PARIS (AFP) - A gripe suína, provocada pelo vírus H1N1, que se converteu na primeira pandemia do século XXI após ter sido detectada, em março de 2009, no México e nos Estados Unidos, já deixou 10 mil mortos, um número inferior ao previsto, em meio a uma intensa mobilização mundial.


O H1N1 matou 10.582 pessoas, em 208 países, segundo os números divulgados em 18 de dezembro pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que em junho passado declarou o mundo em estado de pandemia.

A gripe suína, detectada no final de março no México, se alastrou rapidamente, afetando especialmente o continente americano, onde provocou 6.335 mortes até meados de dezembro.


"Na zona tropical da América Central, América do Sul e Caribe, a transmissão da gripe se manteve em todas as regiões, mas está em declínio", revelou a OMS há uma semana.


Segundo dados da Organização Pan-Americana de Saúde (OPS), no continente americano os Estados Unidos lideram a lista de óbitos por gripe suína, com 1.929 mortes, seguido por Brasil, 1.528, México, 687, Argentina, 613, Canadá, 357, Peru, 192, Colômbia, 163, e Chile, 140.


A gripe suína ataca duramente os que já sofrem de outras doenças e também provoca "uma taxa de mortalidade pouco comum entre os jovens, incluindo os que gozam de boa saúde", destaca o especialista francês Antoine Flahaut.


Segundo a doutora Isabelle Nutall, da OMS, "está claro que não estamos diante de um vírus tão mortífero como o da gripe aviária".


De acordo com a OMS, a gripe suína retrocede em "ao menos dez países de Europa ocidental e do norte", mas segue avançando na República Tcheca, Estônia, Hungria, Montenegro, Suíça e em algumas regiões da Rússia.


"É a primeira vez que enfrentamos um problema semelhante em nível mundial. Esta mobilização nos permitiu elaborar uma vacina em tempo recorde", disse a doutora Sylvie Briand, chefe do departamento gripe da OMS.


De fato, mais de 150 milhões de doses da vacina contra o vírus H1N1 foram distribuídas em cerca de 40 países, segundo o doutor Keiji Fukuda, número dois da OMS.


Os Estados Unidos lançaram sua campanha em outubro, com 40 milhões de doses, e a França contava com 94 milhões de doses da vacina em novembro.


A América Latina, que segundo a OPS necessita de 200 milhões de doses para atender à população mais vulnerável, poderá contar com estas vacinas no início do ano.


Obesos, grávidas e idosos com mais de 65 anos são os mais vulneráveis à gripe.


A OMS afirma que o Tamiflu ainda é a droga mais eficaz para "reduzir e prevenir formas graves da gripe" suína, cujo vírus já apresentou mutações no Brasil, Noruega, China, França, Itália, México, Japão, Ucrânia e Estados Unidos.


"Há que permanecer alerta e não baixar a guarda", advertiu Isabelle Nutall, lembrando que "o vírus da gripe é totalmente imprevisível".


No próximo ano poderá reaparecer com uma forma mais mortífera, disse John Oxford, professor de virologia no Royal London Hospital.
publicado por sattotal às 18:31 | link do post


PARIS (AFP) - A gripe suína, provocada pelo vírus H1N1, que se converteu na primeira pandemia do século XXI após ter sido detectada, em março de 2009, no México e nos Estados Unidos, já deixou 10 mil mortos, um número inferior ao previsto, em meio a uma intensa mobilização mundial.


O H1N1 matou 10.582 pessoas, em 208 países, segundo os números divulgados em 18 de dezembro pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que em junho passado declarou o mundo em estado de pandemia.

A gripe suína, detectada no final de março no México, se alastrou rapidamente, afetando especialmente o continente americano, onde provocou 6.335 mortes até meados de dezembro.


"Na zona tropical da América Central, América do Sul e Caribe, a transmissão da gripe se manteve em todas as regiões, mas está em declínio", revelou a OMS há uma semana.


Segundo dados da Organização Pan-Americana de Saúde (OPS), no continente americano os Estados Unidos lideram a lista de óbitos por gripe suína, com 1.929 mortes, seguido por Brasil, 1.528, México, 687, Argentina, 613, Canadá, 357, Peru, 192, Colômbia, 163, e Chile, 140.


A gripe suína ataca duramente os que já sofrem de outras doenças e também provoca "uma taxa de mortalidade pouco comum entre os jovens, incluindo os que gozam de boa saúde", destaca o especialista francês Antoine Flahaut.


Segundo a doutora Isabelle Nutall, da OMS, "está claro que não estamos diante de um vírus tão mortífero como o da gripe aviária".


De acordo com a OMS, a gripe suína retrocede em "ao menos dez países de Europa ocidental e do norte", mas segue avançando na República Tcheca, Estônia, Hungria, Montenegro, Suíça e em algumas regiões da Rússia.


"É a primeira vez que enfrentamos um problema semelhante em nível mundial. Esta mobilização nos permitiu elaborar uma vacina em tempo recorde", disse a doutora Sylvie Briand, chefe do departamento gripe da OMS.


De fato, mais de 150 milhões de doses da vacina contra o vírus H1N1 foram distribuídas em cerca de 40 países, segundo o doutor Keiji Fukuda, número dois da OMS.


Os Estados Unidos lançaram sua campanha em outubro, com 40 milhões de doses, e a França contava com 94 milhões de doses da vacina em novembro.


A América Latina, que segundo a OPS necessita de 200 milhões de doses para atender à população mais vulnerável, poderá contar com estas vacinas no início do ano.


Obesos, grávidas e idosos com mais de 65 anos são os mais vulneráveis à gripe.


A OMS afirma que o Tamiflu ainda é a droga mais eficaz para "reduzir e prevenir formas graves da gripe" suína, cujo vírus já apresentou mutações no Brasil, Noruega, China, França, Itália, México, Japão, Ucrânia e Estados Unidos.


"Há que permanecer alerta e não baixar a guarda", advertiu Isabelle Nutall, lembrando que "o vírus da gripe é totalmente imprevisível".


No próximo ano poderá reaparecer com uma forma mais mortífera, disse John Oxford, professor de virologia no Royal London Hospital.
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Lisboa, 08 Agosto (Lusa) - Portugal registou 28 casos de infecção pelo vírus da Gripe A (H1N1) nas últimas 24 horas, o que eleva para 505 o número total de casos no país, anunciou hoje o Ministério da Saúde.
Segundo uma nota do gabinete da ministra Ana Jorge, dos casos confirmados, 19 indivíduos são do sexo feminino e 9 do sexo masculino.
Em termos de idades, estas variam entre os 4 meses e os 59 anos, com predominância da faixa etária entre os 20 e os 30 anos
publicado por sattotal às 23:01 | link do post
Lisboa, 08 Agosto (Lusa) - Portugal registou 28 casos de infecção pelo vírus da Gripe A (H1N1) nas últimas 24 horas, o que eleva para 505 o número total de casos no país, anunciou hoje o Ministério da Saúde.
Segundo uma nota do gabinete da ministra Ana Jorge, dos casos confirmados, 19 indivíduos são do sexo feminino e 9 do sexo masculino.
Em termos de idades, estas variam entre os 4 meses e os 59 anos, com predominância da faixa etária entre os 20 e os 30 anos
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Lisboa, 25 Jul (Lusa) - O Ministério da Saúde (MS) anunciou hoje a existência de mais vinte casos confirmados de infecção pelo vírus da Gripe A (H1N1), subindo assim para 218 o número total de pessoas infectadas em Portugal.

Segundo uma nota do gabinete da ministra Ana Jorge, estão a ser seguidos no Centro Hospitalar do Funchal, Madeira, um homem de 23 anos, um menino de 11 anos e uma menina de 4 anos, provenientes da Venezuela, bem como uma rapariga e um rapaz de 14 anos procedentes de Espanha.

No Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, foram referenciados sete casos: um rapaz de 14 anos, um menino de 6 anos e uma menina de 11 anos, vindos do Reino Unido, uma menina de 5 anos, um menino de 8 anos e um rapaz de 15 anos, regressados de Espanha, e ainda uma menina de 6 anos, após passagem pelo Brasil.
publicado por sattotal às 20:26 | link do post

Lisboa, 25 Jul (Lusa) - O Ministério da Saúde (MS) anunciou hoje a existência de mais vinte casos confirmados de infecção pelo vírus da Gripe A (H1N1), subindo assim para 218 o número total de pessoas infectadas em Portugal.

Segundo uma nota do gabinete da ministra Ana Jorge, estão a ser seguidos no Centro Hospitalar do Funchal, Madeira, um homem de 23 anos, um menino de 11 anos e uma menina de 4 anos, provenientes da Venezuela, bem como uma rapariga e um rapaz de 14 anos procedentes de Espanha.

No Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, foram referenciados sete casos: um rapaz de 14 anos, um menino de 6 anos e uma menina de 11 anos, vindos do Reino Unido, uma menina de 5 anos, um menino de 8 anos e um rapaz de 15 anos, regressados de Espanha, e ainda uma menina de 6 anos, após passagem pelo Brasil.
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A vacina contra o H1N1 não estará à venda nas farmácias. A garantia foi dado ao DN pela ministra da Saúde, Ana Jorge, lembrando que as vacinas pandémicas devem ser reservadas para combater a doença da forma mais eficaz possível.

"É uma vacina que é comprada pelo Estado e distribuída pelo Estado a quem mais precisa", explica o sub-director geral da Saúde, José Robalo. Por isso, a preocupação em definir os grupos de risco.

Aliás, é isso que está a acontecer em todo o mundo. São os governos que estão a contactar os laboratórios que produzem a vacina, cinco em todo o mundo (Baxter, GlaxoSmithKlein, Novartis, Sanofi Pasteur MSD e Solvey Farma), e a encomendar milhões de doses para imunizar a sua população.

Os Estados Unidos já pagaram 80 milhões de doses e estão a tentar assegurar um total de 600, ou seja, o suficiente para vacinar todos os norte-americanos. Também Austrália e Reino Unido encomendaram doses para toda a população. A Alemanha e a Espanha reservaram o suficiente para vacinar um terço da população, tal como Portugal. E Itália pediu cerca de 20 milhões para um população de 56.

Perante este cenário, têm sido levantadas dúvidas sobre se as farmacêuticas terão capacidade de resposta e de fornecer todos os países. A Baxter, por exemplo, já anunciou que não pode aceitar mais encomendas, por falta de capacidade de produção. E a secretária-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou para a necessidade de uma distribuição equitativa, com a garantia de que os países mais pobres não ficam para depois.

Por isso, e porque se trata de um questão de saúde pública, as vacinas não entrarão no "circuito comercial" das farmácias, explicam fontes ligadas à indústria. Até porque, num cenário de escassez, seria previsível uma corrida e escalada de preços pouco razoável.

Para José Robalo, o que vai atrasar a chegada da vacina é a necessidade de ensaios clínicos. "Há capacidade para produzir 95 milhões de doses por semana. Por isso não devemos ter problemas. Mas a vacinação é fundamental e não podemos correr riscos, criando mais problemas por usar vacinas do que por causa da doença", explica.

Assim, Portugal decidiu esperar pela autorização da Agência Europeia do Medicamento, recomendada pela OMS. Mas há países, em que a epidemia está fora de controlo, que ameaçam não o fazer. Um tema que vai continuar a ser discutido nas próximas semanas.
publicado por sattotal às 10:11 | link do post
A vacina contra o H1N1 não estará à venda nas farmácias. A garantia foi dado ao DN pela ministra da Saúde, Ana Jorge, lembrando que as vacinas pandémicas devem ser reservadas para combater a doença da forma mais eficaz possível.

"É uma vacina que é comprada pelo Estado e distribuída pelo Estado a quem mais precisa", explica o sub-director geral da Saúde, José Robalo. Por isso, a preocupação em definir os grupos de risco.

Aliás, é isso que está a acontecer em todo o mundo. São os governos que estão a contactar os laboratórios que produzem a vacina, cinco em todo o mundo (Baxter, GlaxoSmithKlein, Novartis, Sanofi Pasteur MSD e Solvey Farma), e a encomendar milhões de doses para imunizar a sua população.

Os Estados Unidos já pagaram 80 milhões de doses e estão a tentar assegurar um total de 600, ou seja, o suficiente para vacinar todos os norte-americanos. Também Austrália e Reino Unido encomendaram doses para toda a população. A Alemanha e a Espanha reservaram o suficiente para vacinar um terço da população, tal como Portugal. E Itália pediu cerca de 20 milhões para um população de 56.

Perante este cenário, têm sido levantadas dúvidas sobre se as farmacêuticas terão capacidade de resposta e de fornecer todos os países. A Baxter, por exemplo, já anunciou que não pode aceitar mais encomendas, por falta de capacidade de produção. E a secretária-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) alertou para a necessidade de uma distribuição equitativa, com a garantia de que os países mais pobres não ficam para depois.

Por isso, e porque se trata de um questão de saúde pública, as vacinas não entrarão no "circuito comercial" das farmácias, explicam fontes ligadas à indústria. Até porque, num cenário de escassez, seria previsível uma corrida e escalada de preços pouco razoável.

Para José Robalo, o que vai atrasar a chegada da vacina é a necessidade de ensaios clínicos. "Há capacidade para produzir 95 milhões de doses por semana. Por isso não devemos ter problemas. Mas a vacinação é fundamental e não podemos correr riscos, criando mais problemas por usar vacinas do que por causa da doença", explica.

Assim, Portugal decidiu esperar pela autorização da Agência Europeia do Medicamento, recomendada pela OMS. Mas há países, em que a epidemia está fora de controlo, que ameaçam não o fazer. Um tema que vai continuar a ser discutido nas próximas semanas.
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É o "pior dos piores" cenários: 8700 mortos devido à gripe A em Portugal. Por isso, deve ser encarado sem dramatismos, dizem os especialistas, lembrando que a gripe comum mata quase duas mil pessoas todos os anos. É que este vírus tem-se mostrado até mais benigno que o da gripe sazonal. Ontem, apareceram 10 novos casos no País, num total de 122 desde de Maio.


No pior cenário, a gripe A pode matar até 8700 pessoas em Portugal. A estimativa - feita tendo em conta que o vírus pode afectar até 25% da população portuguesa e causar a morte a 0,35% dos doentes - usa as mesmas bases que levaram o responsável pela Saúde no Reino Unido a declarar que podem morrer 65 mil britânicos devido à nova gripe.

"Tendo em conta as indicações internacionais, que dizem que o H1N1 pode afectar 25% da população europeia, olhando para o nosso País e usando a taxa de letalidade do vírus da última gripe sazonal, chegamos aos 8700", explica a epidemiologista Cristina Furtado.

Mas há cenários menos alarmantes. A gripe A tem-se revelado mais benigna do que a gripe comum, que todos os anos mata em Portugal quase duas mil pessoas. Assim, mesmo que 2, 5 milhões de portugueses fiquem doentes, num cenário com uma taxa de letalidade de 0,1%, ocorrerão cerca de 2500 mortes, acrescenta a especialista do Instituto Ricardo Jorge. Ou seja, pouco mais do que as que ocorrem todos os anos devido à gripe sazonal. Em 2008, por exemplo, morreram 1900 pessoas, mas há anos bem piores: o Plano de Contingência Nacional do Sector da Saúde para a Pandemia de Gripe refere que em 2003 a mortalidade anual por gripe ou causas associadas chegou aos 3822.

"Sabemos que vamos ter mais casos de gripe este ano, porque é vírus novo e ninguém tem protecções contra ele. Logo, podemos ter mais mortos. Mas é preciso encarar estes números sem drama", diz a consultora do Ministério da Saúde. Até porque, "como estamos em alerta para este novo vírus, a vigilância é maior, e é provável que haja mais pessoas a serem diagnosticadas e tratadas" a tempo.

A sub-directora-geral da Saúde Graça Freitas, que prefere não falar de previsões, explica que estas estimativas se referem "ao pior dos piores cenários"- "o que não é expectável que aconteça, muito menos em Portugal" onde se tem conseguido gerir melhor o contágio.

"As previsões oficiais que temos são as que estão publicadas", acrescenta Graça Freitas, referindo-se ao estudo feito pelo Instituto Ricardo Jorge, em 2005, com estimativas para a possível pandemia de gripe das aves. Mas segundo esse estudo, num cenário em que 25% da população fosse afectada, morreriam ainda mais pessoas: 12 665. No entanto, Graça Freitas salienta que esse trabalho foi feito para um vírus mais mortífero.

Todas estas estimativas supõem que 25% da população será afectada - o cenário em que trabalha o Ministério da Saúde. Se se conseguir atrasar a propagação da pandemia até à chegada da vacina, o cenário pode ser ainda mais favorável. Ou seja, se apenas 5% da população ficar doente e se a taxa de letalidade for de 0,1%, teremos 500 mortos - cerca de um quarto do que mata a gripe sazonal.

A planeamento actual para a pandemia tem de considerar todos os cenários possíveis porque ainda há muito a descobrir sobre este vírus. Liam Donaldson, o responsável inglês que ontem admitiu a possibilidade de o Reino Unido ter 65 000 mortos, lembrava que não é possível dar uma estimativa precisa da mortalidade deste vírus "porque não sabemos o suficiente".

Em Espanha, onde já morreram quatro pessoas devido à gripe A, o Ministério da Saúde disse esperar pelo menos oito mil mortos este Inverno, tantos como os que a gripe sazonal causa todos os anos.

Também a ministra da Saúde portuguesa tem desdramatizado os números: Ana Jorge disse esta semana que a grande maioria (94%) dos casos de gripe A só vai precisar de ficar em casa e de medicamentos para baixar a febre para se curar. Ontem, foram confirmadas mais dez infecções pelo vírus H1N1, todas importadas, elevando para 121 o total de casos registados no País, desde o início de Maio. Segundo o Ministério da Saúde, nove destes doentes têm menos de 22 anos.

Segundo o Centro de Análise da Resposta Social à Gripe Pandémica, nas próximas semanas deverá passar-se da actual etapa A, designada por "investigar e atrasar a epidemia" para uma etapa B, denominada "dificultar a transmissão e mitigar os seus efeitos".

publicado por sattotal às 10:08 | link do post
É o "pior dos piores" cenários: 8700 mortos devido à gripe A em Portugal. Por isso, deve ser encarado sem dramatismos, dizem os especialistas, lembrando que a gripe comum mata quase duas mil pessoas todos os anos. É que este vírus tem-se mostrado até mais benigno que o da gripe sazonal. Ontem, apareceram 10 novos casos no País, num total de 122 desde de Maio.


No pior cenário, a gripe A pode matar até 8700 pessoas em Portugal. A estimativa - feita tendo em conta que o vírus pode afectar até 25% da população portuguesa e causar a morte a 0,35% dos doentes - usa as mesmas bases que levaram o responsável pela Saúde no Reino Unido a declarar que podem morrer 65 mil britânicos devido à nova gripe.

"Tendo em conta as indicações internacionais, que dizem que o H1N1 pode afectar 25% da população europeia, olhando para o nosso País e usando a taxa de letalidade do vírus da última gripe sazonal, chegamos aos 8700", explica a epidemiologista Cristina Furtado.

Mas há cenários menos alarmantes. A gripe A tem-se revelado mais benigna do que a gripe comum, que todos os anos mata em Portugal quase duas mil pessoas. Assim, mesmo que 2, 5 milhões de portugueses fiquem doentes, num cenário com uma taxa de letalidade de 0,1%, ocorrerão cerca de 2500 mortes, acrescenta a especialista do Instituto Ricardo Jorge. Ou seja, pouco mais do que as que ocorrem todos os anos devido à gripe sazonal. Em 2008, por exemplo, morreram 1900 pessoas, mas há anos bem piores: o Plano de Contingência Nacional do Sector da Saúde para a Pandemia de Gripe refere que em 2003 a mortalidade anual por gripe ou causas associadas chegou aos 3822.

"Sabemos que vamos ter mais casos de gripe este ano, porque é vírus novo e ninguém tem protecções contra ele. Logo, podemos ter mais mortos. Mas é preciso encarar estes números sem drama", diz a consultora do Ministério da Saúde. Até porque, "como estamos em alerta para este novo vírus, a vigilância é maior, e é provável que haja mais pessoas a serem diagnosticadas e tratadas" a tempo.

A sub-directora-geral da Saúde Graça Freitas, que prefere não falar de previsões, explica que estas estimativas se referem "ao pior dos piores cenários"- "o que não é expectável que aconteça, muito menos em Portugal" onde se tem conseguido gerir melhor o contágio.

"As previsões oficiais que temos são as que estão publicadas", acrescenta Graça Freitas, referindo-se ao estudo feito pelo Instituto Ricardo Jorge, em 2005, com estimativas para a possível pandemia de gripe das aves. Mas segundo esse estudo, num cenário em que 25% da população fosse afectada, morreriam ainda mais pessoas: 12 665. No entanto, Graça Freitas salienta que esse trabalho foi feito para um vírus mais mortífero.

Todas estas estimativas supõem que 25% da população será afectada - o cenário em que trabalha o Ministério da Saúde. Se se conseguir atrasar a propagação da pandemia até à chegada da vacina, o cenário pode ser ainda mais favorável. Ou seja, se apenas 5% da população ficar doente e se a taxa de letalidade for de 0,1%, teremos 500 mortos - cerca de um quarto do que mata a gripe sazonal.

A planeamento actual para a pandemia tem de considerar todos os cenários possíveis porque ainda há muito a descobrir sobre este vírus. Liam Donaldson, o responsável inglês que ontem admitiu a possibilidade de o Reino Unido ter 65 000 mortos, lembrava que não é possível dar uma estimativa precisa da mortalidade deste vírus "porque não sabemos o suficiente".

Em Espanha, onde já morreram quatro pessoas devido à gripe A, o Ministério da Saúde disse esperar pelo menos oito mil mortos este Inverno, tantos como os que a gripe sazonal causa todos os anos.

Também a ministra da Saúde portuguesa tem desdramatizado os números: Ana Jorge disse esta semana que a grande maioria (94%) dos casos de gripe A só vai precisar de ficar em casa e de medicamentos para baixar a febre para se curar. Ontem, foram confirmadas mais dez infecções pelo vírus H1N1, todas importadas, elevando para 121 o total de casos registados no País, desde o início de Maio. Segundo o Ministério da Saúde, nove destes doentes têm menos de 22 anos.

Segundo o Centro de Análise da Resposta Social à Gripe Pandémica, nas próximas semanas deverá passar-se da actual etapa A, designada por "investigar e atrasar a epidemia" para uma etapa B, denominada "dificultar a transmissão e mitigar os seus efeitos".

publicado por sattotal às 10:08 | link do post





Recomendações de higiene e aos viajantes



Face aos últimos desenvolvimentos da gripe A em Portugal e no mundo, veja as recomendações determinadas pela Direcção Geral de Saúde.
A Gripe A é uma doença respiratória transmissível entre os humanos através de contacto directo, nomeadamente pela gotículas expelidas quando uma pessoa fala, tosse ou espirra. O contágio pode também realizar-se de forma indirecta quando há contacto com gotículas ou outras secreções do nariz e garganta de uma pessoa infectada, existentes em superfícies de contacto directo como por exemplo as maçanetas das portas e todas as superfícies de utilização pública, etc.

O período de incubação, que é o tempo que decorre entre o momento da infecção e o surgimento dos primeiros sintomas pode variar entre 1 e 7 dias, sendo este o período de possível transmissão entre as pessoas. Salientamos também que existe a possibilidade de transmissão durante todo o tempo em que se manifestem sintomas.

Sintomas:
• Febre
• Sintomas respiratórios (tosse, nariz entupido)
• Dor de garganta
• Dor de cabeça
• Dores corporais ou musculares
• Arrepios
• Fadiga
• Vómitos ou diarreia

No caso de surgimento de alguns destes sintomas, deve ficar em casa e contactar a linha de atendimento permanente SAUDE 24 através do numero 808 242 424 e seguir as suas indicações.

Recomenda-se que sejam tomadas as seguintes medidas de higiene individual:
• Lavagem frequente das mãos, com água e sabão;
• Cobrir a boca e nariz quando espirrar ou tossir, usando lenço de papel;
• Utilizar lenços de papel, que devem ser de uso único, depositando-os em saco plástico que deve ser fechado e colocado no lixo após utilização;



Recomendações aos viajantes

No contexto do actual alerta pandémico relacionado com a gripe A(H1N1) e de
acordo com as orientações da Organização Mundial da Saúde e do ECDC
(European Centre for Disease Prevention and Control), informam-se os
viajantes de que não há restrições oficiais relativamente a deslocações.
A Direcção-Geral da Saúde recomenda que:
Antes de viajar
Se tiver alguma doença crónica, consulte o seu médico.
Durante a viagem e estadia
Adopte as seguintes medidas de prevenção da doença:

- Evite o contacto com pessoas doentes;
- Lave frequentemente as mãos com água e sabão ou toalhetes com
solução de álcool;
- Evite tocar com as mãos nos olhos, nariz e boca;
- Cubra a boca e nariz quando espirrar ou tossir, usando lenço de papel,
sempre que possível, e deitando-o no lixo de seguida;
- Limpe as superfícies sujeitas a contacto manual (como maçanetas das
portas e corrimãos), com um produto de limpeza comum;
A observação destas indicações é igualmente importante em crianças.
Se ficar doente permaneça no hotel ou em casa e consulte o médico, se
necessário.
A utilização de inibidores da neuraminidase (Tamiflu®, Relenza®) é uma
decisão médica, baseada na avaliação do risco individual.
A vacina sazonal da gripe não protege contra a nova estirpe do vírus A(H1N1).
Depois de regressar
Se apresentar sintomas de gripe (febre alta de início súbito e tosse, dor de
garganta, dores musculares, dores de cabeça, dificuldade respiratória ou
diarreia), dentro dos 7 dias após o regresso,
ou
se tiver tido contacto próximo com pessoas apresentando sintomas de
gripe,
deve permanecer em casa, ligar para Linha Saúde 24: 808 24 24 24
e seguir as instruções que lhes forem dadas.



Lisboa, 19 de Maio de 2009
publicado por sattotal às 20:29 | link do post





Recomendações de higiene e aos viajantes



Face aos últimos desenvolvimentos da gripe A em Portugal e no mundo, veja as recomendações determinadas pela Direcção Geral de Saúde.
A Gripe A é uma doença respiratória transmissível entre os humanos através de contacto directo, nomeadamente pela gotículas expelidas quando uma pessoa fala, tosse ou espirra. O contágio pode também realizar-se de forma indirecta quando há contacto com gotículas ou outras secreções do nariz e garganta de uma pessoa infectada, existentes em superfícies de contacto directo como por exemplo as maçanetas das portas e todas as superfícies de utilização pública, etc.

O período de incubação, que é o tempo que decorre entre o momento da infecção e o surgimento dos primeiros sintomas pode variar entre 1 e 7 dias, sendo este o período de possível transmissão entre as pessoas. Salientamos também que existe a possibilidade de transmissão durante todo o tempo em que se manifestem sintomas.

Sintomas:
• Febre
• Sintomas respiratórios (tosse, nariz entupido)
• Dor de garganta
• Dor de cabeça
• Dores corporais ou musculares
• Arrepios
• Fadiga
• Vómitos ou diarreia

No caso de surgimento de alguns destes sintomas, deve ficar em casa e contactar a linha de atendimento permanente SAUDE 24 através do numero 808 242 424 e seguir as suas indicações.

Recomenda-se que sejam tomadas as seguintes medidas de higiene individual:
• Lavagem frequente das mãos, com água e sabão;
• Cobrir a boca e nariz quando espirrar ou tossir, usando lenço de papel;
• Utilizar lenços de papel, que devem ser de uso único, depositando-os em saco plástico que deve ser fechado e colocado no lixo após utilização;



Recomendações aos viajantes

No contexto do actual alerta pandémico relacionado com a gripe A(H1N1) e de
acordo com as orientações da Organização Mundial da Saúde e do ECDC
(European Centre for Disease Prevention and Control), informam-se os
viajantes de que não há restrições oficiais relativamente a deslocações.
A Direcção-Geral da Saúde recomenda que:
Antes de viajar
Se tiver alguma doença crónica, consulte o seu médico.
Durante a viagem e estadia
Adopte as seguintes medidas de prevenção da doença:

- Evite o contacto com pessoas doentes;
- Lave frequentemente as mãos com água e sabão ou toalhetes com
solução de álcool;
- Evite tocar com as mãos nos olhos, nariz e boca;
- Cubra a boca e nariz quando espirrar ou tossir, usando lenço de papel,
sempre que possível, e deitando-o no lixo de seguida;
- Limpe as superfícies sujeitas a contacto manual (como maçanetas das
portas e corrimãos), com um produto de limpeza comum;
A observação destas indicações é igualmente importante em crianças.
Se ficar doente permaneça no hotel ou em casa e consulte o médico, se
necessário.
A utilização de inibidores da neuraminidase (Tamiflu®, Relenza®) é uma
decisão médica, baseada na avaliação do risco individual.
A vacina sazonal da gripe não protege contra a nova estirpe do vírus A(H1N1).
Depois de regressar
Se apresentar sintomas de gripe (febre alta de início súbito e tosse, dor de
garganta, dores musculares, dores de cabeça, dificuldade respiratória ou
diarreia), dentro dos 7 dias após o regresso,
ou
se tiver tido contacto próximo com pessoas apresentando sintomas de
gripe,
deve permanecer em casa, ligar para Linha Saúde 24: 808 24 24 24
e seguir as instruções que lhes forem dadas.



Lisboa, 19 de Maio de 2009
publicado por sattotal às 20:29 | link do post

11 de Julho de 2009, 19:40

Lisboa, 11 Jul (Lusa) - Sete novos casos de infecção pelo vírus da Gripe A (H1N1) foram confirmados nas últimas 24 horas em Portugal pelo Ministério da Saúde, fazendo subir para 86 o número total de registos.

De acordo com o comunicado oficial disponível online no Portal da Saúde desde as 18:00 de hoje, os sete casos confirmados laboratorialmente estão internados em hospitais de Lisboa, Porto e Coimbra.

Em Lisboa, no Hospital Curry Cabral, estão internados dois doentes: um homem de 20 anos e uma mulher de 27 anos, ambos provenientes de São Paulo, Brasil, indica o relatório do Ministério da Saúde.
publicado por sattotal às 21:30 | link do post

11 de Julho de 2009, 19:40

Lisboa, 11 Jul (Lusa) - Sete novos casos de infecção pelo vírus da Gripe A (H1N1) foram confirmados nas últimas 24 horas em Portugal pelo Ministério da Saúde, fazendo subir para 86 o número total de registos.

De acordo com o comunicado oficial disponível online no Portal da Saúde desde as 18:00 de hoje, os sete casos confirmados laboratorialmente estão internados em hospitais de Lisboa, Porto e Coimbra.

Em Lisboa, no Hospital Curry Cabral, estão internados dois doentes: um homem de 20 anos e uma mulher de 27 anos, ambos provenientes de São Paulo, Brasil, indica o relatório do Ministério da Saúde.
publicado por sattotal às 21:30 | link do post
Os Ministérios da Saúde, Educação e Trabalho reuniram, esta sexta-feira, para preparar planos de contingência para a epidemia da gripe A nas escolas, creches e jardins-de-infância, disse Ana Jorge.

De acordo com a ministra da Saúde, o objectivo é fazer planos de resposta para «tudo o que são espaços de ensino, incluindo todas as crianças e jovens que estão em estabelecimentos de ensino e também o ensino superior», porque «esta gripe tem uma particularidade: atingir fundamentalmente crianças, jovens e jovens adultos». «O plano de contingência [naqueles espaços] tem de começar já, não é só quando abrirem as escolas», reforçou, acrescentando que «estão no terreno uma série de preparativos», estando já «identificados materiais que estão a ser distribuídos e está a ser feita programação e trabalho com as escolas».
A ministra, que falava aos jornalistas à margem da inauguração do centro de saúde de Almodôvar, voltou a alertar para o risco da automedicação para a gripe A com medicamentos comprados na Internet, sobretudo o Tamiflu, considerando que o uso de fármacos sem aconselhamento medico é grave também para a saúde pública.
«Isso é muito preocupante. Primeiro porque o preço do medicamento é mais caro do que nas farmácia e, por outro lado, porque é necessário ter cuidado com muitos medicamentos vendidos na Internet, porque podem ser de contrafacção e não há garantias de que sejam de qualidade e correspondam ao princípio activo», disse. Ana Jorge sublinhou que «o uso indiscriminado destes medicamentos, sem prescrição médica, vai contribuir para aumentar a resistência ao Tamiflu», um medicamento «que pode ser fundamental em fase de epidemia».
Ana Jorge anunciou ainda que no próximo dia 15 vão entrar em funcionamento novos hospitais de referência para a gripe A, como o de Faro, mas recusou-se a adiantar o nome dos restantes hospitais.
publicado por sattotal às 08:15 | link do post
Os Ministérios da Saúde, Educação e Trabalho reuniram, esta sexta-feira, para preparar planos de contingência para a epidemia da gripe A nas escolas, creches e jardins-de-infância, disse Ana Jorge.

De acordo com a ministra da Saúde, o objectivo é fazer planos de resposta para «tudo o que são espaços de ensino, incluindo todas as crianças e jovens que estão em estabelecimentos de ensino e também o ensino superior», porque «esta gripe tem uma particularidade: atingir fundamentalmente crianças, jovens e jovens adultos». «O plano de contingência [naqueles espaços] tem de começar já, não é só quando abrirem as escolas», reforçou, acrescentando que «estão no terreno uma série de preparativos», estando já «identificados materiais que estão a ser distribuídos e está a ser feita programação e trabalho com as escolas».
A ministra, que falava aos jornalistas à margem da inauguração do centro de saúde de Almodôvar, voltou a alertar para o risco da automedicação para a gripe A com medicamentos comprados na Internet, sobretudo o Tamiflu, considerando que o uso de fármacos sem aconselhamento medico é grave também para a saúde pública.
«Isso é muito preocupante. Primeiro porque o preço do medicamento é mais caro do que nas farmácia e, por outro lado, porque é necessário ter cuidado com muitos medicamentos vendidos na Internet, porque podem ser de contrafacção e não há garantias de que sejam de qualidade e correspondam ao princípio activo», disse. Ana Jorge sublinhou que «o uso indiscriminado destes medicamentos, sem prescrição médica, vai contribuir para aumentar a resistência ao Tamiflu», um medicamento «que pode ser fundamental em fase de epidemia».
Ana Jorge anunciou ainda que no próximo dia 15 vão entrar em funcionamento novos hospitais de referência para a gripe A, como o de Faro, mas recusou-se a adiantar o nome dos restantes hospitais.
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publicado por sattotal às 20:41 | link do post

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Lisboa, 09 julho (Lusa) - Portugal registou nas últimas 24 horas 10 casos de gripe A (H1N1), subindo para 71 os casos confirmados desta doença, de acordo com o Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças (CEPCD).

No relatório das 17:00 de hoje, o CEPCD avançava o registo de 200 novos casos registados na Europa nas últimas 24 horas, totalizando 11.020 casos




DOSSIER ESPECIAL GRIPE A (H1N1)



Conheça melhor a nova variante de Gripe A(H1N1). Boas práticas para evitar contágios.


Porquê?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou no dia 11 de Junho de 2009, a fase 6 da pandemia da nova gripe A (H1N1), como se pode ler em comunicado da Direcção Geral de Saúde no Comunicado nº 10 - 11/06/2009.

Tendo em vista a minimização do impacto desta pandemia, a AHP reuniu informação sobre a nova gripe A (H1N1) disponibilizando-a aos seus associados para que possam estar o mais informados possível e possam dar resposta a eventuais situações de casos surgidos nas suas unidades.

A seguir encontram-se algumas boas práticas compiladas com o apoio da empresa assessora da AHP, Lusocristal, e que permitem reduzir a propagação de infecções:


- Esteja consciente de quaisquer notícias e recomendações provenientes das autoridades locais.
- Assegurar que os seus canais de comunicação interna para reportar a doença estão a funcionar de forma eficiente.
- Manter contacto estreito com os representantes dos Tour Operators, Guest Services e Recepção.
- Assegurar vigilância e reportar observações de Housekeeping nos quartos e áreas públicas.
- Assegurar que registos precisos sobre a doença são mantidos para os clientes.
- Assegurar que você tem acesso fácil à assistência médica adequada.
- Recomendar os clientes a procurar assistência médica se tiverem sintomas como gripe. Sempre que possível aconselhar hospedes a permanecer no quarto até que recebem conselhos médicos.
- Assegurar que os seus procedimentos de gestão sobre doenças estão sendo seguidas.
- Assegurar que você também têm rápida comunicação e/ou identificação de potenciais doença entre os seus funcionários. Funcionários devem procurar aconselhamento médico imediato e ficar em casa, sempre que possível, até que seja adoptado qualquer decisão médica.
- Quando as pessoas estão doentes activar protocolos de descontaminação semelhantes aos de Norovírus nos quartos onde as pessoas doentes estão hospedadas bem como para as áreas públicas.
- Fornecer vestuário de protecção para pessoal de limpeza como para o protocolo de Norovírus.
- Manter uma boa e frequente ventilação (janelas abertas) para quartos e áreas públicas afectadas.
- Aumentar práticas de higiene pessoal: assegurar que funcionários e clientes lavam frequentemente as mãos.
- Cubra o nariz e a boca ao tossir ou espirrar e usar um lenço de papel sempre que possível. Deitar fora prontamente e com cuidado tecidos suja, e assegurar que crianças seguem este conselho.
- Fornecer apoio e colaboração com as autoridades locais e operadores turísticos.
- Aquando da lavagem de roupa de cama garantir que esta é cuidadosamente limpa





PERGUNTAS & RESPOSTAS SOBRE A Gripe A(H1N1)

1. O que é o novo vírus da Gripe A(H1N1)?
O novo vírus da Gripe A(H1N1)v, que apareceu recentemente, é um novo subtipo de vírus que afecta os seres humanos. Este novo subtipo contém genes das variantes humana, aviária e suína do vírus da Gripe e apresenta uma combinação nunca antes observada em todo o Mundo. Em contraste com o vírus típico da gripe suína, este novo vírus da Gripe A(H1N1)v é transmissível entre os seres humanos.

2. Quais os sintomas da doença pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v?
Os sintomas de infecção pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v nos seres humanos são normalmente semelhantes aos provocados pela Gripe Sazonal:

Febre
Sintomas respiratórios (tosse, nariz entupido)
Dor de garganta
Possibilidade de ocorrência de outros sintomas:
- Dores corporais ou musculares
- Dor de cabeça
- Arrepios
- Fadiga
- Vómitos ou diarreia [embora não sendo típicos na Gripe sazonal, têm sido verificados em alguns dos casos recentes de infecção pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v]
Em alguns casos, podem surgir complicações graves em pessoas saudáveis que tenham contraído a infecção.

3. Como se infectam as pessoas com o novo vírus da Gripe A(H1N1)v?
O modo de transmissão do novo vírus da Gripe A(H1N1)v é idêntico ao da Gripe Sazonal. O vírus transmite-se de pessoa para pessoa através de gotículas libertadas quando uma pessoa fala, tosse ou espirra. Os contactos mais próximos (a menos de 1 metro) com uma pessoa infectada podem representar, por isso, uma situação de risco. O contágio pode também verificar-se indirectamente quando há contacto com gotículas ou outras secreções do nariz e da garganta de uma pessoa infectada - por exemplo, através do contacto com maçanetas das portas, superfícies de utilização pública, etc. Os estudos demonstram que o vírus da gripe pode sobreviver durante várias horas nas superfícies e, por isso, é importante mantê-las limpas, utilizando os produtos domésticos habituais de limpeza e desinfecção.

4. Qual é o período de incubação da doença?

O período de incubação da Gripe A(H1N1)v, ou seja, o tempo que decorre entre o momento em que uma pessoa é infectada e o aparecimento dos primeiros sintomas, pode variar entre 1 e 7 dias.

5. Durante quanto tempo uma pessoa infectada pode transmitir o vírus a outras?
Os doentes podem infectar (contagiar) outras pessoas por um período até 7 dias, a que se chama período de transmissibilidade ; é, contudo, prudente considerar que um doente mantém a capacidade de infectar outras pessoas durante todo o tempo em que manifestar sintomas.

6. A doença pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v pode ser tratada?
O novo vírus da Gripe é sensível aos medicamentos antivirais oseltamivir e zanamivir.

7. Qual a melhor forma de evitar a disseminação do vírus, no caso de estar doente?

Limite o contacto com outras pessoas, tanto quanto possível
Mantenha-se em casa durante sete dias, ou até que os sintomas desapareçam, caso estes perdurem
Cubra a boca e o nariz quando espirrar ou tossir, usando um lenço de papel; nunca as mãos!
Utilize lenços de papel uma única vez e coloque-os de imediato no lixo
Lave frequentemente as mãos com água e sabão, em especial após tossir ou espirrar
Pode usar toalhetes descartáveis com soluções alcoólicas

8. Qual é a melhor técnica de lavagem das mãos?
Lavar as mãos frequentemente ajuda a evitar o contágio por vírus da gripe e por outros germes. Recomenda-se que use sabão e água, pelo menos durante 20 segundos. Quando tal não for possível, podem ser usados toalhetes descartáveis, soluções e gel de base alcoólica, que se adquirem nas farmácias e nos supermercados. Se utilizar um gel, esfregue as mãos até secarem e não use água.

9. Existe alguma vacina contra o vírus da Gripe A(H1N1)v?
De momento, não existe vacina que proteja as pessoas contra o novo vírus da Gripe A(H1N1)v.

10. A vacina da Gripe Sazonal é eficaz contra o novo vírus da Gripe A(H1N1)v?
Não há evidência científica, até ao momento, de que a vacina contra a Gripe Sazonal confira protecção contra a Gripe A(H1N1)v

11. O vírus da Gripe A(H1N1)v pode ser transmitido às pessoas através do consumo de carne de porco ou derivados?
Não. O vírus da Gripe A(H1N1)v não é transmitido pela ingestão de carne de porco ou derivados. Esta nova estirpe não foi, até à data, observada em animais e não há indícios de que o vírus tenha entrado na cadeia de produção. Tanto a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar, como o Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças desconhecem qualquer evidência científica que sugira a possibilidade de transmissão do vírus por consumo de carne de porco e derivados.

12. Qual é a situação da doença na Europa e no resto do Mundo?
A situação a nível mundial está em constante evolução. Para informações mais recentes, consulte o Microsite da Gripe do sítio da Direcção-Geral da Saúde.

13. Que devo fazer para me proteger se tiver de viajar para áreas onde foram identificados casos de Gripe A(H1N1)v?
Os viajantes devem seguir as precauções gerais de higiene relativamente a infecções respiratórias se viajarem para áreas onde foram detectados casos de infecção pelo novo vírus da gripe:

Lave frequentemente as mãos com água e sabão
Evite o contacto próximo com pessoas doentes
Se estiver doente:
- Mantenha a distância de pelo menos 1 m em relação aos outros, para evitar a propagação do vírus
- Permaneça em casa, sempre que possível
- Evite multidões ou grandes aglomerados de pessoas
- Se tossir ou espirrar, proteja a boca e o nariz com um lenço de papel de utilização única ou use o antebraço e não as mãos
- Para se assoar, use lenços de papel de utilização única e coloque-os, de imediato, no lixo
- Lave as mãos com frequência

14. Que precauções devo tomar se estiver a regressar de uma área onde foram identificados casos de Gripe A(H1N1)v?
Viajantes que regressem de uma área onde foram detectados casos de infecção pelo novo vírus da Gripe devem estar particularmente atentos ao seu estado de saúde e, se experimentarem algum dos seguintes sintomas, devem contactar de imediato a Linha Saúde 24 (808 24 24 24), durante os 7 dias seguintes ao regresso:

Febre (>38ºC) e um dos seguintes sintomas:
- Sintomas respiratórios como tosse ou nariz entupido
- Dor de garganta
- Dores corporais ou musculares
- Dor de cabeça
- Fadiga
- Vómitos ou diarreia


15. Estamos perante uma nova pandemia de Gripe?
Uma pandemia de Gripe é uma epidemia à escala mundial, provocada por um novo vírus da gripe que infecta uma grande parte da população. No século XX, houve 3 pandemias deste tipo: em 1918, 1957 e 1968. Em Portugal e nos outros países da Europa foram desenvolvidos, nos anos mais recentes, esforços consideráveis de preparação para uma pandemia, tendo todos os Estados Membros da União Europeia Planos de Contingência Nacionais. Em 11 de Junho de 2009, a Organização Mundial de Saúde elevou para 6 o nível de alerta de pandemia. Esta alteração da Fase 5 para Fase 6 não está relacionada com o aumento da gravidade clínica da doença, mas sim com o crescimento do número de casos de doença e com a sua dispersão a nível mundial.








LINKS

Microsite da Gripe - DGS

http://www.dgs.pt/ms/2/default.aspx?id=5509


Organização Mundial de Saúde

http://www.who.int


Agência Britânica para a Protecção da Saúde

http://www.hpa.org.uk/


CDC Centros para o Controle e Prevenção de

http://www.cdc.gov/swineflu/

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Lisboa, 09 julho (Lusa) - Portugal registou nas últimas 24 horas 10 casos de gripe A (H1N1), subindo para 71 os casos confirmados desta doença, de acordo com o Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças (CEPCD).

No relatório das 17:00 de hoje, o CEPCD avançava o registo de 200 novos casos registados na Europa nas últimas 24 horas, totalizando 11.020 casos




DOSSIER ESPECIAL GRIPE A (H1N1)



Conheça melhor a nova variante de Gripe A(H1N1). Boas práticas para evitar contágios.


Porquê?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou no dia 11 de Junho de 2009, a fase 6 da pandemia da nova gripe A (H1N1), como se pode ler em comunicado da Direcção Geral de Saúde no Comunicado nº 10 - 11/06/2009.

Tendo em vista a minimização do impacto desta pandemia, a AHP reuniu informação sobre a nova gripe A (H1N1) disponibilizando-a aos seus associados para que possam estar o mais informados possível e possam dar resposta a eventuais situações de casos surgidos nas suas unidades.

A seguir encontram-se algumas boas práticas compiladas com o apoio da empresa assessora da AHP, Lusocristal, e que permitem reduzir a propagação de infecções:


- Esteja consciente de quaisquer notícias e recomendações provenientes das autoridades locais.
- Assegurar que os seus canais de comunicação interna para reportar a doença estão a funcionar de forma eficiente.
- Manter contacto estreito com os representantes dos Tour Operators, Guest Services e Recepção.
- Assegurar vigilância e reportar observações de Housekeeping nos quartos e áreas públicas.
- Assegurar que registos precisos sobre a doença são mantidos para os clientes.
- Assegurar que você tem acesso fácil à assistência médica adequada.
- Recomendar os clientes a procurar assistência médica se tiverem sintomas como gripe. Sempre que possível aconselhar hospedes a permanecer no quarto até que recebem conselhos médicos.
- Assegurar que os seus procedimentos de gestão sobre doenças estão sendo seguidas.
- Assegurar que você também têm rápida comunicação e/ou identificação de potenciais doença entre os seus funcionários. Funcionários devem procurar aconselhamento médico imediato e ficar em casa, sempre que possível, até que seja adoptado qualquer decisão médica.
- Quando as pessoas estão doentes activar protocolos de descontaminação semelhantes aos de Norovírus nos quartos onde as pessoas doentes estão hospedadas bem como para as áreas públicas.
- Fornecer vestuário de protecção para pessoal de limpeza como para o protocolo de Norovírus.
- Manter uma boa e frequente ventilação (janelas abertas) para quartos e áreas públicas afectadas.
- Aumentar práticas de higiene pessoal: assegurar que funcionários e clientes lavam frequentemente as mãos.
- Cubra o nariz e a boca ao tossir ou espirrar e usar um lenço de papel sempre que possível. Deitar fora prontamente e com cuidado tecidos suja, e assegurar que crianças seguem este conselho.
- Fornecer apoio e colaboração com as autoridades locais e operadores turísticos.
- Aquando da lavagem de roupa de cama garantir que esta é cuidadosamente limpa





PERGUNTAS & RESPOSTAS SOBRE A Gripe A(H1N1)

1. O que é o novo vírus da Gripe A(H1N1)?
O novo vírus da Gripe A(H1N1)v, que apareceu recentemente, é um novo subtipo de vírus que afecta os seres humanos. Este novo subtipo contém genes das variantes humana, aviária e suína do vírus da Gripe e apresenta uma combinação nunca antes observada em todo o Mundo. Em contraste com o vírus típico da gripe suína, este novo vírus da Gripe A(H1N1)v é transmissível entre os seres humanos.

2. Quais os sintomas da doença pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v?
Os sintomas de infecção pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v nos seres humanos são normalmente semelhantes aos provocados pela Gripe Sazonal:

Febre
Sintomas respiratórios (tosse, nariz entupido)
Dor de garganta
Possibilidade de ocorrência de outros sintomas:
- Dores corporais ou musculares
- Dor de cabeça
- Arrepios
- Fadiga
- Vómitos ou diarreia [embora não sendo típicos na Gripe sazonal, têm sido verificados em alguns dos casos recentes de infecção pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v]
Em alguns casos, podem surgir complicações graves em pessoas saudáveis que tenham contraído a infecção.

3. Como se infectam as pessoas com o novo vírus da Gripe A(H1N1)v?
O modo de transmissão do novo vírus da Gripe A(H1N1)v é idêntico ao da Gripe Sazonal. O vírus transmite-se de pessoa para pessoa através de gotículas libertadas quando uma pessoa fala, tosse ou espirra. Os contactos mais próximos (a menos de 1 metro) com uma pessoa infectada podem representar, por isso, uma situação de risco. O contágio pode também verificar-se indirectamente quando há contacto com gotículas ou outras secreções do nariz e da garganta de uma pessoa infectada - por exemplo, através do contacto com maçanetas das portas, superfícies de utilização pública, etc. Os estudos demonstram que o vírus da gripe pode sobreviver durante várias horas nas superfícies e, por isso, é importante mantê-las limpas, utilizando os produtos domésticos habituais de limpeza e desinfecção.

4. Qual é o período de incubação da doença?

O período de incubação da Gripe A(H1N1)v, ou seja, o tempo que decorre entre o momento em que uma pessoa é infectada e o aparecimento dos primeiros sintomas, pode variar entre 1 e 7 dias.

5. Durante quanto tempo uma pessoa infectada pode transmitir o vírus a outras?
Os doentes podem infectar (contagiar) outras pessoas por um período até 7 dias, a que se chama período de transmissibilidade ; é, contudo, prudente considerar que um doente mantém a capacidade de infectar outras pessoas durante todo o tempo em que manifestar sintomas.

6. A doença pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v pode ser tratada?
O novo vírus da Gripe é sensível aos medicamentos antivirais oseltamivir e zanamivir.

7. Qual a melhor forma de evitar a disseminação do vírus, no caso de estar doente?

Limite o contacto com outras pessoas, tanto quanto possível
Mantenha-se em casa durante sete dias, ou até que os sintomas desapareçam, caso estes perdurem
Cubra a boca e o nariz quando espirrar ou tossir, usando um lenço de papel; nunca as mãos!
Utilize lenços de papel uma única vez e coloque-os de imediato no lixo
Lave frequentemente as mãos com água e sabão, em especial após tossir ou espirrar
Pode usar toalhetes descartáveis com soluções alcoólicas

8. Qual é a melhor técnica de lavagem das mãos?
Lavar as mãos frequentemente ajuda a evitar o contágio por vírus da gripe e por outros germes. Recomenda-se que use sabão e água, pelo menos durante 20 segundos. Quando tal não for possível, podem ser usados toalhetes descartáveis, soluções e gel de base alcoólica, que se adquirem nas farmácias e nos supermercados. Se utilizar um gel, esfregue as mãos até secarem e não use água.

9. Existe alguma vacina contra o vírus da Gripe A(H1N1)v?
De momento, não existe vacina que proteja as pessoas contra o novo vírus da Gripe A(H1N1)v.

10. A vacina da Gripe Sazonal é eficaz contra o novo vírus da Gripe A(H1N1)v?
Não há evidência científica, até ao momento, de que a vacina contra a Gripe Sazonal confira protecção contra a Gripe A(H1N1)v

11. O vírus da Gripe A(H1N1)v pode ser transmitido às pessoas através do consumo de carne de porco ou derivados?
Não. O vírus da Gripe A(H1N1)v não é transmitido pela ingestão de carne de porco ou derivados. Esta nova estirpe não foi, até à data, observada em animais e não há indícios de que o vírus tenha entrado na cadeia de produção. Tanto a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar, como o Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças desconhecem qualquer evidência científica que sugira a possibilidade de transmissão do vírus por consumo de carne de porco e derivados.

12. Qual é a situação da doença na Europa e no resto do Mundo?
A situação a nível mundial está em constante evolução. Para informações mais recentes, consulte o Microsite da Gripe do sítio da Direcção-Geral da Saúde.

13. Que devo fazer para me proteger se tiver de viajar para áreas onde foram identificados casos de Gripe A(H1N1)v?
Os viajantes devem seguir as precauções gerais de higiene relativamente a infecções respiratórias se viajarem para áreas onde foram detectados casos de infecção pelo novo vírus da gripe:

Lave frequentemente as mãos com água e sabão
Evite o contacto próximo com pessoas doentes
Se estiver doente:
- Mantenha a distância de pelo menos 1 m em relação aos outros, para evitar a propagação do vírus
- Permaneça em casa, sempre que possível
- Evite multidões ou grandes aglomerados de pessoas
- Se tossir ou espirrar, proteja a boca e o nariz com um lenço de papel de utilização única ou use o antebraço e não as mãos
- Para se assoar, use lenços de papel de utilização única e coloque-os, de imediato, no lixo
- Lave as mãos com frequência

14. Que precauções devo tomar se estiver a regressar de uma área onde foram identificados casos de Gripe A(H1N1)v?
Viajantes que regressem de uma área onde foram detectados casos de infecção pelo novo vírus da Gripe devem estar particularmente atentos ao seu estado de saúde e, se experimentarem algum dos seguintes sintomas, devem contactar de imediato a Linha Saúde 24 (808 24 24 24), durante os 7 dias seguintes ao regresso:

Febre (>38ºC) e um dos seguintes sintomas:
- Sintomas respiratórios como tosse ou nariz entupido
- Dor de garganta
- Dores corporais ou musculares
- Dor de cabeça
- Fadiga
- Vómitos ou diarreia


15. Estamos perante uma nova pandemia de Gripe?
Uma pandemia de Gripe é uma epidemia à escala mundial, provocada por um novo vírus da gripe que infecta uma grande parte da população. No século XX, houve 3 pandemias deste tipo: em 1918, 1957 e 1968. Em Portugal e nos outros países da Europa foram desenvolvidos, nos anos mais recentes, esforços consideráveis de preparação para uma pandemia, tendo todos os Estados Membros da União Europeia Planos de Contingência Nacionais. Em 11 de Junho de 2009, a Organização Mundial de Saúde elevou para 6 o nível de alerta de pandemia. Esta alteração da Fase 5 para Fase 6 não está relacionada com o aumento da gravidade clínica da doença, mas sim com o crescimento do número de casos de doença e com a sua dispersão a nível mundial.








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Microsite da Gripe - DGS

http://www.dgs.pt/ms/2/default.aspx?id=5509


Organização Mundial de Saúde

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Agência Britânica para a Protecção da Saúde

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