras horas de sexta-feira, o Megaupload voltava a estar disponível de forma clandestina através do endereço
http://megaupload.bz

Fonte:- SOL
publicado por sattotal às 07:30 | link do post
O site Megaupload foi encerrado pelas autoridades norte-americanas e o seu fundador foi detido após uma queixa da companhia discográfica Universal. O colectivo hacker Anonymous retaliou com o maior ataque de sempre.

Segundo a justiça norte-americana, o serviço de partilha de ficheiros Megaupload, um dos mais populares da internet, é responsável por prejuízos de quase 500 milhões de euros de autores e empresas da indústria discográfica e cinematográfica. Sete pessoas - quatro das quais detidas na Nova Zelândia, incluindo o fundador do Megaupload Kim Dotcom - são acusadas de associação criminosa e violação de direitos de autor.

Para além do encerramento do site, legalmente sediado em Hong Kong, foram apreendidos diversos servidores, material informático e outros bens no valor de 50 milhões de dólares.

A operação internacional surge após várias acções legais movidas por gigantes como a Universal, que recentemente contestara a participação de conhecidas estrelas da música pop num vídeo de promoção do Megaupload. Will.i.am, Kanye West e Alicia Keys são alguns músicos que defendem aquele site partilha de ficheiros, apesar da companhia discográfica não ter autorizado os artistas a participar no anúncio.
Polémica antipirataria

A acção contra o Megaupload, que em si não é um site de partilha de conteúdos protegidos, mas que pode ser utilizado para esse fim de forma anónima, acontece um dia após o protesto da Wikipédia e de outros importantes sites contra dois projectos-lei que neste momento são discutidos nos Estados Unidos.

Os diplomas PIPA e SOPA prevêem o encerramento de sites que contenham conteúdos protegidos, ainda que tenham sido utilizadores e não os administradores desses sites a difundir ilegalmente músicas, filmes ou fotografias. A título de exemplo, o YouTube poderia ser encerrado e enfrentar acção legal pelo facto de um utilizador divulgar naquele site um conteúdo protegido por direitos de autor, ainda que sem a autorização daquele serviço de vídeo.

Contra-ataque hacker


Entretanto, o caso Megaupload motivou aquele que será já o maior ataque de sempre protagonizado pela rede hacker Anonymous. Às 23h de quinta-feira (hora de Lisboa), 5,635 indivíduos participavam numa acção que tinha tornado indisponíveis os sites de várias organizações governamentais e empresas audiovisuais. FBI, Departamento de Justiça, Universal, MPAA e RIAA estavam offline.
Às 23h55, a CNN citava uma fonte do colectivo hacker para indicar que pelo menos 27.000 computadores estariam a ser utilizados no ataque.
Às primeiras horas de sexta-feira, o Megaupload voltava a estar disponível de forma clandestina através do endereço
http://megaupload.bz

Fonte:- SOL
publicado por sattotal às 07:30 | link do post
O Megaupload fechou e os trabalhadores daquele que era um dos maiores sítios de partilha de ficheiros estão a ser indiciados. A empresa é acusada de pirataria, poucas horas depois de ter anunciado um processo judicial contra a Universal Music Group.

Procuradores federais da Virginia, EUA, fecharam o site Megaupload e acusaram o fundador de violar as leis anti-pirataria, noticia o New York Times.

Segundo o FBI, este é um dos maiores processos de sempre dos EUA por violação de direitos de autor, noticia o canal de televisão Fox News.

O processo indicia sete pessoas e duas companhias, Megaupload Limited e Vestor Limited, acusadas de custar mais de 500 milhões de dólares (cerca de 390 milhões de euros) aos detentores de direitos de autor de filmes e outro material não especificado.

Os fundadores das empresas, Kim Dotcom, também conhecido como Kim Schmitz, pela Megaupload, e Kim Tim Jim Vestor, da Vestor, enfrentam uma pena de prisão de 20 anos por extorsão, cinco por violação de direitos de autor, outros 20 por lavagem de dinheiro e mais cinco noutras queixas relacionadas.

A acusação diz, a certo ponto, que o Megaupload chegou a ser o 13º site mais popular do Mundo. A empresa defende-se das acusações, sustentando que actua sempre com diligência quando confrontada com denúncias de pirataria.

<><> </><></>
O fecho do site ocorre poucas horas depois de ser tornada pública a intenção do Megaupload de processar a distribuidora Universal Music Group (UMG).

Em causa um vídeo promocional do sítio de transferência de ficheiros, que contou com a participação de artistas como P Diddy, Will.i.am, Alicia Keys, Kanye West, Snoop Dogg, Chris Brown, The Game and Mary J Blige.

A Universal processou o Megaupload pouco tempo depois de ser lançado o vídeo promocional, conhecido como Mega Song, em Dezembro de 2010, que se tornou viral, com mais de 11 milhões de visitas.

A distribuidora, casa-mãe de P Diddy, Will.i.am e Kanye West, conseguiu uma intimação judicial para que o vídeo fosse retirado do Youtube, argumentando que as prestações destes três artistas no vídeo não foram autorizadas.

"Megaupload é proprietária de tudo o que está no vídeo. E estamos a assinar acordos com todos os artistas que aparecem no vídeo", disse o fundador do Megaupload, Kim Dotcom, considerando a acção da Universal como "um truque sujo para parar a bem sucedida campanha viral" da Mega Song.

"UMG fez algo ilegal e injusto ao denunciar este conteúdo como violando a lei. Não tinham o direito de fazer isso. Achamo-nos no direito de os processar, mas queremos dar-lhes a oportunidade de pedirem desculpa", disse Kim Dotcom, em declarações ao site TorrentFreak, a 10 de Dezembro.

Mais de um mês depois, o Megaupload parece ter-se cansado de esperar e avançou com a acção judicial. Cerca de cinco horas depois, a empresa foi indiciada por pirataria e o site de transferência de ficheiros fechado.

A pronúncia foi revelada esta quinta-feira, cerca de 12 horas após o fim de 24 horas de greve de vários site na Internet, em protesto contra duas proposta do Congresso norte-americano que visam a pirataria online de filmes e programas de televisão sujeitos a direitos de autor.

publicado por sattotal às 22:43 | link do post
O Megaupload fechou e os trabalhadores daquele que era um dos maiores sítios de partilha de ficheiros estão a ser indiciados. A empresa é acusada de pirataria, poucas horas depois de ter anunciado um processo judicial contra a Universal Music Group.

Procuradores federais da Virginia, EUA, fecharam o site Megaupload e acusaram o fundador de violar as leis anti-pirataria, noticia o New York Times.

Segundo o FBI, este é um dos maiores processos de sempre dos EUA por violação de direitos de autor, noticia o canal de televisão Fox News.

O processo indicia sete pessoas e duas companhias, Megaupload Limited e Vestor Limited, acusadas de custar mais de 500 milhões de dólares (cerca de 390 milhões de euros) aos detentores de direitos de autor de filmes e outro material não especificado.

Os fundadores das empresas, Kim Dotcom, também conhecido como Kim Schmitz, pela Megaupload, e Kim Tim Jim Vestor, da Vestor, enfrentam uma pena de prisão de 20 anos por extorsão, cinco por violação de direitos de autor, outros 20 por lavagem de dinheiro e mais cinco noutras queixas relacionadas.

A acusação diz, a certo ponto, que o Megaupload chegou a ser o 13º site mais popular do Mundo. A empresa defende-se das acusações, sustentando que actua sempre com diligência quando confrontada com denúncias de pirataria.

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O fecho do site ocorre poucas horas depois de ser tornada pública a intenção do Megaupload de processar a distribuidora Universal Music Group (UMG).

Em causa um vídeo promocional do sítio de transferência de ficheiros, que contou com a participação de artistas como P Diddy, Will.i.am, Alicia Keys, Kanye West, Snoop Dogg, Chris Brown, The Game and Mary J Blige.

A Universal processou o Megaupload pouco tempo depois de ser lançado o vídeo promocional, conhecido como Mega Song, em Dezembro de 2010, que se tornou viral, com mais de 11 milhões de visitas.

A distribuidora, casa-mãe de P Diddy, Will.i.am e Kanye West, conseguiu uma intimação judicial para que o vídeo fosse retirado do Youtube, argumentando que as prestações destes três artistas no vídeo não foram autorizadas.

"Megaupload é proprietária de tudo o que está no vídeo. E estamos a assinar acordos com todos os artistas que aparecem no vídeo", disse o fundador do Megaupload, Kim Dotcom, considerando a acção da Universal como "um truque sujo para parar a bem sucedida campanha viral" da Mega Song.

"UMG fez algo ilegal e injusto ao denunciar este conteúdo como violando a lei. Não tinham o direito de fazer isso. Achamo-nos no direito de os processar, mas queremos dar-lhes a oportunidade de pedirem desculpa", disse Kim Dotcom, em declarações ao site TorrentFreak, a 10 de Dezembro.

Mais de um mês depois, o Megaupload parece ter-se cansado de esperar e avançou com a acção judicial. Cerca de cinco horas depois, a empresa foi indiciada por pirataria e o site de transferência de ficheiros fechado.

A pronúncia foi revelada esta quinta-feira, cerca de 12 horas após o fim de 24 horas de greve de vários site na Internet, em protesto contra duas proposta do Congresso norte-americano que visam a pirataria online de filmes e programas de televisão sujeitos a direitos de autor.

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Projeto lei sobre a Cópia Privada é “abusivo”, “penalizador” e “utiliza os artistas”

Projeto lei utiliza artistas, diz Zé Pedro
Zé Pedro, dos Xutos & Pontapés, sublinha que a proposta que o PS pôs em cima da mesa é “ridícula, abusiva e penalizadora”. O músico considera que a lei atual carece de revisão, mas avança que o governo deverá seguir outras formas de cobrança que não penalizem ainda mais os autores.
O artista com mais de 30 anos de carreira realça que ao comprar música nas plataformas de venda digital já paga os Direitos de Autor e que se está a seguir a via da dupla taxação. “Eu compro música na Internet e portanto tenho de levá-la numa Pen, CD ou disco externo, não tenho de pagar outra vez por isso.”

“Nenhum autor se revê num Projeto Lei destes. Estão a servir-se dos artistas para cobranças indevidas e a justificação é o «coitadinho do artista»", remata.

A proposta de Lei em causa foi apresentada pela mão da antiga ministra da Cultura e agora deputada Gabriela Canavilhas e prevê a cobrança de um imposto sobre os direitos de autor na aquisição de suportes de armazenamento e o agravamento dessa taxa conforme a capacidade dos aparelhos.

Um disco externo com capacidade de 1 Terabyte (TB) vai sofrer um aumento de 0,025 € por cada Gigabyte (GB), podendo passar dos atuais 100 euros para 125 euros. No caso dos telemóveis, cada GB vai custar mais 0,50 €.
Um disco rígido de 500GB podia custar 150 euros há dois anos, mas hoje 1TB custa 90€ e estima-se que em 2020 14TB possam custar cerca de 30€. À luz do projeto lei, esse mesmo dispositivo terá uma taxa de 280 euros, à qual ainda acresce o IVA.

Proposta do PS não reduzirá pirataria, só vem impor mais taxas, defendem artistas
Proposta prejudica autores

José Couto Nogueira, autor de obras como "Pesquisa Sentimental" e "Táxi", comenta que a proposta em discussão na Assembleia está ultrapassada. “A memória passará a estar na nuvem, portanto não faz sentido criar uma lei para uma situação que se está a desfazer".

O escritor e jornalista defende que as associações de defesa dos direitos dos autores não funcionam da melhor forma, já que a distruibuição de dividendos não é clara, e indica que serão estas as entidades a lucrar com a aprovação da nova legislação. “Dar dinheiro a essas sociedades é meter dinheiro num saco sem fundo”.

José Chan, fotógrafo freelancer, considera que a proposta em discussão na especialidade é “descabida, irreal e sem aplicação possível”. “Eu percebo o fundamento da lei, mas desta forma não faz sentido nenhum. Quem adquire material de armazenamento em grandes quantidades são os profissionais e quem faz cópias pirata continuará a fazê-lo, por causa da nuvem digital e dos serviços de armazenamento online”.

"Mas somos nós, que precisamos de guardar os nossos conteúdos, que vamos ser penalizados pela lei", destaca.

Solução passa por preços mais baixos

“As pessoas preferem ter o original se for acessível do que ter uma cópia de má qualidade. A indústria tem vindo a aproveitar-se dos artistas”, salienta o fotógrafo e autor, que defende “preços mais baixos para contornar a pirataria”.

Da mesma opinião é João Leitão. O realizador e produtor avança que o modelo de combate à pirataria não deve passar pela taxação, mas sim por um método semelhante ao que acontece no mercado dos videojogos e da distribuição digital de conteúdos nos Estados Unidos.

"O utilizador paga uma mensalidade, como acontece no Netflix, e tem-se streaming para a TV, Xbox ou Wii”, exemplifica, destacando a comodidade do serviço como meio de combate à pirataria. "Tornar a experiência de compra de conteúdos mais cómoda, torna a pirataria uma seca”, comenta o realizador de séries como "Um Mundo Catita", "O Fatalista" e “Capitão Falcão”.

Lei dificultará a formação de novos projetos

João Leitão, 29 anos, sublinha ainda que a eventual aprovação do Projeto Lei em discussão terá repercussão negativa, sobretudo, junto dos pequenos produtores e realizadores, que “têm pouco ou nenhum financiamento.”

“Seja em cinema, televisão ou teatro, o armazenamento é o primeiro investimento que se faz. E normalmente faz-se a triplicar”, recorda.

João Leitão conta que nunca recebeu dividendos por parte da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) e que a sua única preocupação atual é a de registar os filmes na Inspeção Geral das Atividades Culturais (IGAC).

Contactada pelo SAPO Notícias, a Secretaria de Estado da Cultura escusou-se a comentar o assunto para “não perturbar os trabalhos" na Comissão parlamentar.

Fonte:- SAPO PORTUGAL
publicado por sattotal às 18:57 | link do post

Projeto lei sobre a Cópia Privada é “abusivo”, “penalizador” e “utiliza os artistas”

Projeto lei utiliza artistas, diz Zé Pedro
Zé Pedro, dos Xutos & Pontapés, sublinha que a proposta que o PS pôs em cima da mesa é “ridícula, abusiva e penalizadora”. O músico considera que a lei atual carece de revisão, mas avança que o governo deverá seguir outras formas de cobrança que não penalizem ainda mais os autores.
O artista com mais de 30 anos de carreira realça que ao comprar música nas plataformas de venda digital já paga os Direitos de Autor e que se está a seguir a via da dupla taxação. “Eu compro música na Internet e portanto tenho de levá-la numa Pen, CD ou disco externo, não tenho de pagar outra vez por isso.”

“Nenhum autor se revê num Projeto Lei destes. Estão a servir-se dos artistas para cobranças indevidas e a justificação é o «coitadinho do artista»", remata.

A proposta de Lei em causa foi apresentada pela mão da antiga ministra da Cultura e agora deputada Gabriela Canavilhas e prevê a cobrança de um imposto sobre os direitos de autor na aquisição de suportes de armazenamento e o agravamento dessa taxa conforme a capacidade dos aparelhos.

Um disco externo com capacidade de 1 Terabyte (TB) vai sofrer um aumento de 0,025 € por cada Gigabyte (GB), podendo passar dos atuais 100 euros para 125 euros. No caso dos telemóveis, cada GB vai custar mais 0,50 €.
Um disco rígido de 500GB podia custar 150 euros há dois anos, mas hoje 1TB custa 90€ e estima-se que em 2020 14TB possam custar cerca de 30€. À luz do projeto lei, esse mesmo dispositivo terá uma taxa de 280 euros, à qual ainda acresce o IVA.

Proposta do PS não reduzirá pirataria, só vem impor mais taxas, defendem artistas
Proposta prejudica autores

José Couto Nogueira, autor de obras como "Pesquisa Sentimental" e "Táxi", comenta que a proposta em discussão na Assembleia está ultrapassada. “A memória passará a estar na nuvem, portanto não faz sentido criar uma lei para uma situação que se está a desfazer".

O escritor e jornalista defende que as associações de defesa dos direitos dos autores não funcionam da melhor forma, já que a distruibuição de dividendos não é clara, e indica que serão estas as entidades a lucrar com a aprovação da nova legislação. “Dar dinheiro a essas sociedades é meter dinheiro num saco sem fundo”.

José Chan, fotógrafo freelancer, considera que a proposta em discussão na especialidade é “descabida, irreal e sem aplicação possível”. “Eu percebo o fundamento da lei, mas desta forma não faz sentido nenhum. Quem adquire material de armazenamento em grandes quantidades são os profissionais e quem faz cópias pirata continuará a fazê-lo, por causa da nuvem digital e dos serviços de armazenamento online”.

"Mas somos nós, que precisamos de guardar os nossos conteúdos, que vamos ser penalizados pela lei", destaca.

Solução passa por preços mais baixos

“As pessoas preferem ter o original se for acessível do que ter uma cópia de má qualidade. A indústria tem vindo a aproveitar-se dos artistas”, salienta o fotógrafo e autor, que defende “preços mais baixos para contornar a pirataria”.

Da mesma opinião é João Leitão. O realizador e produtor avança que o modelo de combate à pirataria não deve passar pela taxação, mas sim por um método semelhante ao que acontece no mercado dos videojogos e da distribuição digital de conteúdos nos Estados Unidos.

"O utilizador paga uma mensalidade, como acontece no Netflix, e tem-se streaming para a TV, Xbox ou Wii”, exemplifica, destacando a comodidade do serviço como meio de combate à pirataria. "Tornar a experiência de compra de conteúdos mais cómoda, torna a pirataria uma seca”, comenta o realizador de séries como "Um Mundo Catita", "O Fatalista" e “Capitão Falcão”.

Lei dificultará a formação de novos projetos

João Leitão, 29 anos, sublinha ainda que a eventual aprovação do Projeto Lei em discussão terá repercussão negativa, sobretudo, junto dos pequenos produtores e realizadores, que “têm pouco ou nenhum financiamento.”

“Seja em cinema, televisão ou teatro, o armazenamento é o primeiro investimento que se faz. E normalmente faz-se a triplicar”, recorda.

João Leitão conta que nunca recebeu dividendos por parte da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) e que a sua única preocupação atual é a de registar os filmes na Inspeção Geral das Atividades Culturais (IGAC).

Contactada pelo SAPO Notícias, a Secretaria de Estado da Cultura escusou-se a comentar o assunto para “não perturbar os trabalhos" na Comissão parlamentar.

Fonte:- SAPO PORTUGAL
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http://thepiratebay.org/
Um tribunal holandês ordenou quarta-feira o bloqueio do popular site de downloads The Pirate Bay e obrigou a Ziggo e a XS4ALL a suspenderem o acesso ao serviço, ameaçando-as com multas pesadas, se a ordem não for cumprida.

A justiça sueca já tinha tentado fechar o site, em 2010, mas o portal, um dos maiores da Europa com downloads gratuitos de músicas, filmes ou jogos, continuou a funcionar, noticia a agência EFE.

O acesso ao site deve ser bloqueado dentro de 10 dias, caso contrário as empresas que controlam o tráfego arriscam uma multa de 10.000 euros por dia.

Segundo um comunicado, o tribunal «provou que 30% dos utilizadores da Ziggo e 4,5% da XS4ALL trocaram arquivos na Internet através do The Pirate Bay».

O site incentivou os utilizadores a «contornar a censura», por exemplo «com uma conta VPN de alguém da sua confiança».
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http://thepiratebay.org/
Um tribunal holandês ordenou quarta-feira o bloqueio do popular site de downloads The Pirate Bay e obrigou a Ziggo e a XS4ALL a suspenderem o acesso ao serviço, ameaçando-as com multas pesadas, se a ordem não for cumprida.

A justiça sueca já tinha tentado fechar o site, em 2010, mas o portal, um dos maiores da Europa com downloads gratuitos de músicas, filmes ou jogos, continuou a funcionar, noticia a agência EFE.

O acesso ao site deve ser bloqueado dentro de 10 dias, caso contrário as empresas que controlam o tráfego arriscam uma multa de 10.000 euros por dia.

Segundo um comunicado, o tribunal «provou que 30% dos utilizadores da Ziggo e 4,5% da XS4ALL trocaram arquivos na Internet através do The Pirate Bay».

O site incentivou os utilizadores a «contornar a censura», por exemplo «com uma conta VPN de alguém da sua confiança».
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iPhone 5 clonado antes do lançamento oficial (Reuters)

Chinesa Taobao responsável pelo clone do smartphone da Apple já colocou à venda o aparelho que denominou de «HiPhone 5»

A Apple ainda não definiu uma data certa para o lançamento da nova versão do iPhone 5, mas já há no mercado clones do aparelho.

A responsável é a chinesa Taobao, que denominou o novo aparelho de «HiPhone 5», escreve a Reuters.

Os consumidores chineses podem adquirir as versões básicas do smartphone, disponíveis nas cores rosa e vermelha, por apenas 23 euros.

As versões mais clássicas são mais caras, porque se assemelham mais ao modelo da Apple, e podem ser adquiridas por 95 euros, nas cores preto e branco.

O «HiPhone 5» traz um sistema operacional próprio e não tem acesso aos aplicativos oficiais da versão original do iPhone 5 da Apple.

Os primeiros modelos de «HiPhone» surgiram em 2008, após o lançamento do iPhone 3G da Apple. Os telefones clonados, apesar de fisicamente parecidos, não têm ligação à rede 3G e a sua durabilidade média é de apenas seis meses.

iPhone 5 clonado antes do lançamento oficial (Reuters) : Chinesa Taobao responsável pelo clone do smartphone da Apple já colocou à venda o aparelho que denominou de «HiPhone 5»

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iPhone 5 clonado antes do lançamento oficial (Reuters)

Chinesa Taobao responsável pelo clone do smartphone da Apple já colocou à venda o aparelho que denominou de «HiPhone 5»

A Apple ainda não definiu uma data certa para o lançamento da nova versão do iPhone 5, mas já há no mercado clones do aparelho.

A responsável é a chinesa Taobao, que denominou o novo aparelho de «HiPhone 5», escreve a Reuters.

Os consumidores chineses podem adquirir as versões básicas do smartphone, disponíveis nas cores rosa e vermelha, por apenas 23 euros.

As versões mais clássicas são mais caras, porque se assemelham mais ao modelo da Apple, e podem ser adquiridas por 95 euros, nas cores preto e branco.

O «HiPhone 5» traz um sistema operacional próprio e não tem acesso aos aplicativos oficiais da versão original do iPhone 5 da Apple.

Os primeiros modelos de «HiPhone» surgiram em 2008, após o lançamento do iPhone 3G da Apple. Os telefones clonados, apesar de fisicamente parecidos, não têm ligação à rede 3G e a sua durabilidade média é de apenas seis meses.

iPhone 5 clonado antes do lançamento oficial (Reuters) : Chinesa Taobao responsável pelo clone do smartphone da Apple já colocou à venda o aparelho que denominou de «HiPhone 5»

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Uma caixinha negra de 12,5 x 7,5 x 1 cm vendida por R$ 200 carrega R$ 25 mil em jogos ilegais. Trata-se de um HD (disco rígido, na sigla em inglês) externo, facilmente encontrado nas lojas da região da Santa Ifigênia, tradicional reduto de venda de material eletrônico da região central de São Paulo.

publicado por sattotal às 18:42 | link do post
Uma caixinha negra de 12,5 x 7,5 x 1 cm vendida por R$ 200 carrega R$ 25 mil em jogos ilegais. Trata-se de um HD (disco rígido, na sigla em inglês) externo, facilmente encontrado nas lojas da região da Santa Ifigênia, tradicional reduto de venda de material eletrônico da região central de São Paulo.

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<div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://1.bp.blogspot.com/-4XlyuPok79w/TgjylawsuOI/AAAAAAAAIqU/-N6oVHphIhs/s1600/pirateflag_270x169_270x169_logo.png" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" i$="true" src="https://1.bp.blogspot.com/-4XlyuPok79w/TgjylawsuOI/AAAAAAAAIqU/-N6oVHphIhs/s1600/pirateflag_270x169_270x169_logo.png" /></a></div><div style="text-align: justify;"></div><div style="text-align: center;"><strong><span style="color: #783f04; font-family: Georgia, &quot;Times New Roman&quot;, serif;"><em>O acordo poderia ser um dos mais importantes na luta da indústria contra a pirataria.</em></span></strong></div><strong><div style="text-align: justify;"><br /></div></strong><div style="text-align: justify;"><strong>Algumas das maiores empresas provedoras de internet dos Estados Unidos podem estar prestes a fechar um acordo com a indústria musical e de cinema do país, para um controle mais rígido de acesso dos piratas de arquivos digitais à rede.</strong></div><strong><div style="text-align: justify;"><br /></div></strong><div style="text-align: justify;"><strong>Pelo menos é o que conta o site<a href="http://news.cnet.com/8301-31001_3-20073522-261/exclusive-top-isps-poised-to-adopt-graduated-response-to-piracy/"> CNET</a>. Em uma matéria exclusiva, o site explica que as grandes provedoras de internet do país, como a AT&amp;T, a Verizon e a Comcast, estão muito perto deste acordo com a RIAA (Recording Industry Association of America) e a MPAA (_Motion Picture Association of America), as representantes das 4 principais gravadoras musicais e dos 6 principais estúdios de Hollywood, respectivamente.</strong></div><strong><div style="text-align: justify;"><br /></div></strong><div style="text-align: justify;"><strong>Ainda de acordo com o site, o acordo propõe uma “pena gradual” para aqueles que continuamente infringirem os direitos autorais em compratilhamento de arquivos na rede. Medidas judiciais já existem para este tipo de crime, porém, o papel dos provedores (ISP, internet service provider) pode ser ainda mais importante. RIAA e MPAA oferecem algumas medidas que os ISPs podem tomar contra os “piratas”.</strong></div><strong><div style="text-align: justify;"><br /></div></strong><div style="text-align: justify;"><strong>As medidas vão desde a diminuição da velocidade de sua conexão, até a limitação de seu acesso a internet. Um dos exemplos para este segundo caso é fazer com que o usuário só possa visitar os 200 maiores sites (que dificilmente terão material ilegal) até que o compartilhamento de arquivos seja interrompido.</strong></div><strong><div style="text-align: justify;"><br /></div></strong><div style="text-align: justify;"><strong>As fontes do site CNET, porém, garantem que não há nos planos qualquer menção a proibir totalmente o acesso dos acusados à internet. Entretanto, há quem ache que não é correto penalizar um usuário da rede apenas baseado nas acusações da outra parte, no caso, a indústria do entretenimento. Mesmo assim, os planos são ainda apenas planos, mas com potencial de ser um dos mais importantes acordos da luta da indústria contra a pirataria.</strong></div></div>
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