Você sabe o que significa DPI em uma fotografia e para que exatamente essa medida serve? Existe uma confusão bastante grande entre as nomenclaturas das medidas de qualidade de uma fotografia, e muita gente utiliza esse nome sem saber o que muda na foto com um valor de DPI maior ou menor.

A sigla DPI quer dizer, em inglês, “dots per inch”, que traduzido é algo como “pontos por polegada”. Como o nome sugere, é uma medida física. Isto por que “polegadas” é uma medida física, enquanto “pixels” seria um similar digital. Então, se DPI é algo que se aplica apenas no mundo real, qual a diferença disso na tela do computador?


A resposta é simples: não existe diferença. Mas como assim? Se DPI é uma medida de qualidade de imagem, como é possível que não faça diferença nenhuma uma imagem com 72dpi pra a mesma imagem com 300dpi? Essa confusão acontece, pois esse conceito é entendido de forma errada na maioria dos casos.
Existem muitos mitos envolvendo DPI, e para entender o que é verdade ou não, é preciso entender primeiro a diferença entre dois nomes parecidos: DPI e PPI. Enquanto o primeiro quer dizer “dots per inch” (pontos por polegada), o segundo quer dizer “pixels per inch” (pixels por polegadas), e é uma das medidas de qualidade de imagem de um monitor. Os nomes são parecidos, mas elas pouco tem a ver uma com a outra. Leia mais sobre PPI aqui.

Afinal o que é DPI?

Muitas pessoas dizem que DPI é a qualidade de tamanho de impressão de uma fotografia. Isso está relativamente certo, mas é uma definição muito simplista. DPI é um número que tem relação direta com o tamanho e com a qualidade que a foto poderá ser impressa e quanto maior o seu valor, maior pode ser a ampliação da imagem ao passar do computador para o mundo real.
Portanto, para visualização na tela, a quantidade de DPIs da imagem não faz absolutamente nenhuma diferença e você verá a mesma imagem, no mesmo tamanho, tanto se ela estiver em 72 dpi quando em 300 dpi. Veja as duas imagens a seguir. A primeira está configurada em 10 dpi e a segunda em 1000 e não se nota diferença:
Não é possível notar diferença entre as fotos no monitor (Fonte da imagem: Ana Nemes)

Na tela, o tamanho da fotografia é medido em pixels, escrito desta forma: 2048 x 1536. O primeiro número é a largura e o segundo, a altura. Porém, isso não quer dizer muito fora do computador, pois o pixel não é uma unidade com um valor real definido e único, variando de tamanho de acordo com o tipo de tela, a resolução etc...
DPI é a quantidade de pontos que serão impressos por polegada da fotografia. Quanto maior o valor, mais perto esses pontos se encontrarão e, por consequência, melhor a imagem sairá no papel. O tamanho da impressão pode ser ajustado usando esse valor também, porém a maior parte dos programas atuais, como o Photoshop, não utiliza mais o valor do DPI como variável de tamanho.

Quando o número de DPIs faz diferença

Essa é uma pergunta importante, afinal, pois se não faz nenhuma diferença o número de DPIs na tela e a maior parte dos programas não usa mais este valor para definir o tamanho da impressão, onde isso ainda é importante?
Na fotografia, o maior exemplo de utilidade deste valor é a digitalização de imagens. Não a captura com a câmera fotográfica e sim a captura por meio de scanners. Isso por que, quando o scanner “lê” uma fotografia ou objeto, ele forma uma imagem do tamanho literal daquilo. Para que seja possível ampliar a foto é preciso ajustar o valor do DPI, para que o dispositivo leia mais pontos por polegada e consiga fornecer uma imagem maior.
Pense que quando o scanner está enxergando a fotografia que está sendo digitalizada, é como se ele dividisse-a em polegadas quadradas, como uma grande malha quadriculada sobre aquela foto. Cada polegada dessa malha pode conter um número de pontos de captura e quanto maior for esse número, maior a imagem será no seu computador.
É claro que não é preciso jogar um valor absurdamente alto todas as vezes que você for digitalizar uma imagem. Para o uso normal do dia a dia, 72 dpi dão conta do recado. Se você realmente precisa de uma imagem maior, use 100 ou 300 dpi então. Esses são os três valores mais comuns, que são usados na maior parte dos casos.

Então é tudo um mito?

Sim, é realmente um mito que a quantidade de DPIs na fotografia vai influenciar em algo na visualização na tela do computador. Se você for usar as suas imagens apenas virtualmente, tanto faz se a sua máquina está fotografando em 10 ou em 1000 dpi. Assim como a quantidade de megapixels não faz muita diferença na hora de imprimir, a quantidade de DPIs não faz diferença no mundo virtual.
Porém, conforme foi dito, preste atenção nesse número se você pretende imprimir uma foto, ou se você estiver digitalizando uma imagem com o uso de um scanner. Nesses casos, o valor do DPI influencia diretamente no tamanho e qualidade da foto, fazendo bastante diferença se você utilizar 10 ou 1000 dpi. Normalmente não é preciso um valor muito alto e você pode usar 72, 100 ou 300 como referência para a maior parte dos casos.
publicado por sattotal às 18:58 | link do post

Você sabe o que significa DPI em uma fotografia e para que exatamente essa medida serve? Existe uma confusão bastante grande entre as nomenclaturas das medidas de qualidade de uma fotografia, e muita gente utiliza esse nome sem saber o que muda na foto com um valor de DPI maior ou menor.

A sigla DPI quer dizer, em inglês, “dots per inch”, que traduzido é algo como “pontos por polegada”. Como o nome sugere, é uma medida física. Isto por que “polegadas” é uma medida física, enquanto “pixels” seria um similar digital. Então, se DPI é algo que se aplica apenas no mundo real, qual a diferença disso na tela do computador?


A resposta é simples: não existe diferença. Mas como assim? Se DPI é uma medida de qualidade de imagem, como é possível que não faça diferença nenhuma uma imagem com 72dpi pra a mesma imagem com 300dpi? Essa confusão acontece, pois esse conceito é entendido de forma errada na maioria dos casos.
Existem muitos mitos envolvendo DPI, e para entender o que é verdade ou não, é preciso entender primeiro a diferença entre dois nomes parecidos: DPI e PPI. Enquanto o primeiro quer dizer “dots per inch” (pontos por polegada), o segundo quer dizer “pixels per inch” (pixels por polegadas), e é uma das medidas de qualidade de imagem de um monitor. Os nomes são parecidos, mas elas pouco tem a ver uma com a outra. Leia mais sobre PPI aqui.

Afinal o que é DPI?

Muitas pessoas dizem que DPI é a qualidade de tamanho de impressão de uma fotografia. Isso está relativamente certo, mas é uma definição muito simplista. DPI é um número que tem relação direta com o tamanho e com a qualidade que a foto poderá ser impressa e quanto maior o seu valor, maior pode ser a ampliação da imagem ao passar do computador para o mundo real.
Portanto, para visualização na tela, a quantidade de DPIs da imagem não faz absolutamente nenhuma diferença e você verá a mesma imagem, no mesmo tamanho, tanto se ela estiver em 72 dpi quando em 300 dpi. Veja as duas imagens a seguir. A primeira está configurada em 10 dpi e a segunda em 1000 e não se nota diferença:
Não é possível notar diferença entre as fotos no monitor (Fonte da imagem: Ana Nemes)

Na tela, o tamanho da fotografia é medido em pixels, escrito desta forma: 2048 x 1536. O primeiro número é a largura e o segundo, a altura. Porém, isso não quer dizer muito fora do computador, pois o pixel não é uma unidade com um valor real definido e único, variando de tamanho de acordo com o tipo de tela, a resolução etc...
DPI é a quantidade de pontos que serão impressos por polegada da fotografia. Quanto maior o valor, mais perto esses pontos se encontrarão e, por consequência, melhor a imagem sairá no papel. O tamanho da impressão pode ser ajustado usando esse valor também, porém a maior parte dos programas atuais, como o Photoshop, não utiliza mais o valor do DPI como variável de tamanho.

Quando o número de DPIs faz diferença

Essa é uma pergunta importante, afinal, pois se não faz nenhuma diferença o número de DPIs na tela e a maior parte dos programas não usa mais este valor para definir o tamanho da impressão, onde isso ainda é importante?
Na fotografia, o maior exemplo de utilidade deste valor é a digitalização de imagens. Não a captura com a câmera fotográfica e sim a captura por meio de scanners. Isso por que, quando o scanner “lê” uma fotografia ou objeto, ele forma uma imagem do tamanho literal daquilo. Para que seja possível ampliar a foto é preciso ajustar o valor do DPI, para que o dispositivo leia mais pontos por polegada e consiga fornecer uma imagem maior.
Pense que quando o scanner está enxergando a fotografia que está sendo digitalizada, é como se ele dividisse-a em polegadas quadradas, como uma grande malha quadriculada sobre aquela foto. Cada polegada dessa malha pode conter um número de pontos de captura e quanto maior for esse número, maior a imagem será no seu computador.
É claro que não é preciso jogar um valor absurdamente alto todas as vezes que você for digitalizar uma imagem. Para o uso normal do dia a dia, 72 dpi dão conta do recado. Se você realmente precisa de uma imagem maior, use 100 ou 300 dpi então. Esses são os três valores mais comuns, que são usados na maior parte dos casos.

Então é tudo um mito?

Sim, é realmente um mito que a quantidade de DPIs na fotografia vai influenciar em algo na visualização na tela do computador. Se você for usar as suas imagens apenas virtualmente, tanto faz se a sua máquina está fotografando em 10 ou em 1000 dpi. Assim como a quantidade de megapixels não faz muita diferença na hora de imprimir, a quantidade de DPIs não faz diferença no mundo virtual.
Porém, conforme foi dito, preste atenção nesse número se você pretende imprimir uma foto, ou se você estiver digitalizando uma imagem com o uso de um scanner. Nesses casos, o valor do DPI influencia diretamente no tamanho e qualidade da foto, fazendo bastante diferença se você utilizar 10 ou 1000 dpi. Normalmente não é preciso um valor muito alto e você pode usar 72, 100 ou 300 como referência para a maior parte dos casos.
publicado por sattotal às 18:58 | link do post
publicado por sattotal às 12:42 | link do post
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A internet é uma armadilha ambulante, isso é fato. Se você é um novato, as chances de cair em uma emboscada são ainda mais prováveis. Mas identificar essas armadilhas é algo que você aprende com a ajuda de algumas dicas.

1 – Use um antivírus
A primeira delas é utilizar um software de segurança que faz a análise dos links e mostra marcações sobre os links das páginas que você visita por meio de relatórios frequentemente atualizados pelos próprios usuários.
É o caso do Mcafee SiteAdvisor, que além de possuir uma ferramenta gratuita para análise em tempo real dos sites que você navega, disponibiliza uma verificação de endereço online em que você adiciona a URL e ele retorna os comentários dos usuários, se o site pratica Spam e possui links para downloads maliciosos.

No caso de alguns antivírus como os da AVG, Symantec, Panda e da própria Mcafee a ferramenta também está embutida na proteção, ou seja, ao instalar o antivírus, ele começa a verificar automaticamente se você está prestes a cair em alguma armadilha e indica, com todo tipo de alerta que o site é perigoso.

2 – Use ferramentas online

Mas se não for esse o caso, ficar atento para as ferramentas disponibilizadas pelas empresas de busca ajuda muito. No caso do Yahoo, quando você faz uma busca, a ferramenta de proteção SearchScan já habilita a proteção e elimina links que podem causar estragos.




Nas preferências de busca, você pode ainda controlar o tipo de filtro que será aplicado, para proteger os inocentes de conteúdo inadequado. Essa ferramenta, por exemplo, está disponível em praticamente todos os sites de busca na internet basta acessar as preferências de pesquisa tanta no Yahoo, Google, Bing ou outros. Além disso, fique ligado nas dicas do seu navegador. Sites que contém certificados de segurança inadequados aparecem com barra de navegação vermelha, ou o navegador emite alertas sobre o perigo de clicar no site e dá opção de você acessá-lo ou não.






Outra opção é verificar a idoneidade do certificado digital relacionado ao site, principalmente os de compra, antes de efetivar qualquer transação. Dê um clique no cadeado que aparece na barra de endereços, exiba o certificado e confira se o endereço que você está é o endereço que aparece no certificado digital.




3 – Olho no sinal do browser

Repare também nas cores que a barra de endereço apresenta, elas funcionam como um semáforo, verde, está liberada a navegação, vermelha, tenha cuidado, alguma coisa um pouco mais técnica não está correta e o responsável pelo site deve olhar isso, melhor não arriscar. Amarelo ou branco, atenção, o site não é identificável, só acesse se você tiver certeza do que está fazendo




4 – Cuidado com as senhas

Além disso, valem aqueles velhos conselhos que você já deve ter lido, ouvido e ainda não decorou. Não compartilhe a sua senha, crie senhas com números, letras maiúsculas e minúsculas e se possível inclua símbolos.

5 – Não aceite doces de estranhos

Evite baixar arquivos em sites desconhecidos, prefira os que você já ouviu falar. Uma pesquisa informal pelo seu comunicador instantâneo ajuda muito. Pergunte a seus amigos se eles já ouviram falar daquele site que você está querendo acessar e se deve ou não clicar.
Fique de olho nas extensões, os finais de endereço. Arquivos para download que terminam em PIF, BAT, COM, EXE são riscos garantidos.
Não clique por impulso, leia o que está escrito, pause o mouse sobre o endereço que deseja clicar e observe na barra de estatus do seu computador (aquela que fica no rodapé) se o que você está lendo é o mesmo que está escrito ali na barra. Se for diferente, não clique de maneira nenhuma.
Desconfie das mensagens que contém link. Se um amigo manda uma recomendação de site para você, e ele nunca havia feito isso antes, com certeza é uma armadilha que ele caiu e está disseminando sem querer. Alerte-o.
Além disso, coisas que chamam demais a atenção na internet devem ser verificadas por alguém que tenha um pouco mais de experiência.
Acredite que cada dia que passa o pessoal mal intencionado inventa novas artimanhas para contaminar o seu computador ou prejudicar você. Na rede, como no mundo nem tudo que reluz é ouro. Fique atento e confie acima de tudo na sua intuição. Uma pequena mudança de posicionamento de uma janela ao acessar um site pode entregar uma armadilha.
Desconfie sempre!

publicado por sattotal às 19:26 | link do post
A internet é uma armadilha ambulante, isso é fato. Se você é um novato, as chances de cair em uma emboscada são ainda mais prováveis. Mas identificar essas armadilhas é algo que você aprende com a ajuda de algumas dicas.

1 – Use um antivírus
A primeira delas é utilizar um software de segurança que faz a análise dos links e mostra marcações sobre os links das páginas que você visita por meio de relatórios frequentemente atualizados pelos próprios usuários.
É o caso do Mcafee SiteAdvisor, que além de possuir uma ferramenta gratuita para análise em tempo real dos sites que você navega, disponibiliza uma verificação de endereço online em que você adiciona a URL e ele retorna os comentários dos usuários, se o site pratica Spam e possui links para downloads maliciosos.

No caso de alguns antivírus como os da AVG, Symantec, Panda e da própria Mcafee a ferramenta também está embutida na proteção, ou seja, ao instalar o antivírus, ele começa a verificar automaticamente se você está prestes a cair em alguma armadilha e indica, com todo tipo de alerta que o site é perigoso.

2 – Use ferramentas online

Mas se não for esse o caso, ficar atento para as ferramentas disponibilizadas pelas empresas de busca ajuda muito. No caso do Yahoo, quando você faz uma busca, a ferramenta de proteção SearchScan já habilita a proteção e elimina links que podem causar estragos.




Nas preferências de busca, você pode ainda controlar o tipo de filtro que será aplicado, para proteger os inocentes de conteúdo inadequado. Essa ferramenta, por exemplo, está disponível em praticamente todos os sites de busca na internet basta acessar as preferências de pesquisa tanta no Yahoo, Google, Bing ou outros. Além disso, fique ligado nas dicas do seu navegador. Sites que contém certificados de segurança inadequados aparecem com barra de navegação vermelha, ou o navegador emite alertas sobre o perigo de clicar no site e dá opção de você acessá-lo ou não.






Outra opção é verificar a idoneidade do certificado digital relacionado ao site, principalmente os de compra, antes de efetivar qualquer transação. Dê um clique no cadeado que aparece na barra de endereços, exiba o certificado e confira se o endereço que você está é o endereço que aparece no certificado digital.




3 – Olho no sinal do browser

Repare também nas cores que a barra de endereço apresenta, elas funcionam como um semáforo, verde, está liberada a navegação, vermelha, tenha cuidado, alguma coisa um pouco mais técnica não está correta e o responsável pelo site deve olhar isso, melhor não arriscar. Amarelo ou branco, atenção, o site não é identificável, só acesse se você tiver certeza do que está fazendo




4 – Cuidado com as senhas

Além disso, valem aqueles velhos conselhos que você já deve ter lido, ouvido e ainda não decorou. Não compartilhe a sua senha, crie senhas com números, letras maiúsculas e minúsculas e se possível inclua símbolos.

5 – Não aceite doces de estranhos

Evite baixar arquivos em sites desconhecidos, prefira os que você já ouviu falar. Uma pesquisa informal pelo seu comunicador instantâneo ajuda muito. Pergunte a seus amigos se eles já ouviram falar daquele site que você está querendo acessar e se deve ou não clicar.
Fique de olho nas extensões, os finais de endereço. Arquivos para download que terminam em PIF, BAT, COM, EXE são riscos garantidos.
Não clique por impulso, leia o que está escrito, pause o mouse sobre o endereço que deseja clicar e observe na barra de estatus do seu computador (aquela que fica no rodapé) se o que você está lendo é o mesmo que está escrito ali na barra. Se for diferente, não clique de maneira nenhuma.
Desconfie das mensagens que contém link. Se um amigo manda uma recomendação de site para você, e ele nunca havia feito isso antes, com certeza é uma armadilha que ele caiu e está disseminando sem querer. Alerte-o.
Além disso, coisas que chamam demais a atenção na internet devem ser verificadas por alguém que tenha um pouco mais de experiência.
Acredite que cada dia que passa o pessoal mal intencionado inventa novas artimanhas para contaminar o seu computador ou prejudicar você. Na rede, como no mundo nem tudo que reluz é ouro. Fique atento e confie acima de tudo na sua intuição. Uma pequena mudança de posicionamento de uma janela ao acessar um site pode entregar uma armadilha.
Desconfie sempre!

publicado por sattotal às 19:26 | link do post

Google Search é, atualmente, o site de busca mais famoso, eficaz e visitado da web. Mas será que todo mundo sabe como fazer buscas eficientes no Google? A partir desta pergunta decidimos trazer-lhes algumas informações relevantes sobre como usar a busca do Google da melhor maneira.

Por exemplo: você sabia que é possível saber o horário local das principais cidades do mundo pelo Google? Sabia que também é possível consultar a previsão do tempo, converter moedas ou fazer contas matemáticas? Pois é, estas são apenas algumas de muitas outras ferramentas que o Google oferece.

Aqui segue uma lista com uma boa quantidade de comandos úteis aos internautas:

§ Conteúdo entre aspas: o comando "entre aspas" efetua a busca pela ocorrência exata de tudo que está entre as aspas, agrupado da mesma forma.

§ Sinal de subtração: este comando procura todas as ocorrências de Baixaki, exceto as que contenham a palavra download junto. É chamado de filtro (ex: baixaki -download)

§ OR (ou): OR serve para fazer uma pesquisa alternativa. No caso de "Carro (vermelho OR verde" sem as aspas, Google irá procurar Carro vermelho e Carro verde. É necessário usar os parênteses e OR em letra maiúscula.

§ Asterisco coringa: utilizar o asterisco entre aspas o torna um coringa. (ex: café * leite: Google buscará ocorrências de café + qualquer palavra + leite.

§ Define: comando para procurar definições de qualquer ciosa na internet (define:abacate)

§ Info: info serve para mostrar as informações que o Google tem sobre algum site (info:www.eujafui.com.br)

§ Palavra-chave + site: procura certa palavra dentro de um site específico (download site:www.baixaki.com.br)

§ Link: procura links externos para o site especificado (ex: link: www.blogaki.com.br)

§ Intitle: restringe os termos da busca aos títulos dos sites (ex: intitle:eu ja fui).

§ Allinurl: restringe os termos da busca às URL dos sites (ex: allinurl:cachorro).

§ Filetype: serve para procurar ocorrências algum formato de arquivo específico (ex: "arvore azul:pdf".

§ Time: pesquisa o horário das principais cidades do mundo (ex: time:new york).

§ Weather: pesquisa a previsão do tempo para as principais cidades do mundo (ex: weather:tokyo).

§ Calculadora: serve para efetuar contas matemáticas com o Google (ex: 10 / 2)

§ Conversão de moedas: serve para comparar o atual valor de duas moedas (ex: 7 dollar in real)

§ Conversão de temperatura: converte temperatura em Celsius para Fahreinheit (ex: 140 C in F).

§ Conversão de distâncias: utilizada para ver a correspondente distância em diferentes medidas (ex: 100 miles in kilometers)

§ Conversão de velocidade: comando para converter medidas de velocidade (ex: 48 kph to mph)

§ Find a business: procure lojas ou restaurantes em certa cidade. (não disponível para o Brasil) (ex: shopping, Chicago)

§ Movie: comando para procurar por títulos de filmes (ex: movie: Batman)

§ Director: o comando director serve para descobrir o nome de um diretor de certo filme (ex: director braveheart)
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Google Search é, atualmente, o site de busca mais famoso, eficaz e visitado da web. Mas será que todo mundo sabe como fazer buscas eficientes no Google? A partir desta pergunta decidimos trazer-lhes algumas informações relevantes sobre como usar a busca do Google da melhor maneira.

Por exemplo: você sabia que é possível saber o horário local das principais cidades do mundo pelo Google? Sabia que também é possível consultar a previsão do tempo, converter moedas ou fazer contas matemáticas? Pois é, estas são apenas algumas de muitas outras ferramentas que o Google oferece.

Aqui segue uma lista com uma boa quantidade de comandos úteis aos internautas:

§ Conteúdo entre aspas: o comando "entre aspas" efetua a busca pela ocorrência exata de tudo que está entre as aspas, agrupado da mesma forma.

§ Sinal de subtração: este comando procura todas as ocorrências de Baixaki, exceto as que contenham a palavra download junto. É chamado de filtro (ex: baixaki -download)

§ OR (ou): OR serve para fazer uma pesquisa alternativa. No caso de "Carro (vermelho OR verde" sem as aspas, Google irá procurar Carro vermelho e Carro verde. É necessário usar os parênteses e OR em letra maiúscula.

§ Asterisco coringa: utilizar o asterisco entre aspas o torna um coringa. (ex: café * leite: Google buscará ocorrências de café + qualquer palavra + leite.

§ Define: comando para procurar definições de qualquer ciosa na internet (define:abacate)

§ Info: info serve para mostrar as informações que o Google tem sobre algum site (info:www.eujafui.com.br)

§ Palavra-chave + site: procura certa palavra dentro de um site específico (download site:www.baixaki.com.br)

§ Link: procura links externos para o site especificado (ex: link: www.blogaki.com.br)

§ Intitle: restringe os termos da busca aos títulos dos sites (ex: intitle:eu ja fui).

§ Allinurl: restringe os termos da busca às URL dos sites (ex: allinurl:cachorro).

§ Filetype: serve para procurar ocorrências algum formato de arquivo específico (ex: "arvore azul:pdf".

§ Time: pesquisa o horário das principais cidades do mundo (ex: time:new york).

§ Weather: pesquisa a previsão do tempo para as principais cidades do mundo (ex: weather:tokyo).

§ Calculadora: serve para efetuar contas matemáticas com o Google (ex: 10 / 2)

§ Conversão de moedas: serve para comparar o atual valor de duas moedas (ex: 7 dollar in real)

§ Conversão de temperatura: converte temperatura em Celsius para Fahreinheit (ex: 140 C in F).

§ Conversão de distâncias: utilizada para ver a correspondente distância em diferentes medidas (ex: 100 miles in kilometers)

§ Conversão de velocidade: comando para converter medidas de velocidade (ex: 48 kph to mph)

§ Find a business: procure lojas ou restaurantes em certa cidade. (não disponível para o Brasil) (ex: shopping, Chicago)

§ Movie: comando para procurar por títulos de filmes (ex: movie: Batman)

§ Director: o comando director serve para descobrir o nome de um diretor de certo filme (ex: director braveheart)
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Seguem links de vídeos do YouTube, ensinando como baixar programas, filmes, videos dos servidores:

Como baixar no 4Shared
http://www.youtube.com/watch?v=yPh1ge-eWGU

Como baixar no Badongo
http://www.youtube.com/watch?v=f13hHf8s7Wg

Como baixar no EasyShare
http://www.youtube.com/watch?v=pHqTeKtjDrM

Como baixar no FileFactory
http://www.youtube.com/watch?v=SmZs_iRZkQM

Como Baixar no FlyUpload
http://www.youtube.com/watch?v=3-FGfhe0b8I

Como baixar no FriendlyFiles
http://www.youtube.com/watch?v=mwDEihJztKI

Como baixar no Gigeshare
http://www.hiperdowns.org/2007/08/como-baixar-pelo-gigeshare.html

Como baixar no MegaShare
http://www.youtube.com/watch?v=D4jUNdCnCLM

Como Baixar no RapidShare
http://www.youtube.com/watch?v=8bs2mDkUzR8

Como Baixar no SendSpace
http://www.comobaixar.net/2007/09/como-baixar-pelo-sendspace.html

Como baixar no SharedZilla
http://www.youtube.com/watch?v=ppDl5WgrSrU

Como baixar de outros servidores
http://www.comobaixar.net/

Dica para Baixar do RAPIDSHARE

Muitos jogos e programas são hospedados no servidor RAPIDSHARE, que é um dos melhores e mais rápido para baixar.
O problema é que arquivos grandes são divididos em várias partes (as vezes mais de 60 links) e muita gente tem medo de começar a baixar e depois de vários downloads um dos links encontrar-se deletado.
Uma maneira fácil e rápida de conferir se todos os links estão funcionando antes de começar a baixar é através do Site
Basta copiar todos os links do RAPIDSHARE e colar na primeira caixa do RAPIDSHOOT (cada link em uma linha - se colocar todos os links um seguido do outro não funciona) e depois clicar no botão convert.
O Site do RAPIDSHOOT fará a checagem e conversão dos links, preenchendo a caixa de baixo da página.Pronto, agora vc já sabe se todos os links estão bons ou não.
Outra dica que serve tanto para o RAPIDSHARE quanto para o EASY-SHARE:
Quando vc baixa do RAPIDSHARE ou do EASY-SHARE um arquivo muito grande e precisa baixar outra parte, ele manda esperar um tempão para baixar novamente.
Mas, para não ter que esperar, basta vc alterar o endereço IP da sua conexão com a internet.
Como fazer isso: basta vc desconectar e reconectar sua ligação com a internet (se vc não achar o ícone para isso, vai em Painel de Controle > Conexões de Rede.
Acha sua conexão lá, clica com o botão direito e coloca pra criar atalho... Vai aparecer uma mensagem falando que não dá para criar atalho ali e se vc quer por na área de trabalho... Coloca q sim e pronto - agora é só clicar com o botão direito do mouse nele e por desconectar e depois clicar novamente com o direito e por conectar).
Outra forma de renovar seu endereço IP é desligando e religando o seu modem.
publicado por sattotal às 15:11 | link do post
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Como baixar no 4Shared
http://www.youtube.com/watch?v=yPh1ge-eWGU

Como baixar no Badongo
http://www.youtube.com/watch?v=f13hHf8s7Wg

Como baixar no EasyShare
http://www.youtube.com/watch?v=pHqTeKtjDrM

Como baixar no FileFactory
http://www.youtube.com/watch?v=SmZs_iRZkQM

Como Baixar no FlyUpload
http://www.youtube.com/watch?v=3-FGfhe0b8I

Como baixar no FriendlyFiles
http://www.youtube.com/watch?v=mwDEihJztKI

Como baixar no Gigeshare
http://www.hiperdowns.org/2007/08/como-baixar-pelo-gigeshare.html

Como baixar no MegaShare
http://www.youtube.com/watch?v=D4jUNdCnCLM

Como Baixar no RapidShare
http://www.youtube.com/watch?v=8bs2mDkUzR8

Como Baixar no SendSpace
http://www.comobaixar.net/2007/09/como-baixar-pelo-sendspace.html

Como baixar no SharedZilla
http://www.youtube.com/watch?v=ppDl5WgrSrU

Como baixar de outros servidores
http://www.comobaixar.net/

Dica para Baixar do RAPIDSHARE

Muitos jogos e programas são hospedados no servidor RAPIDSHARE, que é um dos melhores e mais rápido para baixar.
O problema é que arquivos grandes são divididos em várias partes (as vezes mais de 60 links) e muita gente tem medo de começar a baixar e depois de vários downloads um dos links encontrar-se deletado.
Uma maneira fácil e rápida de conferir se todos os links estão funcionando antes de começar a baixar é através do Site
Basta copiar todos os links do RAPIDSHARE e colar na primeira caixa do RAPIDSHOOT (cada link em uma linha - se colocar todos os links um seguido do outro não funciona) e depois clicar no botão convert.
O Site do RAPIDSHOOT fará a checagem e conversão dos links, preenchendo a caixa de baixo da página.Pronto, agora vc já sabe se todos os links estão bons ou não.
Outra dica que serve tanto para o RAPIDSHARE quanto para o EASY-SHARE:
Quando vc baixa do RAPIDSHARE ou do EASY-SHARE um arquivo muito grande e precisa baixar outra parte, ele manda esperar um tempão para baixar novamente.
Mas, para não ter que esperar, basta vc alterar o endereço IP da sua conexão com a internet.
Como fazer isso: basta vc desconectar e reconectar sua ligação com a internet (se vc não achar o ícone para isso, vai em Painel de Controle > Conexões de Rede.
Acha sua conexão lá, clica com o botão direito e coloca pra criar atalho... Vai aparecer uma mensagem falando que não dá para criar atalho ali e se vc quer por na área de trabalho... Coloca q sim e pronto - agora é só clicar com o botão direito do mouse nele e por desconectar e depois clicar novamente com o direito e por conectar).
Outra forma de renovar seu endereço IP é desligando e religando o seu modem.
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DVDRip
Uma cópia do lançamento final do DVD. Se possível, é lançado na internet antes mesmo do DVD de venda e/ou aluguel ser lançado. A qualidade deve ser excelente. DVDrips são lançados em SVCD e DivX/XviD.

PDTV/HDTV

Os PDTV são capturados de uma TV com cartão PCI DIGITAL, normalmente gerando os melhores resultados. Muitas vezes vemos o rip rotulado como HDTV também, mas as diferenças entre esses dois termos são apenas técnicas. Os grupos costumam lançar em SVCD, apesar de rips em VCD/SVCD/DivX/XviD serem aceitos nos rips de TV.


R5
R5 se refere a um formato específico de DVD região 5. Em um esforço para competir com a pirataria, a indústria decidiu criar esse novo formato que é produzido mais rápido e mais barato do que os tradicionais DVDs. O que os difere dos DVDs tradicionais é que os R5 são tranferidos diretamente de um telecine sem qualquer tipo de processamento de imagem, e sem nenhum adicional. Às vezes os DVDs R5 são lançados sem áudio em inglês, exigindo que os grupos de pirataria usem o áudio de outra fonte. Nesse caso o release possui a descrição ".LINE" para distinguir daqueles que possuem o áudio do original. A qualidade da imagem de um R5 geralmente pode ser comparada com um DVD screener. No final de 2006 alguns grupos como o DREAMLIGHT, mSs e PUKKA passaram a nomear seus Releases de ".R5" e sugeriram a outros grupos que fizessem o mesmo.

DVD-SCREENER (DVDscr)
Mesmas condições do screener, mas com uma fonte de DVD. Normalmente com letterbox (faixas pretas), mas sem os extras que o DVD final (de venda e/ou aluguel) possa ter. O ticker não costuma ficar nas faixas pretas, e pode atrapalhar a visão. Se o ?ripador? tiver o mínimo de conhecimento, um DVDscr deve sair muito bom. Normalmente passado pra SVCD ou DivX/XviD.

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TELECINE (TC)
Uma máquina de telecine copia o filme digitalmente dos rolos. O som e a imagem costumam ser muito bons, mas devido ao equipamento e custos envolvidos, os telecine são muito raros. Geralmente o filme estará com o aspect ratio (proporção) correto, apesar de existirem telecine de 4:3 (tela cheia). TC não deve ser confundido com TimeCode , que é um contador visível e fixo durante todo o filme.

TELESYNC (TS)
Um telesync tem as mesmas características de um CAM, só que usa uma fonte externa de áudio (normalmente um fone de ouvido na poltrona para pessoas que não ouvem bem). Uma fonte de áudio direto não garante uma boa qualidade de áudio, pois muitos barulhos podem interferir. Muitas vezes um telesync é filmado em um cinema vazio ou da cabine de projeção com uma câmera profissional, gerando uma melhor qualidade de imagem. A qualidade varia muito, por isso veja um sample (amostra) antes de baixar o filme por completo. A maior parte dos Telesyncs são CAMs que foram rotuladas de forma errada.

CAM
O CAM é um "rip" feito no cinema, normalmente com uma câmera digital. Às vezes é usado um tripé, mas na maioria das vezes isso não é possível, deixando a filmagem tremida. Devido aos lugares disponíveis no cinema também não serem sempre no centro, pode ser filmado com ângulos diferentes. Se cortado (cropped) adequadamente, é difícil diferenciar, a não ser que tenha legendas na tela, mas muitas vezes os CAM são deixados com bordas pretas na parte de cima e de baixo da tela. O som é gravado com o microfone embutido da câmera e, especialmente em comédias, risadas são ouvidas durante o filme. Devido a esses fatores, a qualidade de som e imagem costumam ser muito ruins, mas as vezes, com sorte, o cinema está quase vazio e apenas baixos ruídos serão ouvidos.

SVCD
SVCD é baseado em MPEG-2 (como no DVD), que permite maiores taxas de variáveis até 2500kbits em uma definição de 480x480 (NTSC), que descomprimida em uma relação de aspecto de 4:3. Devido ao bit-rate variável, o comprimento que você pode ocupar em um único CDR não é fixo, geralmente entre 35-60 min.

VCD
É um formato baseado em MPEG-1, com um bit-rate constante de 1150kbit em uma definição de 352x240 (NTSC). VCD's são usados geralmente para obter de uma qualidade mais baixa com o objetivo de tamanhos menores. VCD's e SVCD's são cronometrados nos minutos e não em MB, assim que ao olhar um, parecer maior do que a capacidade de disco e na realidade pode cabe 74min em um CDR74.

XVCD / XSVCD
Estes são basicamente VCD/SVCD melhorados. São ambos capazes de definições e de melhores taxas, muito mas elevadas. Muito difícil de se encontrar.

KVCD e KSVCD
KVCD é uma modificação ao padrão MPEG-1 e MPEG-2. Habilita criar CDs de 120 minutos com qualidade perto do DVD em CDs de 80 minutos. Porém já existe especificações que geram vídeos de 528x480 (NTSC) e 528x576 (PAL) e MPEG-1 com bitrate variável entre 64Kbps e 3000Kbps. Usando um resolução 352x240 (NTSC) ou 352x288 (PAL), é possível "encodar" vídeos com até 360 minutos com qualidade perto de um VCD num CD de 80 min.

KDVD
Formato de arquivo 100% compatível com MPEG_2, capaz de rodar em qualquer DVD Player Standard. Esta tecnologia habilita 6 horas de filme em Full D-1 720x480 num DVD, ou algo em torno de 10 horas em Half D-1 352x480 no meso DVD.
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Expressões encontradas:

PROPER
Devido aos critérios, quem lançar o primeiro Telesync ganhou a corrida (por exemplo!). Mas se a qualidade desse release for ruim, devido alguns problemas na imagem ou som, e outro grupo tem outro telesync (ou a mesma fonte, mas em melhor qualidade) então a expressão PROPER é adicionada para evitar equívocos. PROPER é a expressão mais subjetiva encontrada, e as pessoas geralmente pergutam se o PROPER é melhor que a versão original. Muitos grupos lançam o PROPER em atos de desespero, para não perder a corrida. Um motivo para o PROPER deve ser sempre incluso no .NFO.

UNRATED
Versão sem cortes.(Normalmente os vídeos são editados para conseguir um classificação etária mais ampla nos cinemas, já em DVD são lançados completos)

LIMITED
Um filme limited significa que ele tem um número de exposições em cinemas limitados, normalmente estreando em menos de 250 cinemas. Geralmente filmes pequenos (como filmes de arte) são lançados nesse estilo.

INTERNAL
Um release interno é feito por vários motivos. Grupos clássicos de DVD fazem muito isso, visto que eles não serão trapaceados. Também rips de má qualidade são feitos nesse estilo, para não baixar a reputação do grupo, ou devido ao grande número já existente do filme. Um lançamento interno é disponibilizado normalmente em sites afiliados ao grupo, mas eles não podem ser trocados com outros sites sem a devida permissão. Alguns INTERNALs ainda correm pelo IRC/Newsgroup, dependendo da popularidade. Há alguns anos, o grupo Centropy começou a lançar releases internos, mas num sentido diferente do INTERNAL, isto é, lançava somente para membros do grupo e não o disponibilizavam.

REPACK/RERIP
Se um grupo lança um rip ruim, eles irão re-lançá-lo, o qual virá com os problemas corrigidos.

NUKED
Um rip pode ser "NUKADA", banida por diversas razões. Se o grupo lançar como TeleSyncs, por exemplo, e não tem nada de "TeleSyncs", ou o filme tem uma diferença na qualidade do áudio, outro exemplo, a partir de X minutos de filme. Então o nuke global ocorrerá e o grupo perderá seus créditos. Verifique sempre antes os releases para não pegar algo que foi banido, por má qualidade por exemplo. Se um grupo perceber que há algo errado com uma versão, eles podem requisitar um nuke.

Razões para o NUKE
BAD A/R - Relação de aspecto, distorção do filme. Personagens aparecem muito largos ou finos.
BAD IVTC - Processo de inversão telecine, conversão de framerates está incorreto.
BAD FPS - Não segue o padrão de quadros por segundo vigente.
INTERLACED - Linhas pretas no movimento como a ordem do campo estão incorretas.

publicado por sattotal às 14:43 | link do post

DVDRip
Uma cópia do lançamento final do DVD. Se possível, é lançado na internet antes mesmo do DVD de venda e/ou aluguel ser lançado. A qualidade deve ser excelente. DVDrips são lançados em SVCD e DivX/XviD.

PDTV/HDTV

Os PDTV são capturados de uma TV com cartão PCI DIGITAL, normalmente gerando os melhores resultados. Muitas vezes vemos o rip rotulado como HDTV também, mas as diferenças entre esses dois termos são apenas técnicas. Os grupos costumam lançar em SVCD, apesar de rips em VCD/SVCD/DivX/XviD serem aceitos nos rips de TV.


R5
R5 se refere a um formato específico de DVD região 5. Em um esforço para competir com a pirataria, a indústria decidiu criar esse novo formato que é produzido mais rápido e mais barato do que os tradicionais DVDs. O que os difere dos DVDs tradicionais é que os R5 são tranferidos diretamente de um telecine sem qualquer tipo de processamento de imagem, e sem nenhum adicional. Às vezes os DVDs R5 são lançados sem áudio em inglês, exigindo que os grupos de pirataria usem o áudio de outra fonte. Nesse caso o release possui a descrição ".LINE" para distinguir daqueles que possuem o áudio do original. A qualidade da imagem de um R5 geralmente pode ser comparada com um DVD screener. No final de 2006 alguns grupos como o DREAMLIGHT, mSs e PUKKA passaram a nomear seus Releases de ".R5" e sugeriram a outros grupos que fizessem o mesmo.

DVD-SCREENER (DVDscr)
Mesmas condições do screener, mas com uma fonte de DVD. Normalmente com letterbox (faixas pretas), mas sem os extras que o DVD final (de venda e/ou aluguel) possa ter. O ticker não costuma ficar nas faixas pretas, e pode atrapalhar a visão. Se o ?ripador? tiver o mínimo de conhecimento, um DVDscr deve sair muito bom. Normalmente passado pra SVCD ou DivX/XviD.

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TELECINE (TC)
Uma máquina de telecine copia o filme digitalmente dos rolos. O som e a imagem costumam ser muito bons, mas devido ao equipamento e custos envolvidos, os telecine são muito raros. Geralmente o filme estará com o aspect ratio (proporção) correto, apesar de existirem telecine de 4:3 (tela cheia). TC não deve ser confundido com TimeCode , que é um contador visível e fixo durante todo o filme.

TELESYNC (TS)
Um telesync tem as mesmas características de um CAM, só que usa uma fonte externa de áudio (normalmente um fone de ouvido na poltrona para pessoas que não ouvem bem). Uma fonte de áudio direto não garante uma boa qualidade de áudio, pois muitos barulhos podem interferir. Muitas vezes um telesync é filmado em um cinema vazio ou da cabine de projeção com uma câmera profissional, gerando uma melhor qualidade de imagem. A qualidade varia muito, por isso veja um sample (amostra) antes de baixar o filme por completo. A maior parte dos Telesyncs são CAMs que foram rotuladas de forma errada.

CAM
O CAM é um "rip" feito no cinema, normalmente com uma câmera digital. Às vezes é usado um tripé, mas na maioria das vezes isso não é possível, deixando a filmagem tremida. Devido aos lugares disponíveis no cinema também não serem sempre no centro, pode ser filmado com ângulos diferentes. Se cortado (cropped) adequadamente, é difícil diferenciar, a não ser que tenha legendas na tela, mas muitas vezes os CAM são deixados com bordas pretas na parte de cima e de baixo da tela. O som é gravado com o microfone embutido da câmera e, especialmente em comédias, risadas são ouvidas durante o filme. Devido a esses fatores, a qualidade de som e imagem costumam ser muito ruins, mas as vezes, com sorte, o cinema está quase vazio e apenas baixos ruídos serão ouvidos.

SVCD
SVCD é baseado em MPEG-2 (como no DVD), que permite maiores taxas de variáveis até 2500kbits em uma definição de 480x480 (NTSC), que descomprimida em uma relação de aspecto de 4:3. Devido ao bit-rate variável, o comprimento que você pode ocupar em um único CDR não é fixo, geralmente entre 35-60 min.

VCD
É um formato baseado em MPEG-1, com um bit-rate constante de 1150kbit em uma definição de 352x240 (NTSC). VCD's são usados geralmente para obter de uma qualidade mais baixa com o objetivo de tamanhos menores. VCD's e SVCD's são cronometrados nos minutos e não em MB, assim que ao olhar um, parecer maior do que a capacidade de disco e na realidade pode cabe 74min em um CDR74.

XVCD / XSVCD
Estes são basicamente VCD/SVCD melhorados. São ambos capazes de definições e de melhores taxas, muito mas elevadas. Muito difícil de se encontrar.

KVCD e KSVCD
KVCD é uma modificação ao padrão MPEG-1 e MPEG-2. Habilita criar CDs de 120 minutos com qualidade perto do DVD em CDs de 80 minutos. Porém já existe especificações que geram vídeos de 528x480 (NTSC) e 528x576 (PAL) e MPEG-1 com bitrate variável entre 64Kbps e 3000Kbps. Usando um resolução 352x240 (NTSC) ou 352x288 (PAL), é possível "encodar" vídeos com até 360 minutos com qualidade perto de um VCD num CD de 80 min.

KDVD
Formato de arquivo 100% compatível com MPEG_2, capaz de rodar em qualquer DVD Player Standard. Esta tecnologia habilita 6 horas de filme em Full D-1 720x480 num DVD, ou algo em torno de 10 horas em Half D-1 352x480 no meso DVD.
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Expressões encontradas:

PROPER
Devido aos critérios, quem lançar o primeiro Telesync ganhou a corrida (por exemplo!). Mas se a qualidade desse release for ruim, devido alguns problemas na imagem ou som, e outro grupo tem outro telesync (ou a mesma fonte, mas em melhor qualidade) então a expressão PROPER é adicionada para evitar equívocos. PROPER é a expressão mais subjetiva encontrada, e as pessoas geralmente pergutam se o PROPER é melhor que a versão original. Muitos grupos lançam o PROPER em atos de desespero, para não perder a corrida. Um motivo para o PROPER deve ser sempre incluso no .NFO.

UNRATED
Versão sem cortes.(Normalmente os vídeos são editados para conseguir um classificação etária mais ampla nos cinemas, já em DVD são lançados completos)

LIMITED
Um filme limited significa que ele tem um número de exposições em cinemas limitados, normalmente estreando em menos de 250 cinemas. Geralmente filmes pequenos (como filmes de arte) são lançados nesse estilo.

INTERNAL
Um release interno é feito por vários motivos. Grupos clássicos de DVD fazem muito isso, visto que eles não serão trapaceados. Também rips de má qualidade são feitos nesse estilo, para não baixar a reputação do grupo, ou devido ao grande número já existente do filme. Um lançamento interno é disponibilizado normalmente em sites afiliados ao grupo, mas eles não podem ser trocados com outros sites sem a devida permissão. Alguns INTERNALs ainda correm pelo IRC/Newsgroup, dependendo da popularidade. Há alguns anos, o grupo Centropy começou a lançar releases internos, mas num sentido diferente do INTERNAL, isto é, lançava somente para membros do grupo e não o disponibilizavam.

REPACK/RERIP
Se um grupo lança um rip ruim, eles irão re-lançá-lo, o qual virá com os problemas corrigidos.

NUKED
Um rip pode ser "NUKADA", banida por diversas razões. Se o grupo lançar como TeleSyncs, por exemplo, e não tem nada de "TeleSyncs", ou o filme tem uma diferença na qualidade do áudio, outro exemplo, a partir de X minutos de filme. Então o nuke global ocorrerá e o grupo perderá seus créditos. Verifique sempre antes os releases para não pegar algo que foi banido, por má qualidade por exemplo. Se um grupo perceber que há algo errado com uma versão, eles podem requisitar um nuke.

Razões para o NUKE
BAD A/R - Relação de aspecto, distorção do filme. Personagens aparecem muito largos ou finos.
BAD IVTC - Processo de inversão telecine, conversão de framerates está incorreto.
BAD FPS - Não segue o padrão de quadros por segundo vigente.
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